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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vou falar sobre um jogo do crash que na verdade fecha a trilogia de jogos bons dele que ganhou remake em Crash N Sanity Trilogy

ULTIMO REMAKE de CRASH 😂 | HISTORIA CRASH 3 WARPED

Espero que gostem!


Canal do Matheus @Leão Dourado ( o Harry Potter do video )

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Mais sobre Crash Bandicoot 3

Crash Bandicoot: Warped, chamado na Europa de Crash Bandicoot 3: Warped e no Japão de Crash Bandicoot 3: Flying! Globe-Trotting é o terceiro jogo da série Crash Bandicoot e foi lançado pela Naughty Dog para o PlayStation em 31 de outubro de 1998

História
Após o Dr Nitrus Brio e Crash Bandicoot terem destruído a estação de Cortex, um dos pedaços foi parar na Terra. Ele cai em um monumento antigo, libertando uma entidade do mal, uma máscara chamada Uka-Uka (irmão de Aku-Aku), que possui poderes sobrenaturais. Na ilha N. Sanity, os Bandicoots estão cuidando de seus afazeres, mas escutam uma risada maligna. A máscara Aku-Aku se surpreende e chama os Bandicoots para dentro da toca onde moram.[1]

Em uma superfície futurística, Uka-Uka, que é a tal máscara maligna, briga com Cortex, que por causa de sua incompetência, todos os cristais e diamantes se perderam no contínuo espaço-tempo. Mas, há um novo aliado que ajudará Cortex a dominar o mundo, o Dr. N. Tropy. Ele é o criador da superfície cujo nome é Tornado Temporal e mestre do tempo. Em N. Sanity, Aku-Aku diz para nossos heróis que a tal risada era de seu irmão do mal, Uka-Uka. Ele e Cortex querem dominar o mundo usando sua genialidade e maldade juntos. Crash deverá achar os 25 cristais no Tornado Temporal para deter Cortex e Uka-Uka, antes que seja tarde.

Crash derrota Tiny Tiger pela segunda vez. Cortex, na tentativa de derrotar Crash, envia a ele uma de suas criações: Dingodile, porém o mesmo fracassa. Dr. N.Tropy encontra Crash, os dois lutam mas o vilão acaba perdendo e explode. Coco derrota N.Gin fazendo com que Neo Cortex e Uka-Uka se obriguem a enfrentar Crash e Aku-Aku, porém os vilões são derrotados e fogem em um portal tendo seu plano fracassado.

Jogabilidade
Cada parte do Tornado Temporal tem sete temas: Europa na Idade Média, América do Norte pré-histórica (período Cretáceo), Arábia do século XIV, China do século XVII, Antigo Egito, EUA no futuro, Europa na Primeira Guerra Mundial e Estados Unidos nos anos 50, Atlântida, Navegações no Pacífico, Chefões em Roma, Era Glacial e Homem na Lua. Cada uma dessas divisões possui seis fases (contando os chefes) e, com exceção destes últimos, todas têm cristais, um ou dois diamantes (gemas) e relíquias para serem coletados. As relíquias podem ser pegas se você chegar antes do tempo mostrado na tela, e elas são divididas em safira, ouro e platina. Uma das novidades é que você ganha um poder cada vez que derrota um chefe. São eles: a barrigada poderosa, o pulo duplo, o super tornado (ou super giro), a bazuca de frutas e os sapatos de velocidade. E, assim como no jogo anterior, você habilita um final secreto se pegar todos os cristais, diamantes (gemas) cinzas e coloridas (amarelo, vermelho, roxo, azul e verde) e as relíquias. Depois de obter 104%, consiga em todas as fases para pegar as relíquias de ouro e não fique com nenhuma relíquia de safira; pegando a última relíquia de ouro, chegue perto de Coco (irmã de Crash) para pegar mais uma gema cinza, quando você pegar a gema soltará fogos de artifício em volta do Tornado Temporal e ficará com a porcentagem de 105% e assim, zerando o jogo.

Final secreto
Após ser derrotado por Crash, Cortex cai no núcleo do Tornado, como no outro final. Uka Uka voa na direção de Cortex. De repente, uma grande esfera negra aparece, sugando Cortex, N. Tropy e Uka Uka para o contínuo espaço-tempo, o que transforma Cortex e Tropy em bebês, que duelam pela possessão de Uka Uka. O jogo termina então com Aku Aku alegando que não sabe ao certo o que aconteceu com seus inimigos, mas sabe que não irão vê-los por um bom tempo.

Games

Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

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A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.

Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.

O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.

Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.

Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.

Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.

Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.

Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.

No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.

Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.

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Análise

REVIEW | R-Type Dimensions 3 chega para resgatar um dos maiores clássicos dos jogos de navinha

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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Os jogos de nave podem não dominar mais o mercado como antigamente, mas houve uma época em que esse gênero era um dos mais populares dos videogames. Pensando justamente em resgatar essa nostalgia, R-Type Dimensions chega como uma versão remasterizada de um dos maiores clássicos da franquia.

O grande destaque do jogo é a possibilidade de alternar, a qualquer momento, entre os gráficos originais e uma versão totalmente refeita em 3D. Basta apertar um botão para comparar como era o visual clássico e como ele ficou com a nova apresentação, trazendo um efeito bem interessante para quem gosta de revisitar títulos antigos.

Mesmo sendo um remaster, R-Type Dimensions mantém toda a essência da série. O jogador controla uma nave que avança automaticamente pelos cenários enquanto enfrenta ondas de inimigos, coleta novos poderes e precisa desviar de uma enorme quantidade de projéteis e obstáculos.

A franquia R-Type é considerada uma das mais importantes da história dos shoot ’em ups, ajudando a popularizar o gênero durante décadas. Para quem já conhece esse estilo de jogo, a experiência continua extremamente competente e divertida.

Outro ponto positivo é a presença do modo multiplayer, um recurso cada vez mais raro em lançamentos atuais e que torna a experiência ainda mais interessante para quem deseja jogar com um amigo.

As fases continuam sendo um dos grandes atrativos. Em determinados momentos, o cenário inteiro trabalha contra o jogador. Há trechos em que gotas de ácido caem do teto, abrindo lentamente passagens que antes estavam bloqueadas, enquanto outras fases exigem atenção constante ao ambiente, já que o perigo não vem apenas dos inimigos, mas também dos próprios elementos do cenário.

Apesar de manter um nível de desafio elevado, R-Type Dimensions não chega a ser frustrante. Como um lançamento moderno, o jogo conta com continues e sistemas de salvamento, tornando a experiência muito mais acessível do que nos arcades da época.

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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