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Após zerar a história de Sonic Superstars, você desbloqueia o modo secreto, que apresenta uma trama oculta envolvendo Trip, uma lagarta do deserto com a capacidade de dar saltos duplos e se transformar em um dragão. Neste vídeo, vamos explorar a história de Trip e o final secreto do Sonic Superstars.

Quando termina a história principal e o Dr. Eggman encontra a ilha North Star, onde a maior parte do jogo se passa, Trip surge como um personagem fundamental. Ela tenta proteger sua ilha, mas acaba sendo capturada por Fang. Em um curta-metragem que faz parte da história do Sonic Superstars, vemos Fang, Dr. Eggman e Trip embarcando em uma expedição a um templo antigo repleto de armadilhas, mas Trip permanece ileso graças à sua armadura especial.

Neste curta, Dr. Eggman descobre um desenho que mostra o poder de um ser ancestral. Ao observar o desenho, ele nota criaturas que se assemelham a Trip, sugerindo que ela pode ser uma descendente direta de uma antiga tribo que guardava um dragão místico. Esse dragão, que Dr. Eggman tenta encontrar ao longo da história, foi selado há muito tempo e misteriosamente liberado no mundo. A teoria é que Trip é a única personagem remanescente dessa tribo.

A história sugere que Trip é semelhante a Knuckles, pois ambos são personagens únicos e não têm outros semelhantes na trama. Há indícios de uma tribo indígena na fase Speed Jungle, onde essa tribo poderia ter vivido. No entanto, o jogo não apresenta outros personagens semelhantes a Trip, reforçando a ideia de sua singularidade.

No enredo principal, Trip inicialmente parece ser uma assistente, mas, na verdade, ela estava sendo perseguida e capturada por Fang. Durante a campanha principal, ela faz amizade com Amy Rose, que a resgata de uma caverna, resultando em Trip recebendo um presente.

A história do Sonic Superstars com Trip como personagem central se desenrola da seguinte forma. Trip é uma lagarta do deserto que possui uma habilidade única, além de sua capacidade de se transformar em um dragão: o poder da Flor de Fogo do Super Mão, que permite que ela dispare bolinhas de fogo. Ela utiliza a Esmeralda Branca para ativar esse poder. O objetivo do modo história com Trip é bastante claro: refazer toda a história para que, no final, ela possa se vingar de um robô controlado por Feng, que é o principal vilão.

A história começa com Trip vivendo pacificamente na ilha, mas ela nota a chegada de uma aeronave do Dr. Eggman à ilha. Intrigada, ela decide investigar e, para sua surpresa, encontra-se percorrendo as mesmas áreas das fases originais do jogo, porém, com algumas novidades. Nesse ponto, Trip já possui as sete Esmeraldas do Caos e a capacidade de se super transformar. As fases são semelhantes às originais, mas com algumas variações.

Nesse modo história, o Dr. Eggman, agora controlando um robô chamado eg robô, torna-se um inimigo recorrente. A primeira fase, Bridge Island Zone, não é exatamente igual à versão original do jogo, e Trip é a única personagem jogável. Ela utiliza suas habilidades, como o pulo duplo e a escalada de paredes, que a fazem se assemelhar a uma mistura de Knuckles e Amy Rose. Isso acrescenta um nível de dificuldade ao jogo, tornando-o mais desafiador para aqueles que achavam o jogo fácil.

Ao longo do modo história com Trip, os jogadores enfrentam o eg robô, um chefe recorrente. Na primeira batalha contra ele, Trip deve correr e pular constantemente para evitar ser atingida. A luta se assemelha a um evento de Quick Time, culminando na salvação de um pinguim chamado Happy Feet.

O jogo inclui fases bônus nas quais o jogador pode coletar anéis, e essas fases podem ser desbloqueadas ao pegar frutas. Há também portais que levam a dimensões alternativas, concedendo mais anéis. As medalhas podem ser obtidas ao coletar anéis, sendo necessário coletar 100 anéis para receber uma medalha.

Concluindo, o modo história com Trip segue uma narrativa diferente da versão original, com uma jogabilidade mais desafiadora. A batalha final é contra o eg robô, controlado por Feng, dando a Trip a oportunidade de se vingar contra seu inimigo. Durante essa jornada, Trip demonstra suas habilidades únicas, como a transformação em dragão e o uso da Flor de Fogo do Super Mão.

Nesta fase, a tensão aumenta, pois os porcos inimigos começam a aparecer em grande número sobre os cipós. Quando a Trip atinge alta velocidade, usar o Super Trip para voar é uma ótima estratégia. No entanto, os desenvolvedores já previram que muitos jogadores tentariam burlar o jogo, então adicionaram limitações para evitar que a Trip complete a fase voando o tempo todo. À medida que você avança no jogo, as coisas ficam mais desafiadoras.

O chefe desta fase ainda é a mesma libélula, mas agora com mais pontos de vida, tornando a batalha mais intensa. É nesta luta que você percebe como esse modo de jogo funciona. Antes, os robôs precisavam de três hits para serem derrotados, mas agora precisam de seis, aumentando a dificuldade. Você passará mais tempo desviando dos ataques.

A segunda fase, conhecida como “Spin Jungle”, é uma das melhores do jogo. É uma fase rápida, onde você fica em cima de cipós. No entanto, a experiência de jogo com a Trip é mais desafiadora, já que ela não possui as habilidades de Knuckles. A fase também apresenta momentos de escuridão, onde você usa uma borboleta para iluminar o caminho, e é fácil morrer várias vezes.

A terceira fase, “Sky Temple Zone 1”, se destaca por ser mais escura e apresenta túneis que exigem que você avance rapidamente. A fase é repleta de nuvens elétricas, o que torna a jogabilidade ainda mais complicada. Trip não possui as habilidades de voar e escalar de Knuckles, o que a torna mais limitada. Além disso, há um jato de ar que impede que ela use seu pulo giratório, o que torna a fase mais desafiadora.

Na quarta fase, há um momento que lembra um jogo em que você controla uma bola que quebra pedras, embora você não se lembre do nome do jogo. A fase é marcada pela presença de nuvens elétricas, que tornam a jogabilidade mais complexa. Além disso, você precisa subir entre diferentes plataformas, aproveitando a profundidade 3D. A habilidade de Trip de se transformar em um dragão é útil, mas a jogabilidade fica um pouco estranha, já que ela não tem uma animação de alta velocidade e se transforma em uma esfera de luz.

No geral, a fase do cassino, que costuma ser colorida e fácil de coletar anéis e vidas nos jogos do Sonic, torna-se mais desafiadora neste jogo. Ela combina elementos de várias fases antigas do Sonic, como Casino Night, Carnival Night e outros, em um único ato. O desafio aumenta, uma vez que o jogo assume que você já possui as Esmeraldas do Caos. A fase inclui a Esmeralda do Tempo, que permite diminuir a velocidade, tornando a fuga do eg robô que a persegue mais gerenciável.

Meu amigo, essa aqui é uma fase para você ficar realmente revoltado. Tanto que uma parte mais legal é que quando você vai enfrentar o chefão aqui, o cara que é o palhaço, ele tem uma mecânica muito tosca. Ele tem que acertar alguns painéis com a cara dele para fazer ele ter defeito, e aí sim você vai conseguir acertar ele. Mas a minha dica para você é usar o poder do Avatar, que você vai sair preenchendo e ativando todos os botões do palhaço, e ele fica tipo vulnerável para você dar mais um dano nele. É muito prático, cara.

Aí vem o segundo Mini Game, é onde você fica pulando em painéis de pinball, pegando um monte de anéis, enquanto um laser vai atrás de você. Olha, isso aqui deve ser muito bom para jogar em multiplayer, né? Só que eu tô jogando sozinho, então não conta.

O segundo ato já é mais fantasmagórico. Os Badniks agora estão vestidos de palhaço, tem uma névoa verde em todo o cenário, fogo azul começa a aparecer, e o pior, parece que o parque agora é totalmente fantasma e dominado pelo Dr. Eggman. Tanto que aqui você começa a explodir toda a base dele. Aqui você encontra os computadores que, quando você ataca, destrói a base do Eggman que tá lá no fundo. Isso porque também tem que pegar a carona aqui no Uber, porque além de ser muito caro, ele é muito rápido. Eu duvido que você vai passar de boa em cima de uma fase dessas.

Até o Uber também quebra. Aí vem o Egg Robô que vai atacar com alguns painéis que fazem você ficar rodando, mas se você for um pouco mais inteligente, vai acabar usando o poder do Avatar, e também da bola de fogo, para poder acertar ele no alto. Sério, isso aqui é uma vantagem inacreditável.

Então, os chefes são muito mais fáceis, ainda mais quando você já conhece o esquema deles. Ou você pode virar super, que nem eu, e pular em direção ao Dr. Eggman Robô, porque o Egg Robô não vai ter chance contra você.

Base da água, maneira de ficar rodando no chão na cachoeira, no escorrega. Desculpa, essa aqui é a única fase que você consegue usar esse poderzinho da água direito. Sério, porque nas outras é só subir uma cachoeira, mas como quase você não tem cachoeira no jogo inteiro, você deixa tipo esse poder para lá.

Sabe o que eu nunca vou esquecer é que essa fase é a Aqua Lake do Master System remasterizada em 3D. E o pior é que tem uma água-viva como chefe. E olha, ele fica soltando tanto Badnik que ele mesmo destrói, jogando aqui uma eletricidade, uma corrente elétrica na água. Meu Deus, meu filho nunca aprendeu que não pode misturar eletricidade com água.

Aqui vem a famosa frase das frutas. Sério, a salada mista aqui é impressionante. Essa aqui é uma fase que só faz sentido com a Amy Rose, que ficava empurrando algumas coisas. Você já viu aqui no canal. Em vez de pegar fruta, a única coisa que sobrou pra Tripe é empurrar, realmente, uma jaula com um morango dentro. Só para poder tampar um buraco e não cair no chão. E olha, que é jogando com a Tripe nessa fase que a gente lembra que foi aqui que a Tripe percebeu que a turma do Sonic não é tão má assim.

O segundo ato piora tudo. É quase totalmente embaixo d’água. Bom, pelo menos você é induzido a ficar embaixo d’água. Só que assim, é um personagem que você vai ter que usar muito o poder de escala, e dá para pegar muita bolha de ar também. O legal é que tem aqui uns arcos que, se você fizer o combo certinho, tu consegue pegar pelo menos uns cinco anéis de uma vez só.

Ah, o problema é a quantidade de eletricidade e dutos que ficam puxando você. Mas a corrente elétrica é o pior desse caso. Às vezes, a Tripe vai acabar parando numa parede, num túnel, na verdade, trancado de um lado, se ela vai pro outro, a água vem. Só que a água vem numa pressão tão forte que acaba impressionando ela na parede.

E vem o chefe, Egg Robô, que fica subindo com a sua máquina, lançando aqui algumas furadeiras em direção à ela. Que são tipo um torpedo ou os mísseis. Isso, enquanto ele fica subindo com aquela plataforma bizarra que fica só perfurando o chão. O legal é que a Tripe tem o poder do pulo duplo, isso realmente vai ajudar muito nesse chefe. Mas ele não deixa de ser insuportável, porque ele fica com uma corrente elétrica em volta do corpo.

Voltamos à fase do deserto, aqui, que a maravilha acontece. Porque a gente sabe muito bem que passamos em cima daquela cobra, que é a cobra que apareceu na animação aqui, que deveria ter um templo perdido. E sim, aquela cobra que apareceu lá, tá aqui. Tanto que passamos muito tempo em cima dela, andando nela. Só que aqui o jogo começa a cobrar muito mais o uso do pulo duplo, porque você pode subir várias plataformas usando ele.

Sabe, é bom deixar claro para todo mundo que tá vendo agora, mesmo sendo as mesmas temáticas de fase, o jogo tá seguindo uma linha atenuadamente diferente. É uma outra narrativa, um outro aspecto com fases diferentes. Pelo menos os layouts são diferentes. É como se fosse o Modern Core do Sonic Mania, uma espécie de versão 2.0, mas sem a DLC. Porque eu também não duvido nada que a SEGA colocaria uma DLC nesse jogo.

Como o chefe ainda é exatamente igual, eu acho que ele é mais tranquilo. O problema é que ele fica jogando várias tábuas de pedra no chão. O cara com muito mais frequência. Ele ainda tem a mesma quantidade de vida que o Dr. Eggman original.

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Shinobi Art of Vengeance o crossover mais inesperado (e incrível) da SEGA

Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.

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Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.

Estamos falando de um ninja lendário enfrentando vilões icônicos de universos completamente diferentes, incluindo ninguém menos que o próprio Dr. Eggman.

Os vilões que invadiram Shinobi

Essa DLC não economiza no fan service. Você enfrenta três figuras clássicas:

  • Death Adder, o tirano brutal de Golden Axe, trazendo toda a vibe medieval inspirada em Conan. E sim, ele continua extremamente difícil.
  • Um personagem da franquia Yakuza Goro Majima, com aquele estilo caótico que quem conhece a saga reconhece na hora.
  • E claro, o destaque absoluto: Dr. Eggman, direto do universo de Sonic the Hedgehog.

Eggman na Green Hill em 2D

Aqui é onde a DLC realmente se destaca.

A batalha contra Eggman acontece numa Green Hill em estilo 2D, extremamente bem trabalhada e carregada de nostalgia. Mas o ponto principal é outro: é uma das raras vezes em que vemos o Robotnik enfrentando um humano de igual para igual.

E a luta evolui:

  • Começa no clássico: robôs, armadilhas e ataques mecânicos
  • Quando começa a perder, Eggman muda a estratégia
  • A Egg Mobile se transforma em um robô gigante com temática samurai

A batalha escala e leva o jogador para uma versão estilizada da Chemical Plant, aumentando ainda mais o impacto visual e mecânico do confronto.

Por que essa DLC funciona tão bem

  • Mistura universos diferentes da SEGA com coerência
  • Mantém a identidade de cada franquia
  • Apresenta chefes variados e memoráveis
  • Equilibra nostalgia com novidade

É o tipo de conteúdo que parece improvável, mas foi executado com muito cuidado.

Vale a pena?

Sim, vale muito.

Se você gosta de jogos clássicos da SEGA, crossovers criativos ou quer ver o Eggman em um contexto completamente diferente, essa DLC é uma recomendação fácil.

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Super Mario Wonder no Switch 2 + DLC: Vale a pena? Tudo sobre a expansão

Com uma DLC que está dividindo opiniões, e hoje eu vou te explicar exatamente se ela vale a pena.

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Aproveitando o hype de Super Mario Galaxy, a Nintendo fez uma atualização de nova geração a para o jogo Super mario wonder, dando alguns chefes novos e uma grande expanção do no modo multiplayer, que pode ser divertido no começo mas pouco se sustenta a longo prazo.

Com uma DLC que está dividindo opiniões, e hoje eu vou te explicar exatamente se ela vale a pena.

Baseado no conteúdo do vídeo , aqui vai um guia completo com tudo que essa expansão oferece.

O que muda nessa versão

A nova versão de Mario Wonder no Switch 2 chega com melhorias importantes. O jogo está mais otimizado, conta com dublagem e recebeu mais funcionalidades online voltadas para o multiplayer. Além disso, há uma expansão inédita que adiciona novos conteúdos, embora não seja tão extensa quanto muitos jogadores esperavam. Isso acaba sendo um dos pontos que mais dividem opiniões.


Nova história: Rosalina, Luma e o caos no Reino das Flores

A DLC apresenta uma nova abordagem na história, trazendo Rosalina e os Lumas para dentro da aventura. Durante a jornada, os Koopalings, agora chamados de cupinchas, roubam flores especiais que possuem habilidades mágicas, criando um grande caos no Reino das Flores.

O destaque desse conteúdo é o Parque Belabel, uma nova área diretamente afetada por esse conflito. A missão gira em torno de recuperar essas flores e restaurar o equilíbrio do local, enquanto você enfrenta versões modificadas dos inimigos clássicos.


Nova transformação e gameplay

Uma das maiores novidades da DLC é a transformação de planta, que traz uma vantagem enorme durante a gameplay. Com ela, é possível atacar inimigos de baixo para cima, alcançar áreas mais altas com facilidade e ainda controlar melhor os movimentos no ar.

Essa habilidade acaba deixando o jogo mais acessível em alguns momentos, principalmente durante batalhas contra chefes, o que pode ser positivo para jogadores casuais, mas também reduz um pouco o desafio em certas situações.


Rosalina e Luma: jogabilidade diferente

A presença de Rosalina funciona mais como uma variação estética, mas a Luma traz uma proposta bem diferente. Jogar com ela praticamente transforma a experiência em um modo mais fácil, já que ela ajuda automaticamente no combate e interage com o ambiente.

Esse estilo de gameplay é ideal para quem quer jogar de forma mais tranquila ou até mesmo para quem está começando, funcionando muito bem no multiplayer cooperativo.


Chefes e desafios da expansão

A expansão aposta bastante em batalhas contra chefes, cada um com mecânicas próprias inspiradas nos Koopalings. As lutas envolvem cenários diferentes, como fases com neve, cristais, fantasmas e até tempestades.

Apesar da criatividade, a dificuldade varia bastante. Algumas batalhas são bem simples por conta dos novos poderes, enquanto outras exigem mais atenção, principalmente nas fases finais.


Parque Belabel: o grande destaque

O Parque Belabel é, sem dúvida, o elemento mais interessante da DLC. Ele funciona como um hub com várias atividades, incluindo minigames e modos multiplayer que lembram uma mistura de party game com plataforma 2D.

As partidas podem ser competitivas ou cooperativas, com regras variadas e situações caóticas que mudam a cada rodada. Isso aumenta bastante a rejogabilidade, especialmente quando você está jogando com amigos.


Multiplayer e conteúdo extra

O foco dessa expansão está claramente no multiplayer. Existem diversos modos que incentivam tanto a cooperação quanto a competição, além de desafios extras que recompensam o jogador com novos emblemas e melhorias.

Esses elementos ajudam a prolongar a vida útil do jogo, mesmo que a campanha adicional seja relativamente curta.


Vale a pena

No fim das contas, essa DLC é uma experiência que depende muito do tipo de jogador. Para quem já possui o jogo original, pode parecer um conteúdo interessante, mas não essencial. Já para quem nunca jogou Mario Wonder, essa versão mais completa no Switch 2 pode ser uma ótima porta de entrada.

Mesmo com limitações, a expansão mostra que a Nintendo ainda sabe inovar quando o assunto é Mario 2D. Pode não ser revolucionária, mas continua sendo divertida e cheia de ideias criativas.

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