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Eu joguei Sonic Racing Crossworlds na sua pior versão: a versão para Nintendo Switch. Polêmico, porque o jogo é muito elogiado em quase todas as plataformas. Então o que faria uma versão ruim de um jogo bom? É sobre isso que eu vou falar agora.

Antes de mais nada, comenta qual versão do Sonic Racing você está jogando, deixa um gostei e salva esse post, porque vou falar da versão polêmica do Switch.

O que é o jogo e por que vale a pena

Se você ainda não conhece, Sonic Racing Crossworlds é um jogo de corrida estilo kart com muita velocidade, pistas inspiradas em jogos clássicos do Sonic e uma mecânica bem bacana. Na segunda volta você entra em portais que te levam para outra pista de forma aleatória, o que deixa as corridas imprevisíveis e divertidas.
Tem veículos variados, referências ao universo Sonic (inclusive a Storm Gear dos Sonic Riders) e um fator replay altíssimo.

O que muda na versão do Nintendo Switch?

Loadings maiores: não é insuportável, mas as telas de carregamento demoram mais do que em SSDs de consoles ou PC.
Gráficos simplificados: texturas mais borradas, menos efeitos como blur no turbo e elementos em volta das pistas simplificados.
Performance capada: o jogo roda a 30 FPS na prática, o que pode incomodar quem busca 60 FPS, mas não chega a comprometer completamente a jogabilidade.
Recurso exclusivo útil: suporte a algo parecido com download-play ou Game Share. Dá para jogar com várias pessoas sem que cada uma precise comprar o jogo, o que é um grande diferencial para quem quer jogar localmente com amigos.

Pontos positivos do Switch (por que eu gostei)

Mesmo capado, a versão do Switch tem vantagens claras:
Portabilidade: posso jogar em eventos, viagens ou onde quiser, e é justamente por isso que virou minha versão principal.
Conveniência do online local: juntar até oito pessoas no portátil é algo que muitos outros jogos não ofereceram.
Visual mais limpo: a falta de certos efeitos pode ser uma vantagem para quem prefere uma visão mais clara durante a corrida.

Vale a pena comprar no Switch?

Depende do que você prioriza. Se você quer a melhor experiência gráfica e máxima suavidade, as versões de PS5, Series ou PC são superiores. Agora, se você preza por jogar em qualquer lugar, por partidas locais com amigos e por uma experiência jogável e extremamente viciante, sim, vale a pena.

Um detalhe: a versão específica para Switch 2 foi adiada, e a versão atual é a do Switch 1. O upgrade técnico prometido deve trazer melhorias, como suporte a 60 FPS e novos recursos. Espero que esse upgrade não seja pago, seria chato, mas vamos ver como a Sega vai proceder.

Minhas conclusões

É capado, é polêmico, mas não é ruim. Para mim, a portabilidade e o modo de jogar em qualquer lugar tornaram essa a minha versão principal. Jogo todos os dias, pelo menos meia hora, e continuo viciado.
Se você curte corridas imprevisíveis, drift, turbos e partidas rápidas em trânsito, o Switch faz sentido

Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Análise

Quem deve comprar a nova versão de Sonic Frontiers para Nintendo Switch 2?

A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?

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A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?

A resposta depende de quem você é.

O mesmo jogo, mas muito melhor tecnicamente

Se você nunca jogou Sonic Frontiers, essa é facilmente uma das melhores formas de conhecer a aventura. O conteúdo continua exatamente o mesmo.

Você vai explorar enormes ilhas em mundo aberto, descobrir os mistérios de uma antiga civilização, reunir as Esmeraldas do Caos, resolver puzzles, enfrentar Titãs gigantescos e participar de atividades paralelas, incluindo a famosa pescaria que acabou se tornando um dos momentos mais divertidos do jogo.

A estrutura da aventura permanece idêntica. O grande destaque desta edição está na parte técnica.

A diferença gráfica é enorme

A versão de Switch 2 apresenta uma evolução visual muito clara.

Os ambientes contam com texturas de maior qualidade, a distância de visão foi ampliada e os cenários passam uma sensação muito maior de profundidade. O resultado é um mundo muito mais bonito e agradável de explorar.

Quem jogou no Switch original percebe a diferença logo nos primeiros minutos.

O modo desempenho é a melhor escolha

O Switch 2 oferece dois modos gráficos.

O primeiro é o Modo Desempenho, que roda o jogo a 60 FPS e transforma completamente a experiência. Sonic é um personagem que depende muito da sensação de velocidade, e a fluidez faz toda a diferença.

Já o Modo Qualidade prioriza os gráficos, mas mantém o jogo limitado a 30 FPS. Apesar da imagem um pouco mais bonita, a perda de fluidez acaba prejudicando a experiência, principalmente em um jogo tão rápido.

Na prática, o Modo Desempenho é a melhor opção.

Ainda não é perfeito

Mesmo com todas as melhorias, ainda existem algumas limitações.

O pop-in de vegetação continua aparecendo em alguns momentos, especialmente na primeira ilha. Conforme a aventura avança, esse problema diminui bastante, principalmente nas áreas desérticas e em cenários mais abertos.

Mesmo assim, o resultado final fica muito mais próximo das versões de PlayStation 5 e Xbox Series do que da antiga versão de Switch.

Quem já tem a versão de Switch 1 deve comprar de novo?

Aqui está a maior crítica.

Infelizmente, esta edição é exclusiva do Nintendo Switch 2 e não existe um upgrade pago para quem já comprou o jogo no Switch original.

Curiosamente, existe até a opção de importar o save da versão anterior, o que mostra que um sistema de upgrade faria bastante sentido.

É uma decisão difícil de entender e certamente poderia ter sido mais amigável para quem já apoiou o jogo na geração passada.

Vale a pena?

Se você acabou de comprar um Nintendo Switch 2 e está procurando jogos além dos grandes lançamentos da Nintendo, Sonic Frontiers é uma excelente escolha.

Muita gente acabou ignorando o jogo por causa do período em que o console foi lançado, mas ele continua sendo uma das aventuras mais diferentes da franquia.

Para quem nunca jogou, a recomendação é simples: vá direto na versão de Switch 2.

Por via de Interesse na compra, aqui esta diposnivel.

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Ela entrega gráficos muito melhores, desempenho excelente em 60 FPS e oferece, sem dúvida, a melhor experiência possível para quem deseja jogar Sonic Frontiers em um console da Nintendo.

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