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A espera acabou! Death Stranding 2: On The Beach já está disponível para pré-venda nas lojas digitais do PlayStation 5. O novo jogo da Kojima Productions será lançado oficialmente em 26 de junho de 2025, com preços a partir de R$ 349,90. Para os fãs que querem uma experiência ainda mais completa, a Deluxe Edition pode ser adquirida por R$ 399,50, além de uma Edição de Colecionador que traz itens exclusivos.

Caso queria comprar – aqui o LINK na AMAZON – AQUI

Trailer revela mais sobre a sequência

No último domingo (9), a PlayStation divulgou um novo trailer de Death Stranding 2: On The Beach. Com impressionantes 10 minutos de duração, o vídeo não apenas confirmou a data de lançamento, mas também trouxe mais detalhes sobre a história e jogabilidade.

O próprio Hideo Kojima editou o trailer, destacando que a prévia apresenta “a visão de mundo, era, tema, história, personagens, jogabilidade, música, conexão com o primeiro jogo e a evolução como sequência”. Segundo o desenvolvedor, a prévia contém “várias dicas e peças do quebra-cabeça” para os fãs mais atentos.

Uma jornada épica com grandes estrelas

A nova aventura continua seguindo Sam Bridges, interpretado por Norman Reedus, que retorna para explorar um mundo ainda mais vasto e repleto de mistérios. Além dele, Léa Seydoux retorna como Fragile, enquanto Troy Baker reprisa o papel de Higgs. O elenco também conta com Luca Marinelli, que interpreta um novo personagem chamado Neil.

Referência a Metal Gear?

O momento final do trailer chamou a atenção dos fãs. Neil é mostrado colocando uma bandana na cabeça, o que levou muitos jogadores a especularem se isso seria uma referência a Solid Snake, personagem icônico da saga Metal Gear, também criada por Hideo Kojima. Será apenas um easter egg ou algo mais profundo?

Edições disponíveis para compra

A pré-venda de Death Stranding 2: On The Beach começou em 17 de março e os jogadores podem escolher entre três versões:

  • Edição Padrão – Apenas o jogo base.
  • Deluxe Edition – Inclui conteúdos adicionais exclusivos.
  • Edição de Colecionador – Acompanha uma estátua do Magellan Man, um chaveiro do Dollman, cards colecionáveis e uma carta assinada por Hideo Kojima.

O jogo mais aguardado de 2025

Desde seu anúncio, Death Stranding 2 tem sido um dos títulos mais esperados do ano. Com gráficos impressionantes, mecânicas inovadoras e uma trama envolvente, promete surpreender tanto os veteranos quanto os novos jogadores.

Fique ligado para mais novidades e prepare-se para embarcar nessa experiência cinematográfica em 26 de junho de 2025!

Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

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E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

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Análise

Blood of Dawnwalker vale a pena por R$ 300?

Agora, pagar R$ 300 ou esperar uma promoção vai depender do quanto essa proposta chama sua atenção. Para quem ficou interessado depois de conhecer essas mecânicas, certamente é um jogo que vale a pena acompanhar.

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Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Blood of Dawnwalker? Depois de jogar no PlayStation 5, posso dizer que esse é um daqueles jogos que acabaram me surpreendendo.

O jogo tem uma proposta bem interessante e, guardadas as devidas proporções, sua gameplay me lembrou um pouco The Witcher. Aqui, porém, você controla Coen, um vampiro que precisa salvar sua família e enfrentar o líder dos vampiros.

Mas o grande diferencial de Blood of Dawnwalker está na forma como o jogo trabalha o tempo.

Você tem apenas 30 dias

Durante a aventura, Coen tem 30 dias para cumprir seus objetivos. Parece bastante tempo, mas cada missão, investigação, combate ou tarefa pode consumir parte desse período.

E isso não funciona apenas como um contador decorativo.

As suas decisões realmente podem alterar o mundo. Se você demora para ajudar determinado personagem, ele pode acabar morrendo. Se demora para encontrar alguém, pode perder completamente aquela oportunidade.

Até mesmo alguns confrontos podem mudar dependendo de quando você decide enfrentá-los.

Um chefe que você poderia enfrentar em determinado momento pode reaparecer posteriormente em uma situação diferente e até mais poderoso.

Uma vibe de Zelda Majora’s Mask

Essa mecânica de tempo me lembrou bastante The Legend of Zelda: Majora’s Mask, principalmente pela sensação de que o mundo continua acontecendo enquanto você está fazendo outras coisas.

A diferença é que Blood of Dawnwalker mistura essa ideia com elementos de RPG, exploração, habilidades e escolhas que podem alterar o andamento da história.

E é justamente isso que torna a experiência interessante.

Você precisa pensar não apenas no que vai fazer, mas também quando vai fazer.

Os finais dependem das suas decisões

Como o tempo e as escolhas influenciam diretamente os acontecimentos, diferentes jogadores podem acabar tendo experiências bem diferentes.

Dependendo do que você consegue realizar durante os 30 dias, determinados personagens podem sobreviver ou morrer, algumas situações podem acontecer de maneiras diferentes e o próprio desfecho da história pode mudar.

Isso dá ao jogo um incentivo interessante para uma segunda jogatina.

Faltou uma dublagem

Um dos pontos que senti falta foi uma dublagem.

Blood of Dawnwalker é um jogo bastante focado em narrativa e personagens, então uma dublagem poderia deixar a experiência ainda mais envolvente.

É uma pena que isso tenha ficado de fora, principalmente considerando a quantidade de diálogos e acontecimentos durante a aventura.

Então, vale R$ 300?

Blood of Dawnwalker foi um jogo que estava completamente fora do meu radar e acabou me surpreendendo.

Ele não é perfeito, mas tem uma proposta diferente, principalmente por causa da mecânica dos 30 dias e da maneira como suas decisões afetam o mundo.

Se você gosta de RPGs com exploração, escolhas e consequências, e curte uma experiência em que o tempo realmente importa, Blood of Dawnwalker é um jogo que merece sua atenção.

Agora, pagar R$ 300 ou esperar uma promoção vai depender do quanto essa proposta chama sua atenção. Para quem ficou interessado depois de conhecer essas mecânicas, certamente é um jogo que vale a pena acompanhar.

Eu joguei no PlayStation 5 e, no geral, gostei bastante da experiência.

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