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Depois de muitos anos, finalmente a Sega está oficializando o Sonic Verso. O Sonic X Shadow Generations vai ter três skins e agora confirmou a skin do Sonic clássico direto do Sega Saturn, e é sobre isso que vou falar neste vídeo. Então já deixa um like, se inscreve, meu amigo, porque é uma excelente notícia para os jogadores de Sonic! Eu estou vendo a galera pirando aqui na internet e eles realmente têm razão para ficarem loucos com isso. A Sega oficializou o Sonic Verso no Sonic Shadow Generations. Para resumir bem, ela confirmou três skins: o Sonic do Sega Saturn tirado do Sonic Jam, o Sonic do Sonic Adventure DX e, claro, o Terios, que é o protótipo do Shadow.

Só que ela não usou aquela nomenclatura “Sonic Verso”. Eu que coloquei aqui em vários vídeos no YouTube brasileiro, né? Você conhece aquela famosa playlist “História do Sonic no Sonic Verso”, que eram mods feitos por toda aquela comunidade de fãs do Sonic que alteravam fases, personagens e NPCs. Eu adorava isso, porque nesses mods você tinha a possibilidade de jogar com várias skins e personagens que não fariam parte normalmente de um jogo do Sonic. E é inacreditável, cara, as possibilidades que isso dá.

A Sega, durante muitos anos, ignorou a existência dos fan games, tanto que o Sonic Mania surgiu por causa de modificações de fãs e também de trabalhos de fan games. Por isso, ela acabou contratando os caras para fazer esse jogo. Só que colocar um Sonic Verso dentro dos jogos principais… bom, ela demorou muito para fazer isso. No máximo, a gente viu com o Sonic Dash e, claro, o Sonic Forces Speed Battle.

Nesse novo jogo, que você já viu aí na capa e no título do vídeo, eu vou te falar: são três. O primeiro que foi revelado era o Terios, o protótipo do Shadow, e ele é muito insano porque remete a uma versão protótipo da história do Sonic Adventure 2. Ele é muito parecido com o Sonic no design, só que ele tem uma cicatriz e uma cor mais cinza, e é por isso que, na história do Sonic Adventure, a galera meio que se confunde com o Sonic, achando que ele era o Shadow. Bom, no final, a Sega fez o redesign, e que bom que trocou, porque esse design é bastante feio, mas ela resolveu resgatar ele aqui.

O mais recente que foi anunciado era o Sonic Retrô, que saiu direto do Sega Saturn. Aquela pseudo era 3D onde o Sonic não ganhou um jogo principal para chamar de seu, tipo o Sonic 3D Blast. Não é 3D de verdade, é pré-renderizado. O Sonic X-treme, que deveria ser o primeiro grande jogo 3D do Sonic, também foi jogado fora, e olha que ele tinha um modelo 3D horroroso. E depois veio o pré-escola do Sonic, que é o Sonic Jam. Esse jogo não é uma coisa que a galera fala que é maravilhosa; ele é quase um Sonic Origins lançado naquele momento, sabe? É uma coisa que a Sega nem lembra que existiu direito.

Ele era um jogo que tinha um hub 3D para fazer pequenas missões onde você saía pegando anéis, corria o mais rápido possível ou saía voando com o Tails. Mas só isso, não tinha nada demais. Lá você via algumas animações que eram trailers comerciais, um piloto de uma animação do Sonic que nunca foi lançada, e, claro, ainda tinha a coletânea de jogos do Mega Drive relançada pela milésima vez. Aqui começou o pesadelo: eles esqueceram de lançar o Sonic CD, para ver como esse jogo era raro nessa época esquisita.

Esse era o Sonic que, a princípio, você jogava ali. Ele é um protótipo de exploração 3D que a Sega depois foi trabalhar no Sonic Adventure, tanto que as animações e modelos que tinham esses presets que eram usados na modelagem e animação 3D foram reutilizados depois no Sonic Adventure.

E o Sonic 3D com o moderno vai ser quem, cara? Você vai ficar empolgado: é o Sonic do Sonic Adventure. Meu amigo, a galera reclama assim. Eu vi que uma galera reclamou até do Sonic Generations, mas pô, a galera tá reclamando do Sonic moderno com a skin do Sonic Adventure? Ela está muito mais próxima da skin que você via lá no Sonic Adventure DX, que era o relançamento para GameCube e também para PC. Só que assim, a galera está realmente reclamando disso porque queria algo muito mais próximo do modelo 3D que foi usado lá no Sonic Adventure no Dreamcast.

Cara, entenda que a Sega quis fazer essa revisão e, para ela, essa aqui é a versão definitiva. Porque todas as vezes que o Sonic Adventure foi relançado, ele sempre usava como base o modelo que a gente conhece do Sonic Adventure e do Sonic Adventure DX, que está muito mais próximo daquela arte da capa. É o visual mais definitivo dele, ele tem muito mais polígonos e muito mais detalhes. Enfim, é o que acabou sendo relançado e a Sega está colocando aqui agora.

A gente percebe que a Sega, de vez, abriu a cabeça para colocar o Sonic Verso. E sabe por que ela está fazendo isso? Porque ela viu ao longo de todos esses anos um movimento inacreditável de fãs que sempre pegavam os jogos do Sonic no primeiro momento e colocavam mods. Pô, o Sonic Superstar também ganhou skin, sabe? Do coelho que era o protótipo do Sonic Clássico com uma roupa do Shadow para o Sonic. E como a galera ficou bolada! A galera da internet conseguiu colocar até o Shadow jogável no lugar do Sonic, fazendo uma coisa que a Sega não faz.

Na minha suspeita, os mods que vão lançar para PC provavelmente vão ser compatíveis tanto da versão original quanto da nova. Porque, como se trata de um remaster, já aconteceu de muitos jogos que foram remasterizados quase que terem o mesmo suporte para os dois jogos. Então, não ficaria nem um pouco surpreso se, de uma forma bem rápida, a comunidade de mods do Sonic Generations original conseguisse adaptar todos os mods para a nova versão.

Agora, o que muda mesmo de verdade é a questão do Shadow. A gente não sabe como vai ser a programação dele, mas como ele está usando uma engine própria e se baseia em todas as mecânicas que foram acrescentadas no Sonic Frontiers, e ainda tem gente que fala que a expansão do Shadow no Sonic Generations é quase um jogo próprio. Talvez uma DLC própria que deveria ser lançada para o Sonic Frontiers. A gente possa imaginar que os mods seriam programados novamente para ele, porque ele não vai ter muitas coisas novas para poder aproveitar.

A imagem do Terios aqui já mostra que ele vai ter upgrade de skill, e isso vai ser bastante novo, porque a gente não sabe como isso vai funcionar no Sonic Generations. Mesmo tinha mais skill de Super Sonic, então imagina o que vai acontecer caso todas essas transformações apareçam aqui e precisem ganhar uma nova programação ou talvez novos mods. Bom, isso é uma coisa que a galera de hack vai ter que se preocupar, porque o Shadow não vai ser jogável nas fases principais. Você só vai conseguir jogar com ele na campanha própria, já que ele é um jogo quase que isolado.

A minha teoria, e eu fiquei comentando isso lá no meu Instagram nos Stories, é que esse jogo talvez era para ter sido um jogo solo do Shadow, mas como a Sega não teve tempo suficiente para trabalhar nele, ela resolveu fazer com que esse jogo fosse relançado com Sonic Generations para colocar como se fossem dois jogos em um e ainda cobrar o precinho básico de R$300, já que ela está cobrando bastante preço cheio em quase todos os jogos desde o lançamento do Sonic Frontiers, Superstars e até mesmo aquele. Bom, é só esperar para ver o que vai acontecer no futuro.

Por isso que eu indico que você, que vai jogar Sonic Generations e quer colocar mods, jogue apenas no PC. Agora, se você vai jogar em console, entenda que nada disso aqui funciona, porque é impossível hackear um jogo de console, quero dizer, de maneira oficial, se é que me entende.

Ah, meu amigo, eu fico muito insano percebendo tudo isso. É uma forma de normalizar e oficializar o Sonic Verso. Mas se você acha que isso é pouco, entenda que você pode modificar caso jogue no PC. E antes que você ache que isso é, sei lá, uma coisa inédita, vou te falar que a galera do PC está muito tempo à frente, porque, ó, há vários anos, acho que desde 2019, eu falo sobre o Sonic Verso aqui no meu canal. Nessa playlist, eu já falei de mais de 500 mods no Sonic Generations. Mesmo você já conseguia jogar com todas essas três skins que a Sega acabou anunciando só agora. Mas para a galera do console, é uma solução e uma forma oficial.

Mas, meu amigo, se você quiser saber como os fãs estavam muito tempo à frente da Sega, clica nesse card aqui. Tem uma playlist real de Sonic Verso com todas essas skins que a Sega anunciou e muito mais. Muito obrigado, valeu, fui, e até o próximo vídeo.

Análise

Vale a pena jogar My Hero Academia all justice agora no Switch 2?

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Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.

O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.

Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.

Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.

O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.

Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.

Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.

E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.

Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.

O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.

O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.

Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.

No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.

Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.

O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.

E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.

Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.

My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.

Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.

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Análise

Vale a pena comprar Elden Ring no Switch 2?

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

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Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.

Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.

Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.

Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.

O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.

É claro que não é perfeito.

Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.

Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.

E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.

Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.

A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.

Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.

E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.

Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.

Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.

Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.

Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.

Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.

Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.

E o principal problema é o cross-save.

Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.

Mas isso não acontece.

Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.

Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.

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