Connect with us

Published

on

Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game com a lendaria fita almaldiçoada do Sonic, a ordinary sonic hack do mega drive, que é uma bela Sonic Fan game nesta analise

SONIC EXE o FILME 😈| FITA AMALDIÇOADO do SONIC

Espero que gostem!


🔥 Seja Membro do canal https://www.youtube.com/channel/UCVmxV-_ds-UJeVC7w7AYQTQ/join

Me siga nas redes sociais: 👇
🐦 Twitter: /robertocarlosfj
📷 Insta: /robertocarlosfj
🔵 Page do Face: /rkplayss
🔥 Grupo do Face: /gamers brasil
🔴 Lives na Twitch e Facebook: /rkplay

✉️ Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com

🔥 #rkplay #historiasonic #sonicexe

X, ou mais conhecido como Sonic.exe, é o principal antagonista principal do Creepypasta com o mesmo nome e sua sequela “Sonic.exe / Round 2”, e é o principal antagonista geral da série. Sonic.exe é uma entidade interdimensional baseada em energia que possui um CD-ROM do Sonic the Hedgehog original, assumindo a forma do personagem principal. Então, ele passa a “matar” os personagens do jogo antes de atacar e remover a alma / matar a pessoa que joga seu jogo.

Biografia

A história original do Sonic.exe se concentra em Tom, um jovem que era um grande fã de Sonic the Hedgehog, especialmente nos jogos mais antigos. Ele alegou que não havia jogado nenhum jogo danificado ou hackeado antes, embora admitisse que não queria depois de uma experiência que teve.

Ele então recontou sua experiência, dizendo como recebeu um CD e uma carta de acompanhamento de seu amigo Kyle, implorando que ele destruísse o disco antes que fosse “tarde demais” e nunca jogasse o jogo.

Ignorando as advertências de seu amigo, Tom jogou o jogo e começou a encontrar fenômenos estranhos e um tanto perturbadores, desde um cartão de título com um Sonic de aparência maligna com olhos sangrentos e pupilas brilhantes com um sorriso largo até a presença de uma tela de seleção de arquivo semelhante à do de Sonic the Hedgehog 3, com fundo vermelho e música arrepiante.

Como ele escolheu o único personagem disponível Tails e começou o primeiro estágio intitulado “HILL ACT 1”, Tom continuou a encontrar mais evidências de que havia algo errado com o jogo, a saber, a quantidade abundante de animais mortos, todos assassinados de maneiras horríveis e eventualmente encontrando Sonic no final do nível, completamente parado e com os olhos fechados.

Quando Tails tentou chamar sua atenção durante uma cena dando um tapinha no ombro dele, os olhos de Sonic se abriram, idênticos ao malvado Sonic na tela do título antes de ficarem pretos, com a mensagem “Olá. Você quer brincar comigo?” No próximo nível, “HIDE AND SEEK”, Tom testemunhou Sonic perseguindo Tails, o último voando apesar da incapacidade de fazê-lo sem uma forma Super, antes de desaparecer, se teletransportando na frente da raposa perturbada e matando-o e cortando para o preto. Caudas grita quando sua garganta é cortada; um respingo de sangue é visto saindo de seu pescoço.

Chocado, Tom lê a seguinte mensagem: “Você é muito lento. Quer tentar de novo?”. Depois de jogar como Knuckles e perder uma suposta “batalha de chefe” com Sonic, com Knuckles morrendo da mesma maneira que Tails, Tom decidiu dar um tempo no jogo.

No entanto, seu descanso foi atormentado por pesadelos, com os Tails and Knuckles corrompidos e o Sonic demoníaco, com ele acordando suando frio. Voltando ao jogo, Tom escolheu o Dr. Robotnik na tela de seleção de arquivos e continuou com o jogo.

No final do nível, Sonic se teletransportou na frente do Robotnik, antes que a tela passasse para estática vermelha. Então, uma imagem “hiper-realista” de Sonic apareceu na tela, com as palavras “EU SOU DEUS!”. Este Sonic tinha olhos negros e vermelhos sangrando, um sorriso muito amplo e dentes afiados e manchados de sangue. Depois que o jogo terminou, Tom se virou para encontrar, para seu horror absoluto, uma boneca de pelúcia Sonic ensanguentada em sua cama. O destino de Tom é ambíguo (embora a sequência oficial revele que Tom cometeu suicídio para escapar da entidade usando a semelhança de Sonic). Kyle provavelmente foi a vítima anterior de Exe.

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

Published

on

By

Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

Continue Reading

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

Published

on

By

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending