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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do sonic que é um Sonic Fan game de luta que vou analisar e mostrar como ele pode se inspirar em Street Fighter e Marvel vs Capcom em mecanicas e nos graficos de Dragon Ball FIghterz

NOVO JOGO de LUTA DO SONIC 🥊 | HISTORIA Sonic SMACKDOWN

Espero que gostem!


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Fan games do SONIC

Mais sobre Sonic Smackdown

Sonic Smackdown foi um dos muitos jogos apresentados no evento SAGE deste ano e provavelmente um dos mais notáveis. O jogo homenageia o estilo de jogos de luta da Capcom, inspirando-se na série de beat ’em ups da Marvel.

O jogo é um lutador 2D utilizando gráficos 3D para os modelos de personagens. Ainda está em andamento, então não há um modo arcade para um jogador atualmente. No entanto, você pode entrar no modo de treinamento e alterar as habilidades de luta do seu boneco de sparring, para que ele não fique apenas parado, mas possa revidar. Um modo local para 2 jogadores também está disponível.

Atualmente, a lista consiste em oito personagens, incluindo Sonic, Tails, Knuckles, Blaze, Shadow, Rouge, Mecha Sonic e o recém-adicionado Metal Sonic, dos quais o jogador pode alterar seu esquema de cores, do reconhecível ao sombrio. Cada lutador tem um estilo único de luta que foi adaptado ao personagem individual; por exemplo, Blaze joga de maneira semelhante a um lutador no estilo Ryu / Ken e usa habilidades de fogo, Knuckles joga como uma potência e tem movimentos que desenterram o chão, Shadow usa seu controle Chaos por longo alcance, enquanto Sonic é mais eficaz de perto alcance com ataque de traço giratório e um movimento ultra semelhante ao Homem-Aranha em Marvel vs. Capcom.

Da mesma forma, a altura do salto de cada personagem pode ser aumentada de maneira semelhante aos jogos da Marvel (pressione para baixo, depois para cima), permitindo que cada personagem tenha vários combos aéreos. Isso beneficia muito alguns, como Rouge, que pode executar um chute que lança um oponente no ar, que pode ser repetido para chutar um oponente para baixo em um combo forte.

Um movimento “burst” pode ser construído e ativado, emitindo um flash de luz para afastar seu oponente. O jogador também pode gradualmente construir um medidor de combinação ultra, desencadeando um movimento especial para causar danos enormes. Se você está familiarizado com a série de jogos de luta da Capcom, vai se sentir em casa aqui!

Este título indy tem gráficos fenomenais! O jogo usa uma técnica de alta resolução e sombreamento de célula para dar aos lutadores uma aparência de desenho animado, juntamente com quatro estágios distintos, incluindo a Green Hill Zone, o Sky Sanctuary e o Death Egg e uma sala de treinamento que parece muito familiar se você jogou recentemente Jogos de Street Fighter.

Os desenvolvedores utilizaram uma ampla paleta de efeitos sonoros de jogos passados ​​e presentes do Sonic, além de socos e chutes no SFX para aprimorar a experiência. Se você estiver jogando Knuckles e sofrendo uma punição, poderá ouvir o infame “Oh não!” de Sonic Adventure 2! Como o jogo ainda está em desenvolvimento, nem todo personagem tem voz, mas isso não diminui a experiência.

A música incluída no jogo é ótima e usa músicas clássicas remixadas com base nos três estágios clássicos do jogo.

O lutador do desenvolvedor Streak Thunderstorm parece ser um dos melhores do SAGE 2019. Sonic Smackdown está se moldando para ser um jogo de luta muito sólido e mal posso esperar para ver como ele será lançado no SAGE do próximo ano.

Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

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E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

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Análise

Blood of Dawnwalker vale a pena por R$ 300?

Agora, pagar R$ 300 ou esperar uma promoção vai depender do quanto essa proposta chama sua atenção. Para quem ficou interessado depois de conhecer essas mecânicas, certamente é um jogo que vale a pena acompanhar.

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Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Blood of Dawnwalker? Depois de jogar no PlayStation 5, posso dizer que esse é um daqueles jogos que acabaram me surpreendendo.

O jogo tem uma proposta bem interessante e, guardadas as devidas proporções, sua gameplay me lembrou um pouco The Witcher. Aqui, porém, você controla Coen, um vampiro que precisa salvar sua família e enfrentar o líder dos vampiros.

Mas o grande diferencial de Blood of Dawnwalker está na forma como o jogo trabalha o tempo.

Você tem apenas 30 dias

Durante a aventura, Coen tem 30 dias para cumprir seus objetivos. Parece bastante tempo, mas cada missão, investigação, combate ou tarefa pode consumir parte desse período.

E isso não funciona apenas como um contador decorativo.

As suas decisões realmente podem alterar o mundo. Se você demora para ajudar determinado personagem, ele pode acabar morrendo. Se demora para encontrar alguém, pode perder completamente aquela oportunidade.

Até mesmo alguns confrontos podem mudar dependendo de quando você decide enfrentá-los.

Um chefe que você poderia enfrentar em determinado momento pode reaparecer posteriormente em uma situação diferente e até mais poderoso.

Uma vibe de Zelda Majora’s Mask

Essa mecânica de tempo me lembrou bastante The Legend of Zelda: Majora’s Mask, principalmente pela sensação de que o mundo continua acontecendo enquanto você está fazendo outras coisas.

A diferença é que Blood of Dawnwalker mistura essa ideia com elementos de RPG, exploração, habilidades e escolhas que podem alterar o andamento da história.

E é justamente isso que torna a experiência interessante.

Você precisa pensar não apenas no que vai fazer, mas também quando vai fazer.

Os finais dependem das suas decisões

Como o tempo e as escolhas influenciam diretamente os acontecimentos, diferentes jogadores podem acabar tendo experiências bem diferentes.

Dependendo do que você consegue realizar durante os 30 dias, determinados personagens podem sobreviver ou morrer, algumas situações podem acontecer de maneiras diferentes e o próprio desfecho da história pode mudar.

Isso dá ao jogo um incentivo interessante para uma segunda jogatina.

Faltou uma dublagem

Um dos pontos que senti falta foi uma dublagem.

Blood of Dawnwalker é um jogo bastante focado em narrativa e personagens, então uma dublagem poderia deixar a experiência ainda mais envolvente.

É uma pena que isso tenha ficado de fora, principalmente considerando a quantidade de diálogos e acontecimentos durante a aventura.

Então, vale R$ 300?

Blood of Dawnwalker foi um jogo que estava completamente fora do meu radar e acabou me surpreendendo.

Ele não é perfeito, mas tem uma proposta diferente, principalmente por causa da mecânica dos 30 dias e da maneira como suas decisões afetam o mundo.

Se você gosta de RPGs com exploração, escolhas e consequências, e curte uma experiência em que o tempo realmente importa, Blood of Dawnwalker é um jogo que merece sua atenção.

Agora, pagar R$ 300 ou esperar uma promoção vai depender do quanto essa proposta chama sua atenção. Para quem ficou interessado depois de conhecer essas mecânicas, certamente é um jogo que vale a pena acompanhar.

Eu joguei no PlayStation 5 e, no geral, gostei bastante da experiência.

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