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Um clássico renascido

Tales of Xillia marcou época no PS3 com seu elenco carismático, história envolvente e um sistema de combate que misturava ação e estratégia em tempo real. Agora, com o remaster, a Bandai Namco traz de volta essa aventura com melhorias que tornam tudo mais fluido e acessível, sem perder o charme do original.

O jogo não tenta reinventar sua fórmula, e isso é ótimo. Ele atualiza o essencial e mantém viva a essência de um JRPG que se tornou referência.

O sistema de combate que continua brilhando ⚔️

O ponto alto de Tales of Xillia Remastered continua sendo o combate. O famoso sistema de Linked Combat volta com toda a força, permitindo que os personagens lutem em duplas e combinem ataques especiais, os chamados Linked Arts. É rápido, dinâmico e cheio de possibilidades.

As batalhas estão mais suaves, os comandos respondem melhor e as animações ganharam um novo brilho. Cada personagem tem um estilo próprio: Jude aposta em golpes corpo a corpo precisos e ágeis, enquanto Milla equilibra força e magia com maestria. A combinação entre técnica e poder deixa o combate empolgante e viciante.

Mesmo quem nunca jogou a versão original vai se sentir envolvido rapidamente. A curva de aprendizado é leve e o jogo oferece muitas oportunidades de prática ao longo da jornada.

O Grade Shop e o novo equilíbrio da aventura

Entre as novidades está o Grade Shop, disponível desde o início. Ele permite ajustar elementos como ganho de experiência, ouro e bônus de combate. É perfeito para quem quer priorizar a história ou evitar longas sessões de grind.

Mas cuidado: usar tudo de uma vez pode deixar o jogo fácil demais. O ideal é experimentar aos poucos, ajustando conforme o estilo de jogo. A boa notícia é que tudo pode ser ativado ou desativado a qualquer momento.

Gráficos e desempenho aprimorados

O visual recebeu um bom polimento. As cutscenes em anime estão mais nítidas e vibrantes, e o tempo de carregamento foi praticamente eliminado. As transições entre mapas e batalhas agora são instantâneas, mantendo o ritmo sempre fluido.

Embora os modelos 3D ainda entreguem suas origens no PS3, isso ajuda a manter o fator nostalgia vivo, e o remaster brilha justamente por equilibrar passado e presente.

Exploração e qualidade de vida

Os mapas continuam simples, mas agora estão mais funcionais. O jogo adicionou marcadores de objetivos e ícones de baús não abertos, o que facilita a exploração sem tirar o prazer de se aventurar. Pequenas melhorias que tornam a jornada mais prática e recompensadora.

Personagens e narrativa que ainda emocionam

O coração da história está intacto. Jude e Milla continuam sendo protagonistas cativantes, com personalidades fortes e arcos cheios de emoção. O roteiro mantém o equilíbrio entre momentos leves e temas mais sérios, o que faz a narrativa continuar envolvente mesmo tantos anos depois.

Para quem jogou no PS3, é uma viagem no tempo. Para novos jogadores, é uma excelente introdução ao estilo narrativo da série Tales.

Ritmo e acessibilidade

O remaster permite ajustar a experiência de acordo com o seu estilo. Quer algo mais desafiador? Desative os bônus do Grade Shop. Quer uma experiência mais leve? Ative tudo e aproveite o foco total na história. Essa liberdade faz com que o jogo se adapte facilmente a qualquer tipo de jogador.

Pontos fortes e fracos

Pontos positivos:

  • Sistema de combate ainda excelente e dinâmico
  • Visual aprimorado e cutscenes lindas
  • Carregamentos quase instantâneos
  • História e personagens continuam marcantes
  • Liberdade para ajustar dificuldade e ritmo

Pontos negativos:

  • Mapas ainda simples e com poucos detalhes
  • O uso exagerado do Grade Shop pode tirar a sensação de progressão
  • Modelos de personagens antigos podem incomodar alguns jogadores

Vale a pena jogar de novo?

Com certeza. Tales of Xillia Remastered é uma celebração de um dos JRPGs mais queridos da Bandai Namco. Ele mantém o espírito do original, melhora o que precisava e prova que certas aventuras envelhecem bem. É nostálgico, divertido e cheio de emoção, exatamente o que os fãs esperavam.

Se você ama JRPGs com boas histórias e combates cheios de ação, esse remaster é obrigatório na sua biblioteca. Mas o preço de R$200, pode ser uma barreira para aqueles que não conhecem o genero.

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Sonic Eclipse VAZOU? – O novo jogo pode ser o mais ambicioso da SEGA!

Meus amigos, nesse post eu quero falar com vocês sobre o suposto vazamento de Sonic Eclipse, um jogo que promete ser divisor de águas para a turma do Sonic.

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Meus amigos, nesse post eu quero falar com vocês sobre o suposto vazamento de Sonic Eclipse, um jogo que promete ser divisor de águas para a turma do Sonic.

Estamos falando de um projeto que, segundo rumores, traria:

  • 🌍 Mundo aberto no estilo de Sonic Frontiers
  • 🌑 Uma nova dimensão chamada Dimensão Eclipse
  • 🎮 Sonic, Tails, Amy e Knuckles jogáveis
  • 🖤 Shadow jogável usando mecânicas de Shadow Generations
  • 🔮 Silver como personagem jogável
  • 🔄 Mecânica de alternância entre dimensões

Mas será que isso é real?


O tal vazamento

Tudo começou com uma imagem que estaria circulando em fóruns, supostamente vinda de alguém que participou de um grupo focal da SEGA, aquelas pessoas que testam builds internas para dar feedback antes do lançamento.

Isso já aconteceu antes.
Vazamentos envolvendo Sonic Forces, Sonic Mania e até mesmo Sonic Frontiers acabaram misturando informações falsas com detalhes reais.

E como vocês já sabem, a SEGA tem histórico complicado quando o assunto é manter segredo.


O conceito de duas dimensões

O que mais chama atenção é a tal mecânica do Eclipse.

A ideia seria o Sonic alternar entre:

  1. 🌎 O mundo normal
  2. 🌑 Uma dimensão eclipse

Isso pode funcionar de duas formas:

Caminho 1

Alternância em tempo real, algo parecido com Crash 4, onde você aperta um botão e troca a dimensão no mesmo mapa.

Caminho 2

Seguindo o modelo de Sonic Frontiers, onde o Sonic entra no cyberespaço para fases fechadas.

Sendo bem sincero, conhecendo a SEGA, eu acho que ela escolheria o caminho mais seguro.


Multiverso e linha do tempo confusa

A franquia já brincou com dimensões antes.

Sonic Generations trouxe o espaço em branco fora da linha do tempo.
O Sonic clássico já foi tratado como versão jovem e depois como outra dimensão.

A SEGA muda a linha do tempo quando quer.
Então usar o conceito de multiverso não seria nada impossível.


6 personagens jogáveis? Calma lá.

O rumor fala em:

  • Sonic
  • Tails
  • Amy
  • Knuckles
  • Shadow
  • Silver

Isso é ambicioso demais para um jogo 3D mundo aberto.

No próprio Sonic Frontiers, os personagens extras só vieram depois, via DLC gratuita chamada Final Horizons.

Então eu pergunto:
A SEGA faria tudo isso logo no lançamento?

Eu tenho minhas dúvidas.


O fator Silver 😬

Silver the Hedgehog é um personagem complicado.

Ele depende de:

  • Telecinese
  • Ataques à distância
  • Viagem no tempo

E vamos ser honestos, desde Sonic the Hedgehog ele nunca teve muita sorte.

Se ele realmente for jogável, a SEGA vai precisar trabalhar muito bem essa gameplay.


Evento da Sony? Nintendo?

O vazamento falava sobre anúncio em um State of Play, mas não apareceu nada da SEGA.

Agora fica a dúvida.
Será que vem anúncio em um Nintendo Direct?

Com Tangle e Whisper ganhando mais destaque recente, inclusive em Sonic Racing, pode ser que a SEGA esteja preparando algo maior.

Mas nada confirmado.


O histórico da SEGA preocupa

A verdade é que a SEGA já mostrou várias vezes que:

  • Corta conteúdo
  • Lança jogos no prazo mesmo incompletos
  • Transforma ideias gigantes em versões reduzidas

Muita coisa boa fica no papel.

Eu adoraria voltar no tempo e dizer:
Demora mais, mas lança completo.


Então, eu acredito?

Eu quero acreditar.

Mas sendo bem sincero, eu não acho que teremos 6 personagens jogáveis em mundo aberto logo de cara.

Se acontecer, eu vou ser o primeiro a comemorar.

Se não acontecer, eu já estava esperando.

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Vale a pena pagar R$ 350 só para jogar Code Vein 2?

Code Vein 2 é aquele tipo de jogo que já deixa claro quem ele quer agradar. Ele pega a base do Soulslike, suaviza bastante a dificuldade, joga tudo dentro de um visual anime bem adolescente e te coloca em um mundo aberto que, ironicamente, já começa tropeçando no próprio ritmo.

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Cara, vou ser bem direto: depende, mas provavelmente não.

Code Vein 2 é aquele tipo de jogo que já deixa claro quem ele quer agradar. Ele pega a base do Soulslike, suaviza bastante a dificuldade, joga tudo dentro de um visual anime bem adolescente e te coloca em um mundo aberto que, ironicamente, já começa tropeçando no próprio ritmo.

Um mundo aberto que se perde logo no começo

A ideia do mundo aberto parece boa no papel, mas na prática o jogo não sabe muito bem para onde vai quando você começa a explorar. O ritmo cai rápido, a sensação de descoberta não empolga tanto e dá aquela impressão de que o jogo ainda está tentando se encontrar.

Por outro lado, ele faz questão de não te deixar perdido. Tudo é extremamente guiado, com mapa claro, objetivos óbvios e uma narrativa explicada de forma tão simples, quase boba, que você dificilmente vai se sentir confuso. Isso reforça bastante a sensação de que é um jogo pensado para quem está começando agora no gênero.

Soulslike, mas sem o peso de um Souls

Mesmo sendo inspirado em Dark Souls, Code Vein 2 suaviza quase tudo que tornava o gênero mais punitivo. Aqui você pode invocar personagens parceiros para te ajudar nas lutas, o que muda completamente a dinâmica do combate.

Quem já jogou Dark Souls sabe como isso fazia falta, principalmente no lançamento, quando você ficava refém de invasões e de um multiplayer nem sempre amigável. Em Code Vein 2, isso simplesmente não é um problema. O jogo te protege o tempo todo.

Dificuldade acessível, até demais

Na primeira hora, o jogo até pode parecer desafiador. Mas a verdade é que ele é bem simples dentro do gênero Soulslike. Depois que você entende as mecânicas, fica claro que não tem nada ali que realmente pressione o jogador mais experiente.

Isso não é necessariamente ruim, só deixa claro o público-alvo.

Então, vale a pena?

  • Nunca jogou Dark Souls?
    Pode valer a pena. Code Vein 2 funciona quase como uma porta de entrada para o gênero, sem frustração excessiva e com um visual mais chamativo.
  • Já é veterano de Soulslike?
    A chance de você se decepcionar é grande. Voltar para algo assim pode dar a sensação de que você está saindo do gênero, não explorando algo novo.

Pra resumir de um jeito bem claro:
👉 Se Dark Souls fosse um Sonic, Code Vein 2 seria um Super Mario dentro do gênero Soulslike.
Mais acessível, mais colorido, menos punitivo e também menos profundo.

Por R$ 200, a recomendação é esperar uma promoção. Se aparecer por um preço mais baixo, aí sim ele pode virar uma experiência válida, principalmente pra quem está começando agora.

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