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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game sendo jogado em um console de jogos

NOVO ANIME!?! FILME DO SONIC pode trazer NOVO SONIC X 😱

Espero que gostem!


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Sonic the Hedgehog (no Brasil e em Portugal, Sonic – O Filme) é um futuro filme de ação e comédia distribuído pela Paramount Pictures e com base na franquia de jogos de vídeo da Sega. O filme é dirigido por Jeff Fowler e escrito por Patrick Casey, Josh Miller e Oren Uziel, de uma história de Van Robichaux e Evan Susser. O filme é estrelado por Ben Schwartz como a voz de Sonic o Ouriço e Jim Carrey como o Dr. Robotnik, o inimigo de Sonic, ao lado de James Marsden, Tika Sumpter, Adam Pally e Neal McDonough. No filme, um xerife da pequena cidade ajuda Sonic quando ele tenta escapar do governo.

Em 2013, a Sony Pictures adquiriu os direitos de filmagem da franquia Sonic da Sega e, em 2014, teve uma adaptação em desenvolvimento. Fowler foi contratado para dirigir em 2016 e fará sua estréia na direção do longa com o filme. A Paramount adquiriu os direitos do filme em 2017 depois que a Sony colocou o projeto em turnaround, e a maioria do elenco assinou em agosto de 2018. As filmagens ocorreram entre julho e outubro de 2018 em Vancouver, Ladysmith e Ilha Vancouver.

Um joint venture entre a Paramount Animation, Original Film, Sega, Blur Studio e Marza Animation Planet, o filme foi inicialmente programado para ser lançado em 8 de novembro de 2019, mas por conta da alteração do visual do Sonic, o filme foi adiado para ser lançado em 14 de fevereiro de 2020.

Enredo
O xerife Tom Wachowski viaja de Green Hills, Montana, para San Francisco, Califórnia, para ajudar Sonic, um ouriço azul antropomórfico que pode correr a velocidades incríveis, escapar da captura pelo governo, recolher seus anéis e derrotar o insano cientista Doutor Robotnik

Elenco
Ben Schwartz como a voz de Sonic: Um ouriço azul extraterrestre antropomórfico “juvenil delinqüente” que pode correr a velocidades supersônicas e está fugindo do governo.[6][7]
James Marsden como Tom Wachowski: Um ex-policial do Departamento de Polícia de São Francisco e o recém-nomeado xerife de Green Hills que faz amizade com Sonic e ajuda-lo em sua missão de parar o Dr. Robotnik.[8]
Tika Sumpter como a Dra. Annie Wachowski: A esposa de Tom, que o ajuda e Sonic a fugirem de Robotnik..[9]
Jim Carrey como Dr. Ivo “Eggman” Robotnik: Um cientista brilhante e insano e inventor do governo dos Estados Unidos que traça a dominação do mundo através do poder de velocidade de Sonic.
Adam Pally como Billy Robb: Um policial de Green Hills e amigo de Tom Wachowski.[10]
Neal McDonough como Major Bennington.
Lee Majdoub aparece como Stone, um agente que trabalha em estreita colaboração com o Dr. Robotnik.[11]
Frank C. Turner como Crazy Carl.

Desenvolvimento
A Sony Pictures Entertainment adquiriu os direitos para produzir e distribuir um filme baseado em Sonic the Hedgehog em 2013.[17] Em 10 de junho de 2014, um filme de animação de ação ao vivo baseado no Sonic the Hedgehog foi anunciado como um empreendimento conjunto entre a Sony Pictures e a Marza Animation Planet.[18] Ele seria produzido por Neal H. Moritz por seu banner da Original Film ao lado de Takeshi Ito, Mie Onishi e Toru Nakahara, e escrito por Evan Susser e Van Robichaux.[18] Em fevereiro de 2016, o CEO da Sega, Hajime Satomi, declarou que o filme estava agendado para 2018.[19] Tim Miller do Blur Studio e Jeff Fowler foram contratados em 2016 para desenvolver o filme; Fowler faria sua estréia na direção, e tanto Miller quanto Fowler seriam produtores executivos.[20] Patrick Casey, Josh Miller e Oren Uziel estavam escrevendo o roteiro.[20]

Em 2 de outubro de 2017, a Paramount Pictures anunciou que adquiriu os direitos depois que a Columbia Pictures da Sony Pictures colocou o filme em turnaround. No entanto, a maior parte da equipe de produção permaneceu inalterada.[21] Em fevereiro de 2018, foi anunciado que o filme seria lançado em novembro de 2019

Análise

Fire Emblem: Fortune’s Wave – Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

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Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

O jogo é simplesmente lindo. Os gráficos em estilo anime são impressionantes, as animações são muito bem produzidas e existe uma grande preocupação em desenvolver a relação entre os personagens enquanto a história avança.

E é justamente aí que aparece um problema enorme para o público brasileiro: o jogo não possui localização para português.

Quando penso em recomendar esse jogo para a galera que acompanha o RK Play, essa é uma das primeiras coisas que passam pela minha cabeça. Estamos falando de um jogo focado em história, personagens, diálogos e construção de um universo medieval. Ou seja, entender o que está acontecendo não é apenas um detalhe.

Você pode até saber inglês e conseguir jogar tranquilamente. Mas muita gente no Brasil não domina o idioma. E isso não significa falta de interesse em videogames. Muitas pessoas simplesmente nunca tiveram a oportunidade de aprender inglês de forma suficiente para acompanhar um jogo com centenas de diálogos.

E existe outro ponto importante: você pode saber inglês, mas seus amigos, familiares ou outras pessoas que poderiam conhecer esse jogo talvez não saibam.

Isso acaba criando uma barreira enorme.

Eu já falei aqui no perfil sobre esse jogo e, sinceramente, é um título que eu facilmente consigo recomendar para muita gente. Ele tem uma proposta muito interessante, visual impressionante, combate estratégico, exploração e muitas horas de conteúdo.

Só que, para quem não entende inglês, a experiência pode ficar bastante prejudicada.

E o pior é que você não está apenas deixando de entender algumas frases. Você pode acabar perdendo justamente uma das partes mais importantes da experiência: a história e a relação entre os personagens.

Eu sei que qualquer pessoa pode começar a aprender inglês a qualquer momento. Também sei que existem escolas bilíngues e pessoas que têm contato com o idioma desde cedo.

Mas estamos falando do Brasil.

Uma localização em português não seria apenas uma comodidade. Para muita gente, ela seria a diferença entre conseguir aproveitar completamente o jogo ou simplesmente deixar passar.

Por isso fica a pergunta: uma tradução para português poderia fazer esse jogo alcançar muito mais jogadores no Brasil?

Na minha opinião, quando um jogo depende tanto de narrativa e diálogo, a localização faz uma diferença enorme na possibilidade de ele conquistar um novo público.

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Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

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E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

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