NOVO POKEMON Brilliant DIAMOND é uma DECEPÇÃO ou jogo TRIUNFAL!?
Novo pokemon foi lançado, o remake de Sinooh, é incrivel sim, mas muitos não gostaram do resultado , sendo um jogo mais ou menos aquém da expectativas dos fans
Novo pokemon foi lançado, o remake de Sinooh, é incrivel sim, mas muitos não gostaram do resultado , sendo um jogo mais ou menos aquém da expectativas dos fans
POKEMON Brilliant DIAMOND é uma DECEPÇÃO ou jogo TRIUNFAL !?
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0:00 inicio 1:32 Visual Decepcionante? 5:12 Comparação com Original 7:11 Hipocrisia Nintendista 7:27 Decadencia dos Remakes Pokémon 11:14 Historia e Time Galatico 23:11 Ginasios e Liga pokemon 30:14 Pos Game e FUTURO DLC
Pokémon Brilliant Diamond e Pokémon Shining Pearl (ポケットモンスター ブリリアントダイヤモンド・シャイニングパール Poketto Monsutā Buririanto Daiyamondō・Shainingu Pāru?) são jogos eletrônicos de RPG da franquia Pokémon, desenvolvidos pela ILCA e publicados pela The Pokémon Company e Nintendo para o Nintendo Switch. São recriações de Pokémon Diamond e Pearl, lançados originalmente em 2006 para o Nintendo DS. Os jogos fazem parte da oitava geração da série de jogos eletrônicos de Pokémon. Os jogos foram lançados em 19 de novembro de 2021. Eles foram anunciados como parte do evento Pokémon 25th Anniversary, junto com Pokémon Legends: Arceus (lançamento em 28 de janeiro de 2022). Eles são os primeiros jogos principais de Pokémon a não serem desenvolvidos pela Game Freak.
Espera-se que a jogabilidade de Pokémon Brilliant Diamond e Shining Pearl seja semelhante aos jogos Diamond e Pearl originais, comparável a remakes anteriores como HeartGold e SoulSilver ou Omega Ruby e Alpha Sapphire. Brilliant Diamond e Shining Pearl são apresentados em uma perspectiva isométrica de terceira pessoa de cima para baixo, embora com um estilo visual distinto
O possível desenvolvimento de recriações de Diamond e Pearl vazou em 15 de janeiro de 2021, quando um subdomínio “Diamondpearl” do site Pokémon foi registrado e publicado. Pouco depois, o domínio foi colocado offline. Em 26 de fevereiro de 2021, o dia da apresentação Pokémon 25th Anniversary em Pokémon Presents, vários vazadores afirmaram que a próxima transmissão ao vivo iria anunciar recriações de Diamond e Pearl, intitulados Brilliant Diamond e Shining Pearl, ao lado de um mundo aberto no jogo também ambientado na região de Sinnoh, mais tarde revelou ser Pokémon Legends: Arceus. Durante os Pokémon Presents, Brilliant Diamond e Shining Pearl foram anunciados para o Nintendo Switch com uma data de lançamento provisória para 2021
Espera-se que a jogabilidade de Pokémon Brilliant Diamond e Shining Pearl seja semelhante aos jogos Diamond e Pearl originais, comparável a remakes anteriores como HeartGold e SoulSilver ou Omega Ruby e Alpha Sapphire. Brilliant Diamond e Shining Pearl são apresentados em uma perspectiva isométrica de terceira pessoa de cima para baixo, embora com um estilo visual distinto
Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.
A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.
O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.
As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.
O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.
Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.
No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.
Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.
Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.
O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.
O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.
Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.
Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.
Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.
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