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Sonic Mania completou aniversário recentemente, e junto com isso surgiu uma bomba para os fãs: a primeira imagem oficial de um protótipo de Sonic Mania 2, o jogo que nunca verá a luz do dia. Pode parecer triste ou até curioso, mas é real. O título chegou a entrar em produção, mas foi cancelado antes de sair do papel por diversos motivos.

Alguns acreditam que houve conflitos durante o desenvolvimento, enquanto outros dizem que a SEGA preferiu apostar em outro projeto: Sonic Superstars, desenvolvido por veteranos da franquia clássica. O fato é que existe uma história interessante por trás de tudo isso – e é sobre ela que vamos falar.


A Primeira Imagem de Sonic Mania 2

A imagem que veio a público mostra uma fase inspirada na Austrália, com um Badnik em forma de canguru. Ela foi publicada por Christian Whitehead, desenvolvedor que liderou o projeto original de Sonic Mania e que tem uma longa trajetória na cena de fangames e hacks de Sonic.

O mais curioso é que essa arte não é pixelada como no primeiro jogo. Em vez disso, o visual é em 3D com jogabilidade em 2.5D, lembrando muito o que a Nintendo fez com New Super Mario Bros. até chegar em Super Mario Bros. Wonder. Isso indica que a ideia do jogo era trazer um Sonic clássico, mas com uma roupagem moderna.


O Sucesso de Sonic Mania

Para entender melhor: Sonic Mania surgiu após anos difíceis para o ouriço. Jogos como Sonic Lost World e Sonic Boom foram duramente criticados, e a SEGA precisava resgatar a confiança dos fãs.

Em 2017, Sonic Mania chegou como um verdadeiro revival, trazendo a jogabilidade clássica do Mega Drive com fases inéditas e remixes de estágios antigos. O sucesso foi imediato. O jogo vendeu bem, ganhou a expansão Sonic Mania Plus e até uma edição de colecionador icônica.

Então surge a pergunta: se deu tão certo, por que não tivemos uma sequência?


O Cancelamento de Sonic Mania 2

As informações indicam que houve um impasse. Parte da equipe queria experimentar algo 3D, enquanto a SEGA preferia manter o Sonic clássico apenas no 2D. Além disso, o modelo de negócios não favorecia muito os desenvolvedores, já que Sonic Mania era vendido por um preço bem acessível, gerando mais lucro para a SEGA do que para o time responsável.

O resultado foi o cancelamento do projeto. Mas o trabalho não foi totalmente perdido.


Do Protótipo ao Penny’s Big Breakaway

Muitas ideias de Sonic Mania 2 foram reaproveitadas em outro jogo: Penny’s Big Breakaway. Se você olhar a direção de arte, as cores e até o estilo dos personagens, vai perceber semelhanças diretas com a tal imagem do protótipo.

O jogo é totalmente original, mas carrega a alma do que poderia ter sido um Sonic clássico em 3D. Em vez do ouriço azul, temos uma protagonista que usa um ioiô cósmico para enfrentar inimigos e atravessar cenários coloridos cheios de vida.


O Que Veio Depois

No fim, a SEGA apostou em outro caminho com o lançamento de Sonic Superstars. Apesar de bonito, o jogo recebeu críticas mistas – muitos acharam divertido, mas não tão impactante quanto Sonic Mania foi em 2017.

Hoje, resta apenas imaginar o que teria acontecido se Sonic Mania 2 tivesse sido lançado. A imagem do protótipo serve como lembrança de um projeto que poderia ter mudado o rumo do Sonic clássico.


Sonic Mania 2 existiu, mas nunca será lançado. Parte de suas ideias sobrevive em Penny’s Big Breakaway, e outra parte acabou influenciando Sonic Superstars.

E aí, você gostaria que o jogo tivesse sido concluído? Acha que teria superado o original?
Deixe seu comentário e vamos conversar sobre essa história que mexeu com o coração dos fãs de Sonic.

Análise

Escape from rever After: o “Paper Mario moderno” que tá chamando atenção

Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

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Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

Visual que mistura 2D e 3D de forma inteligente

O primeiro destaque do jogo é o visual. Todo o cenário é construído em 3D, enquanto personagens e inimigos parecem recortes em 2D, criando aquele estilo clássico que lembra papel. Isso não só dá personalidade, como também faz tudo funcionar de forma muito fluida e charmosa.

Jogabilidade com estratégia e timing

Assim como os melhores RPGs do estilo, o jogo aposta em um sistema de batalha que vai além do básico. Você utiliza parceiros durante a jornada, interage com o cenário e ainda precisa dominar o timing dos comandos. Dá para se defender de ataques e executar golpes com mais eficiência apertando o botão no momento certo, o que deixa tudo mais dinâmico e envolvente.

Sistema de parceiros que muda a experiência

Um dos pontos mais interessantes é o sistema de parceiros. Eles não estão ali só para ajudar na luta, mas também participam da exploração e da resolução de desafios. Isso impacta diretamente na forma como você avança e deixa a experiência mais variada do começo ao fim.

Curto, mas marcante

Apesar de ser um RPG relativamente curto, Escape from Ever After compensa com uma experiência bem condensada e divertida. Ele pega a base consagrada de Paper Mario e adapta para algo mais moderno, com foco em ritmo e criatividade.

Vale a pena?

Se você curte RPGs com identidade forte, mecânicas criativas e aquele toque nostálgico, esse jogo é uma ótima surpresa. Ele mostra que ainda dá para reinventar fórmulas clássicas sem perder a essência.

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Games

Shinobi Art of Vengeance o crossover mais inesperado (e incrível) da SEGA

Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.

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Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.

Estamos falando de um ninja lendário enfrentando vilões icônicos de universos completamente diferentes, incluindo ninguém menos que o próprio Dr. Eggman.

Os vilões que invadiram Shinobi

Essa DLC não economiza no fan service. Você enfrenta três figuras clássicas:

  • Death Adder, o tirano brutal de Golden Axe, trazendo toda a vibe medieval inspirada em Conan. E sim, ele continua extremamente difícil.
  • Um personagem da franquia Yakuza Goro Majima, com aquele estilo caótico que quem conhece a saga reconhece na hora.
  • E claro, o destaque absoluto: Dr. Eggman, direto do universo de Sonic the Hedgehog.

Eggman na Green Hill em 2D

Aqui é onde a DLC realmente se destaca.

A batalha contra Eggman acontece numa Green Hill em estilo 2D, extremamente bem trabalhada e carregada de nostalgia. Mas o ponto principal é outro: é uma das raras vezes em que vemos o Robotnik enfrentando um humano de igual para igual.

E a luta evolui:

  • Começa no clássico: robôs, armadilhas e ataques mecânicos
  • Quando começa a perder, Eggman muda a estratégia
  • A Egg Mobile se transforma em um robô gigante com temática samurai

A batalha escala e leva o jogador para uma versão estilizada da Chemical Plant, aumentando ainda mais o impacto visual e mecânico do confronto.

Por que essa DLC funciona tão bem

  • Mistura universos diferentes da SEGA com coerência
  • Mantém a identidade de cada franquia
  • Apresenta chefes variados e memoráveis
  • Equilibra nostalgia com novidade

É o tipo de conteúdo que parece improvável, mas foi executado com muito cuidado.

Vale a pena?

Sim, vale muito.

Se você gosta de jogos clássicos da SEGA, crossovers criativos ou quer ver o Eggman em um contexto completamente diferente, essa DLC é uma recomendação fácil.

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