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Digimon com toda a sua gloria ja passou por altos e baixos nos jogos e aqui venho falar sobre todos os seus jogos

Sucesso e Fracasso do DIGIMON nos jogos | Evolução Digimon

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro
Edição @gabrielbarge

Musica @silvagunner @teelopes

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0:00 Evolução Digimon
0:27 O que é Digimon ?
1:51 Digimon Adventure RPG
2:51 Digimon World
3:56 Digimon World 2
4:51 Digimon World 3
6:59 Digimon Rumble Arena
8:19 Digimon Battle Spirit
9:00 Digimon Battle Spirit 2
9:16 Digimon Rumble arena 2
10:10 Digimon All star Rumble
11:32 Digimon Racing
12:34 Digimon World 4
14:13 Digimon World Data Squad
14:54 Digimon World ds
15:41 Jogos de Digimon no Nintendo DS só para japão
16:13 Digimon Story CyberSluth
17:22 Digimon ReDigitize Decode
18:06 Digimon Survive
18:51 Digimon World NEXT ORDER

Digimon é uma franquia de jogos eletrônicos que se originou a partir do anime homônimo, que se tornou popular em meados dos anos 1990. Ao longo das décadas seguintes, a série gerou vários jogos que foram lançados em diversas plataformas de videogame. Abaixo, descrevo brevemente cada uma das principais séries de jogos de Digimon.

Digimon World: O primeiro jogo de Digimon, lançado em 1999 para o PlayStation. O jogo é um RPG que coloca o jogador no controle de um personagem que precisa cuidar de um Digimon, treiná-lo e fazê-lo evoluir. O jogo tem uma mecânica de mundo aberto e é famoso por seu sistema de gerenciamento de fome, sono e excrementos dos Digimon.

Digimon Card Battle: Um jogo de cartas lançado para o PlayStation em 2000. O jogo é baseado no jogo de cartas físico de mesmo nome, e o jogador precisa batalhar contra outros personagens usando cartas que representam diferentes Digimons e habilidades.

Digimon World 2: Uma sequência do primeiro jogo, lançada em 2000 para o PlayStation. O jogo é um RPG mais tradicional, com uma história e personagens mais definidos. O jogador controla um grupo de jovens treinadores de Digimon que precisam explorar masmorras, derrotar outros treinadores e capturar novos Digimons.

Digimon World 3: Lançado em 2002 para o PlayStation, é um RPG mais complexo que mistura elementos de jogos de cartas e MMOs. O jogador controla um personagem que precisa progredir em uma história épica, enquanto monta uma equipe de Digimons, treina-os e evolui-os.

Digimon Rumble Arena: Um jogo de luta lançado em 2001 para o PlayStation. O jogo permite que até quatro jogadores lutem entre si usando diferentes Digimons com habilidades únicas.

Digimon World 4: Lançado em 2005 para PlayStation 2, Xbox e Nintendo GameCube. É um jogo de ação e aventura com elementos de RPG. O jogador controla um grupo de treinadores que exploram um mundo digital e lutam contra diferentes inimigos usando seus Digimons.

Digimon World DS: Lançado em 2006 para Nintendo DS. É um RPG que coloca o jogador no controle de um jovem treinador que precisa explorar um mundo digital, capturar Digimons e batalhar contra outros treinadores.

Digimon World Dawn/Dusk: Lançados em 2007 para Nintendo DS. São dois jogos com histórias diferentes, mas com mecânicas similares. O jogador controla um grupo de treinadores que precisam explorar um mundo digital, capturar Digimons e lutar contra outros treinadores.

Digimon Story: Cyber Sleuth: Lançado em 2015 para PlayStation Vita e PlayStation 4. É um RPG com uma história complexa e personagens bem desenvolvidos. O jogador controla um jovem que se torna um detetive digital e precisa investigar casos envolvendo Digimons.

Digimon Links: Um jogo de estratégia lançado em 2016 para dispositivos móveis. O jogador precisa montar uma equipe de Digimons e usá-los em

Análise

Fire Emblem: Fortune’s Wave – Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

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Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

O jogo é simplesmente lindo. Os gráficos em estilo anime são impressionantes, as animações são muito bem produzidas e existe uma grande preocupação em desenvolver a relação entre os personagens enquanto a história avança.

E é justamente aí que aparece um problema enorme para o público brasileiro: o jogo não possui localização para português.

Quando penso em recomendar esse jogo para a galera que acompanha o RK Play, essa é uma das primeiras coisas que passam pela minha cabeça. Estamos falando de um jogo focado em história, personagens, diálogos e construção de um universo medieval. Ou seja, entender o que está acontecendo não é apenas um detalhe.

Você pode até saber inglês e conseguir jogar tranquilamente. Mas muita gente no Brasil não domina o idioma. E isso não significa falta de interesse em videogames. Muitas pessoas simplesmente nunca tiveram a oportunidade de aprender inglês de forma suficiente para acompanhar um jogo com centenas de diálogos.

E existe outro ponto importante: você pode saber inglês, mas seus amigos, familiares ou outras pessoas que poderiam conhecer esse jogo talvez não saibam.

Isso acaba criando uma barreira enorme.

Eu já falei aqui no perfil sobre esse jogo e, sinceramente, é um título que eu facilmente consigo recomendar para muita gente. Ele tem uma proposta muito interessante, visual impressionante, combate estratégico, exploração e muitas horas de conteúdo.

Só que, para quem não entende inglês, a experiência pode ficar bastante prejudicada.

E o pior é que você não está apenas deixando de entender algumas frases. Você pode acabar perdendo justamente uma das partes mais importantes da experiência: a história e a relação entre os personagens.

Eu sei que qualquer pessoa pode começar a aprender inglês a qualquer momento. Também sei que existem escolas bilíngues e pessoas que têm contato com o idioma desde cedo.

Mas estamos falando do Brasil.

Uma localização em português não seria apenas uma comodidade. Para muita gente, ela seria a diferença entre conseguir aproveitar completamente o jogo ou simplesmente deixar passar.

Por isso fica a pergunta: uma tradução para português poderia fazer esse jogo alcançar muito mais jogadores no Brasil?

Na minha opinião, quando um jogo depende tanto de narrativa e diálogo, a localização faz uma diferença enorme na possibilidade de ele conquistar um novo público.

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Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

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E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

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