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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do sonic que é a despedida do Sonic em 8 bits com o jogo Sonic Blast do Game gear

SONIC Blast é um jogo QUEBRADO

Espero que gostem!


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HISTORIA DE SONIC

Playlist

Sonic Blast (ソニックブラスト , Sonikku burasuto?) é um jogo de plataforma da série Sonic the Hedgehog desenvolvido pela Aspect e publicado pela Sega para o console Game Gear. Também conhecido como G-Sonic no Japão. Ele foi lançado em dezembro de 1996 para o mercado americano e europeu. A versão japonesa foi lançado um ano depois, dia 13 de dezembro, sendo o último jogo lançado para o sistema Game Gear.[1]

Uma versão foi lançada para Sega Master System somente no Brasil pela Tectoy em dezembro de 1997.

Sonic Blast foi anos mais tarde compilado juntamente com outros títulos Sonic em Sonic Adventure DX e Sonic Mega Collection Plus, e o demo de suas cenas finais pode ser destravada em Sonic Gems Collection.

Enquanto este jogo estava sendo lançado ao final de 1996 juntamente com o jogo de nome similar Sonic 3D Blast, eles têm pouco em comum. Nenhum inimigo, fase, ou chefes são compartilhados entre eles. Sonic Blast foi o último game de Sonic na plataforma 8-bit, trazendo como personagens principais Sonic e Knuckles.

História
Uma esmeralda do caos fragmentou-se em cinco partes. Robotnik percebe a chance de dominar o mundo e monta mais uma vez sua Death Egg. Sonic e Knuckles decidem que para parar os planos de Robotnik tudo o que lhes restam é causar sérios prejuízos às perigosas invenções de Dr. Eggman e coletar todos os pedaços.

Jogabilidade
Diferente de Sonic 3D Blast, “Sonic Blast” para Game Gear é um jogo plataforma de tela rolante. Este foi o último novo jogo “Sonic” lançado para o portátil da Sega, e é considerado um dos melhores jogos da era 8-bit (embora não tenha sido muito bem recebido pelo público).

Os dois personagens jogáveis são Sonic the Hedgehog e Knuckles the Echidna. O objetivo do jogo é coletar as cinco Esmeraldas do Caos, em estágios visualmente similares com os estágios especiais de Sonic the Hedgehog 3, mas no entanto, como em Sonic 2, é necessário que Sonic ou Knuckles coletem um número determinado de argolas. As esmeraldas só poderão ser coletadas no segundo ato de cada fase. Terminando um estágio especial no primeiro ato fará com que o jogador ganhe uma vida extra. Similar ao Sonic 3, os estágios especiais podem ser acessados através de grandes argolas escondidas durante as fases comuns.

Assim como Sonic Triple Trouble, quando o jogador é atingido por um inimigo, ele perderá somente algumas argolas ao invés de todas (neste jogos são 10 argolas por lesão). Os movimentos de Sonic são similares ao outros títulos da série, mas ele possui uma habilidade de pulo-duplo que permite que o jogador consiga alcançar maiores alturas, assim como o escudo elétrico em Sonic 3. As habilidades de Knuckles são escalar e planar, como vistos em Sonic & Knuckles.

As placas de fim de ato de Sonic Blast trazem podem trazer bônus, esses bônus são dados quando o personagens passa pela placa final de cada ato, então surge uma imagem referente ao prêmio, cada prêmio é dado de acordo com o dependendo do jogador durante o ato. As imagens são respectivamente: uma imagem de Sonic ou Knuckles, uma argola ou uma imagem do Super Sonic. Esta plaqueta gerou muita confusão entre os jogadores, pois muitos pensavam que Super Sonic era jogável nas fases.

Análise técnica
A novidade significativa desde jogo são os gráficos pré-renderizados, que ficaram famosos no jogo 16-bit Donkey Kong Country da Nintendo. O gráficos renderizados dão uma aparência mais avançada em relação a outros jogos da era 8-bit. Os sprites do personagens no entanto, tomam uma grande porção da tela de jogo. Em relação a outros títulos Sonic, este jogo peca no quesito velocidade, que é uma marca da franquia. O personagem demora para acelerar e tomar velocidade e não atinge grandes velocidades. A movimentação é difícil e os comandos não respondem apropriadamente. Existem diferenças entre as versões para Master System e Game Gear. Na questão gráfica, a versão para Sega Master System, os gráficos e resolução são superiores. Porém no master System, alguns sprites das fases foram esquecidos

Games

Vale a pena jogar o novo Mario Wonder no Nintendo Switch 2?

A Nintendo acertou em cheio ao anunciar o relançamento de Super Mario Bros. Wonder para o Nintendo Switch 2. Para quem acompanha a marca, essa é uma daquelas decisões que fazem todo sentido estratégico e também levantam aquela dúvida clássica: vale a pena jogar de novo?

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A Nintendo acertou em cheio ao anunciar o relançamento de Super Mario Bros. Wonder para o Nintendo Switch 2. Para quem acompanha a marca, essa é uma daquelas decisões que fazem todo sentido estratégico e também levantam aquela dúvida clássica: vale a pena jogar de novo?

@eurkplay

Super Mário wonder no Nintendo switch 2 vale a pena?! #mario #wonder #nintendo #switch2 #rkplay

♬ som original – Rk play

A resposta curta é: sim… mas depende de quem você é como jogador.

O Mario Wonder continua sendo exatamente o mesmo jogo base que saiu no Nintendo Switch original, e isso não é um problema. Pelo contrário. Ele já era excelente por si só, com fases criativas, ideias malucas e aquele charme que só Mario consegue ter. O grande diferencial dessa nova versão está no foco muito maior no multiplayer, com novos níveis pensados para partidas em grupo e um clima mais competitivo, algo que realmente dá uma sobrevida interessante ao jogo.

Outro ponto que chama atenção é a maior presença dos Toads e de personagens que funcionam quase como “releituras” de ideias antigas da franquia. Isso não muda a estrutura do jogo, mas adiciona variedade e deixa a experiência mais divertida, especialmente para quem joga acompanhado. É aquele tipo de mudança que não revoluciona, mas soma bastante.

Agora, se você já jogou Mario Wonder no Switch original, a conversa muda um pouco. A Nintendo deixou claro que se trata de um upgrade gratuito para quem já tem o jogo, e aí sim a proposta fica muito mais atraente. Jogar novamente com melhorias, ajustes e novos conteúdos multiplayer transforma essa versão em algo que realmente vale o tempo, principalmente se você quiser revisitar o jogo com amigos ou familiares.

Também é importante entender o público do Switch 2. Muita gente que vai entrar agora no ecossistema da Nintendo simplesmente não teve um Switch original. Para esse novo grupo de jogadores, Mario Wonder chega praticamente como um “lançamento novo”, e nesse cenário ele brilha ainda mais. É um jogo acessível, bonito, divertido e perfeito para apresentar o universo Mario a uma nova geração.

Existe também um fator curioso de timing. O Mario Wonder poderia muito bem ter sido lançado junto com o filme do Mario lá em 2023, mas acabou ganhando esse reforço agora, alguns anos depois, em um período que coincide com novos projetos da franquia nos cinemas. Isso mostra como a Nintendo sabe exatamente quando reposicionar seus jogos para maximizar impacto e interesse.

No fim das contas, o novo Mario Wonder no Switch 2 não tenta reinventar nada. Ele aposta na força de um jogo que já era ótimo, adiciona motivos claros para rejogar e cria uma porta de entrada perfeita para novos jogadores. Se você já tem o jogo, o upgrade gratuito faz valer a pena. Se nunca jogou, essa provavelmente será a melhor versão possível para conhecer um dos melhores Marios dos últimos anos

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Games

O precedente que a Nintendo criou com o update do Donkey kong country returns hd

Excelente notícia para os jogadores de Nintendo Switch 2: Donkey Kong Country Returns HD recebeu uma atualização importante e, sim, agora está traduzido para português brasileiro. Calma que eu te explico tudo, porque essa história é curiosa.

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Excelente notícia para os jogadores de Nintendo Switch 2: Donkey Kong Country Returns HD recebeu uma atualização importante e, sim, agora está traduzido para português brasileiro. Calma que eu te explico tudo, porque essa história é curiosa.

Do nada, a Nintendo resolveu dar um trato especial nesse jogo, que já é uma mistura interessante por si só. Ele é um remaster de um remake que originalmente saiu no 3DS, e agora chega ainda mais polido. No Switch 2, o jogo ganhou gráficos melhores, taxa de quadros mais estável e tempos de carregamento mais rápidos. Ou seja, está claramente otimizado para o novo console. Mas o detalhe legal é que essas melhorias não ficaram só nele: tanto no Switch 1 quanto no Switch 2, o conteúdo é o mesmo.

A grande novidade de gameplay é a adição da Dixie Kong como personagem jogável. E não é só cosmético. Ela tem uma habilidade que muda bastante a experiência, já que o pulo dela lembra o do Yoshi. Enquanto o Donkey Kong pula e ainda ganha um pequeno impulso extra, a Dixie consegue planar, facilitando saltos mais longos e reduzindo bastante a dificuldade em várias fases. Na prática, jogar com ela deixa o game mais acessível, principalmente para quem não tem tanta paciência com desafios mais rígidos.

Mas, sem dúvida, o que mais surpreendeu tanto a mim quanto muita gente aqui no Brasil foi a localização completa para português do Brasil. Ver um Donkey Kong clássico finalmente traduzido oficialmente é algo que muita gente pedia há anos, e essa atualização chega quase como um presente inesperado.

No fim das contas, Donkey Kong Country Returns HD ficou mais bonito, mais fluido, mais acessível e, agora, finalmente fala a nossa língua. Para quem tem o Switch 2 ou até o Switch 1, é uma ótima desculpa para revisitar (ou conhecer pela primeira vez) esse clássico modernizado.

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