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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar os tails do master system e game gear, que são 8bits e jogos DIFERENTES dos de mega drive

Espero que gostem!

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HISTORIA DE SONIC

Historia de Sonic 1 https://youtu.be/GzL9-XRMHwI
Historia de Sonic CD https://youtu.be/52ff02U8tnw
Sonic 1 e 2 do master system https://youtu.be/LptAcsYlGSo

Em Tails Adventures, você comanda somente Tails, não havendo ligação direta com outros personagens da série. Seu objetivo é completar a fase para habilitar outra pelo mapa. A tarefa pode parecer simples, mas Tails terá de procurar por diversos itens que irão lhe ajudar ao longo do game. O game é um dos mais longos da série nos 8 bits, senão o mais longo.

O único item disponível no começo é uma bomba que é usada para atacar os inimigos, mas com o progresso na fase e descobrindo caminhos secretos nela, será possível encontrar mais itens que terão diversas funções úteis, como a Bomba Tripla ou o Mini-Robô, ou inúteis, como um Rádio que apenas serve para trocar a música do estágio. Cada item coletado poderá ser usado depois. Tails só poderá carregar até quatro itens para usar nas fases. Caso queira trocar de item, basta pausar o game e movimentar o direcional, escolhendo o que quiser e depois retornando ao game. O interessante é que uma vez completando a fase, você poderá regressá-la a qualquer momento. Caso não consiga acesso a alguma passagem por não ter algum item correto, será possível coletá-lo mais tarde e retornar a fase para ter acesso à passagem, descobrindo novos itens ou caminhos alternativos.

O mapa é bem simples e traz diversas fases. Começando pela Poloy Forest e passando por ela, mais uma fase será habilitada. Algumas fases possuem mais de um caminho, fazendo com que você possa habilitar mais de uma fase, ou não. Geralmente, um dos caminhos traz uma fase apenas para exploração, ou seja, uma fase em que seu objetivo será apenas encontrar mais itens, pois elas não terão um final, fazendo com que você tenha de retornar ao começo da fase, para que seja possível voltar a tela de mapa. Caso você siga um caminho que leve a uma dessas fases de exploração, procure por itens e depois saia dela por onde entrou e tente um outro caminho na fase anterior. Pode parecer confuso, mas a idéia é bem simples. Além disso, nunca esqueça de retornar a alguma fase caso encontre um item que seja muito útil. Por exemplo, em Poloy Forest, existe um caminho bloqueado por blocos escuros e eles só poderão se destruídos usando um item chamado bomba, que é encontrado mais a frente do game. Ao encontrar este item, retorne a fase para habilitar outro caminho ou achar um novo item, usando o bomba nesses blocos escuros.

A casa de Tails é o lugar principal do game: nela é possível ver e equipar os itens para usá-los em sua aventura, viajar de bote, opção que só será habilitada ao longo do jogo. Por último, existe a opção de Password, onde será exibida uma seqüência de 16 dígitos, sendo números ou letras. Colocando esta mesma seqüência na opção Continue no início do game, você voltará de onde parou seu último jogo, com os mesmos itens e fases habilitadas. Os rings em Tails Adventures possui uma sistemática própria. Eles existem e você pode coletá-los espalhados na fase ou até mesmo após destruir os inimigos. Além disso, os rings servem para proteger o Tails e evitar a morte, mas não como nos demais games do Sonic. Quando você é atingido você perde parte dos anéis de seu contador, sem possibilidade de recuperá-los. Quando ficar com 0 e sofrer dano, você morre. Ao longo do game, os inimigos irão tirar mais que uma Ring e os obstáculos como espinhos e lavas também. Os rings também são encontrados em alguns blocos que devem de ser destruídos por algumas fases. As Esmeraldas do Caos também estão no jogo e são em apenas seis no total, sendo apenas mais um item como qualquer outro. Elas serão vistas na Casa do Tails.

A tela de jogo do game é bem simples, sendo que o marcador contém o contador de rings, o item que você está habilitado no momento e quando estiver voando uma barra da duração do vôo do Tails. Quando a barra se esvazia o Tails vai ao chão. Quanto maior o número de rings, mais dura o vôo do Tails. Os rings são limitados em número máximo. As Esmeraldas servem para aumentar a quantia de rings máxima

Análise

REVIEW | Digimon Story Time Stranger chega ao Nintendo Switch 1 e 2 e faz melhor que outro jogo “mon” da plataforma

Com tradução em português, ótima história, muitas possibilidades de evolução e excelente adaptação tanto para Nintendo Switch quanto para Nintendo Switch 2, o jogo chega como uma excelente opção para quem procura um RPG de qualidade para investir dezenas de horas.

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Se você estava esperando um novo RPG de Digimon, pode comemorar. Digimon Story Time Stranger já está disponível para Nintendo Switch 1 e Nintendo Switch 2 e entrega uma experiência gigantesca, repleta de exploração, batalhas estratégicas e uma história cheia de reviravoltas envolvendo viagens no tempo.

Um dos grandes destaques é que o jogo já chega com tradução completa para português, tornando a aventura muito mais acessível para quem quer aproveitar cada detalhe da narrativa.

Um RPG com elementos de ação

Apesar de continuar sendo um RPG por turnos, Time Stranger adiciona pequenas doses de ação durante a exploração. Enquanto percorre os cenários, é possível ordenar que seus Digimons ataquem inimigos encontrados pelo mapa antes mesmo do início das batalhas, deixando a exploração mais dinâmica.

Os cenários são enormes, extremamente detalhados e contam com uma direção artística impressionante, acompanhada por animações muito bem produzidas.

Esqueça capturar Digimons

Diferente de vários jogos do gênero, aqui você não captura criaturas diretamente.

O sistema funciona através da análise de dados. Conforme enfrenta Digimons nas batalhas, você coleta informações sobre eles. Quando a análise atinge o nível necessário, é possível converter esses dados em um novo Digimon para sua equipe.

Essa mecânica faz bastante sentido dentro do universo digital da série e acaba tornando a progressão muito viciante.

O sistema de evolução continua excelente

Outro destaque é o tradicional sistema de evolução da franquia.

Além de evoluir seus Digimons para formas mais poderosas, também é possível regredir a evolução para fortalecer permanentemente seus atributos.

Na prática, um Digimon pode voltar para sua forma inicial, mantendo um potencial muito maior. Conforme você repete esse processo, desbloqueia novas linhas evolutivas e aumenta bastante os atributos, permitindo alcançar formas como Campeão, Ultimate e Mega com estatísticas cada vez melhores.

É um sistema profundo que recompensa quem gosta de montar equipes fortes e experimentar diferentes árvores evolutivas.

História cheia de escolhas e viagens no tempo

Como o próprio nome sugere, Time Stranger gira em torno de uma trama envolvendo viagens no tempo.

O jogador acompanha um protagonista adolescente em uma aventura que mistura mistérios, diferentes períodos temporais e diversas decisões durante os diálogos.

Essas escolhas podem alterar acontecimentos ao longo dos capítulos e dão ao jogo uma estrutura que lembra bastante séries como Persona, principalmente pelo foco nas conversas, relacionamentos e desenvolvimento dos personagens.

Desempenho impressionante no Switch 2 e um verdadeiro milagre no Switch 1

Visualmente, o jogo impressiona bastante.

No Nintendo Switch 2, a qualidade gráfica praticamente não fica devendo em relação às versões de PlayStation 5 e Xbox, entregando uma experiência muito próxima dos consoles mais potentes.

Já no Nintendo Switch 1, o trabalho de otimização merece elogios. Naturalmente existem reduções na qualidade das texturas e alguns ajustes gráficos, mas o resultado final continua muito bonito.

Na prática, lembra bastante um RPG de alta qualidade da era PlayStation 3, mantendo ótima apresentação e excelente direção de arte mesmo no hardware original do Switch.

Vale a pena?

Se você gosta de RPGs longos, sistemas profundos de evolução e é fã de Digimon, Digimon Story Time Stranger é facilmente um dos lançamentos mais interessantes da franquia nos últimos anos.

Com tradução em português, ótima história, muitas possibilidades de evolução e excelente adaptação tanto para Nintendo Switch quanto para Nintendo Switch 2, o jogo chega como uma excelente opção para quem procura um RPG de qualidade para investir dezenas de horas.

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Análise

Echoes of Aincrad nao é um jogo ruim, mas or que eu não gostei do novo jogo de Sword Art Online

Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.

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A franquia Sword Art Online sempre despertou a imaginação dos fãs com a ideia de explorar Aincrad andar por andar, enfrentando monstros, derrotando chefes e evoluindo ao lado de outros jogadores. Por isso, quando Echoes of Aincrad foi anunciado, a expectativa era enorme. A proposta parecia ser justamente entregar essa experiência.

Infelizmente, depois de jogar, saí com uma sensação de decepção.

Uma premissa que tinha tudo para dar certo

Logo no início você cria o seu próprio personagem e começa a explorar Aincrad. A história se passa durante os acontecimentos da primeira temporada do anime, mas segue um caminho próprio.

Enquanto explora o mapa, é possível conversar com diversos NPCs, recrutá-los para o grupo e descobrir novas informações sobre o mundo. Alguns personagens chegam a mencionar Kirito e outros rostos conhecidos da série, ajudando a situar em qual momento da história o jogo acontece.

Essa liberdade de criar seu próprio aventureiro e viver uma narrativa paralela é uma ideia muito interessante.

O maior problema: só existem dois andares

Foi justamente aqui que minha empolgação acabou.

Quando pensamos em Aincrad, imaginamos um castelo com cem andares, cada um trazendo novos desafios, inimigos e chefes. Só que Echoes of Aincrad limita toda essa experiência a apenas dois andares.

Dois.

É difícil não sentir que o jogo ficou incompleto. A sensação é de que existe muito potencial desperdiçado, principalmente porque a proposta inicial parecia ser justamente explorar esse universo de forma mais ampla.

A jogabilidade é o grande destaque

Apesar das críticas, preciso admitir que a jogabilidade me surpreendeu bastante.

A Bandai Namco utilizou uma estrutura que lembra vários elementos dos jogos do gênero Souls.

Você pode esquivar com rolamentos, alternar entre ataques leves e pesados para criar combos, enfrentar chefes gigantes e aprender os padrões dos inimigos para sobreviver.

Tudo isso acontece com o estilo característico dos jogos de anime, incluindo habilidades especiais, ataques chamativos e um combate muito mais acelerado.

Na prática, jogar é divertido.

Um jogo que poderia ter sido muito maior

O problema é que, enquanto a jogabilidade acerta, o conteúdo deixa a desejar.

É impossível não pensar no quanto esse projeto poderia ter evoluído se explorasse mais andares, mais regiões e uma campanha mais longa.

A impressão é que estamos diante de uma excelente base que simplesmente termina cedo demais.

Vale a pena?

Eu não diria que Echoes of Aincrad é um jogo ruim.

Muito pelo contrário. O combate é divertido, a ambientação é fiel ao universo de Sword Art Online e existem boas ideias espalhadas pela aventura.

O grande problema é que ele entrega muito menos do que promete.

Se você é fã do anime, provavelmente vai gostar de revisitar Aincrad e descobrir essa nova história. Mas, para quem esperava finalmente viver a experiência definitiva de Sword Art Online em um videogame, a sensação será de que ainda estamos esperando esse jogo existir.

Minha conclusão: Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.

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