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Os filmes do Sonic agora vão se transformar em um universo cinematográfico do Ouriço. Com isso, os produtores querem adaptar histórias em filmes e séries. Super notícia urgente!

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Os filmes do Sonic agora vão se transformar em um universo cinematográfico do Ouriço. Com isso, os produtores querem adaptar histórias para cada personagem, culminando em um épico nível “Vingadores: Ultimato”.

O produtor está com muitos projetos, e é sobre isso que eu vou falar agora para você entender o contexto. Um dos produtores da série do Knuckles, lá na Paramount, acabou dando uma entrevista e soltou uma ideia épica: eles querem transformar o Sonic não só em uma série de filmes, mas em um universo cinematográfico, onde o final será ao nível de “Vingadores: Ultimato”. Ele fez essa comparação com o filme de super-herói que, durante 10 anos, teve uma conclusão em uma das maiores bilheteiras da história do cinema.

Eu gosto de Sonic, mas não consigo imaginar isso acontecendo, ainda mais nos moldes dos filmes que estão sendo feitos agora. Acredito que, se isso realmente acontecer, o elenco humano terá que ser deixado de lado em algum momento ou fase do filme. Mas tem vários rumores rolando por aí. Por exemplo, depois dessa série do Knuckles, parece que teremos o filme do Sonic 3. Depois do filme do Sonic 3, teremos uma série ou talvez um filme solo focado no Shadow. Isso porque já falaram que o filme do Sonic 3 seria dividido em duas partes, e a segunda parte, em vez de ser Sonic 4 ou Sonic 3 Parte 2, se chamaria Sonic Shadow. Seria algo mais ou menos assim. Então, a gente vai ficar aqui imaginando teorias sobre isso.

Possíveis Adaptações dos Jogos do Sonic para o Cinema

Vou pegar alguns pontos, porque todos os jogos do Sonic têm uma história que pode, de certa forma, ser adaptada. O universo é muito grande. Quem joga os jogos e não presta atenção nas histórias, principalmente os jogos mais antigos em que a história quase não existe, pode achar que não tem potencial para isso, mas de fato tem. Os humanos são parte importante nesse projeto, e os atores já falaram que assinaram contrato para vários filmes. O ator que faz o Tom e também fez o Ciclope nos antigos filmes do X-Men já falou que assinou um contrato para vários filmes, então é muito provável que ele vá aparecer em outros filmes também. Se tem humanos aparecendo, tem que ter histórias onde eles possam participar. Eu já tenho cinco para falar com vocês.

Vou pular logo de cara o Sonic Adventure 2, porque o Sonic 3 o filme é baseado no Sonic Adventure 2. Começando aqui com o Sonic Adventure: a história desse filme seria basicamente adaptando o arco da criatura Chaos. Agora que Pachacamac está confirmado como ser vivo e está na Terra, e a Esmeralda Mestra também está na Terra junto com as esmeraldas do Chaos, a história da criatura Chaos poderia voltar. Para quem não se lembra, ele é um personagem muito importante porque foi o causador da Ira de um Chao misturado com a água do Santuário da Esmeralda Mestra, liberando o espírito da água, uma criatura baseada na forma de raiva. O bicho absorve a energia de cada Esmeralda do Chaos e, na história do Sonic Adventure, ele foi responsável por dizimar praticamente toda uma raça de equidnas, sobrando apenas Knuckles como o último equidna e último sobrevivente de sua raça. Isso é muito doido porque Pachacamac está vivo nessa história. Ele vai fazer essa participação agora na série do Knuckles. Se ele perceber que a Esmeralda Mestra está na Terra, pode começar a querer ir atrás dela, talvez buscando um pouco de sua glória. Pelo menos na gravação desse vídeo, o arco dele talvez nem esteja lá, mas enfim, não sabemos qual será seu arco durante a série do Knuckles. Mas dá para fazer isso, já está na Terra, tem humanos e já é pretexto para adicionar Amy Rose na história ou até mesmo o robô Gamma, que é um dos arcos mais tristes em toda a série do Sonic. Ele fez tudo pela Lily e por mim. Senhor robô, eu nunca o esquecerei.

Sonic 2006: sei que pode achar isso loucura, mas Sonic 2006 pode ser adaptado sim, porque também se baseia em um universo onde tem humanos. Aqui, temos até referências que foram deixadas de lado, como as Chamas do Desastre, que já apareceram na série do Knuckles e é o título de um episódio onde Knuckles usa os punhos de fogo. A história do Sonic 2006 é uma história de viagem no tempo. A Paramount já considerou colocar isso no filme do Sonic 3, e já vazou storyboard com isso. Já falei sobre isso no canal. Eles podem brincar com isso para poder colocar não só a dimensão do sol com a Blaze aparecendo e o Silver também entrando na história, já que ele é um viajante do tempo lutando contra uma criatura Iblis e, claro, impedindo que ele se funda com Mephiles e crie a destruição do mundo. No Sonic 2006, a galera reclama muito do jogo e também de uma cena de uma humana beijando o Sonic, a princesa Elise. Esse jogo do Sonic tentou ter muitos elementos parecidos com o Sonic Adventure, mas não deu tão certo assim. Eles tentaram com três arcos de histórias diferentes. Só estou colocando ele na lista porque é um dos últimos grandes jogos que tem a presença de humanos.

Sonic Unleashed: Dr. Eggman consegue libertar uma criatura chamada Dark Gaia dentro do núcleo da Terra. Ele quer pegar o poder dela para confrontar todo mundo. O plano dele dá errado, e o Sonic acaba sendo salvo pelo Chip, que descobrimos depois ser o Light Gaia, o Guardião. Eles vão em uma jornada para recuperar cada Esmeralda do Chaos e trazê-las de volta à vida, enquanto o Sonic acaba virando o Werehog, o Loborrisso ou Lobo Sonic, dependendo da tradução. Essa é uma história com humanos e talvez uma das últimas relevantes.

Sonic OVA: você deve conhecer esse filme, o filme japonês do Sonic, que mostra que o Dr. Eggman criou uma baita invenção, o Metal Sonic. A história mostra que o Dr. Eggman sequestrou a filha de um presidente, e o Sonic precisa enfrentar alguns desafios com Robotnik. Ele tem ajuda aqui do Knuckles. Uma adaptação dessa história seria perfeita para colocar o Metal Sonic. Talvez a história perfeita para adaptar e introduzir o Metal Sonic na saga. Ele é muito legal, e é da época do Sonic clássico ainda. Tem uma redenção muito bacana e um final trágico para o Metal Sonic, mas seria uma boa adaptação, até porque tem uma relação com os humanos nesse mundo.

Por fim, temos o Sonic Forces: sei que não tem humanos nesse jogo, mas você tem um arco onde o Dr. Eggman conseguiu dominar todo um planeta, que no caso é o planeta Mobius, onde o Sonic vive. Todos os seres vivos acabam virando prisioneiros ou formando pequenos grupos de resistência. Seria interessante trocar muitas das criaturas de Mobius por humanos e situar essa história no planeta Terra, onde o Sonic está. Seria interessante porque faria sentido como uma conclusão épica, até porque a presença do Infinite, um grande vilão nesse jogo com a Phantom Ruby, poderia dar um arco para todos os personagens e vilões antigos voltarem, que consideramos que vão aparecer. Ele tem um nível épico de transformação, onde você tem o Sonic e o Sonic clássico juntos. Poderia ser o papel do Tom como um agente de resistência contra a tirania do Robotnik. Digo isso porque a Paramount não vai largar os humanos do filme, isso pode ter total certeza. A história do Sonic Forces é bem rasa, mais focada na guerra, mas isso poderia ser o grande final épico para toda a saga desses filmes malucos que a Paramount está querendo fazer.

Isso aqui são apenas teorias, estou só chutando. Falei alguns nomes, e ia falar também do Sonic Chronicles, mas isso é só maluquice da minha cabeça. Claro que, se não tiver humanos em filmes futuros, as outras histórias podem dar muito mais certo com outros jogos, como Sonic Heroes, mas aí é papo para outro vídeo. Comente qual jogo do Sonic poderia virar filme que eu vou responder nos comentários. Muito obrigado, valeu, fui e até o próximo vídeo!

Games

Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

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A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.

Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.

O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.

Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.

Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.

Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.

Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.

Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.

No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.

Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.

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Análise

REVIEW | R-Type Dimensions 3 chega para resgatar um dos maiores clássicos dos jogos de navinha

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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Os jogos de nave podem não dominar mais o mercado como antigamente, mas houve uma época em que esse gênero era um dos mais populares dos videogames. Pensando justamente em resgatar essa nostalgia, R-Type Dimensions chega como uma versão remasterizada de um dos maiores clássicos da franquia.

O grande destaque do jogo é a possibilidade de alternar, a qualquer momento, entre os gráficos originais e uma versão totalmente refeita em 3D. Basta apertar um botão para comparar como era o visual clássico e como ele ficou com a nova apresentação, trazendo um efeito bem interessante para quem gosta de revisitar títulos antigos.

Mesmo sendo um remaster, R-Type Dimensions mantém toda a essência da série. O jogador controla uma nave que avança automaticamente pelos cenários enquanto enfrenta ondas de inimigos, coleta novos poderes e precisa desviar de uma enorme quantidade de projéteis e obstáculos.

A franquia R-Type é considerada uma das mais importantes da história dos shoot ’em ups, ajudando a popularizar o gênero durante décadas. Para quem já conhece esse estilo de jogo, a experiência continua extremamente competente e divertida.

Outro ponto positivo é a presença do modo multiplayer, um recurso cada vez mais raro em lançamentos atuais e que torna a experiência ainda mais interessante para quem deseja jogar com um amigo.

As fases continuam sendo um dos grandes atrativos. Em determinados momentos, o cenário inteiro trabalha contra o jogador. Há trechos em que gotas de ácido caem do teto, abrindo lentamente passagens que antes estavam bloqueadas, enquanto outras fases exigem atenção constante ao ambiente, já que o perigo não vem apenas dos inimigos, mas também dos próprios elementos do cenário.

Apesar de manter um nível de desafio elevado, R-Type Dimensions não chega a ser frustrante. Como um lançamento moderno, o jogo conta com continues e sistemas de salvamento, tornando a experiência muito mais acessível do que nos arcades da época.

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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