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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game que é um remake de Sonic 3D Blast 5, Sonic Adventure 7 and Sonic Adventure 8, do game boy e game boy color, aonde alem de melhorar o jogo, ele ainda consegue trazer novos Personagens na historia como Sonic, tails ,Knuckles, e Megaman X na bela Sonic Fan Game

SONIC e MEGAMAN X JUNTOS 😂| HISTORIA SONIC BLASTING ADVENTURE

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Mais Sobre Sonic Blasting Adventures e Bootlegs

Sonic Adventure 7 é um jogo pirata para o Game Boy Color. Este pirata aparece à venda no eBay ocasionalmente, mostrando uma foto de um manual e um cartucho. O manual é uma cópia do manual do US Sonic Blast com fotos do Sonic Adventure. A introdução é uma versão abreviada da animação da tela de título do Sonic & Knuckles, e a tela de título é o logotipo da Sonic Adventure. Os gráficos parecem ter sido recoloridos apressadamente, já que muitas vezes são impróprios e visualmente desagradáveis ​​(por exemplo, muitas cores neon são usadas e alguns sprites não são coloridos).

Sonic the Hedgehog é o único personagem jogável no jogo, apesar da aparição de Knuckles the Echidna na introdução. A física do jogo é grosseira em comparação com os jogos oficiais. Sonic tem apenas duas velocidades de movimento separadas

Como normal, os anéis permitem que o Sonic sobreviva a um acerto e sejam deduzidos integralmente após um; no entanto, eles não voam fora do alcance de Sonic quando perdidos. As caixas de invencibilidade que aparecem são inúteis, pois o Sonic ainda pode ser danificado, perder anéis ou perder uma vida. Há também caixas de anel (conceder 10 anéis) e caixas de molas (fazer com que as molas apareçam no chão no mesmo local).

Níveis
Rodada 1

A parte “impossível” da rodada 1.
Este é um nível deserto onde areia, palmeiras e pirâmides podem ser vistos em segundo plano. O primeiro plano é uma espécie de área de ruínas pedregosas. Uma área é praticamente impossível passar sem um código de trapaça ou executando um salto incrivelmente complicado alcançado por atrair um Buzzbomber.

2 ª rodada
Este nível parece ser modelado após a Spring Yard Zone, ocorrendo em uma cidade com montanhas também preenchendo o fundo. Uma versão mal codificada do tema Sky Sanctuary Zone é reproduzida neste nível.

Rodada 3
Este nível ocorre no deserto, inspirando-se na Marble Garden Zone. Hastes de milho e ervas altas podem ser vistas com bastante frequência. Montanhas também estão presentes no fundo.

4ª rodada
Este nível é modelado após Flying Battery Zone. Como na maioria dos estágios, ele é colocado acima do solo, já que as nuvens podem ser vistas em segundo plano.

5ª rodada
Este nível é aparentemente modelado após a Green Hill Zone e compartilha alguns de seus gráficos. Girassóis e palmeiras podem ser vistos e a música de fundo é tirada do Museum Music do Sonic Jam.

Sonic 3D Blast 5 para o Game Boy (não conectado ao hack de Somari de mesmo nome) é um original pirata feito por Makon Soft Studio. O jogo é presumivelmente lançado em 1997, uma vez que este jogo apresenta remix de música do jogo para PC, Sonic & Knuckles Collection lançado no início de 1997.
A jogabilidade é muito semelhante a outros piratas Makon Soft, usando um motor quase idêntico a esses jogos. Este jogo (assim como seus hacks)

A música no Sonic 3D Blast 5 é baseada no Sonic The Hedgehog 3 para o Mega Drive, enquanto o Sonic Adventure 7’s é baseado na música da versão para PC.

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Rhythm Heaven Groove é a despedida perfeita do Nintendo Switch? REVIEW

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

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A Nintendo sempre surpreendeu quando resolveu apostar em ideias diferentes. Quando o Nintendo Switch foi anunciado, muita gente duvidou que um videogame híbrido pudesse fazer sucesso. O resultado foi exatamente o contrário. O console se tornou um fenômeno mundial, recebeu apoio massivo de estúdios terceiros e marcou uma das gerações mais bem-sucedidas da empresa. Agora, com o Nintendo Switch 2 já no mercado, chega a hora de dar adeus ao primeiro Switch, e Rhythm Heaven Groove assume esse papel de forma inesperada.

Um jogo de ritmo diferente de tudo

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

A maior parte dos minigames utiliza apenas um ou dois botões, normalmente o botão A e o direcional para baixo. O objetivo é acompanhar perfeitamente o ritmo da música enquanto executa pequenas ações, como pular, acelerar, frear ou interagir com personagens. Parece fácil, mas o jogo constantemente muda o ritmo, cria distrações na tela e surpreende o jogador com animações inesperadas.

Minigames criativos e muito carisma

O grande destaque de Rhythm Heaven Groove está na enorme variedade de desafios.

Cada fase apresenta uma situação completamente diferente. Há sapos gigantes observando seus movimentos, carros que exigem precisão absoluta, gatos atrapalhando a coleta de frutas, alienígenas sendo abduzidos, personagens treinando musculação e diversos outros cenários extremamente criativos.

Essa diversidade faz com que o jogo permaneça divertido do começo ao fim, sempre apresentando uma nova mecânica antes que a anterior fique repetitiva.

Os remixes são o verdadeiro desafio

Depois de completar uma sequência de minigames, o jogador desbloqueia um Remix.

Essas fases misturam diversos desafios anteriores em uma única música inédita. O jogador precisa alternar rapidamente entre mecânicas completamente diferentes enquanto mantém o ritmo perfeito.

É justamente aqui que a memória muscular entra em ação. Saber exatamente quando trocar de comando e lembrar de cada minigame transforma os Remixes nos momentos mais difíceis e também mais recompensadores da aventura.

Muito conteúdo além da campanha

Apesar da campanha principal já oferecer dezenas de desafios, Rhythm Heaven Groove ainda apresenta modos extras bastante interessantes.

O multiplayer adiciona novos minigames cooperativos, enquanto um curioso modo RPG coloca o jogador no controle de uma personagem maga que lança feitiços seguindo o ritmo da música. A ideia é bastante criativa e mostra um potencial enorme que poderia até render um jogo próprio futuramente.

Vale a pena?

Rhythm Heaven Groove talvez não seja a grande superprodução que muitos esperavam para encerrar a vida do Nintendo Switch. Não é um novo Zelda nem um novo Mario.

Mesmo assim, ele representa perfeitamente aquilo que a Nintendo faz de melhor: transformar uma ideia extremamente simples em uma experiência divertida, criativa e viciante.

Para quem gosta de jogos de ritmo, desafios de precisão e minigames cheios de personalidade, esta é uma excelente despedida para o Nintendo Switch e um título que certamente merece entrar na coleção antes da transição definitiva para o Switch 2.

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Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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