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Super Monkey Ball é a surpresa do ANO, o jogo tem 20 anos e ta em um aniversario com crossove com varios personagens da sega e até outros bem nada haver

Só jogue por que tem o SONIC ?! MONKEY BALL BANANA MANIA

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge

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rkplay #historiadosjogos #sonic #monkey

HISTORIA DE SONIC

Encare a maior aventura com a macacada de Super Monkey Ball!
Passe rolando por mundos fantásticos com AiAi e seus amigos numa corrida para impedir que o cientista maluco Dr. Bad-Boon exploda a Ilha Selvagem! Junte-se à equipe dos macacos com AiAi, MeeMee, GonGon, Baby, YanYan e Doctor e salte, ricocheteie, incline e role por centenas de fases e labirintos maravilhosos. É hora da gangue aprontar enquanto você derrota o Dr. Bad-Boon e recupera suas amadas bananas!

Destaques:
• A experiência completa de Super Monkey Ball: mais de 300 fases de Super Monkey Ball, Super Monkey Ball 2 e Super Monkey Ball Deluxe.
• 12 minijogos divertidos, incluindo corrida, futebol, boliche, beisebol e muito mais!
• Desafie seus amigos e dispute nas classificações online para ver quem fica com mais bananas!
• Conheça o mundo de Super Monkey Ball pelo Modo História, com uma narrativa criativa contada no estilo história em quadrinhos.
• Quer deixar a macacada com inveja? Modifique seu personagem e sua superbola para dar seu toque especial!

Jogabilidade
Como nos jogos anteriores do Super Monkey Ball, o objetivo do modo de jogo principal é navegar um macaco em uma bola através de uma série de plataformas suspensas para alcançar um objetivo e limpar o palco. Para isso, o jogador deve inclinar o palco para direcionar o movimento da bola, utilizando a física do jogo para limpar obstáculos e evitar cair da borda. Banana Mania apresenta recriações de todas as 300 etapas de Super Monkey Ball Deluxe (2005), uma compilação de Super Monkey Ball (2001) e Super Monkey Ball 2 (2002). [2] Algumas etapas foram reequilibradas, diminuindo sua dificuldade geral; as versões originais dessas etapas ainda podem ser reproduzidas em um novo “Original Stage Mode”. [3] O modo História a partir de 2 também retorna, agora utilizando sequências de histórias no estilo de quadrinhos no lugar das cutscenes animadas dos lançamentos originais,[2] juntamente com todos os 12 jogos multiplayer de festa da DX. [4]

Um punhado de novos modos foram adicionados ao Banana Mania, cada um dos quais apresenta uma seleção de 10 etapas do jogo principal que devem ser completadas de maneiras alternativas. Estes incluem o “Modo Banana Dourada”, no qual os jogadores devem coletar todas as bananas em um palco; [5] “Modo Inverso”, no qual os pontos de partida e gol de uma etapa foram trocados; [6] e “Dark Banana Mode”, em que os jogadores devem completar um palco sem tocar em nenhuma banana podre. [7] Outros novos recursos adicionados ao Banana Mania incluem um modo de ataque no tempo, tabelas de classificação on-line e um modo de foto. [2][4] Vários novos recursos de acessibilidade opcionais também foram adicionados, incluindo a mecânica de salto de Super Monkey Ball: Banana Blitz,[8] um botão “slow-motion”,[9] um limite de tempo estendido e um guia de caminho ideal. [10] Os jogadores podem ganhar uma moeda no jogo conhecida como “Pontos” completando etapas e coletando bananas no jogo principal, ou completando qualquer uma das mais de 700 missões. Esses pontos podem ser gastos na Loja de Pontos no jogo para comprar novos personagens, modos, trajes alternativos, acessórios para personalização de caracteres e opções para o modo foto. [11]

AiAi, MeeMee, Baby e GonGon, os quatro personagens jogáveis dos lançamentos originais, todos retornam para Banana Mania, ao lado de YanYan e Doctor de Banana Blitz; esses seis personagens são jogáveis em todos os modos e podem ser personalizados com acessórios desbloqueáveis. [11] Personagens adicionais podem ser desbloqueados para uso no jogo principal através da Loja de Pontos; Estes incluem Jam fromSuper Monkey Ball: Step & Roll, Jet from Super Monkey Ball 3D, e vários personagens convidados de outros jogos da Sega, incluindo Sonic e Tails de Sonic the Hedgehog,[12] Beat from Jet Set Radio,[13] e Kazuma Kiryu da Yakuza. [14] Personagens adicionais serão lançados como conteúdo premium para download, incluindo Morgana da Persona 5da Atlus; [15] Sanrio’s Hello Kitty; [16] e Suezo de Koei Tecmo’s Monster Rancher

Games

Rhythm Heaven Groove é a despedida perfeita do Nintendo Switch? REVIEW

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

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A Nintendo sempre surpreendeu quando resolveu apostar em ideias diferentes. Quando o Nintendo Switch foi anunciado, muita gente duvidou que um videogame híbrido pudesse fazer sucesso. O resultado foi exatamente o contrário. O console se tornou um fenômeno mundial, recebeu apoio massivo de estúdios terceiros e marcou uma das gerações mais bem-sucedidas da empresa. Agora, com o Nintendo Switch 2 já no mercado, chega a hora de dar adeus ao primeiro Switch, e Rhythm Heaven Groove assume esse papel de forma inesperada.

Um jogo de ritmo diferente de tudo

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

A maior parte dos minigames utiliza apenas um ou dois botões, normalmente o botão A e o direcional para baixo. O objetivo é acompanhar perfeitamente o ritmo da música enquanto executa pequenas ações, como pular, acelerar, frear ou interagir com personagens. Parece fácil, mas o jogo constantemente muda o ritmo, cria distrações na tela e surpreende o jogador com animações inesperadas.

Minigames criativos e muito carisma

O grande destaque de Rhythm Heaven Groove está na enorme variedade de desafios.

Cada fase apresenta uma situação completamente diferente. Há sapos gigantes observando seus movimentos, carros que exigem precisão absoluta, gatos atrapalhando a coleta de frutas, alienígenas sendo abduzidos, personagens treinando musculação e diversos outros cenários extremamente criativos.

Essa diversidade faz com que o jogo permaneça divertido do começo ao fim, sempre apresentando uma nova mecânica antes que a anterior fique repetitiva.

Os remixes são o verdadeiro desafio

Depois de completar uma sequência de minigames, o jogador desbloqueia um Remix.

Essas fases misturam diversos desafios anteriores em uma única música inédita. O jogador precisa alternar rapidamente entre mecânicas completamente diferentes enquanto mantém o ritmo perfeito.

É justamente aqui que a memória muscular entra em ação. Saber exatamente quando trocar de comando e lembrar de cada minigame transforma os Remixes nos momentos mais difíceis e também mais recompensadores da aventura.

Muito conteúdo além da campanha

Apesar da campanha principal já oferecer dezenas de desafios, Rhythm Heaven Groove ainda apresenta modos extras bastante interessantes.

O multiplayer adiciona novos minigames cooperativos, enquanto um curioso modo RPG coloca o jogador no controle de uma personagem maga que lança feitiços seguindo o ritmo da música. A ideia é bastante criativa e mostra um potencial enorme que poderia até render um jogo próprio futuramente.

Vale a pena?

Rhythm Heaven Groove talvez não seja a grande superprodução que muitos esperavam para encerrar a vida do Nintendo Switch. Não é um novo Zelda nem um novo Mario.

Mesmo assim, ele representa perfeitamente aquilo que a Nintendo faz de melhor: transformar uma ideia extremamente simples em uma experiência divertida, criativa e viciante.

Para quem gosta de jogos de ritmo, desafios de precisão e minigames cheios de personalidade, esta é uma excelente despedida para o Nintendo Switch e um título que certamente merece entrar na coleção antes da transição definitiva para o Switch 2.

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Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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