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🔥 #anime #digimon #rkplay 0:00 Evolução Digimon 0:27 O que é Digimon ? 1:51 Digimon Adventure RPG 2:51 Digimon World 3:56 Digimon World 2 4:51 Digimon World 3 6:59 Digimon Rumble Arena 8:19 Digimon Battle Spirit 9:00 Digimon Battle Spirit 2 9:16 Digimon Rumble arena 2 10:10 Digimon All star Rumble 11:32 Digimon Racing 12:34 Digimon World 4 14:13 Digimon World Data Squad 14:54 Digimon World ds 15:41 Jogos de Digimon no Nintendo DS só para japão 16:13 Digimon Story CyberSluth 17:22 Digimon ReDigitize Decode 18:06 Digimon Survive 18:51 Digimon World NEXT ORDER
Digimon é uma franquia de jogos eletrônicos que se originou a partir do anime homônimo, que se tornou popular em meados dos anos 1990. Ao longo das décadas seguintes, a série gerou vários jogos que foram lançados em diversas plataformas de videogame. Abaixo, descrevo brevemente cada uma das principais séries de jogos de Digimon.
Digimon World: O primeiro jogo de Digimon, lançado em 1999 para o PlayStation. O jogo é um RPG que coloca o jogador no controle de um personagem que precisa cuidar de um Digimon, treiná-lo e fazê-lo evoluir. O jogo tem uma mecânica de mundo aberto e é famoso por seu sistema de gerenciamento de fome, sono e excrementos dos Digimon.
Digimon Card Battle: Um jogo de cartas lançado para o PlayStation em 2000. O jogo é baseado no jogo de cartas físico de mesmo nome, e o jogador precisa batalhar contra outros personagens usando cartas que representam diferentes Digimons e habilidades.
Digimon World 2: Uma sequência do primeiro jogo, lançada em 2000 para o PlayStation. O jogo é um RPG mais tradicional, com uma história e personagens mais definidos. O jogador controla um grupo de jovens treinadores de Digimon que precisam explorar masmorras, derrotar outros treinadores e capturar novos Digimons.
Digimon World 3: Lançado em 2002 para o PlayStation, é um RPG mais complexo que mistura elementos de jogos de cartas e MMOs. O jogador controla um personagem que precisa progredir em uma história épica, enquanto monta uma equipe de Digimons, treina-os e evolui-os.
Digimon Rumble Arena: Um jogo de luta lançado em 2001 para o PlayStation. O jogo permite que até quatro jogadores lutem entre si usando diferentes Digimons com habilidades únicas.
Digimon World 4: Lançado em 2005 para PlayStation 2, Xbox e Nintendo GameCube. É um jogo de ação e aventura com elementos de RPG. O jogador controla um grupo de treinadores que exploram um mundo digital e lutam contra diferentes inimigos usando seus Digimons.
Digimon World DS: Lançado em 2006 para Nintendo DS. É um RPG que coloca o jogador no controle de um jovem treinador que precisa explorar um mundo digital, capturar Digimons e batalhar contra outros treinadores.
Digimon World Dawn/Dusk: Lançados em 2007 para Nintendo DS. São dois jogos com histórias diferentes, mas com mecânicas similares. O jogador controla um grupo de treinadores que precisam explorar um mundo digital, capturar Digimons e lutar contra outros treinadores.
Digimon Story: Cyber Sleuth: Lançado em 2015 para PlayStation Vita e PlayStation 4. É um RPG com uma história complexa e personagens bem desenvolvidos. O jogador controla um jovem que se torna um detetive digital e precisa investigar casos envolvendo Digimons.
Digimon Links: Um jogo de estratégia lançado em 2016 para dispositivos móveis. O jogador precisa montar uma equipe de Digimons e usá-los em
Metroid Prime 4 é Bom Mesmo? Análise Completa do melhor jogo do Nintendo Switch 2
Metroid Prime 4 divide opiniões com seu mundo semiaberto, foco em exploração e mudanças na jogabilidade. Veja a análise completa com pontos positivos, negativos e final explicado.
Metroid Prime 4 chegou cercado de expectativa. Depois de anos em desenvolvimento, reinícios e silêncio absoluto da Nintendo, o jogo finalmente foi lançado prometendo renovar a franquia. Mas será que conseguiu?
Neste artigo, vou analisar tudo o que Metroid Prime 4 faz de certo, onde ele erra e se realmente vale a pena jogar.
Metroid Prime 4 tenta reinventar a franquia
O jogo aposta forte em uma estrutura que mistura exploração, narrativa e mundo semiaberto, algo que não fazia parte da essência da franquia original.
Apesar disso, ele ainda carrega o DNA clássico do Metroid:
exploração metódica
backtracking
progressão por habilidades
foco em ambientação
O problema é que essa nova abordagem nem sempre funciona.
Metroid Prime 4 não é um mundo aberto de verdade
Mesmo parecendo um mundo aberto, o jogo é altamente limitado.
Você explora grandes áreas conectadas, mas:
só avança quando desbloqueia habilidades específicas
precisa seguir uma ordem pré-definida
muitas áreas parecem abertas, mas são bloqueadas artificialmente
Isso faz com que o jogo finja liberdade, mas mantenha tudo sob controle.
Combate funciona, mas não é o foco
O combate é sólido e bem construído, principalmente nos chefes. Porém, o foco do jogo não é ação intensa, e sim exploração e observação.
Se você espera algo próximo de um FPS rápido, vai se frustrar.
Metroid Prime 4 é mais sobre entender o ambiente do que reagir rapidamente.
Samus muda, mas continua distante
Após a recepção negativa de Metroid: Other M, a Nintendo optou por deixar Samus praticamente muda.
Ela quase não se expressa. Outros personagens falam por ela.
Isso cria uma narrativa estranha, distante e pouco emocional. Em muitos momentos, parece que os acontecimentos não têm peso real.
História ambiciosa, mas irregular
A trama envolve:
uma civilização extinta
cristais psíquicos
um planeta condenado
o retorno de Silux
A ideia é boa, mas a execução sofre. Muitos personagens surgem e desaparecem rápido demais, sem criar conexão emocional.
O vilão tem presença, mas não impacto suficiente.
O problema do mundo aberto e da moto
A inclusão da moto e das áreas abertas é um dos pontos mais controversos.
O mapa é grande, mas vazio. A exploração vira deslocamento. A moto serve mais como transporte do que como mecânica divertida.
O jogo tenta ser um Zelda moderno, mas não tem a liberdade que faz Zelda funcionar.
Chefes e desafios
Os chefes são o ponto alto do jogo:
visuais impressionantes
uso criativo dos poderes
boa variedade
Mas alguns encontros são longos demais e dependem de mecânicas pouco intuitivas.
Progressão travada e ritmo quebrado
Para avançar, o jogo obriga o jogador a:
coletar cristais
revisitar áreas antigas
cumprir objetivos secundários obrigatórios
Isso quebra totalmente o ritmo da narrativa e alonga artificialmente a campanha.
Final e conclusão
O final é simbólico, bonito e coerente, mas previsível.
Samus cumpre seu papel, o ciclo se fecha e a história termina de forma segura, sem grandes riscos narrativos.
Existe um final secreto, mas ele pouco altera o impacto geral.
Meu amigo, vou te falar a real: vale muito a pena comprar o Nintendo Switch 2 em 2026. Esse console já se mostrou como o verdadeiro sucessor da geração anterior e chega com força total, tanto para quem já vem do Switch original quanto para quem está entrando agora no ecossistema da Nintendo.
Meu amigo, vou te falar a real: vale muito a pena comprar o Nintendo Switch 2 em 2026. Esse console já se mostrou como o verdadeiro sucessor da geração anterior e chega com força total, tanto para quem já vem do Switch original quanto para quem está entrando agora no ecossistema da Nintendo.
O Switch 2 é o novo videogame da nova geração da Nintendo e isso significa duas coisas muito importantes. Primeiro, ele já começa com jogos novos e grandes lançamentos pensados diretamente para o hardware. Segundo, ele herda praticamente toda a biblioteca da geração passada, o que dá um catálogo gigantesco logo de cara.
Se você já tem um Switch 1, o upgrade faz bastante sentido. A diferença de desempenho, estabilidade e qualidade gráfica é bem perceptível. Jogos que antes rodavam com quedas de frame ou resolução mais baixa agora rodam de forma muito mais sólida. É aquele salto que você sente jogando, não só lendo ficha técnica.
Agora, se você nunca teve um Switch, aí a vantagem é ainda maior. Você entra direto em um ecossistema recheado de jogos incríveis. Dá pra jogar desde clássicos como Zelda, Mario e Smash Bros até lançamentos mais recentes como Metroid Prime, Donkey Kong Bananza e o novo Mario Kart. É conteúdo praticamente infinito.
Outro ponto muito forte é que o Switch 2 virou uma plataforma extremamente segura para jogos multiplataforma. Muitos títulos grandes estão chegando nele, como Resident Evil Requiem, Pragmata e outros que antes pareciam impossíveis em um console da Nintendo. Além disso, esses jogos costumam chegar com preços mais acessíveis em comparação a outras plataformas.
E claro, não dá pra ignorar a portabilidade. Poder jogar tudo isso no modo portátil continua sendo um diferencial absurdo. É aquele tipo de console que funciona tanto para quem joga em casa quanto para quem gosta de jogar em qualquer lugar.
O futuro também parece bem promissor. Ainda temos muitos jogos da própria Nintendo por vir, como novos Zeldas, futuros Smash Bros e títulos esportivos que sempre vendem muito bem. É uma base sólida, com suporte garantido por muitos anos.
Sendo bem sincero, acho muito difícil alguém se arrepender de comprar um Switch 2. O console está bem servido, tem uma biblioteca forte, bons exclusivos e um suporte que inspira confiança. A única coisa que falta para deixar ele absolutamente perfeito seria o GTA 6. Muita gente ainda tem esperança de ver esse jogo rodando nele e, do jeito que as coisas estão, eu não duvidaria nem um pouco.
Se você está pensando em entrar nessa geração, o Switch 2 é uma escolha extremamente segura.
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