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Sonic 2 ja estava confirmado porem um anuncio surpresa de animação do sonic tambem surgiu na netflix, e aparentemente ser aum reboot 3d , mas o que esperar?

NOVO Filme e ANIMAÇÃO do SONIC VAZARAM 😵| SONIC 2 O FILME

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Sonic the Hedgehog (ソニック・ザ・ヘッジホッグ, Sonikku za Hejjihoggu?) é uma franquia de jogos criada e produzida pela Sega. A franquia é centrada em uma série de jogos de plataforma focados em velocidade. O protagonista da série é um ouriço azul chamado Sonic, cuja vida pacífica é sempre interrompida pelo antagonista principal da série, Dr. Eggman. Tipicamente Sonic -normalmente junto de um de seus amigos, como Tails, Amy e Knuckles- se aventuram para parar Eggman e seus planos para dominação mundial. O primeiro jogo da série Sonic 1, lançado em 1991, foi concebido pela divisão da Sega, Sonic Team após um pedido para um novo mascote. O título foi um sucesso, e foi renovado para várias sequelas, que levaram a Sega a liderança no rumo dos consoles de vídeogame da era 16-bit do começo até a metade dos anos 90.[1]

Enquanto os primeiros jogos da série eram jogos de plataforma em side-scrolling, posteriormente os jogos da série foram expandidos em vários outros gêneros e sub-séries, como Mario & Sonic at the Olympic Games e a série Sonic Boom. Até 2016, a série vendeu mais de 80 milhões de cópias físicas de jogos,[2] e mais de 350 milhões de unidades quando combinados com relançamentos e downloads para celulares.[3] Fora dos vídeogames, a franquia também já foi divulgada em outras mídias, incluindo desenhos animados, anime e uma longa série de histórias em quadrinhos, que foi reconhecida como a mais longa história em quadrinhos baseada em um vídeogame já publicada pelo Guinness World Records

Quase todos os jogos da série apresentam um ouriço antropomórfico azul chamado Sonic como o personagem do jogador central e protagonista. Os jogos detalham a tentativa de Sonic e seus aliados de salvar o mundo de várias ameaças, principalmente o gênio do mal Dr. Ivo “Eggman” Robotnik, o antagonista principal da série. O objetivo principal de Robotnik é governar o mundo; para conseguir isso, ele geralmente tenta destruir Sonic e adquirir as poderosas Esmeraldas do Caos.

Na série principal, a jogabilidade dentro dos jogos é dividida em duas: 2D (geralmente em plataforma) e 3D. Na jogabilidade 2D, predominante nos jogos mais antigos do mascote, você controla o Sonic horizontalmente e pula nos inimigos para destruí-los, além disso, os jogos ainda tem como elemento recorrente os anéis, que são fonte de energia ao personagem. Quando é pego um determinado número deles, o jogador poderá acessar os Special Stages, fases bônus onde é possível coletar 6/7 pedras mágicas, chamadas de Esmeraldas do Caos, que são responsáveis por dar super poderes ao ouriço, o transformando em Super Sonic, que tem a habilidade de voar, correr mais rápido, e ser invencível. Se o jogador coletar todas elas, será contemplado com o final verdadeiro.

Outro elemento na jogabilidade recorrente nos jogos antigos são os itens: monitores capazes de dar poderes para Sonic, como um escudo protetor, ou até uma vida extra. O jogo também foi o primeiro na história dos videogames a estabelecer o sistema de salvar o jogo, os chamados save states, onde o jogador, quando morre ou é derrotado, volta ao ponto onde parou.[carece de fontes] O jogador terá 10 minutos para terminar de fase, caso ao contrário, será dada a tela de Time Over. No início, o jogador tem 3 chances para completar a fase, mas é possível ganhar mais vidas, já que a cada vez que são pegos 100 anéis, uma vida é dada ao jogador, outro modo também é de pegar um monitor de vida. O jogador também tem um contador de pontos, pegos quando se mata um inimigo, passando em um limite estipulado de tempo, ou pelo número de anéis que é multiplicado por 100 pontos. Porém, Sonic não é invencível, ele pode ser morto se: for esmagado, cair em um abismo, afogado (somente possível em fases aquáticas

Análise

Vale a pena comprar Elden Ring no Switch 2?

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

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Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.

Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.

Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.

Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.

O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.

É claro que não é perfeito.

Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.

Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.

E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.

Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.

A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.

Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.

E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.

Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.

Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.

Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.

Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.

Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.

Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.

E o principal problema é o cross-save.

Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.

Mas isso não acontece.

Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.

Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.

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Análise

Zelda Ocarina of Time Remake é a resposta da Nintendo a onda de Hype do GTA 6

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O novo remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time finalmente mostrou suas principais novidades, e a primeira impressão pode causar estranheza. Diferente do visual mais cartunesco que marcou vários jogos recentes da franquia, o novo projeto aposta em uma direção de arte muito mais realista e detalhada.

Mas depois de assistir à gameplay com mais atenção, fica difícil não se impressionar com o resultado.

Um Ocarina of Time completamente reimaginado

O jogo original de Nintendo 64 foi um dos maiores marcos da história dos videogames, mas suas limitações técnicas eram evidentes. Os cenários eram simples, as texturas extremamente limitadas e muitos elementos precisavam ser representados de maneira bastante básica.

Agora, a Nintendo está levando aquele mesmo mundo para uma escala completamente diferente.

Hyrule Field, por exemplo, ganhou muito mais profundidade visual. A iluminação, a névoa, os efeitos de brilho e a quantidade de detalhes fazem com que o mundo pareça muito mais próximo daqueles grandes filmes de fantasia e feitiçaria.

E talvez seja justamente esse o maior acerto do remake: ele não está apenas tentando deixar Ocarina of Time mais bonito. Ele está tentando mostrar como aquele jogo poderia ter sido na imaginação de quem jogou o original.

O gameplay também recebeu mudanças

Apesar de preservar diversas mecânicas clássicas, o remake não pretende ser uma cópia perfeita do jogo de Nintendo 64.

Uma das principais mudanças é a inclusão de um botão dedicado para pular. No original, Link realizava determinados saltos automaticamente. Agora, o jogador terá mais controle sobre seus movimentos.

Também existe um botão para correr, algo que deve deixar a exploração muito mais rápida.

O sistema de itens também foi modernizado, permitindo trocar equipamentos de maneira mais prática. A ideia parece claramente inspirada nos jogos mais recentes da franquia.

Mesmo com essas mudanças, elementos fundamentais permanecem, como o sistema de mira e combate, a exploração das dungeons e a estrutura clássica de progressão.

Dungeons podem ganhar novidades

Uma das possibilidades mais interessantes é que o remake possa expandir algumas áreas que eram pequenas ou pouco exploradas no jogo original.

Existem teorias envolvendo possíveis novos templos e áreas, incluindo conceitos relacionados a elementos que apareceram durante o desenvolvimento de Ocarina of Time, mas não chegaram à versão final.

Isso faria bastante sentido para um remake que parece estar tentando expandir a experiência em vez de simplesmente reconstruí-la com gráficos modernos.

O jogo também promete personagens com mais ações e diálogos, algo que pode ajudar a dar mais vida ao mundo.

Hyrule está muito mais viva

Uma das transformações mais impressionantes está nas cidades e nos ambientes.

A cidade de Hyrule, por exemplo, não parece mais apenas um espaço limitado com elementos de fundo. Agora temos um ambiente tridimensional muito mais detalhado, que transmite uma sensação maior de exploração.

A passagem do tempo também promete acontecer em diferentes locais, aumentando a sensação de que o mundo realmente está funcionando enquanto Link explora.

Outro elemento interessante é a tapeçaria apresentada anteriormente, que retorna como uma espécie de guia visual para os objetivos do jogador.

É praticamente uma representação da própria lenda de Zelda dentro do mundo do jogo.

A Ocarina vai ganhar uma função ainda mais interessante

A música sempre foi uma das partes mais importantes de Ocarina of Time, e o remake parece querer levar essa ideia ainda mais longe.

Além de tocar as músicas normalmente, o jogo poderá reconhecer comandos de voz relacionados às melodias.

Também existe a possibilidade de utilizar uma Ocarina real para interagir com o jogo.

A Nintendo parece estar aproveitando os recursos do Switch para transformar um dos elementos mais icônicos de Ocarina of Time em algo ainda mais interativo.

E isso combina bastante com a importância que o instrumento ganhou graças ao próprio jogo.

60 FPS e muito mais detalhes

Outro ponto que chama bastante atenção é a confirmação de que o jogo vai rodar a 60 quadros por segundo.

Isso faz uma diferença enorme para um jogo de ação e exploração, principalmente quando estamos falando de um remake que possui movimentação, combate e exploração muito mais fluidos.

Visualmente, a quantidade de detalhes também impressiona.

A Árvore Deku, Hyrule Field, os inimigos, as cidades e até pequenas áreas que eram extremamente simples no Nintendo 64 agora possuem uma quantidade enorme de elementos visuais.

A sensação é de estar vendo aquele mesmo jogo pela primeira vez.

O remake também terá dublagem em português

Para os jogadores brasileiros, existe outra novidade muito importante: o jogo terá dublagem em português.

O trailer já mostrou parte do trabalho de dublagem, e a localização parece fazer parte de uma nova estratégia da Nintendo para aproximar suas grandes franquias do público brasileiro.

Isso também significa que alguns nomes e termos tradicionais da franquia estão recebendo adaptações para português.

Pode parecer estranho no começo para quem está acostumado com os nomes antigos, mas essa pode ser uma excelente oportunidade para uma nova geração conhecer Zelda completamente localizada.

O filme de Zelda também apareceu

Durante a apresentação, também tivemos novidades relacionadas ao filme de The Legend of Zelda.

Apesar das expectativas por mais informações, a apresentação não revelou tantos detalhes quanto alguns fãs esperavam.

O projeto deverá utilizar diferentes elementos da franquia em uma história completamente nova, o que abre espaço para uma adaptação que não precisa simplesmente reproduzir a história de um único jogo.

Ainda existe muita curiosidade para descobrir como personagens como Link, Zelda e Ganon serão apresentados no cinema.

Ocarina of Time está pronto para uma nova geração

Depois de toda a apresentação, aquela primeira estranheza causada pelo visual mais realista começa a desaparecer.

O remake parece estar tentando fazer algo mais ambicioso do que simplesmente atualizar os gráficos de um clássico.

A Nintendo está reconstruindo Ocarina of Time com novas mecânicas, novos detalhes, mais interações, dublagem, melhorias de exploração e uma direção de arte completamente diferente.

E o mais interessante é que, mesmo com todas essas mudanças, a essência do jogo original continua presente.

Para quem jogou Ocarina of Time no Nintendo 64, pode ser uma oportunidade de reencontrar Hyrule de uma maneira completamente diferente.

Para quem nunca jogou, pode finalmente ser a melhor porta de entrada para conhecer um dos jogos mais importantes da história dos videogames.

Depois de ver tudo isso, a estranheza inicial passou.

Agora é só esperar pelo lançamento.

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