Connect with us

Published

on

Sonic no mega drive é cronologicamente a origem do Sonic, com altos e baixos, mas fica perfeito

SONIC 1 – Historia é MELHOR no Sonic 1 Forever | Rk Play

Espero que gostem!

📷🔴 Participe do Filme do Canal Rk Play https://rkplay.com.br/filme
Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge

🔥 Seja Membro do canal https://www.youtube.com/channel/UCVmxV-_ds-UJeVC7w7AYQTQ/join

Me siga nas redes sociais: 👇
🐦 Twitter: https://twitter.com/eurkplay
📷 Insta: https://www.instagram.com/eurkplay
🔵 Page do Face: https://rkplay.com.br/facebook
🎮 Discord https://rkplay.com.br/discord
🔥 Grupo do Face: /gamers brasil
🔴 Lives na Twitch e Facebook: /rkplay

✉️ Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com

rkplay #sonic #sonicfangames

HISTORIA DE SONIC

0:00 Inicio
0:53 Origem e Historia
2:20 Origem ALternativa
5:05 Sonic 1 Forever
6:18 Green HIll Zone
8:49 Marble Zone
10:46 Spring Hard
11:52 Labirith Zone
13:56 Star Light
14:35 Scrap brain
17:35 Beta e Versão alternativa

Sonic the Hedgehog (em japonês: ソニック・ザ・ヘッジホッグ Sonikku za Hejjihoggu?) é um jogo eletrônico de plataforma produzido pela Sonic Team e publicado pela Sega para o Sega Genesis/Mega Drive. Foi lançado originalmente na América do Norte em junho de 1991 e na região PAL no mês seguinte. O jogo segue a história do ouriço antropomórfico chamado Sonic em sua missão de derrotar o Doutor Eggman, um cientista que aprisionou animais em robôs e roubou as mágicas Esmeraldas do Caos. A jogabilidade de Sonic the Hedgehog envolve coletar anéis como forma de ganhar vidas e um esquema de controle simples, com saltos e ataques controlados por um único botão.

O desenvolvimento começou em 1990, quando a Sega ordenou a sua equipe de produção AM8 a criação de um jogo com uma mascote para a empresa. Depois de considerarem várias sugestões, eles escolheram um ouriço azul com espinhos ao longo de sua cabeça e espinha e se renomearam “Sonic Team” para combinar com a personagem. Sonic the Hedgehog, projetado para ter uma jogabilidade rápida, foi influenciado pelos jogos da série Super Mario, criada por Shigeru Miyamoto. O jogo usa uma técnica inovadora que permite ao sprite de Sonic rolar ao longo de um cenário curvo, originada numa demonstração criada pelo programador Yuji Naka. A música foi composta por Masato Nakamura da banda de J-pop Dreams Come True.

O jogo foi bem recebido pela crítica, sendo considerado um dos melhores da história, com elogios dados aos seus efeitos visuais, áudio e jogabilidade. Além disso, foi comercialmente bem sucedido, estabelecendo o Genesis/Mega Drive como um dos consoles-chave da era de 16 bits, permitindo-lhe competir com o Super Nintendo Entertainment System da Nintendo. O jogo também recebeu vários portes e inspirou a criação de vários clones, gerando uma franquia de sucesso nos anos seguintes, bem como adaptações para outros meios de comunicação.

Sonic the Hedgehog é um jogo de plataformas em deslocação lateral (side-scrolling) 2D, cuja jogabilidade centra-se na capacidade de Sonic correr a alta velocidade através de níveis que incorporam molas, encostas, quedas altas, e loops verticais. Os níveis também têm perigos na forma de robots (“badniks” nos manuais ocidentais), dentro dos quais o Dr. Eggman aprisionou animais. Destruir um robot liberta o animal dentro dele, mas tal não é necessário para completar o jogo. O jogador deve evitar filas de espinhos afiados, cair em poços sem fundo, ser esmagado por paredes e plataformas movediças e a morte por afogamento (que pode ser evitada através da respiração bolhas de ar lançadas periodicamente por ventilações). O principal ataque de Sonic é a sua própria rotação, quando se enrola fica como uma bola e gira rapidamente (causando danos aos inimigos e em alguns obstáculos). O ataque pode ser feito quando o jogador salta ou rola no chão

Continue Reading
Advertisement

Games

Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

Published

on

By

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.

Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.

O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.

Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.

Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.

Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.

Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.

Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.

No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.

Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.

Continue Reading

Análise

REVIEW | R-Type Dimensions 3 chega para resgatar um dos maiores clássicos dos jogos de navinha

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

Published

on

By

Os jogos de nave podem não dominar mais o mercado como antigamente, mas houve uma época em que esse gênero era um dos mais populares dos videogames. Pensando justamente em resgatar essa nostalgia, R-Type Dimensions chega como uma versão remasterizada de um dos maiores clássicos da franquia.

O grande destaque do jogo é a possibilidade de alternar, a qualquer momento, entre os gráficos originais e uma versão totalmente refeita em 3D. Basta apertar um botão para comparar como era o visual clássico e como ele ficou com a nova apresentação, trazendo um efeito bem interessante para quem gosta de revisitar títulos antigos.

Mesmo sendo um remaster, R-Type Dimensions mantém toda a essência da série. O jogador controla uma nave que avança automaticamente pelos cenários enquanto enfrenta ondas de inimigos, coleta novos poderes e precisa desviar de uma enorme quantidade de projéteis e obstáculos.

A franquia R-Type é considerada uma das mais importantes da história dos shoot ’em ups, ajudando a popularizar o gênero durante décadas. Para quem já conhece esse estilo de jogo, a experiência continua extremamente competente e divertida.

Outro ponto positivo é a presença do modo multiplayer, um recurso cada vez mais raro em lançamentos atuais e que torna a experiência ainda mais interessante para quem deseja jogar com um amigo.

As fases continuam sendo um dos grandes atrativos. Em determinados momentos, o cenário inteiro trabalha contra o jogador. Há trechos em que gotas de ácido caem do teto, abrindo lentamente passagens que antes estavam bloqueadas, enquanto outras fases exigem atenção constante ao ambiente, já que o perigo não vem apenas dos inimigos, mas também dos próprios elementos do cenário.

Apesar de manter um nível de desafio elevado, R-Type Dimensions não chega a ser frustrante. Como um lançamento moderno, o jogo conta com continues e sistemas de salvamento, tornando a experiência muito mais acessível do que nos arcades da época.

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending