Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game com a lendaria fita almaldiçoada do Sonic, a ordinary sonic hack do mega drive, que é uma bela Sonic Fan game nesta analise
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X, ou mais conhecido como Sonic.exe, é o principal antagonista principal do Creepypasta com o mesmo nome e sua sequela “Sonic.exe / Round 2”, e é o principal antagonista geral da série. Sonic.exe é uma entidade interdimensional baseada em energia que possui um CD-ROM do Sonic the Hedgehog original, assumindo a forma do personagem principal. Então, ele passa a “matar” os personagens do jogo antes de atacar e remover a alma / matar a pessoa que joga seu jogo.
Biografia
A história original do Sonic.exe se concentra em Tom, um jovem que era um grande fã de Sonic the Hedgehog, especialmente nos jogos mais antigos. Ele alegou que não havia jogado nenhum jogo danificado ou hackeado antes, embora admitisse que não queria depois de uma experiência que teve.
Ele então recontou sua experiência, dizendo como recebeu um CD e uma carta de acompanhamento de seu amigo Kyle, implorando que ele destruísse o disco antes que fosse “tarde demais” e nunca jogasse o jogo.
Ignorando as advertências de seu amigo, Tom jogou o jogo e começou a encontrar fenômenos estranhos e um tanto perturbadores, desde um cartão de título com um Sonic de aparência maligna com olhos sangrentos e pupilas brilhantes com um sorriso largo até a presença de uma tela de seleção de arquivo semelhante à do de Sonic the Hedgehog 3, com fundo vermelho e música arrepiante.
Como ele escolheu o único personagem disponível Tails e começou o primeiro estágio intitulado “HILL ACT 1”, Tom continuou a encontrar mais evidências de que havia algo errado com o jogo, a saber, a quantidade abundante de animais mortos, todos assassinados de maneiras horríveis e eventualmente encontrando Sonic no final do nível, completamente parado e com os olhos fechados.
Quando Tails tentou chamar sua atenção durante uma cena dando um tapinha no ombro dele, os olhos de Sonic se abriram, idênticos ao malvado Sonic na tela do título antes de ficarem pretos, com a mensagem “Olá. Você quer brincar comigo?” No próximo nível, “HIDE AND SEEK”, Tom testemunhou Sonic perseguindo Tails, o último voando apesar da incapacidade de fazê-lo sem uma forma Super, antes de desaparecer, se teletransportando na frente da raposa perturbada e matando-o e cortando para o preto. Caudas grita quando sua garganta é cortada; um respingo de sangue é visto saindo de seu pescoço.
Chocado, Tom lê a seguinte mensagem: “Você é muito lento. Quer tentar de novo?”. Depois de jogar como Knuckles e perder uma suposta “batalha de chefe” com Sonic, com Knuckles morrendo da mesma maneira que Tails, Tom decidiu dar um tempo no jogo.
No entanto, seu descanso foi atormentado por pesadelos, com os Tails and Knuckles corrompidos e o Sonic demoníaco, com ele acordando suando frio. Voltando ao jogo, Tom escolheu o Dr. Robotnik na tela de seleção de arquivos e continuou com o jogo.
No final do nível, Sonic se teletransportou na frente do Robotnik, antes que a tela passasse para estática vermelha. Então, uma imagem “hiper-realista” de Sonic apareceu na tela, com as palavras “EU SOU DEUS!”. Este Sonic tinha olhos negros e vermelhos sangrando, um sorriso muito amplo e dentes afiados e manchados de sangue. Depois que o jogo terminou, Tom se virou para encontrar, para seu horror absoluto, uma boneca de pelúcia Sonic ensanguentada em sua cama. O destino de Tom é ambíguo (embora a sequência oficial revele que Tom cometeu suicídio para escapar da entidade usando a semelhança de Sonic). Kyle provavelmente foi a vítima anterior de Exe.
Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.
O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.
Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.
Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.
O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.
Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.
Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.
E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.
Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.
O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.
O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.
Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.
No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.
Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.
O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.
E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.
Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.
My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.
Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.
Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.
Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.
Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.
O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.
É claro que não é perfeito.
Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.
Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.
E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.
Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.
A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.
Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.
E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.
Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.
Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.
Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.
Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.
Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.
Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.
E o principal problema é o cross-save.
Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.
Mas isso não acontece.
Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.
Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.
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