Star Fox 64 no Switch 2: o remake que transforma um clássico em uma nova experiência
A Nintendo finalmente encontrou uma forma interessante de revisitar seus grandes clássicos do Nintendo 64. O primeiro deles é Star Fox 64, que retorna no Nintendo Switch 2 completamente reimaginado, com gráficos modernos, novas cenas, dublagem e uma apresentação muito mais cinematográfica.
A Nintendo finalmente encontrou uma forma interessante de revisitar seus grandes clássicos do Nintendo 64. O primeiro deles é Star Fox 64, que retorna no Nintendo Switch 2 completamente reimaginado, com gráficos modernos, novas cenas, dublagem e uma apresentação muito mais cinematográfica.
Mesmo sendo essencialmente o mesmo jogo que os fãs conheceram no Nintendo 64, essa nova versão consegue transmitir uma sensação diferente. É como jogar Star Fox 64 novamente pela primeira vez.
Uma nova visão para a história de Star Fox
A história acontece no sistema Lylat, onde o cientista Andross acaba sendo responsável por uma enorme destruição em Corneria. Como consequência, ele é banido e exilado no planeta Venom.
Longe de ser derrotado, Andross transforma Venom em uma enorme base militar e começa a construir um exército capaz de iniciar uma guerra.
General Pepper então convoca a equipe Star Fox, formada originalmente por James McCloud, Peppy Hare e Pigma Dengar.
A situação muda completamente quando Pigma trai o grupo e entrega informações ao inimigo. James acaba sacrificando sua própria nave para salvar Peppy e atrasar as forças de Andross.
É uma abertura muito mais cinematográfica do que aquela apresentada no jogo original.
Anos depois, uma nova formação da Star Fox surge. Fox McCloud assume o papel de protagonista e líder, acompanhado por Peppy, Slippy Toad e Falco Lombardi.
Falco também recebe uma caracterização diferente. Ele está muito mais sério e frequentemente entra em conflito com Fox, aproximando-se mais da personalidade apresentada na versão japonesa do Nintendo 64.
O visual é completamente diferente
A maior transformação está obviamente nos gráficos.
O Star Fox 64 original utilizava modelos e texturas extremamente limitados pelas capacidades do Nintendo 64. Agora, cada planeta possui ambientes muito mais detalhados, iluminação moderna e uma atmosfera muito mais pesada.
Corneria, por exemplo, consegue transmitir uma sensação muito maior de escala e destruição.
O visual dos personagens também mudou bastante. A Nintendo optou por uma estética inspirada nos bonecos e materiais promocionais utilizados durante a época do Star Fox original.
Inicialmente pode causar estranhamento, principalmente para quem está acostumado com outras versões dos personagens, mas depois de algumas horas de jogo essa estética começa a funcionar.
Mais cenas e uma história muito mais cinematográfica
Uma das maiores melhorias não está necessariamente na jogabilidade, mas na apresentação.
O remake adiciona muito mais cenas de animação e diálogos entre as fases. Isso faz com que a campanha tenha uma estrutura muito mais próxima de um filme.
E existe outro detalhe importantíssimo: o jogo é totalmente dublado.
A dublagem ajuda muito na imersão e dá personalidade aos personagens. Algumas vozes são interpretadas por dubladores conhecidos, o que torna a experiência ainda mais interessante.
Para quem jogou Star Fox 64 dezenas de vezes, ouvir esses personagens conversando durante a campanha muda completamente o ritmo da aventura.
A essência de Star Fox 64 continua intacta
Apesar de todas as mudanças visuais e narrativas, a base continua sendo a mesma.
Você controla a Arwing através de fases em alta velocidade, destruindo inimigos, desviando de ataques e tentando evitar acertar seus próprios aliados.
O fogo amigo continua sendo uma parte importante da experiência.
Além disso, algumas fases possuem objetivos específicos que determinam quais caminhos você poderá seguir.
Na primeira fase, Corneria, por exemplo, salvar Falco permite acessar uma rota alternativa. Depois disso, ele indica uma sequência de arcos que leva a uma área escondida e desbloqueia uma batalha contra um chefe secreto.
Essas pequenas condições tornam a campanha muito mais interessante.
Você não está simplesmente seguindo uma linha reta até o final.
As rotas alternativas fazem você jogar novamente
Um dos grandes diferenciais de Star Fox 64 sempre foi a possibilidade de seguir diferentes caminhos.
O remake mantém essa característica.
Dependendo das suas ações durante determinadas fases, novas áreas, diálogos e batalhas podem aparecer.
Isso faz com que o jogo tenha um forte incentivo à rejogabilidade.
Você pode terminar a campanha e voltar imediatamente para tentar descobrir uma rota diferente.
E isso é particularmente interessante porque existem finais diferentes.
Corneria mostra o potencial do remake
Corneria é uma excelente demonstração do que essa nova versão pretende fazer.
A fase começa com um ambiente relativamente tranquilo, mas rapidamente transforma o cenário em uma zona de guerra.
A iluminação, os efeitos de destruição e a quantidade de detalhes fazem uma diferença absurda em comparação com o Nintendo 64.
Ao salvar Falco, também é possível desbloquear uma rota alternativa que leva a uma batalha contra um cargueiro.
Esse chefe é uma reconstrução de um inimigo que apareceu no primeiro Star Fox do Super Nintendo, funcionando como uma espécie de homenagem à história da franquia.
Meteo e o portal secreto
Meteo é uma das fases mais tensas para quem está começando.
Asteroides e meteoros aparecem constantemente no caminho, enquanto inimigos surgem em meio aos obstáculos.
Aqui também existe uma mecânica interessante envolvendo ondas de energia.
Ao atravessar corretamente essas ondas, a Arwing ganha velocidade e pode acessar um buraco de minhoca.
Esse portal funciona praticamente como uma fase bônus.
Dentro dele, diversos objetos aparecem para serem destruídos, liberando anéis, itens de recuperação e melhorias para o tiro.
É um dos momentos mais curiosos da campanha.
Catina e o combate em arena
Catina muda completamente o ritmo.
Em vez de seguir por um cenário linear, você participa de uma grande batalha aérea contra enormes quantidades de inimigos.
Um disco voador aparece e começa a liberar novas aeronaves, obrigando o jogador a destruir suas entradas enquanto tenta sobreviver ao caos.
É uma das partes mais cansativas da campanha, principalmente quando o número de inimigos começa a atrapalhar o ritmo.
Ainda assim, é uma boa demonstração de como Star Fox consegue alternar entre diferentes formatos de combate.
Setor X e os enormes chefes
Setor X apresenta uma instalação mecânica construída pelas forças de Andross.
O cenário possui diferentes caminhos, máquinas, minas e mecanismos de defesa.
No final aparece Spyborg, um enorme robô equipado com braços gigantes.
É aquele tipo de chefe clássico dos videogames: uma máquina enorme que parece ter sido criada especificamente para bater no jogador.
A batalha funciona bem e mantém a tradição dos grandes confrontos da série.
Macbeth quebra completamente o ritmo
Macbeth é uma das fases mais diferentes.
Em determinado momento, Fox deixa de utilizar a Arwing e passa a controlar um tanque.
A mudança é interessante, mas também deixa a movimentação muito mais pesada.
O jogador precisa lidar com obstáculos, pedras e um trem em alta velocidade.
Além disso, existem torres que precisam ser destruídas para alterar o caminho do trem.
Se você conseguir destruir todas elas antes que o trem faça a curva, poderá impedir uma situação ainda pior.
Caso contrário, a fase se transforma em uma batalha mais complicada.
É uma daquelas fases que divide opiniões, justamente porque quebra completamente o ritmo tradicional de Star Fox.
A chegada do Star Wolf
Em determinado momento da campanha, a equipe rival finalmente aparece.
O Star Wolf funciona como uma contraparte da Star Fox.
Wolf O’Donnell é o líder e possui uma relação antiga com James McCloud.
Leon é um dos membros mais agressivos e provocadores do grupo.
Andrew é sobrinho de Andross e participa da equipe como parte de seus interesses.
E Pigma, o antigo membro da Star Fox que traiu seus companheiros, também está presente.
O interessante é que os rivais possuem provocações direcionadas aos membros específicos da Star Fox.
Isso ajuda a criar uma rivalidade muito mais pessoal durante os confrontos.
Venom e o confronto final
Depois de atravessar diferentes planetas e rotas, Fox finalmente retorna para Venom.
O planeta possui uma importância enorme para a história porque foi justamente onde seu pai morreu.
Fox carrega esse peso emocional durante toda a campanha.
A fase final também permite que o jogador siga diferentes caminhos dependendo das instruções dos companheiros.
Falco pode indicar uma rota mais difícil, enquanto Slippy pode indicar um caminho mais seguro.
Essas escolhas aparentemente simples podem mudar a experiência durante a fase.
Andross está muito diferente
O confronto final apresenta uma versão muito mais assustadora de Andross.
Ele abandonou praticamente toda a sua forma original para se transformar em uma máquina.
Sua própria cabeça se tornou uma arma.
A batalha envolve destruir suas mãos, desviar de seus ataques e atacar seus olhos.
Apesar da aparência intimidadora, o combate não é particularmente difícil depois que você entende seus padrões.
A batalha também reforça uma das principais ideias da história: Andross abandonou sua própria humanidade em busca de poder.
O verdadeiro final é o grande destaque
Depois da primeira batalha contra Andross, existe uma conclusão que pode parecer definitiva.
Fox retorna para sua equipe e tudo parece ter terminado.
Mas existe algo estranho.
A sensação de que Andross simplesmente desapareceu sem deixar consequências cria uma dúvida.
Ao seguir determinadas rotas e completar desafios mais difíceis, é possível alcançar um final diferente.
E é nesse momento que o jogo entrega uma das cenas mais emocionantes de toda a campanha.
Fox acaba ouvindo seu pai, James McCloud.
A cena é curta, mas possui um peso enorme.
James incentiva Fox a continuar e demonstra que seu filho finalmente se tornou forte.
Depois disso, ele desaparece.
A Nintendo deixa aberta a interpretação sobre o que realmente aconteceu.
Pode ter sido uma manifestação espiritual, uma memória ou até mesmo uma alucinação causada pela situação extrema.
Independentemente da interpretação, funciona muito bem como encerramento emocional.
O multiplayer é bom, mas poderia ser melhor
O remake também possui um modo multiplayer baseado em equipes.
Os jogadores podem participar de batalhas entre grupos, completar objetivos e coletar recursos para suas bases.
O modo funciona bem online e permite partidas com vários jogadores.
Também existe uma integração interessante com o GameShare, permitindo que pessoas sem o jogo participem em determinadas situações.
Porém, existe uma ausência bastante curiosa.
O remake não possui o clássico multiplayer em tela dividida do Nintendo 64.
Isso é uma oportunidade perdida.
Se a Nintendo estava recriando Star Fox 64, seria muito interessante trazer também aquele modo clássico, talvez expandido para oito ou até dezesseis jogadores.
Um grande modo de batalha com várias Arwings seria perfeito para esse remake.
Um remake que respeita o original
Star Fox 64 no Switch 2 não tenta reinventar completamente a franquia.
Ele faz algo mais interessante: pega uma experiência clássica e apresenta o jogo para uma nova geração.
A estrutura continua familiar.
As fases continuam reconhecíveis.
As rotas continuam presentes.
Os chefes continuam seguindo a mesma filosofia.
Mas a apresentação mudou completamente.
Os gráficos são muito mais detalhados, a história ganhou novas cenas, os personagens possuem mais personalidade e a dublagem aumenta consideravelmente a imersão.
Para quem nunca jogou Star Fox 64, essa é provavelmente uma das melhores formas de conhecer a aventura.
Para quem já jogou o original, a situação é diferente.
Você não precisa necessariamente desse remake, principalmente porque Star Fox 64 já pode ser jogado no Nintendo Switch Online.
Mas se você gosta da franquia e quer experimentar uma versão muito mais cinematográfica, esse remake entrega uma experiência bastante interessante.
O futuro dos remakes do Nintendo 64
Talvez a maior pergunta deixada pelo jogo seja o que a Nintendo pretende fazer depois.
Se Star Fox 64 realmente for o início de uma nova estratégia para recriar grandes clássicos do Nintendo 64, outros jogos podem seguir o mesmo caminho.
Ocarina of Time seria um candidato óbvio.
E, quem sabe, até Super Mario 64.
A Nintendo possui uma biblioteca gigantesca de jogos que poderiam receber esse tratamento.
Por enquanto, só podemos esperar.
Mas se esse for realmente o começo de uma nova linha de remakes, Star Fox 64 pode ter sido apenas o primeiro passo.
Vale a pena?
Star Fox 64 no Switch 2 é uma experiência extremamente interessante para quem gosta do clássico.
O jogo mantém a essência do original, mas adiciona gráficos modernos, novas cenas, dublagem, maior imersão e uma apresentação muito mais cinematográfica.
Algumas decisões podem dividir opiniões, principalmente o novo visual dos personagens e a ausência do multiplayer clássico em tela dividida.
Mesmo assim, é difícil negar o impacto de ver Star Fox 64 completamente reconstruído para uma nova geração.
É o mesmo jogo que muitos jogadores conhecem, mas apresentado de uma maneira que consegue fazer a aventura parecer nova novamente.
E talvez esse seja justamente o maior mérito desse remake.
REVIEW | R-Type Dimensions 3 chega para resgatar um dos maiores clássicos dos jogos de navinha
No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.
Os jogos de nave podem não dominar mais o mercado como antigamente, mas houve uma época em que esse gênero era um dos mais populares dos videogames. Pensando justamente em resgatar essa nostalgia, R-Type Dimensions chega como uma versão remasterizada de um dos maiores clássicos da franquia.
O grande destaque do jogo é a possibilidade de alternar, a qualquer momento, entre os gráficos originais e uma versão totalmente refeita em 3D. Basta apertar um botão para comparar como era o visual clássico e como ele ficou com a nova apresentação, trazendo um efeito bem interessante para quem gosta de revisitar títulos antigos.
Mesmo sendo um remaster, R-Type Dimensions mantém toda a essência da série. O jogador controla uma nave que avança automaticamente pelos cenários enquanto enfrenta ondas de inimigos, coleta novos poderes e precisa desviar de uma enorme quantidade de projéteis e obstáculos.
A franquia R-Type é considerada uma das mais importantes da história dos shoot ’em ups, ajudando a popularizar o gênero durante décadas. Para quem já conhece esse estilo de jogo, a experiência continua extremamente competente e divertida.
Outro ponto positivo é a presença do modo multiplayer, um recurso cada vez mais raro em lançamentos atuais e que torna a experiência ainda mais interessante para quem deseja jogar com um amigo.
As fases continuam sendo um dos grandes atrativos. Em determinados momentos, o cenário inteiro trabalha contra o jogador. Há trechos em que gotas de ácido caem do teto, abrindo lentamente passagens que antes estavam bloqueadas, enquanto outras fases exigem atenção constante ao ambiente, já que o perigo não vem apenas dos inimigos, mas também dos próprios elementos do cenário.
Apesar de manter um nível de desafio elevado, R-Type Dimensions não chega a ser frustrante. Como um lançamento moderno, o jogo conta com continues e sistemas de salvamento, tornando a experiência muito mais acessível do que nos arcades da época.
No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.
REVIEW | Digimon Story Time Stranger chega ao Nintendo Switch 1 e 2 e faz melhor que outro jogo “mon” da plataforma
Com tradução em português, ótima história, muitas possibilidades de evolução e excelente adaptação tanto para Nintendo Switch quanto para Nintendo Switch 2, o jogo chega como uma excelente opção para quem procura um RPG de qualidade para investir dezenas de horas.
Se você estava esperando um novo RPG de Digimon, pode comemorar. Digimon Story Time Stranger já está disponível para Nintendo Switch 1 e Nintendo Switch 2 e entrega uma experiência gigantesca, repleta de exploração, batalhas estratégicas e uma história cheia de reviravoltas envolvendo viagens no tempo.
Um dos grandes destaques é que o jogo já chega com tradução completa para português, tornando a aventura muito mais acessível para quem quer aproveitar cada detalhe da narrativa.
Um RPG com elementos de ação
Apesar de continuar sendo um RPG por turnos, Time Stranger adiciona pequenas doses de ação durante a exploração. Enquanto percorre os cenários, é possível ordenar que seus Digimons ataquem inimigos encontrados pelo mapa antes mesmo do início das batalhas, deixando a exploração mais dinâmica.
Os cenários são enormes, extremamente detalhados e contam com uma direção artística impressionante, acompanhada por animações muito bem produzidas.
Esqueça capturar Digimons
Diferente de vários jogos do gênero, aqui você não captura criaturas diretamente.
O sistema funciona através da análise de dados. Conforme enfrenta Digimons nas batalhas, você coleta informações sobre eles. Quando a análise atinge o nível necessário, é possível converter esses dados em um novo Digimon para sua equipe.
Essa mecânica faz bastante sentido dentro do universo digital da série e acaba tornando a progressão muito viciante.
O sistema de evolução continua excelente
Outro destaque é o tradicional sistema de evolução da franquia.
Além de evoluir seus Digimons para formas mais poderosas, também é possível regredir a evolução para fortalecer permanentemente seus atributos.
Na prática, um Digimon pode voltar para sua forma inicial, mantendo um potencial muito maior. Conforme você repete esse processo, desbloqueia novas linhas evolutivas e aumenta bastante os atributos, permitindo alcançar formas como Campeão, Ultimate e Mega com estatísticas cada vez melhores.
É um sistema profundo que recompensa quem gosta de montar equipes fortes e experimentar diferentes árvores evolutivas.
História cheia de escolhas e viagens no tempo
Como o próprio nome sugere, Time Stranger gira em torno de uma trama envolvendo viagens no tempo.
O jogador acompanha um protagonista adolescente em uma aventura que mistura mistérios, diferentes períodos temporais e diversas decisões durante os diálogos.
Essas escolhas podem alterar acontecimentos ao longo dos capítulos e dão ao jogo uma estrutura que lembra bastante séries como Persona, principalmente pelo foco nas conversas, relacionamentos e desenvolvimento dos personagens.
Desempenho impressionante no Switch 2 e um verdadeiro milagre no Switch 1
Visualmente, o jogo impressiona bastante.
No Nintendo Switch 2, a qualidade gráfica praticamente não fica devendo em relação às versões de PlayStation 5 e Xbox, entregando uma experiência muito próxima dos consoles mais potentes.
Já no Nintendo Switch 1, o trabalho de otimização merece elogios. Naturalmente existem reduções na qualidade das texturas e alguns ajustes gráficos, mas o resultado final continua muito bonito.
Na prática, lembra bastante um RPG de alta qualidade da era PlayStation 3, mantendo ótima apresentação e excelente direção de arte mesmo no hardware original do Switch.
Vale a pena?
Se você gosta de RPGs longos, sistemas profundos de evolução e é fã de Digimon, Digimon Story Time Stranger é facilmente um dos lançamentos mais interessantes da franquia nos últimos anos.
Com tradução em português, ótima história, muitas possibilidades de evolução e excelente adaptação tanto para Nintendo Switch quanto para Nintendo Switch 2, o jogo chega como uma excelente opção para quem procura um RPG de qualidade para investir dezenas de horas.
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