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Rayman é o mascotinho da Ubisoft que ja sofreu bastante, sumindo dos jogos, e voltando com reboot para no final virar jogo de celular

Todos os Jogos do Rayman 😵| Historia Rayman 1 e 2 – Rk Play

Espero que gostem!

credito
animacao do proprio jogo
Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge
arte de https://www.artstation.com/artwork/28mB2B
gameplay gravado em live no canal @rkplayjoga
gameplay mencionado no video
prototipo https://www.youtube.com/watch?v=86rqaGLVdMQ
Rayman 4 https://www.youtube.com/watch?v=rsQmw20QFJs&t=498s


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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

0:00 Inicio
1:35 Origem e Prototipo
4:25 Rayman 1
5:01 Tonic Trouble ( Rayman 2 Beta )
5:47 Rayman 2
14:00 Rayman 3
15:52 Rayman Arena
17:20 Rayman 4
18:02 Rayman Raving Rabbids
18:42 Rayman holdun revenge

Rayman é uma série de jogos eletrônicos de plataformas criada por Michel Ancel e propriedade da Ubisoft.

O Rayman original (1995) é um jogo de plataformas similar a outros da era de 32-bit. Rayman 2: The Great Escape (1999) moveu a série para o 3D, acrescentando mais variedade nas acções como ser puxado por uma cobra para dentro de um pântano, andar num foguete ou nadar temporariamente na água. Rayman 3: Hoodlum Havoc (2003) manteve a base de Rayman 2, mas deu maior ênfase ao combate. Os jogos portáteis são na sua maior parte em 2D; Rayman DS e Rayman 3D são as únicas excepções, vistos que ambos são portabilidades de Rayman 2.

Rayman Raving Rabbids, planeado originalmente para ser um jogo de plataformas clássico, acabou por ficar uma colecção de mini-jogos depois da equipa de produção experimentar o Wii Remote e o Nunchuck. Os primeiros vídeos do jogo mostram uma atmosfera mais negra longe do típico jogo Rayman, e mostra o protagonista Rayman a cavalgar animais como uma aranha gigante. Rayman podia alterar a sua aparência e o estilo de dança para entrar nos Rabbids. A ideia acabou por ser abandonada, e substituida por mini-jogos baseados em movimentos, similar a WarioWare: Smooth Moves. Apesar de ter sido concebido para o comando de movimentos da consola Wii, Rayman Raving Rabbids também foi lançado para Xbox 360, PlayStation 2, Nintendo DS e PC substituindo as acções físicas pelos botões e movimentos dos vários comandos. Rayman M mostra os personagens Rayman a correr através de níveis do género plataformas e lutando num modo arena. Já Rayman Junior, um jogo educativo, foca-se menos na jogabilidade e mais na aprendizagem.

Os jogos principais da série tem histórias e cenários muito distintos, descritos muitas vezes por diferentes reinos dentro do mundo de Rayman. Não obstante, para além do personagem titulo, vários personagens (Globox, Murfy, Ly) e temas (libertar seres mágicos de jaulas, coleccionar energia mágica, etc.) aparecem com regularidade. Em Novembro de 2015, a série já tinha vendido mais de 28 milhões de unidades em todo o mundo

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Análise

Ja joguei o Novo Lego batman – O Legado do Cavaleiro das trevas – ANALISE

O novo jogo de Batman em versão Lego chega com uma proposta ambiciosa e surpreendente. A experiência se afasta do formato tradicional da franquia e aposta em um reboot completo, trazendo um mundo aberto expansivo, combate mais refinado e uma abordagem que mistura humor com elementos mais modernos inspirados em jogos recentes do herói.

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O novo jogo de Batman em versão Lego chega com uma proposta ambiciosa e surpreendente. A experiência se afasta do formato tradicional da franquia e aposta em um reboot completo, trazendo um mundo aberto expansivo, combate mais refinado e uma abordagem que mistura humor com elementos mais modernos inspirados em jogos recentes do herói.

Baseado em sessões iniciais de gameplay, o título se posiciona como um dos projetos mais ousados já feitos dentro da linha Lego.

Mundo aberto de Gotham em escala inédita

A cidade de Gotham é um dos maiores destaques. O mapa é significativamente maior do que qualquer outro jogo Lego anterior e apresenta um ambiente vivo, cheio de atividades dinâmicas.

Durante a exploração, é possível encontrar cidadãos circulando pelas ruas, crimes acontecendo em tempo real e diversos eventos espalhados pelo mapa. Missões secundárias, desafios e encontros com inimigos clássicos fazem com que o jogador esteja constantemente engajado.

Esse formato aproxima o jogo de experiências modernas de mundo aberto, elevando o nível da franquia.

Combate inspirado na série Arkham

O sistema de combate claramente bebe da fonte da série Batman Arkham series. O jogador pode alternar entre ataques diretos, contra ataques e abordagens furtivas.

Existe também um medidor especial que permite finalizar inimigos com animações únicas. Mesmo com essa inspiração mais intensa, o jogo mantém o estilo leve e acessível característico da franquia Lego.

A combinação funciona bem e entrega combates mais dinâmicos sem perder a identidade.

Estrutura narrativa e referências

O jogo constrói uma linha do tempo própria, misturando elementos de diferentes fases do personagem. Há referências a quadrinhos, filmes e séries, criando uma narrativa que dialoga com várias versões do herói.

Personagens como Robin, Mulher-Gato e figuras do universo criminal de Gotham aparecem em missões que ajudam a construir essa nova interpretação.

Momentos marcantes incluem eventos ligados à origem de personagens e encontros clássicos, sempre com o toque de humor característico dos jogos Lego.

Variedade de gameplay e habilidades

Cada personagem possui habilidades próprias que influenciam diretamente a jogabilidade. Isso inclui mecânicas específicas para exploração, combate e resolução de puzzles.

O jogo também incentiva o uso dessas habilidades ao longo da campanha, criando situações em que a troca de personagem é essencial para avançar.

Diferente de títulos anteriores com grande quantidade de personagens similares, aqui há uma preocupação maior em dar identidade a cada um.

Missões, exploração e conteúdo

O conteúdo vai além da campanha principal. Entre as atividades disponíveis estão:

Missões de combate contra gangues
Desafios do Charada com puzzles
Corridas e atividades com veículos
Eventos aleatórios espalhados pelo mapa
Coleta de itens e upgrades

O mundo aberto se torna o principal foco de longevidade, incentivando exploração constante e recompensando o jogador com melhorias e desbloqueios.

Impressões gerais.

O novo Lego Batman se destaca como um marco dentro da franquia. Ele expande o conceito dos jogos Lego e aproxima a experiência de grandes produções modernas, sem perder o charme característico.

Com um mundo aberto robusto, combate refinado e grande variedade de conteúdo, o jogo se posiciona como um dos lançamentos mais relevantes do gênero de super heróis.

A proposta é clara: redefinir o padrão dos jogos Lego e trazer o Cavaleiro das Trevas de volta ao centro das atenções nos videogames.

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