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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um falar sobre os jogos que consideramos os piores jogos do Sonic, não são os PIORES jogos oficiais, mas sim os que menos gostamos, você pode adorar os jogos que falaremos neste video, mas pode tambem discordar.

Aqui terá analise surpercial, sem ter Sonic Fan games e tambem Sonic Forces

OS PIORES JOGOS DO SONIC ? (ft. PLANETA SONIC – RK PLAY )

Espero que gostem!


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HISTORIA DE SONIC

Playlist

SONIC ARCADE https://youtu.be/5_9srbsFLXI
SONIC R https://youtu.be/GRY156WPJ5E
SONIC HEROES https://youtu.be/cDrlSPx2kkQ
Sonic Riders https://youtu.be/qhicC3Tj_3s

Sonic Advance https://youtu.be/IP-jL0Bkk
Sonic Rush https://youtu.be/Gj9kzlYUQGA
Sonic 4 episode 1 e Episode 2 https://youtu.be/KAvTxAo3b98

Sonic Adventure 2 https://youtu.be/K_TTLmvYNJk
Sonic COLORS https://youtu.be/BqPqrhNcL3Y
SONIC GENERATIONS 3ds https://youtu.be/25fivCNADXg
Sonic Lost world https://youtu.be/jnjiWVZm-RU

Sonic Rivals https://youtu.be/B-c7mqEFT4Q
SONIC MANIA https://youtu.be/JmMit0GGAo0

Mais sobre os jogos do Sonic listados aqui

onic Generations (ソニック ジェネレーションズ, Sonikku Jenerēshonzu?) é um jogo de vídeo da série Sonic the Hedgehog, produzido pela Sonic Team para a PlayStation 3, Xbox 360, Microsoft Windows[6] e Nintendo 3DS. Celebra o 20º aniversário do jogo original Sonic the Hedgehog e foi lançado pela Sega na América do Norte a 1 de Novembro de 2011, 4 Novembro 2011 na Europa e no Japão a 1 de Dezembro de 2011.[7][8] De acordo com a Sega, Sonic Generations é o jogo com mais pré-vendas da história de Sonic sendo assim o jogo mais antecipado da série.[9]

Tal como Sonic Unleashed, Sonic Generations também tem nomes diferentes no Japão: White Space And Time (白の時空, Shiro no Jikū?) para as versões PS3, Xbox 360 e PC e para a versão 3DS ficou conhecido como Blue Adventure (青の冒険, Ao no Bōken?)

Sonic Boom: Rise of Lyric é um jogo criado e desenvolvido para o Wii U publicado pela Sega e desenvolvido pela Big Red Botton Entretaimentque foi lançado em 11 de Novembro de 2014, em América do Norte e na Europa em 21 de novembro e no Japão, em 18 de dezembro de 2014. É um dos dois prequetés de videogame para o Sonic Boom série de televisão

Sonic and the Black Knight (ソニックと暗黒の騎士,, Sonikku to Ankoku no Kishi?) é um jogo eletrônico exclusivo para o Wii, sendo o segundo na série “livros de histórias”, em sequência a Sonic and the Secret Rings.

O jogo se passa no mundo do Rei Arthur, combinando elementos da franquia Sonic com lutas de espada, fazendo ainda uso das funcionalidades do sensor de movimento do Wii Remote.

O jogo também foi exclusivo por ter quatro personagens dos jogos em suas versões fantasiosas, como: Shadow The Hedgehog (Sir Lancelot), Knuckles The Echidna (Sir Gawain), Blaze The Kat (Sir Percival) e Amy Rose (Nimue, A Dama do Lago).

Sonic the Hedgehog, o famoso mascote da Sega, já assumiu muitos papéis diferentes através de seus jogos, mas nada tão bizarro quanto “Sonic.exe”. Produzido por um fã de apelido “MY5TCrimson”, o game é baseado em um conto de terror criado por outro fã, conhecido como “JC-the-Hyena”. Saiba mais sobre a estranha história de Sonic.exe.

A história original, criada em 2011 por “JC-the-Hyena”, faz parte de um estilo de conto de terror conhecido como “creepypasta”, o qual franquias de sucesso como Mario, The Legend of Zelda e Pokémon são reimaginadas sob a ótica de um evento sobrenatural. Sonic.exe tem várias características desse gênero e até clichês.

Sonic.exe

O game segue os eventos da “creppypasta”, com gráficos tirados do game Sonic the Hedgehog do Mega Drive, assim como é descrito o visual do jogo na história de terror. Para completar, a música é macabra, diferente do tradicional tema de Green Hill Zone, com notas fora de sintonia para causar desconforto.

Sonic SPINBALL

O enredo do jogo gira em torno de antagonista da série Dr. Robotnik e seu desejo de escravizar a população do planeta Mobius através de uma máquina alimentado por mecanismos semelhantes a um jogo de pinball.

O jogo se passa em uma série de ambientes similares ao jogo de pinball em que o jogador controla Sonic the Hedgehog, que atua como um pinball na maior parte do jogo. Sonic Spinball foi encomendado pela Sega. O jogo foi apressadamente concebido em meio a limitações de tempo e foi desenvolvido em um total de 61 dias. Um segundo jogo de pinball, Sonic Pinball Party, foi lançado em 2003, e uma montanha-russa giratória de mesmo nome aberta no parque temático Alton Towers em 2010.

Games

Rhythm Heaven Groove é a despedida perfeita do Nintendo Switch? REVIEW

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

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A Nintendo sempre surpreendeu quando resolveu apostar em ideias diferentes. Quando o Nintendo Switch foi anunciado, muita gente duvidou que um videogame híbrido pudesse fazer sucesso. O resultado foi exatamente o contrário. O console se tornou um fenômeno mundial, recebeu apoio massivo de estúdios terceiros e marcou uma das gerações mais bem-sucedidas da empresa. Agora, com o Nintendo Switch 2 já no mercado, chega a hora de dar adeus ao primeiro Switch, e Rhythm Heaven Groove assume esse papel de forma inesperada.

Um jogo de ritmo diferente de tudo

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

A maior parte dos minigames utiliza apenas um ou dois botões, normalmente o botão A e o direcional para baixo. O objetivo é acompanhar perfeitamente o ritmo da música enquanto executa pequenas ações, como pular, acelerar, frear ou interagir com personagens. Parece fácil, mas o jogo constantemente muda o ritmo, cria distrações na tela e surpreende o jogador com animações inesperadas.

Minigames criativos e muito carisma

O grande destaque de Rhythm Heaven Groove está na enorme variedade de desafios.

Cada fase apresenta uma situação completamente diferente. Há sapos gigantes observando seus movimentos, carros que exigem precisão absoluta, gatos atrapalhando a coleta de frutas, alienígenas sendo abduzidos, personagens treinando musculação e diversos outros cenários extremamente criativos.

Essa diversidade faz com que o jogo permaneça divertido do começo ao fim, sempre apresentando uma nova mecânica antes que a anterior fique repetitiva.

Os remixes são o verdadeiro desafio

Depois de completar uma sequência de minigames, o jogador desbloqueia um Remix.

Essas fases misturam diversos desafios anteriores em uma única música inédita. O jogador precisa alternar rapidamente entre mecânicas completamente diferentes enquanto mantém o ritmo perfeito.

É justamente aqui que a memória muscular entra em ação. Saber exatamente quando trocar de comando e lembrar de cada minigame transforma os Remixes nos momentos mais difíceis e também mais recompensadores da aventura.

Muito conteúdo além da campanha

Apesar da campanha principal já oferecer dezenas de desafios, Rhythm Heaven Groove ainda apresenta modos extras bastante interessantes.

O multiplayer adiciona novos minigames cooperativos, enquanto um curioso modo RPG coloca o jogador no controle de uma personagem maga que lança feitiços seguindo o ritmo da música. A ideia é bastante criativa e mostra um potencial enorme que poderia até render um jogo próprio futuramente.

Vale a pena?

Rhythm Heaven Groove talvez não seja a grande superprodução que muitos esperavam para encerrar a vida do Nintendo Switch. Não é um novo Zelda nem um novo Mario.

Mesmo assim, ele representa perfeitamente aquilo que a Nintendo faz de melhor: transformar uma ideia extremamente simples em uma experiência divertida, criativa e viciante.

Para quem gosta de jogos de ritmo, desafios de precisão e minigames cheios de personalidade, esta é uma excelente despedida para o Nintendo Switch e um título que certamente merece entrar na coleção antes da transição definitiva para o Switch 2.

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Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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