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Knuckles esteve fora do Sonic cd , mas com a dlc do Sonic Origins plus , ele voltou.

Historia da Amy e Tails no Sonic 2 – SONIC ORIGINS PLUS

Compre o jogo aqui – https://amzn.to/3CLPsNI

Espero que gostem!
Arte de Felipe Carneiro
edição gabrielbarge


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HISTORIA DE SONIC

Sonic Origins Plus apresenta os quatro amados títulos clássicos de Sonic Origins – Sonic the Hedgehog 1, 2, 3 e Sonic CD – com visuais remasterizados, personagens bônus, modos e desafios adicionados, conteúdo de bastidores e muito mais, adicionando melhorias significativas. Uma das novas atualizações mais empolgantes é a adição de 12 títulos Sonic Game Gear, reunindo um total de 16 títulos clássicos do Sonic em uma coleção atemporal. Agora, os jogadores podem experimentar jogos favoritos dos fãs, como Sonic the Hedgehog 2, Sonic Drift 2, Sonic Triple Trouble, Tails’ Adventure e muito mais, que serão emulados e jogáveis no museu.

Aqui estão os títulos dos 12 jogos do Sonic para Game Gear:

Sonic the Hedgehog (1991): O jogo original do Sonic para Game Gear, onde você assume o papel do ouriço azul em uma aventura para salvar os animais capturados pelo vilão Dr. Robotnik.

Sonic the Hedgehog 2 (1992): A sequência do primeiro jogo, com novos níveis, inimigos e a introdução do companheiro de Sonic, Tails, que pode voar.

Sonic Chaos (1993): Neste jogo, Sonic deve coletar as Esmeraldas do Caos e derrotar o Dr. Robotnik mais uma vez.

Sonic the Hedgehog: Triple Trouble (1994): Também conhecido como Sonic & Tails 2 no Japão, este jogo apresenta uma história em que Sonic e Tails competem contra o Dr. Robotnik e Knuckles em busca das Esmeraldas do Caos.

Sonic Drift (1994): Um jogo de corrida com personagens do universo do Sonic, onde você pode escolher entre Sonic, Tails, Knuckles e Dr. Robotnik para competir em diversas pistas.

Sonic Labyrinth (1995): Neste jogo, Sonic perde sua velocidade característica e precisa resolver quebra-cabeças e encontrar as Esmeraldas do Caos em um labirinto para recuperar sua velocidade.

Sonic Blast (1996): Com gráficos pré-renderizados em 3D, este jogo permite que você jogue como Sonic ou Knuckles em uma aventura para recuperar as Esmeraldas do Caos e derrotar o Dr. Robotnik.

Sonic Drift 2 (1995): A sequência do Sonic Drift original, com novas pistas e personagens jogáveis, incluindo Metal Sonic e Amy Rose.

Sonic the Hedgehog 2 (8-bit) (1992): Essa versão do Sonic 2 para o Game Gear é diferente da versão lançada para o Sega Genesis. Possui níveis exclusivos e uma jogabilidade adaptada para o Game Gear.

Sonic Spinball (1994): Uma versão do jogo lançado para consoles de mesa, onde Sonic se aventura em uma série de mesas de pinball para derrotar o Dr. Robotnik.

Sonic Drift Racing (1995): Outro jogo de corrida do Sonic, com novas pistas e personagens jogáveis, incluindo Fang the Sniper e Metal Knuckles.

Tails’ Skypatrol (1995): Neste jogo, você controla Tails em uma missão para resgatar seu amigo, a ave chamada Flicky, que foi capturada pelo Witchcart.

Esses jogos oferecem uma variedade de estilos de jogabilidade, desde plataformas clássicas até corridas e jogos de pinball. Eles são uma ótima maneira de aproveitar a ação do Sonic em uma experiência portátil.

Games

Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 é uma prova que de Tudo que é bom tem um custo

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

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Eu joguei Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 e já vou direto ao ponto: depende muito do seu perfil como jogador.

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

O problema começa quando olhamos para o preço.

Ele custa o mesmo que um novo Zelda. E aí a comparação pesa.

Se eu fosse montar uma escala de prioridade dentro do universo Nintendo, ficaria mais ou menos assim: primeiro um Mario Kart, depois um jogo principal do Mario em plataforma ou até mesmo Donkey Kong Bananza. Só depois eu colocaria um Mario Tennis como terceira opção de compra.

Isso não significa que o jogo é ruim. Muito pelo contrário.

O modo online funciona bem e é um dos grandes pontos positivos. As partidas são estáveis e competitivas, o que aumenta bastante a vida útil do game. Além disso, o sistema de gameplay vai além do simples tênis. Não é só escolher um personagem com atributos diferentes. Você também pode usar raquetes com poderes especiais que lançam fogo, gelo, aplicam efeitos no adversário ou até criam clones seus na quadra. Algumas habilidades são até apelonas, mas deixam tudo mais dinâmico e divertido.

Você pode jogar tanto no controle tradicional quanto usando sensor de movimento, o que ajuda a variar a experiência.

Já o modo história é o ponto mais fraco. Ele tem boas animações, mas é bem cru. Grande parte da experiência é baseada em diálogos com personagens parados e funciona quase como um grande tutorial estendido. Não é algo que vá te prender por muitas horas.

No fim das contas, não acho que seja um arrependimento de compra. É um jogo divertido, competente e funciona muito bem no que se propõe. Mas é aquele tipo de título que faz você parar e pensar: será que eu prefiro investir esse valor nele ou em um Zelda pelo mesmo preço?

Se você ama jogos esportivos arcade e quer algo competitivo para jogar online, pode valer a pena. Se você está buscando uma experiência mais robusta e épica para o seu Nintendo Switch 2, talvez seja melhor repensar a prioridade.

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Análise

My Hero Academia ao Justice depois do hype ainda é um bom jogo? Vale o seu dinheiro?

Se você está pensando em pegar My Hero Academia: One’s Justice depois que o hype já passou, a pergunta é simples: ele ainda vale a pena hoje?

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Se você está pensando em pegar My Hero Academia: One’s Justice depois que o hype já passou, a pergunta é simples: ele ainda vale a pena hoje?

Vou te falar exatamente o que eu achei.

Multiplayer é o grande destaque

Esse jogo funciona muito bem como multiplayer versus.
Ele segue aquele estilo clássico de lutinha 3D arena que lembra bastante os jogos de:

  • Naruto: Ultimate Ninja Storm

Ou seja, arenas abertas, movimentação livre, combos simples de aprender e especiais cinematográficos.

Se a sua ideia é chamar um amigo para jogar versus no sofá ou online, ele cumpre bem o papel. É divertido, rápido e direto ao ponto.

E o modo história?

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Aqui ele surpreende um pouco.

O modo história até tenta ser mais interessante, trazendo:

  • Uma exploração em pseudo mundo aberto
  • Pequenas missões paralelas
  • Lutas específicas dos arcos finais

Mas vamos ser sinceros.
A exploração não aprofunda muito a experiência. Normalmente você vai:

  • Encontrar um objeto
  • Entregar algo para outro personagem
  • Fazer uma luta

Nada que realmente transforme o jogo.

Ele funciona melhor quando é direto e foca nas batalhas principais dos arcos mais recentes de My Hero Academia.

Elenco gigante, mas limitado

O jogo tem um grupo enorme de personagens, o que é excelente para fãs.

Porém, a maioria deles brilha mesmo no:

  • Modo Arcade
  • Modo Versus

No modo história, o uso é mais limitado.

E aí entra um ponto importante.

Parece mais uma atualização do que um novo jogo

Se você já jogou My Hero One’s Justice 2, vai perceber algo.

Você está basicamente jogando a mesma base.

As mudanças são:

  • Melhorias pontuais
  • Ajustes de gameplay
  • Elenco expandido

Mas quase nada aqui parece uma grande revolução.

Ele dá aquela sensação de que poderia ser um upgrade ou expansão.

É um jogo de nicho, feito com orçamento de nicho.

Falta de localização pesa

Minha maior crítica é simples.

Ele não tem tradução para português.

Sendo um jogo publicado pela Bandai Namco Entertainment, que já trouxe jogos de Naruto até com dublagem, era totalmente possível ao menos colocar legendas em português.

Isso pesa, principalmente para quem não domina inglês.

Então vale o dinheiro?

Depende do seu perfil.

Vale a pena se:

  • Você é muito fã de My Hero
  • Quer um jogo divertido para jogar versus
  • Não liga para inovação

Talvez não valha se:

  • Você já jogou bastante o anterior
  • Espera algo revolucionário
  • Quer uma experiência single player profunda

@eurkplay

My hero academia all justice não tem legenda mas é bom jogo #rkplay #myheroacademia #alljustice

♬ som original – Rk play

Depois do hype, My Hero Academia: One’s Justice continua sendo um bom jogo de luta de anime, mas nada além disso.

Ele não é ruim.
Ele não é incrível.
Ele é exatamente o que promete ser.

Um jogo divertido para fãs e só.

Se estiver em promoção, vale muito mais a pena.

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