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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do Sonic 2 Pirata que é na verdade um jogo do Sparkster, que é Sonic in Sparkster que pertence a uma série chamada Rocket Knight ,que rende um belo SFG ( Sonic fan games ) da série de Análises do canal

O link de download da rom esta no site do canal rkplay no link mostrado no video.

O jogo é para Super Nintendo

SONIC 2 SPARKSTER PIRATA FOI DESCOBERTO ?| SONIC FAN GAMES

Espero que gostem!


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Fan games do SONIC

Fang in SONIC CLASSIC https://youtu.be/bfjh9vv0Hc4
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JOGOs do Filme do Sonic https://youtu.be/wzxtHRwmIpU

HISTORIA DE SONIC

Playlist

SONIC ARCADE https://youtu.be/5_9srbsFLXI
SONIC R https://youtu.be/GRY156WPJ5E
Sonic 3d Blast https://youtu.be/2MjgwZmMENI
SONIC HEROES https://youtu.be/cDrlSPx2kkQ
Sonic Riders https://youtu.be/qhicC3Tj_3s

Mais Sobre Sparkster e Sonic

O Sonic 2 de super Nintendo nada é alem de um jogo do Sparkster do Super nintendo com sprites trocados

Sonic the Hedgehog (ソニック・ザ・ヘッジホッグ, Sonikku za Hejjihoggu?) ou Sonic o ouriço (traduzido em português) é o personagem protagonista da série de jogos eletrônicos Sonic the Hedgehog lançada pela Sega

É um dos personagens fictícios mais rápidos do mundo, e que tem como objetivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman (também chamado de Dr. Robotnik em algumas adaptações ocidentais)
Sonic foi criado para substituir Alex Kidd, que ocupava o posto de mascote da Sega. Enquanto vários indivíduos influenciaram na criação de Sonic, o programador Yuji Naka e o artista Naoto Ohshima geralmente são creditados pela criação do personagem. Também é considerado como um dos maiores ícones dos videogames junto ao seu maior rival Super Mario da Nintendo onde foram proeminentes na década de 90.

Rocket Knight Adventures é um jogo de videogame do gênero plataforma, produzido pela Konami em 1993, para o Mega Drive[1]. O jogo foi desenvolvido por Nobuya Nakazato.

O personagem principal é Sparkster, um cavaleiro marsupial que luta contra um exército de porcos e seus robôs. Sparkster está equipado com uma espada, a qual pode projetar energia, impulsionando-o a certa distância, além de foguetes que lhe permitem voar.

O jogo teve, posteriormente, uma seqüência para Mega Drive e um spin-off para o Super Nintendo, ambos intitulados Sparkster: Rocket Knight Adventures 2.

Sparkster (ス パ ー ク ス タ ー Supākusutā) é um jogo de plataforma de rolagem lateral desenvolvido e publicado pela Konami para o Super Nintendo Entertainment System. O jogo foi dirigido por Hideo Ueda e lançado no Oriente em setembro de 1994, na América do Norte em outubro de 1994, na Europa em 1994.

Sparkster é um jogo diferente da versão do Sega Genesis, apesar de ter o mesmo título na América do Norte e Europa, que tinha o título completo de Sparkster: Rocket Knight Adventures 2, e não tem continuidade no enredo com o Rocket Knight Adventures original.
O personagem principal homônimo é um cavaleiro gambá que luta contra um exército de lobos e robôs amarelos. Ele está armado com uma espada que pode disparar raios de energia e um foguete que lhe permite voar distâncias curtas. A jogabilidade continua a ser a mesma que nos jogos Mega Drive, com a mudança mais notável sendo a adição de um traço de rolagem de curta distância. Uma grande diferença é que o nível final do jogo depende da dificuldade que o jogador selecionou. De forma fácil, o jogo culmina com a batalha contra Axel Gear, mas no normal, a história continua com Sparkster lutando contra o líder dos Wolves no próximo nível. Na dificuldade difícil, o jogo continua além disso, com o verdadeiro estágio final.

O reino de Eginasem, uma terra habitada por gambás, está sob ataque do exército de soldados do cão amarelo e lobo da Lioness, que também sequestraram a princesa Flora. Sparkster, o Cavaleiro-Foguete, luta contra essa ameaça, resgata a princesa e salva seu reino de certa destruição. Seu inimigo, o rival Rocket Knight Axel Gear, está ajudando as forças invasoras, tornando a tarefa de Sparkster ainda mais perigosa. O objetivo do jogador é lutar contra todos os guerreiros e robôs inimigos, derrotar Axel Gear e se infiltrar no navio de guerra do inimigo, onde o líder dos cães amarelos, Generalíssimo Lioness, está planejando lançar uma ogiva para destruir o planeta Eginasem.

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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