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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do mundo real que mostra a criação do jogo pokemon e o ataque do missingno

TERROR do Missingno 😈| Pokémon Experimental Gameplay

Espero que gostem!


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mais sobre o lendario Missingno

MissingNo. (けつばん ‘Ketsuban’?), ou MissingNO,[1] é uma espécie de Pokémon encontrada nos jogos Pokémon Red e Blue. O Pokémon MissingNo. (“Missing Number”, ou “Número Desconhecido”) é utilizado pela Game Freak como tratador de exceção, e aparece quando o jogo tenta acessar informações sobre uma espécie de Pokémon que não existe. Devido à programação de três eventos no jogo, jogadores eram capazes de encontrá-lo por meio de um glitch. A espécie foi documentada pela primeira vez pela Nintendo no exemplar de maio de 1999 da Nintendo Power.

Encontrar o MissingNo. desencadeava em falhas gráficas e na replicação em massa do sexto item no menu de itens do jogador; este último efeito resultou na cobertura do glitch por guias de estratégia e revistas especializadas em jogos. A IGN comentou sobre a aparição do MissingNo. em Pokémon Red e Blue como um dos mais famosos glitches de videogame. Fãs da série tentaram incluir o MissingNo. no cânone do universo Pokémon, o que gerou debates sobre o assunto.

História
Desenvolvida pela Game Freak e publicada pela Nintendo, a série Pokémon teve início no Japão em 1996. O jogador assume o papel de um treinador pokémon, cujo objetivo é capturar e treinar criaturas conhecidas como Pokémon. Os jogadores usam das habilidades especiais dessas criaturas para batalhar com outros Pokémon;[2][3] certas habilidades abrem novos meios de navegar pelo mundo, tais como viagem instantânea entre duas áreas.[4]

A Nintendo documentou os eventos que causam a aparição do MissingNo. pela primeira vez no exemplar de maio de 1999 da Nintendo Power, alertando que “qualquer contato com ele (…) pode facilmente apagar o seu jogo salvo ou corromper seus gráficos”. O glitch é resultado de uma sucessão de eventos: primeiro, jogadores observam um tutorial no jogo que ensina como capturar Pokémon. O jogador então usa um Pokémon com a habilidade “Fly” para chegar à Cinnabar Island, e por fim utiliza um Pokémon com a habilidade “Surf” para percorrer na margem leste da ilha até que o MissingNo. apareça.

Um encontro com um Pokémon MissingNo. é resultado de três eventos computacionais. O primeiro vem do sistema de encontros aleatórios do jogo; cada área associa valores aos Pokémon em um buffer de dados, acessado pelo jogo para que o jogador encontre Pokémon selvagens. Porém, nenhum valor é associado a este buffer para o lado direito das Ilhas de Cinnabar e Seafoam — ao invés disso, informações sobre a área visitada anteriormente são utilizadas. O segundo fator é a demonstração do velho no tutorial, que armazena o nome do jogador no buffer de dados temporariamente. Isto faz com que o jogo acesse os valores hexadecimais do nome do jogador para os encontros com Pokémon nas Ilhas de Cinnabar e Seafoam. O terceiro fator é o sistema de tratamento de exceções do jogo: se o jogo seleciona um valor do buffer de dados que não corresponde a um Pokémon existente, uma sub-rotina é desencadeada, o que faz com que um Pokémon chamado MissingNo. apareça. MissingNo. é a redução de “Missing Number” (“Número Desconhecido”).[6][7]

Assim como com qualquer outro Pokémon, o jogador pode enfrentá-lo, capturá-lo, ou até mesmo fugir dele. Depois de se encontrar com MissingNo., a quantidade do sexto item no menu de itens do jogador é elevada a 128, e a galeria do Hall da Fama Pokémon é corrompida permanentemente. Glitches gráficos temporários também podem ocorrer, que podem ser removidos visualizando a página de estatísticas de outro Pokémon ou reinicializando o console. Um MissingNo. capturado é um Pokémon completamente funcional, e aparece no índice Pokémon do jogo no número 000. Todos os MissingNo. possuem habilidades, tipo, estatísticas e sons consistentes. O Pokémon aparece tipicamente na forma de um “d” embaralhado, mas certos valores de encontro aleatório podem fazê-lo aparecer como um dos três sprites não usados por outros Pokémon.

Análise

Metroid Prime 4 é Bom Mesmo? Análise Completa do melhor jogo do Nintendo Switch 2

Metroid Prime 4 divide opiniões com seu mundo semiaberto, foco em exploração e mudanças na jogabilidade. Veja a análise completa com pontos positivos, negativos e final explicado.

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Metroid Prime 4 chegou cercado de expectativa. Depois de anos em desenvolvimento, reinícios e silêncio absoluto da Nintendo, o jogo finalmente foi lançado prometendo renovar a franquia. Mas será que conseguiu?

Neste artigo, vou analisar tudo o que Metroid Prime 4 faz de certo, onde ele erra e se realmente vale a pena jogar.


Metroid Prime 4 tenta reinventar a franquia

O jogo aposta forte em uma estrutura que mistura exploração, narrativa e mundo semiaberto, algo que não fazia parte da essência da franquia original.

Apesar disso, ele ainda carrega o DNA clássico do Metroid:

  • exploração metódica
  • backtracking
  • progressão por habilidades
  • foco em ambientação

O problema é que essa nova abordagem nem sempre funciona.


Metroid Prime 4 não é um mundo aberto de verdade

Mesmo parecendo um mundo aberto, o jogo é altamente limitado.

Você explora grandes áreas conectadas, mas:

  • só avança quando desbloqueia habilidades específicas
  • precisa seguir uma ordem pré-definida
  • muitas áreas parecem abertas, mas são bloqueadas artificialmente

Isso faz com que o jogo finja liberdade, mas mantenha tudo sob controle.


Combate funciona, mas não é o foco

O combate é sólido e bem construído, principalmente nos chefes.
Porém, o foco do jogo não é ação intensa, e sim exploração e observação.

Se você espera algo próximo de um FPS rápido, vai se frustrar.

Metroid Prime 4 é mais sobre entender o ambiente do que reagir rapidamente.


Samus muda, mas continua distante

Após a recepção negativa de Metroid: Other M, a Nintendo optou por deixar Samus praticamente muda.

Ela quase não se expressa.
Outros personagens falam por ela.

Isso cria uma narrativa estranha, distante e pouco emocional. Em muitos momentos, parece que os acontecimentos não têm peso real.


História ambiciosa, mas irregular

A trama envolve:

  • uma civilização extinta
  • cristais psíquicos
  • um planeta condenado
  • o retorno de Silux

A ideia é boa, mas a execução sofre. Muitos personagens surgem e desaparecem rápido demais, sem criar conexão emocional.

O vilão tem presença, mas não impacto suficiente.


O problema do mundo aberto e da moto

A inclusão da moto e das áreas abertas é um dos pontos mais controversos.

O mapa é grande, mas vazio.
A exploração vira deslocamento.
A moto serve mais como transporte do que como mecânica divertida.

O jogo tenta ser um Zelda moderno, mas não tem a liberdade que faz Zelda funcionar.


Chefes e desafios

Os chefes são o ponto alto do jogo:

  • visuais impressionantes
  • uso criativo dos poderes
  • boa variedade

Mas alguns encontros são longos demais e dependem de mecânicas pouco intuitivas.


Progressão travada e ritmo quebrado

Para avançar, o jogo obriga o jogador a:

  • coletar cristais
  • revisitar áreas antigas
  • cumprir objetivos secundários obrigatórios

Isso quebra totalmente o ritmo da narrativa e alonga artificialmente a campanha.


Final e conclusão

O final é simbólico, bonito e coerente, mas previsível.

Samus cumpre seu papel, o ciclo se fecha e a história termina de forma segura, sem grandes riscos narrativos.

Existe um final secreto, mas ele pouco altera o impacto geral.


Vale a pena jogar Metroid Prime 4?

@eurkplay

Metroid prime 4 vale a pena comprar no Nintendo switch 2 ?! #metroidprime4 #nintendoswitch2 #rkplay #shorts

♬ som original – Rk play

Vale a pena se você:

  • Gosta de exploração e ambientação
  • É fã da franquia Metroid
  • Curte jogos mais contemplativos

Talvez não seja para você se:

  • Quer ação constante
  • Prefere liberdade total
  • Não gosta de backtracking

Metroid Prime 4 não é um jogo ruim.
Mas também não é revolucionário.

Ele tenta agradar novos públicos sem abandonar os antigos, e acaba ficando no meio do caminho.

Ainda assim, é uma experiência importante para o futuro da franquia e mostra que a Nintendo ainda acredita em Metroid.

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Games

Vale a pena comprar o Nintendo Switch 2 em 2026?

Meu amigo, vou te falar a real: vale muito a pena comprar o Nintendo Switch 2 em 2026. Esse console já se mostrou como o verdadeiro sucessor da geração anterior e chega com força total, tanto para quem já vem do Switch original quanto para quem está entrando agora no ecossistema da Nintendo.

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Meu amigo, vou te falar a real: vale muito a pena comprar o Nintendo Switch 2 em 2026. Esse console já se mostrou como o verdadeiro sucessor da geração anterior e chega com força total, tanto para quem já vem do Switch original quanto para quem está entrando agora no ecossistema da Nintendo.

O Switch 2 é o novo videogame da nova geração da Nintendo e isso significa duas coisas muito importantes. Primeiro, ele já começa com jogos novos e grandes lançamentos pensados diretamente para o hardware. Segundo, ele herda praticamente toda a biblioteca da geração passada, o que dá um catálogo gigantesco logo de cara.

Se você já tem um Switch 1, o upgrade faz bastante sentido. A diferença de desempenho, estabilidade e qualidade gráfica é bem perceptível. Jogos que antes rodavam com quedas de frame ou resolução mais baixa agora rodam de forma muito mais sólida. É aquele salto que você sente jogando, não só lendo ficha técnica.

Agora, se você nunca teve um Switch, aí a vantagem é ainda maior. Você entra direto em um ecossistema recheado de jogos incríveis. Dá pra jogar desde clássicos como Zelda, Mario e Smash Bros até lançamentos mais recentes como Metroid Prime, Donkey Kong Bananza e o novo Mario Kart. É conteúdo praticamente infinito.

Outro ponto muito forte é que o Switch 2 virou uma plataforma extremamente segura para jogos multiplataforma. Muitos títulos grandes estão chegando nele, como Resident Evil Requiem, Pragmata e outros que antes pareciam impossíveis em um console da Nintendo. Além disso, esses jogos costumam chegar com preços mais acessíveis em comparação a outras plataformas.

E claro, não dá pra ignorar a portabilidade. Poder jogar tudo isso no modo portátil continua sendo um diferencial absurdo. É aquele tipo de console que funciona tanto para quem joga em casa quanto para quem gosta de jogar em qualquer lugar.

O futuro também parece bem promissor. Ainda temos muitos jogos da própria Nintendo por vir, como novos Zeldas, futuros Smash Bros e títulos esportivos que sempre vendem muito bem. É uma base sólida, com suporte garantido por muitos anos.

Sendo bem sincero, acho muito difícil alguém se arrepender de comprar um Switch 2. O console está bem servido, tem uma biblioteca forte, bons exclusivos e um suporte que inspira confiança. A única coisa que falta para deixar ele absolutamente perfeito seria o GTA 6. Muita gente ainda tem esperança de ver esse jogo rodando nele e, do jeito que as coisas estão, eu não duvidaria nem um pouco.

Se você está pensando em entrar nessa geração, o Switch 2 é uma escolha extremamente segura.

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