Connect with us

Published

on

Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamoos colocar Sonic exe contra Tikal, Silver, Shadow e até mesmo Rouge

SONIC EXE vs SHADOW 😈| HISTORIA TIKAL EXE

Espero que gostem! —

🔥 Seja Membro do canal https://www.youtube.com/channel/UCVmxV-_ds-UJeVC7w7AYQTQ/join

Baixe a fan game aqui – DOWNLOAD ( roda só em PC )

Me siga nas redes sociais: 👇

🐦 Twitter: /robertocarlosfj

📷 Insta: /robertocarlosfj

🔵 Page do Face: /rkplayss

🔥 Grupo do Face: /gamers brasil

🔴 Lives na Twitch e Facebook: /rkplay

✉️ Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com

🔥 #rkplay #historiasonic #sonicexe

Tikal (ティカル Tikaru?) é uma personagem da série Sonic the Hedgehog pertencente à Sega. Concebida por Yuji Uekawa como uma equidna antropomórfica com olhos azuis e cor alaranjada, sua primeira aparição foi no jogo Sonic Adventure para o Sega Dreamcast, que foi lançado no Japão em 23 de dezembro de 1998. Segundo sua biografia, Tikal tem 14 anos de idade, 95 cm de altura, e peso desconhecido.[1] A dubladora original da versão em japonês do jogo é Kaori Asoh, e em inglês é Elara Distler. Tikal teve seu nome inspirado em Tikal uma cidade maia da Guatemala, cujo nome significa “pão” (ou então “Lugar das Vozes”), e o nome de seu pai (Pachacamac) vem de um deus Inca (e que também dá nome a uma antiga cidade deste império).[2] Vale notar que estas não foram as únicas referências às culturas pré-colombianas no jogo.

Ao contrário dos outros jogos da série, Sonic Adventure se baseia muito mais em enredo e narrativa. Durante os estágios iniciais do desenvolvimento do jogo, a equipe Sonic Team viajou até a América Central para buscar inspiração para o enredo, e como conseqüência muitos outros elementos destas culturas foram incorporados ao jogo. Por exeplo: a pirâmide na fase “Mystic Ruins” (Sonic Adventure) lembra uma das presentes na própria cidade de Tikal, e a fase “Lost World” retém aspectos das ruínas maias, tais como a serpente giratória e o jade.As roupas de Tikal e sua tribo são também claramente inspiradas na civilização maia.

Papel no jogo O papel de Tikal no jogo Sonic Adventure é mostrar o plano de fundo sobre o qual se desenrola o enredo do jogo, onde ela desempenha um dos papeis principais. Além disso ela também serve para dar breves tutoriais e também como guia no decorrer das fases, dando dicas de como derrotar inimigos e encontrar passagens secretas, além de por vezes relacionar o que acontece com a história principal. Biografia Segundo o enredo do jogo,

Tikal é a filha do Chefe Pachacamac, da mesma tribo ancestral de onde surgiu Knuckles the Echidna. Sua mãe morreu quando ela era muito nova, e sua avó paterna foi responsável por sua criação. Diferente de seu pai(e também seu filho), que tinha sede de poder e riquezas, a avó de Tikal era adepta dos ideais pacifistas, e isso teve uma forte influência na sua maneira de educá-la.

Após a morte de sua avó, Tikal manteve-se fiel a estes ideais. Isto logo a pôs em conflito com seu pai, que tinha uma política agressiva de invasões, guerras e conquistas.[4] Embora ela tenha implorado que ele mudasse sua política de guerras, assassinatos e saques, sua ambição e ganância ficaram acima de todo resto, fazendo-o perder o amor por sua filha. Cada vez mais distante de sua filha, Pachacamac ignorava os freqüentes apelos de Tikal por paz e justiça. As coisas finalmente chegaram a um ponto sem volta quando Pachacamac decidiu invadir o templo da Master Emerald (a principal de um conjunto de pedras místicas guardados pelos sacerdotes da tribo, já presentes na mitologia Sonic desde o primeiro jogo). Desejando obter poder total para utilizar em suas conquistas militares,

Pachacamac pretendia libertar a poderosa entidade conhecida como Chaos (o guardião dos pequenos Chao que habitam o templo, contido desde tempos remotos dentro da Master Emerald) para alistá-lo em suas fileiras. Tikal decidiu intervir, ciente do perigo representado tanto por Chaos quanto pelas intenções de seu pai. Ela se pôs em frente ao destacamento militar, porém ignorando seus esforços, Pachacamac seguiu em frente, nocauteando Tikal e muitos Chao em seu caminho. Isto causou a ira de Chaos, levando-o a matar Pachacamac e seus homens. Uma vez liberto, Chaos, fortalecido pelas outras esmeraldas que estavam no templo (Perfect Chaos), seguiu em sua ira para destruir tudo que pudesse. Entretanto, Tikal acordou e viu o que havia acontecido.

Correndo em direção à Master Emerald, ela lembrou de um antigo poema sobre Chaos. Agora percebedo o que ele significava, ela pediu à Master Emerald que o impedisse. Em resposta, a esmeralda selou tanto Chaos quanto Tikal dentro de si.[5] Após toda destruição e tragédia, as equidnas restantes da tribo tomaram para si a responsabilidade de manter a esmeralda protegida dali por diante, para assegurar que Chaos nunca mais seria libertado.

Análise

Arashi Gaiden me surpreendeu e pode ser um dos indies mais interessantes para Nintendo Switch

Se você gosta de jogos independentes com visual retrô e mecânicas diferentes, preciso falar sobre Arashi Gaiden. Esse foi um daqueles jogos que me pegaram de surpresa, principalmente porque eu esperava uma experiência focada apenas em ação, mas encontrei algo muito mais estratégico.

Published

on

By

Se você gosta de jogos independentes com visual retrô e mecânicas diferentes, preciso falar sobre Arashi Gaiden. Esse foi um daqueles jogos que me pegaram de surpresa, principalmente porque eu esperava uma experiência focada apenas em ação, mas encontrei algo muito mais estratégico.

Fazendo parte da cronologia do universo de Pocket Bravery, o jogo coloca os jogadores no controle de Arashi, um personagem extremamente poderoso, mas que conta com uma proposta de jogabilidade bastante peculiar. Em vez da movimentação tradicional vista na maioria dos jogos de ação, aqui você se move seguindo direções diagonais, quase como se estivesse utilizando um direcional digital para planejar cada passo.

Essa característica transforma a aventura em uma experiência que mistura ação e puzzle. Não basta simplesmente sair atacando todos os inimigos. Cada movimento precisa ser pensado, já que os adversários possuem comportamentos diferentes e alguns são muito mais resistentes do que outros.

Durante a jornada também é possível encontrar power-ups que ajudam a enfrentar os desafios. Entre eles estão armas como as shurikens, que podem ser utilizadas para eliminar inimigos à distância ou resolver situações mais complicadas do cenário.

Outro ponto interessante é que os cenários funcionam como parte do quebra-cabeça. Armadilhas, obstáculos e posicionamento dos inimigos criam situações que exigem planejamento constante. Isso faz com que cada fase apresente novos desafios e mantenha a experiência sempre interessante.

Sendo bem sincero, Arashi Gaiden acabou me surpreendendo bastante. Joguei o título em live e me diverti mais do que esperava. Além disso, é muito legal ver o envolvimento de desenvolvedores brasileiros e pessoas da indústria nacional em um projeto tão bem construído.

Para quem possui um Nintendo Switch, essa provavelmente será a plataforma ideal para aproveitar o jogo. A sensação é de que a proposta foi pensada perfeitamente para sessões rápidas no portátil, combinando muito bem com o estilo de gameplay estratégico que o título oferece.

Vale a pena jogar?

Se você procura um jogo indie diferente, que mistura ação, estratégia e elementos de puzzle em uma apresentação pixel art muito bem trabalhada, Arashi Gaiden merece entrar na sua lista. Ele consegue entregar desafios inteligentes, uma jogabilidade única e ainda expande o universo de Pocket Bravery de uma forma bastante interessante.

Continue Reading

Análise

Soccer Kid collection – O jogo de futebol aos moldes de Mario

Foi exatamente isso que aconteceu comigo ao jogar Soccer Kid Collection. Sinceramente, eu nem conhecia esse título até ter a oportunidade de experimentar essa coletânea, e a experiência foi bem mais interessante do que eu imaginava.

Published

on

By

Existem alguns jogos retrô que acabam ficando esquecidos pelo tempo, mas que ainda conseguem surpreender quando voltam ao mercado. Foi exatamente isso que aconteceu comigo ao jogar Soccer Kid Collection. Sinceramente, eu nem conhecia esse título até ter a oportunidade de experimentar essa coletânea, e a experiência foi bem mais interessante do que eu imaginava.

Soccer Kid Collection traz de volta um clássico jogo de plataforma estrelado por um garoto que utiliza uma bola de futebol como sua principal ferramenta para enfrentar inimigos, resolver desafios e avançar pelas fases. A premissa é tão maluca quanto divertida: alienígenas invadem a Terra e acabam prejudicando a Copa do Mundo. Para resolver a situação, o protagonista precisa recuperar cartões especiais de jogadores espalhados pelo mundo.

O jogo aposta em uma temática fortemente ligada ao futebol, com fases inspiradas em locais famosos do esporte. Mesmo não sendo um grande conhecedor de futebol, foi fácil perceber que existe uma forte homenagem ao universo da modalidade ao longo da aventura.

A coletânea inclui duas versões do jogo, permitindo conhecer diferentes adaptações lançadas na época. Isso torna o pacote ainda mais interessante para fãs de preservação histórica e para quem gosta de explorar clássicos dos videogames.

O grande diferencial de Soccer Kid está em sua mecânica principal. Ao contrário de jogos de plataforma tradicionais, a bola é praticamente uma extensão do personagem. Você precisa chutá-la constantemente para derrotar inimigos e superar obstáculos. O problema é que, se a bola for lançada para muito longe, você pode acabar ficando vulnerável e sem uma forma eficiente de se defender.

Essa mecânica cria situações únicas durante a jogatina. Em alguns momentos, é necessário pensar bem antes de chutar, calculando a trajetória da bola para não acabar em desvantagem. Isso adiciona uma camada estratégica que não é comum em jogos de plataforma da época.

Outro detalhe curioso são os chefes. Muitos deles representam outros esportes que competem pela atenção do público em relação ao futebol. É uma ideia bastante criativa e que ajuda a dar personalidade própria ao jogo.

Apesar de divertido, Soccer Kid não é exatamente um jogo fácil. As mecânicas exigem prática e um certo período de adaptação. Nas primeiras horas é normal cometer erros e perder vidas simplesmente por ainda não dominar o comportamento da bola. Felizmente, conforme você aprende as regras do jogo, a experiência se torna muito mais satisfatória.

No final das contas, Soccer Kid Collection é uma excelente oportunidade para conhecer um clássico diferente dos padrões tradicionais dos jogos de plataforma. Sua proposta criativa, mecânicas únicas e atmosfera retrô fazem dele uma experiência bastante divertida, especialmente para quem gosta de descobrir títulos menos conhecidos da história dos videogames.

Vale a Pena?

Sim. Soccer Kid Collection é uma coletânea curiosa, divertida e cheia de personalidade. Pode exigir um pouco de paciência para aprender suas mecânicas, mas recompensa o jogador com uma experiência única que mistura plataforma, futebol e muita criatividade. Se você gosta de jogos retrô e procura algo diferente dos clássicos mais famosos, vale a pena dar uma chance.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending