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Este aqui é o Nintendo World Championship NES Edition, um jogo que foi relançado como uma sequência espiritual do NES Remix. Ele traz todo o espírito das competições antigas dos anos 90 da Nintendo, agora para uma nova geração com modo online e, claro, muito jogo retrô. Se você é fã de jogos clássicos, talvez se interesse por este título, mas ele tem prós e contras. Vamos descobrir se este jogo é para você.

Em pleno 2024, a Nintendo lança este novo título a um preço acessível de R$ 50, bem abaixo dos habituais R$ 300. O jogo reúne 13 clássicos do primeiro Nintendo, trazendo um foco maior em competição e conquistas, ao invés de apenas jogar os jogos originais. Se você quer realizar desafios em clássicos como Mario, Zelda, Kirby, e Metroid, este jogo é praticamente só isso.

Além das competições online e desafios de speedrun, o jogo carrega uma história rica. Nos anos 90, a Nintendo promovia competições onde jogadores se inscreviam e participavam de torneios regionais e uma grande competição final. Prêmios incluíam dinheiro e as míticas fitas douradas do NES, que hoje são relíquias valiosas.

Este novo lançamento busca reviver esse espírito competitivo. O jogo oferece desafios em 13 clássicos do NES, com foco em conquistas e progresso através de desafios cada vez mais difíceis. Não é um jogo para jogar os clássicos na íntegra, mas para testar suas habilidades neles.

Entre os jogos incluídos estão:

  • Super Mario Bros.
  • Super Mario Bros.: The Lost Levels
  • Super Mario Bros. 2 (americano e japonês)
  • Super Mario Bros. 3
  • Donkey Kong
  • Balloon Fight
  • Excitebike
  • Ice Climbers
  • Kid Icarus
  • Kirby’s Adventure
  • Metroid
  • The Legend of Zelda
  • Zelda II: The Adventure of Link

Cada jogo oferece desafios específicos, desde coletar itens rapidamente até derrotar chefes em tempo recorde. A adição do modo online permite competir globalmente, aumentando a replayability e a sensação de comunidade entre os fãs de retro gaming.

Se você é fã das gerações passadas da Nintendo e gosta de competir, este jogo pode ser uma excelente adição à sua coleção. Caso contrário, se prefere jogar os jogos na íntegra, a assinatura do Nintendo Switch Online oferece emuladores de NES, SNES e Game Boy com acesso a uma vasta biblioteca de jogos.

Para mais informações sobre outros jogos da Nintendo e revisões detalhadas, confira os outros artigos em nosso site. Deixe seu like, inscreva-se no canal e até a próxima!

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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