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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar TODOS os remakes de SONIC do MEGA DRIVE nessa lista de Sonic Fan Games que vai ter ANALISE

TODOS REMAKES do SONIC do MEGA DRIVE 😨 HISTORIA SONIC 2 HD

Baixe a fan game aqui https://rkplay.com.br/fangame

Espero que gostem!

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Fan games do SONIC

Mais Sonic Sonic 2 HD e outros Remakes de SONIC do mega drive

O grupo de fãs do mais famoso ouriço do entretenimento, Team S2HD, está prestes a disponibilizar uma demo para um projeto que é muito antecipado pelo grupo de adeptos, seguidores de Sonic.

O chamado Sonic 2 HD é um remake gráfico do homónimo lançado em tempos para a Mega-Drive, um projeto de fãs para fãs, que não tem qualquer interesse comercial por detrás.

“Sonic 2 HD é um esforço de fãs, para fãs, sem qualquer ganho financeiro. Nenhum membro associado com a equipa da S2HD recebeu, ou vai receber qualquer compensação pelo seu trabalho. “Sonic 2 HD” não está de todo afiliado com a Sega® ou Sonic Team®. Os direitos autorais de “Sonic The Hedgehog” assim como de todos os personagens, nomes, termos, arte e música, pertencem à Sega®.”

A equipa aproveitou a aproximação da Demo para mostrar o estado atual do projeto com um novo vídeo que podem ver em baixo. Quando Sonic 2 HD estiver pronto, vai poder ser descarregado (via site oficial) e desfrutado por todos.

FONTE IGN

O projeto do game Sonic 2 HD segue de vento em popa. A recriação em HD de um dos melhores jogos do Mega Drive é algo muito bem vindo.

A base é o jogo original do Mega Drive, com um trabalho muito complexo e centrado ao redor do SonicOrca Engine, com um redesenho completo dos personagens, cenários e animações.

O resultado é excepcional Sonic 2 HD passa a sensação de ser um jogo verdadeiramente novo, mas sem perder a essência única do clássico original do Mega Drive.

A demo disponibilizada recentemente inclui três fases (Emerald Hill Zone, Hill Top Zone e Chemical Plant Zone). É possível jogar com Sonic e Tails, além de aproveitar do modo multiplayer.

É um projeto não-oficial e não vinculado à SEGA ou ao Sonic Team. Logo, sempre existe a possibilidade dele ser vetado pelos japoneses. Esperamos que não, pois o potencial de sucesso é enorme.

Você pode fazer o download da demo de Sonic 2 HD nesse link. Para obter um bom desempenho na execução do jogo, o seu computador precisa dos seguintes requisitos:

– Windows 7 Service Pack 1 64 bits
– CPU Intel Core i5 2500
– Gráficos GeForce GTX 650 com 1 GB
– 4 GB de RAM
– 400 MB de espaço livre em disco

Após muito se falar sobre o projeto e uma versão demo liberada em março deste ano, o Sonic 2 HD Project chega ao fim. O projeto que teve início em dezembro de 2007, a partir de uma discussão num fórum de internet sobre o mascote da Sega, não teve o seu desfecho, que era finalizar uma versão não-oficial de Sonic The Hedgehog 2 (Mega Drive), totalmente em alta-definição.

O responsável pelo projeto, Vicenzo Mastrorosato (Vicent), publicou na noite de quarta-feira, 18, no blog oficial que os trabalhos chegaram ao fim. O jogo estava bonito, bem elaborado, com mais sprites animados, gráficos polidos, porém, um conflito entre o time e o principal programador, conhecido por ‘LOst’ pôs ponto final nos trabalhos.

Segundo Vicent, líder do projeto, o programador “ignorou pedidos nos útimos dois anos, impedindo a continuação do projeto, ao negar ajuda e análises sobre sua engine pessoal”.

A situação se agravou quando LOst’ saiu da equipe e se apossou do código do jogo. E para jogar uma pá de cal em cima, dois integrantes estratégicos da equipe também foram embora.

“Não podemos substituir o nosso principal programador que manteve o código fonte para si, tornando impossível atualizar o material de fonte codificado para ser usado como base para compilações mais recentes. Além disso, dois membros-chave.

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Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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