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Finalmente foi confirmado os deatalhes do Sonic Origins Plus, com todos os detalhes e os mini games do Sonic do game gear

NOVO SONIC ORIGINS PLUS – Amy Jogavel e 12 NOVOS JOGOS

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge

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A SEGA estaria planejando uma nova expansão para Sonic Origins, conforme revelado pelo órgão de classificação etária da Coreia do Sul. A expansão, chamada Sonic Origins Plus, deverá trazer novos conteúdos para os fãs de Sonic, mas a SEGA ainda não anunciou oficialmente a expansão e mais informações ainda não foram reveladas. Sonic Origins foi lançado em junho de 2022 para várias plataformas e a SEGA já confirmou que 2023 será um grande ano para Sonic, com o DLC Frontiers e a segunda temporada de Sonic Prime já anunciados. A expansão Sonic Origins Plus provavelmente incluirá mais jogos além dos quatro já disponíveis na coletânea, e muitos fãs gostariam de ver jogos como os da série Adventure remasterizados.

Sonic Origins é um próximo jogo de plataforma desenvolvido pela Sonic Team e publicado pela Sega, que tem previsão de lançamento para 2022. É uma coletânea que incluirá remasterizações de vários jogos clássicos do Sonic, desde o Sonic the Hedgehog original até o Sonic 3 & Knuckles.

A coletânea incluirá sete jogos no total, todos apresentando gráficos e jogabilidade atualizados. Os jogos incluídos são:

Sonic the Hedgehog: o primeiro jogo da série, lançado em 1991 para o Sega Genesis/Mega Drive.

Sonic the Hedgehog 2: a sequência direta de Sonic the Hedgehog, lançada em 1992. Introduziu personagens como Tails e o modo multiplayer.

Sonic CD: lançado em 1993 para o Sega CD, Sonic CD introduziu o personagem Amy Rose e apresentou uma jogabilidade baseada em viagem no tempo.

Sonic the Hedgehog 3: o terceiro jogo da série principal, lançado em 1994. Apresentou pela primeira vez o personagem Knuckles e uma jogabilidade mais complexa.

Sonic & Knuckles: um jogo lançado em 1994 que se conecta diretamente com Sonic the Hedgehog 3, permitindo que os jogadores joguem como Knuckles pela primeira vez.

Sonic 3D Blast: um jogo de plataforma isométrico lançado em 1996. É o primeiro jogo de Sonic a apresentar gráficos em 3D.

Sonic Spinball: um jogo de pinball lançado em 1993 que apresenta Sonic como uma bola de pinball.

Além disso, a coletânea também incluirá conteúdo extra, como entrevistas com os desenvolvedores originais, galerias de arte conceitual e uma trilha sonora completa dos jogos.

Sonic Origins é um projeto interessante para os fãs de Sonic, pois permite que jogadores mais novos experimentem jogos clássicos que podem ter perdido, enquanto os jogadores mais antigos podem revisitar seus jogos favoritos em uma nova experiência atualizada.

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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