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Queridos tudo bem, hoje falo sobre o maior crossover de jogos chamado Super Smash bros, mas em sua versão de fã, chamada super Smash Flash, com varios personagens de anime e tambem outros jogos que a Nintendo

SUPREMO SUPER SMASH FLASH que foi CANCELADO para sempre

Espero que gostem!

Edição @gabrielbarge
Arte de @Arte do Carneiro


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Link do jogo em sua versão que esta jogavel online – JOGUE AQUI

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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

Mais sobre Super Smash Flash

Super Smash Flash é uma série de jogos de combate publicados pela empresa indie McLeodGaming, liderados por Gregory McLeod sob o pseudônimo de Cleod9. É baseado na série Super Smash Bros. O Super Smash Flash original é baseado especificamente em Super Smash Bros. Melee. Sua continuação, também considerada um reboot, é Super Smash Flash 2.

Como no Super Smash Bros oficial. títulos, o objetivo do jogador é tirar os oponentes da tela. Os jogadores recebem um contador percentual em vez de uma barra de saúde, que aumenta à medida que eles tomam danos. Cada personagem é um personagem conhecido da Nintendo ou qualquer outro personagem um tanto famoso. Os jogadores também terão movimentos especiais com cada botão. Uma porcentagem de dano maior significa que os ataques enviarão o jogador mais longe, o que pode, em última análise, levar a um KO

O Super Smash Flash original possui 30 personagens. Esses personagens representam uma grande variedade de mídia, abrangendo não apenas videogames, mas também mangás, filmes animados e criações feitas por fãs. Como na série Super Smash Bros., alguns desses personagens devem ser “desbloqueados” por vários meios, alguns deles

Isaac
Black Mage
Luffy
Bowser
Fox
Yoshi
Lloyd
Jigglypuff
Krystal
Donkey Kong
Ichigo
Goku
PAC-MAN
Pit
Bandana Dee
Sora
Simon
Kirby
Ryu
Peach
Tails
Link
Chibi-Robo
Pichu
Falco
Luigi
Marth
Sandbag
Zero Suit Samus
Meta Knight
Samus
Pikachu
Wario
Mega Man
Rayman
Ganondorf
Mr. Game & Watch
Naruto
Mario
Sonic
Bomberman
Ness
Lucario
Waluigi
Captain Falcon
Zelda
Sheik

Super Smash Flash 2 Beta atualmente possui 47 personagens jogáveis. Como o jogo ainda está em desenvolvimento, este número ainda está sujeito a alterações. Os novatos feitos pelos fãs do jogo anterior não reaparecerão devido aos desenvolvedores que querem dar um tom mais profissional ao jogo.

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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