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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um bomberman que é o retorno do bomberman para o nintendo switch e tambem outros consoles depois

SUPER Bomberman R contra o MARAVILHOSO BURACO Negro

Espero que gostem!


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Mais SObre Bomberman R

Super Bomberman R (ū ー entry in ボ バ as R, Sūpābonbāman R, em japonês) é uma entrada da série Bomberman desenvolvida como um título de lançamento para o Nintendo Switch como um exclusivo temporizado, e posteriormente portado para outros consoles em junho de 2018. É o primeiro console Entrada do Bomberman desde Bomberman Live: 2010 Battlefest.

A equipe de desenvolvimento era composta por ex-funcionários da Hudson Soft, que foram contratados após a Nintendo abordar a Konami.

Enredo
O malvado imperador Buggler desperta os cinco bombardeiros covardes e os usa para assumir o controle dos cinco planetas do sistema solar do céu estrelado. Ele dá as boas-vindas a quem discordar em desafiar os Cinco Bombardeiros Dastardly. White Bomber leva seus sete irmãos e irmãs não tão entusiasmados com ele em sua missão de derrotar o Exército Buggler e salvar o universo!

Jogabilidade
Este jogo inclui dois modos principais a partir do 2.0: Standard e Grand Prix Mode.

Modo padrão
Modo história
Este modo possui mais de sessenta estágios jogáveis ​​e pode suportar dois jogadores de forma cooperativa.

Modo de batalha
Joga exatamente da mesma forma que qualquer outro jogo tradicional da série. Os jogadores passarão por uma plataforma baseada em grade 2D e executarão soltar bombas para derrotar os oponentes. O último bombardeiro em pé será o vencedor do jogo. Um modo de batalha em equipe foi adicionado no patch 1.4. Pode suportar até oito jogadores competitivamente.

O modo de batalha pode ser jogado online com outros jogadores em todo o mundo.

Modo Grande Prêmio
O modo Grand Prix oferece novos recursos das batalhas normais. Cada batalha é de 2 rodadas e o time com o maior número de pontos vence, com cada personagem tendo power-ups diferentes. Quando jogadores perdem uma vida no modo Grand Prix, eles ressuscitam depois de um certo tempo, em vez de se transformarem em um bombardeiro de vingança. Além disso, os blocos flexíveis começarão a cair após um certo tempo. Existem quatro conjuntos de regras disponíveis:

Cristal: Ganhe pontos coletando os cristais no palco. Jogadores nocauteados ressurgirão, mas deixarão para trás metade dos cristais coletados. A equipe com mais pontos ganha.
Bombardeiro Básico: Competir por pontos, derrotando o time adversário. Os jogadores têm um número definido de vidas e não poderão reaparecer se acabarem.
Pontos de verificação: controle áreas estratégicas do mapa por um certo tempo para obter pontos. Todos os estágios apresentados neste modo são fortemente inspirados pela série Metal Gear Solid e apresentam um remix do popular tema.
Civis: uma batalha na qual você captura Balloms e os leva de volta à sua base. Todos os estágios apresentados neste modo são fortemente inspirados na série Castlevania.
Como os Bomberman Bros não possuem habilidades especiais, eles podem equipar um cartucho para obter recursos e habilidades especiais de outros personagens, como o chicote de Simon Belmont. Até 6 Nintendo Switch podem ser conectados neste

Tanto o modo Standard quanto o Grand Prix têm acesso a uma loja no jogo, onde os jogadores podem comprar personagens, palcos e acessórios adicionais para a moeda do jogo, chamada gemas. Gemas podem ser adquiridas jogando qualquer modo.

A grande maioria dos personagens está disponível para compra em uma loja do jogo. Os Five Dastardly Bombers ficam disponíveis após o término do modo principal do jogo, e cada um tem suas próprias habilidades. Cada plataforma em que o jogo foi lançado possui um personagem exclusivo. Além disso, muitos personagens vindos do Hudson Soft ou do IP da Konami foram lançados como atualizações gratuitas.

Mundo 1: Planet Technopolis
Mundo 2: Planeta Timbertree
Mundo 3: Planeta Ondas Cerebrais
Mundo 4: Planeta Lalaland
Mundo 5: Planeta Scrapheap
Mundo 6: Buraco Negro
World 7: Planet Bomber (Adicionado no patch 2.0): Apresenta uma história lateral e uma sequência final adicional com a versão em inglês do tema final, “HERO”, realizado por Aimee Blackschleger.

Games

Rhythm Heaven Groove é a despedida perfeita do Nintendo Switch? REVIEW

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

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A Nintendo sempre surpreendeu quando resolveu apostar em ideias diferentes. Quando o Nintendo Switch foi anunciado, muita gente duvidou que um videogame híbrido pudesse fazer sucesso. O resultado foi exatamente o contrário. O console se tornou um fenômeno mundial, recebeu apoio massivo de estúdios terceiros e marcou uma das gerações mais bem-sucedidas da empresa. Agora, com o Nintendo Switch 2 já no mercado, chega a hora de dar adeus ao primeiro Switch, e Rhythm Heaven Groove assume esse papel de forma inesperada.

Um jogo de ritmo diferente de tudo

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

A maior parte dos minigames utiliza apenas um ou dois botões, normalmente o botão A e o direcional para baixo. O objetivo é acompanhar perfeitamente o ritmo da música enquanto executa pequenas ações, como pular, acelerar, frear ou interagir com personagens. Parece fácil, mas o jogo constantemente muda o ritmo, cria distrações na tela e surpreende o jogador com animações inesperadas.

Minigames criativos e muito carisma

O grande destaque de Rhythm Heaven Groove está na enorme variedade de desafios.

Cada fase apresenta uma situação completamente diferente. Há sapos gigantes observando seus movimentos, carros que exigem precisão absoluta, gatos atrapalhando a coleta de frutas, alienígenas sendo abduzidos, personagens treinando musculação e diversos outros cenários extremamente criativos.

Essa diversidade faz com que o jogo permaneça divertido do começo ao fim, sempre apresentando uma nova mecânica antes que a anterior fique repetitiva.

Os remixes são o verdadeiro desafio

Depois de completar uma sequência de minigames, o jogador desbloqueia um Remix.

Essas fases misturam diversos desafios anteriores em uma única música inédita. O jogador precisa alternar rapidamente entre mecânicas completamente diferentes enquanto mantém o ritmo perfeito.

É justamente aqui que a memória muscular entra em ação. Saber exatamente quando trocar de comando e lembrar de cada minigame transforma os Remixes nos momentos mais difíceis e também mais recompensadores da aventura.

Muito conteúdo além da campanha

Apesar da campanha principal já oferecer dezenas de desafios, Rhythm Heaven Groove ainda apresenta modos extras bastante interessantes.

O multiplayer adiciona novos minigames cooperativos, enquanto um curioso modo RPG coloca o jogador no controle de uma personagem maga que lança feitiços seguindo o ritmo da música. A ideia é bastante criativa e mostra um potencial enorme que poderia até render um jogo próprio futuramente.

Vale a pena?

Rhythm Heaven Groove talvez não seja a grande superprodução que muitos esperavam para encerrar a vida do Nintendo Switch. Não é um novo Zelda nem um novo Mario.

Mesmo assim, ele representa perfeitamente aquilo que a Nintendo faz de melhor: transformar uma ideia extremamente simples em uma experiência divertida, criativa e viciante.

Para quem gosta de jogos de ritmo, desafios de precisão e minigames cheios de personalidade, esta é uma excelente despedida para o Nintendo Switch e um título que certamente merece entrar na coleção antes da transição definitiva para o Switch 2.

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Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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