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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do Sonic exe BRASILEIRo com seus dois primeiros capitulos, o SOnic project after fear

SONIC exe virou BRASILEIRO 😈| Historia SONIC AFTER FEAR
Espero que gostem!


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EPISODIOS SONIC EXE

Playlist https://www.youtube.com/playlist?list=PLnGFuOwAA7IgCkSP_lpMFQyy1FZs-dQDI

Mais sobre Sonic exe project after fear

A origem do Sonic.exe

Sonic.exe originou-se como um Creepypasta por Sir JC a hiena visto aqui sobre um homem chamado Tom, que recebe um CD bizarro no correio de seu amigo Kyle, que não tem sido ouvido em um tempo. Desconsiderando o bilhete de Kyle dizendo-lhe para destruir o CD, Tom o joga e é perturbado pela tela do título mostrando Sonic com olhos vermelhos sangrando com esclera negra. Enquanto ele joga mais, Tom testemunha quão monstruosa é essa encarnação do ouriço azul.

Desde então, o Sonic.exe recebeu sequências feitas por fãs e também foi produzido em um tipo de videogame que replica a experiência (sem Sonic, na verdade saindo da tela), pelo usuário do YouTube MY5TCrimson. O SomeOrdinaryGamers passo a passo do jogo pode ser visto aqui.

Uma sequela (também em formato de videogame, e feita por MY5TCrimson também), baseada em um spinoff, Sally.exe, está disponível aqui.

Um filme de fã também está sendo produzido.

Um Ordinary Sonic 1 ROM Hack, um crossover ROM hack do jogo Sonic the Hedgehog original, foi lançado no Sonic Hacking Contest 2013. Neste jogo, Sonic.EXE invade o jogo e tem como alvo o artigo genuíno. Infelizmente, o autor não pôde concluir o jogo antes do prazo final da competição, então Star Light Zone e Scrap Brain Zone são Dummied Out. No entanto, ele confirmou recentemente que está trabalhando em uma versão completa do jogo, dois anos após seu lançamento original.

Um filme de fã foi criado como parte de uma série do YouTube intitulada Tales from the Consoles como o episódio piloto. Para assistir clique aqui

Em 2013, a sequência oficial foi feita. No entanto, não se concentra muito no jogo em si (na verdade, apenas dois dos três novos cenários foram descritos), e não o que acontece quando você joga o jogo.

Desde a sua criação, o jogo também gerou muitos clones, incluindo SuperMario.exe e Sunky.MPEG.

Também é importante notar que desde que a escrita foi movida para a Wiki Trollpasta, o autor tentou reunir um exército para forçá-lo de volta para a Wiki Creepypasta. No entanto, ele já excluiu o discurso e pediu desculpas formalmente pela maneira como reagiu.

Ah, e se você quiser prova do postulado da identidade da ficção, leia esta reescrita.

Em 31 de outubro de 2017, o autor do Sonic.exe postou um remake de toda a história. Se você quiser ver os tropos do remake do Sonic.exe

Um Deus Sou Eu: Uma das mensagens que X deixa na tela é “EU SOU DEUS”.

All There in the Manual: Em um ponto, o autor do original Creepypasta revelou o Backstory oficial de X, que explica, entre outras coisas, sua natureza, personalidade, por que ele se parece com Sonic, como ele é capaz de roubar a alma de sua vítima. o que ele realmente faz com suas vítimas.
Recursos anti-frustração:

Um normal Sonic 1 ROM Hack permite monitores para reaparecer. A razão para isto é para que o Sonic sempre tenha uma maneira de retornar seu mundo ao normal e evitar que o Sonic.exe o mate. Há também mais monitores em geral no hack comparado ao Sonic 1 original, inclusive nas lutas com Eggman

Sonic & Sega All-Star Racing Transformed não foi o primeiro game de corrida do ouriço azul. No longínquo ano de 1997, há quase 20 anos atrás, o Sega Saturn e os PCs receberam o terceiro game de corrida do Sonic, o mediano Sonic R.

Eram ao todo cinco pistas diferentes, onde os jogadores participavam de diferentes tipos de corrida controlando personagens da série. As fases tinham múltiplos caminhos, permitindo ao jogador usar vários atalhos e coletar itens espalhados pelos desvios. Nas quatro primeiras fases existiam as famosas Chaos Emeralds, que deveriam ser coletadas para se progredir no game.

O enredo era bem simples: o Dr. Robotnik havia descoberto a localização destes itens preciosos e criado um torneio de corrida mundial para atrair Sonic à uma armadilha e derrotá-lo, enquanto coletava cada uma das esmeraldas para dominar o mundo. O game possui dez personagens selecionáveis, sendo quatro os protagonistas: Sonic, Tails, Knuckles e Amy Rose, e seis desbloqueáveis: Dr. Robotnik, Metal Sonic, Eggrobo, Super Sonic e dois estranhos novos personagens: Metal Knuckles e Tails Doll.

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Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Quem deve comprar a nova versão de Sonic Frontiers para Nintendo Switch 2?

A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?

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A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?

A resposta depende de quem você é.

O mesmo jogo, mas muito melhor tecnicamente

Se você nunca jogou Sonic Frontiers, essa é facilmente uma das melhores formas de conhecer a aventura. O conteúdo continua exatamente o mesmo.

Você vai explorar enormes ilhas em mundo aberto, descobrir os mistérios de uma antiga civilização, reunir as Esmeraldas do Caos, resolver puzzles, enfrentar Titãs gigantescos e participar de atividades paralelas, incluindo a famosa pescaria que acabou se tornando um dos momentos mais divertidos do jogo.

A estrutura da aventura permanece idêntica. O grande destaque desta edição está na parte técnica.

A diferença gráfica é enorme

A versão de Switch 2 apresenta uma evolução visual muito clara.

Os ambientes contam com texturas de maior qualidade, a distância de visão foi ampliada e os cenários passam uma sensação muito maior de profundidade. O resultado é um mundo muito mais bonito e agradável de explorar.

Quem jogou no Switch original percebe a diferença logo nos primeiros minutos.

O modo desempenho é a melhor escolha

O Switch 2 oferece dois modos gráficos.

O primeiro é o Modo Desempenho, que roda o jogo a 60 FPS e transforma completamente a experiência. Sonic é um personagem que depende muito da sensação de velocidade, e a fluidez faz toda a diferença.

Já o Modo Qualidade prioriza os gráficos, mas mantém o jogo limitado a 30 FPS. Apesar da imagem um pouco mais bonita, a perda de fluidez acaba prejudicando a experiência, principalmente em um jogo tão rápido.

Na prática, o Modo Desempenho é a melhor opção.

Ainda não é perfeito

Mesmo com todas as melhorias, ainda existem algumas limitações.

O pop-in de vegetação continua aparecendo em alguns momentos, especialmente na primeira ilha. Conforme a aventura avança, esse problema diminui bastante, principalmente nas áreas desérticas e em cenários mais abertos.

Mesmo assim, o resultado final fica muito mais próximo das versões de PlayStation 5 e Xbox Series do que da antiga versão de Switch.

Quem já tem a versão de Switch 1 deve comprar de novo?

Aqui está a maior crítica.

Infelizmente, esta edição é exclusiva do Nintendo Switch 2 e não existe um upgrade pago para quem já comprou o jogo no Switch original.

Curiosamente, existe até a opção de importar o save da versão anterior, o que mostra que um sistema de upgrade faria bastante sentido.

É uma decisão difícil de entender e certamente poderia ter sido mais amigável para quem já apoiou o jogo na geração passada.

Vale a pena?

Se você acabou de comprar um Nintendo Switch 2 e está procurando jogos além dos grandes lançamentos da Nintendo, Sonic Frontiers é uma excelente escolha.

Muita gente acabou ignorando o jogo por causa do período em que o console foi lançado, mas ele continua sendo uma das aventuras mais diferentes da franquia.

Para quem nunca jogou, a recomendação é simples: vá direto na versão de Switch 2.

Por via de Interesse na compra, aqui esta diposnivel.

MERCADO LIVRE

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Shoppe

Ela entrega gráficos muito melhores, desempenho excelente em 60 FPS e oferece, sem dúvida, a melhor experiência possível para quem deseja jogar Sonic Frontiers em um console da Nintendo.

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