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Os filmes do Sonic agora vão se transformar em um universo cinematográfico do Ouriço. Com isso, os produtores querem adaptar histórias em filmes e séries. Super notícia urgente!

Calma, antes do vídeo começar, eu preciso dar uma dica para você: esse aqui é o Social Bus Drive. Ele é um serviço que você pode usar para agregar vários links de redes sociais, e o melhor lançamento deles agora é a Tribe. Com ele, você pode criar várias notificações e interações, além de camadas (layers) para colocar em cima das suas lives. Isso ajuda você, criador de conteúdo, a ter mais pessoas engajadas e interagindo nas suas lives, facilitando e simplificando a sua monetização. Eles cobram apenas uma taxa de 5%, e tudo isso através do PayPal. Eles dão suporte aqui no Brasil, e para quem faz live sabe que isso é muito bom para simplificar e ajudar na hora de fazer todo esse trabalho com as notificações e interação com quem assiste ao vivo. Sem contar que você pode usar como um feed, criando postagens e ações sobre o que você estiver fazendo. Se você quiser saber mais detalhes sobre o Social Bus Tribe, é só clicar no link na descrição. Entra aí e manda um salve!

Os filmes do Sonic agora vão se transformar em um universo cinematográfico do Ouriço. Com isso, os produtores querem adaptar histórias para cada personagem, culminando em um épico nível “Vingadores: Ultimato”.

O produtor está com muitos projetos, e é sobre isso que eu vou falar agora para você entender o contexto. Um dos produtores da série do Knuckles, lá na Paramount, acabou dando uma entrevista e soltou uma ideia épica: eles querem transformar o Sonic não só em uma série de filmes, mas em um universo cinematográfico, onde o final será ao nível de “Vingadores: Ultimato”. Ele fez essa comparação com o filme de super-herói que, durante 10 anos, teve uma conclusão em uma das maiores bilheteiras da história do cinema.

Eu gosto de Sonic, mas não consigo imaginar isso acontecendo, ainda mais nos moldes dos filmes que estão sendo feitos agora. Acredito que, se isso realmente acontecer, o elenco humano terá que ser deixado de lado em algum momento ou fase do filme. Mas tem vários rumores rolando por aí. Por exemplo, depois dessa série do Knuckles, parece que teremos o filme do Sonic 3. Depois do filme do Sonic 3, teremos uma série ou talvez um filme solo focado no Shadow. Isso porque já falaram que o filme do Sonic 3 seria dividido em duas partes, e a segunda parte, em vez de ser Sonic 4 ou Sonic 3 Parte 2, se chamaria Sonic Shadow. Seria algo mais ou menos assim. Então, a gente vai ficar aqui imaginando teorias sobre isso.

Possíveis Adaptações dos Jogos do Sonic para o Cinema

Vou pegar alguns pontos, porque todos os jogos do Sonic têm uma história que pode, de certa forma, ser adaptada. O universo é muito grande. Quem joga os jogos e não presta atenção nas histórias, principalmente os jogos mais antigos em que a história quase não existe, pode achar que não tem potencial para isso, mas de fato tem. Os humanos são parte importante nesse projeto, e os atores já falaram que assinaram contrato para vários filmes. O ator que faz o Tom e também fez o Ciclope nos antigos filmes do X-Men já falou que assinou um contrato para vários filmes, então é muito provável que ele vá aparecer em outros filmes também. Se tem humanos aparecendo, tem que ter histórias onde eles possam participar. Eu já tenho cinco para falar com vocês.

Vou pular logo de cara o Sonic Adventure 2, porque o Sonic 3 o filme é baseado no Sonic Adventure 2. Começando aqui com o Sonic Adventure: a história desse filme seria basicamente adaptando o arco da criatura Chaos. Agora que Pachacamac está confirmado como ser vivo e está na Terra, e a Esmeralda Mestra também está na Terra junto com as esmeraldas do Chaos, a história da criatura Chaos poderia voltar. Para quem não se lembra, ele é um personagem muito importante porque foi o causador da Ira de um Chao misturado com a água do Santuário da Esmeralda Mestra, liberando o espírito da água, uma criatura baseada na forma de raiva. O bicho absorve a energia de cada Esmeralda do Chaos e, na história do Sonic Adventure, ele foi responsável por dizimar praticamente toda uma raça de equidnas, sobrando apenas Knuckles como o último equidna e último sobrevivente de sua raça. Isso é muito doido porque Pachacamac está vivo nessa história. Ele vai fazer essa participação agora na série do Knuckles. Se ele perceber que a Esmeralda Mestra está na Terra, pode começar a querer ir atrás dela, talvez buscando um pouco de sua glória. Pelo menos na gravação desse vídeo, o arco dele talvez nem esteja lá, mas enfim, não sabemos qual será seu arco durante a série do Knuckles. Mas dá para fazer isso, já está na Terra, tem humanos e já é pretexto para adicionar Amy Rose na história ou até mesmo o robô Gamma, que é um dos arcos mais tristes em toda a série do Sonic. Ele fez tudo pela Lily e por mim. Senhor robô, eu nunca o esquecerei.

Sonic 2006: sei que pode achar isso loucura, mas Sonic 2006 pode ser adaptado sim, porque também se baseia em um universo onde tem humanos. Aqui, temos até referências que foram deixadas de lado, como as Chamas do Desastre, que já apareceram na série do Knuckles e é o título de um episódio onde Knuckles usa os punhos de fogo. A história do Sonic 2006 é uma história de viagem no tempo. A Paramount já considerou colocar isso no filme do Sonic 3, e já vazou storyboard com isso. Já falei sobre isso no canal. Eles podem brincar com isso para poder colocar não só a dimensão do sol com a Blaze aparecendo e o Silver também entrando na história, já que ele é um viajante do tempo lutando contra uma criatura Iblis e, claro, impedindo que ele se funda com Mephiles e crie a destruição do mundo. No Sonic 2006, a galera reclama muito do jogo e também de uma cena de uma humana beijando o Sonic, a princesa Elise. Esse jogo do Sonic tentou ter muitos elementos parecidos com o Sonic Adventure, mas não deu tão certo assim. Eles tentaram com três arcos de histórias diferentes. Só estou colocando ele na lista porque é um dos últimos grandes jogos que tem a presença de humanos.

Sonic Unleashed: Dr. Eggman consegue libertar uma criatura chamada Dark Gaia dentro do núcleo da Terra. Ele quer pegar o poder dela para confrontar todo mundo. O plano dele dá errado, e o Sonic acaba sendo salvo pelo Chip, que descobrimos depois ser o Light Gaia, o Guardião. Eles vão em uma jornada para recuperar cada Esmeralda do Chaos e trazê-las de volta à vida, enquanto o Sonic acaba virando o Werehog, o Loborrisso ou Lobo Sonic, dependendo da tradução. Essa é uma história com humanos e talvez uma das últimas relevantes.

Sonic OVA: você deve conhecer esse filme, o filme japonês do Sonic, que mostra que o Dr. Eggman criou uma baita invenção, o Metal Sonic. A história mostra que o Dr. Eggman sequestrou a filha de um presidente, e o Sonic precisa enfrentar alguns desafios com Robotnik. Ele tem ajuda aqui do Knuckles. Uma adaptação dessa história seria perfeita para colocar o Metal Sonic. Talvez a história perfeita para adaptar e introduzir o Metal Sonic na saga. Ele é muito legal, e é da época do Sonic clássico ainda. Tem uma redenção muito bacana e um final trágico para o Metal Sonic, mas seria uma boa adaptação, até porque tem uma relação com os humanos nesse mundo.

Por fim, temos o Sonic Forces: sei que não tem humanos nesse jogo, mas você tem um arco onde o Dr. Eggman conseguiu dominar todo um planeta, que no caso é o planeta Mobius, onde o Sonic vive. Todos os seres vivos acabam virando prisioneiros ou formando pequenos grupos de resistência. Seria interessante trocar muitas das criaturas de Mobius por humanos e situar essa história no planeta Terra, onde o Sonic está. Seria interessante porque faria sentido como uma conclusão épica, até porque a presença do Infinite, um grande vilão nesse jogo com a Phantom Ruby, poderia dar um arco para todos os personagens e vilões antigos voltarem, que consideramos que vão aparecer. Ele tem um nível épico de transformação, onde você tem o Sonic e o Sonic clássico juntos. Poderia ser o papel do Tom como um agente de resistência contra a tirania do Robotnik. Digo isso porque a Paramount não vai largar os humanos do filme, isso pode ter total certeza. A história do Sonic Forces é bem rasa, mais focada na guerra, mas isso poderia ser o grande final épico para toda a saga desses filmes malucos que a Paramount está querendo fazer.

Isso aqui são apenas teorias, estou só chutando. Falei alguns nomes, e ia falar também do Sonic Chronicles, mas isso é só maluquice da minha cabeça. Claro que, se não tiver humanos em filmes futuros, as outras histórias podem dar muito mais certo com outros jogos, como Sonic Heroes, mas aí é papo para outro vídeo. Comente qual jogo do Sonic poderia virar filme que eu vou responder nos comentários. Muito obrigado, valeu, fui e até o próximo vídeo!

Análise

Resident Evil Requiem é uma mistura do NOVO e Velho de um bom jeito – REVIEW

Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

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Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

Uma experiência dividida em dois estilos

Logo no início, você assume o controle de Grace, uma protagonista que representa tudo aquilo que marcou os Resident Evil mais recentes pós Resident Evil 7: Biohazard. Terror em primeira pessoa, vulnerabilidade e uma sensação constante de perigo.

Essa primeira parte do jogo é focada no medo puro. Recursos escassos, inimigos imprevisíveis e um ritmo mais lento fazem você sentir cada passo como uma decisão importante. É aquela experiência clássica de sobrevivência que muitos fãs pediam de volta.

Mas tudo muda quando Leon S. Kennedy entra em cena.

A virada para ação

Quando Leon assume o protagonismo, o jogo muda completamente de tom. A gameplay passa a lembrar bastante Resident Evil 6, só que dessa vez funcionando melhor.

Aqui entram combates mais intensos, sistema de parry, uso criativo de itens e muito mais foco em ação e movimentação. É praticamente uma evolução do estilo mais action da franquia, só que melhor equilibrado.

Um conceito criativo e estranho

Um dos pontos mais interessantes do jogo é a forma como os inimigos são construídos.

Os zumbis não são apenas criaturas genéricas. Eles são reflexos de memórias e traumas. Antes de serem infectados, eles tinham vidas, hábitos e obsessões.

Isso gera inimigos bem únicos, como um açougueiro transformado em um monstro brutal, um zelador que continua limpando compulsivamente e criaturas que evitam luz por traumas anteriores.

É estranho, mas funciona e adiciona uma camada psicológica bem interessante ao terror.

Um dos Resident Evil mais longos

Outro destaque é a duração. Resident Evil Requiem é um dos títulos mais longos da franquia, o que pode ser um ponto positivo para quem quer conteúdo.

Mas essa duração vem com uma mudança clara de ritmo. O jogo começa com terror intenso, evolui para sobrevivência no meio e termina com ação total.

Essa progressão pode surpreender ou até incomodar dependendo do tipo de jogador que você é.

Vale a pena?

Sim, e muito.

Mesmo com essa mudança de identidade ao longo da campanha, o jogo consegue se manter divertido do início ao fim. Ele mistura o melhor de diferentes fases da franquia e entrega uma experiência única.

Se você curte terror psicológico, ação estilo Resident Evil moderno e narrativas criativas, então esse jogo é para você.

No fim das contas, pode até dividir opiniões, mas é um dos Resident Evil mais interessantes já feitos.

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Games

Mario Kart World: Vale a Pena? O Novo Mario Kart em Mundo Aberto Dividiu Opiniões

Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

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Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

A principal novidade está no mapa contínuo. Diferente dos jogos anteriores, onde cada corrida era isolada, aqui tudo é conectado. Ao terminar uma corrida, o jogador precisa dirigir até a próxima pista, o que cria uma sensação de mundo aberto. A ideia, no papel, é interessante e ambiciosa, mas na prática apresenta alguns problemas. Grande parte do tempo é gasta nesses trajetos de transição, o que reduz o aproveitamento das pistas principais e quebra um pouco o ritmo tradicional que consagrou a franquia.

Apesar disso, existe um modo que se destaca claramente acima dos outros. O modo eliminatória funciona como uma espécie de battle royale dentro do universo de Mario Kart. As corridas começam com muitos jogadores e, ao longo do percurso, vários são eliminados progressivamente até restarem apenas os melhores. Essa estrutura torna as partidas mais tensas, competitivas e imprevisíveis, sendo facilmente o ponto mais forte do jogo e o modo que melhor aproveita o conceito de mapa interligado.

Na jogabilidade, o jogo mantém alguns elementos clássicos, como a mecânica de planar, mas também faz mudanças importantes. A presença de até 24 jogadores simultâneos deixa as corridas mais caóticas, e a interação com o cenário ganha mais destaque, com veículos e obstáculos dinâmicos influenciando a corrida. Por outro lado, algumas decisões não agradaram tanto, como a remoção das corridas subaquáticas e, principalmente, a ausência de personalização de veículos, algo que era bastante valorizado nos títulos anteriores.

Outro ponto que chama atenção é o sistema de skins. O jogo introduz uma mecânica em que o jogador pode pegar alimentos durante a corrida e, ao consumi-los, o personagem muda de visual instantaneamente. Isso cria uma progressão diferente, incentiva a exploração e adiciona variedade, mas também contribui para uma experiência mais caótica e, em alguns momentos, até confusa.

Os itens continuam sendo uma parte essencial da experiência e mantêm o caos característico da franquia. Elementos clássicos retornam ao lado de novas adições, ampliando ainda mais as possibilidades durante as corridas. O resultado é um gameplay imprevisível, onde qualquer corrida pode mudar completamente em questão de segundos.

No quesito pistas, o jogo impressiona visualmente e em criatividade. Há cenários que vão de desertos com um estilo cinematográfico a cidades cheias de tráfego, além de áreas inspiradas em Donkey Kong e uma Rainbow Road que se passa no espaço. No entanto, as pistas retrô foram tão modificadas que, em muitos casos, perderam a identidade original, o que pode decepcionar quem esperava uma nostalgia mais fiel.

O mundo aberto também permite exploração livre, onde o jogador pode circular pelo mapa, coletar itens e interagir com o ambiente sem necessariamente estar em uma corrida. Ainda assim, esse elemento funciona mais como um complemento do que como um pilar central da experiência.

Nem tudo funciona perfeitamente. As transições longas entre pistas, a falta de personalização e a remoção de algumas mecânicas clássicas são pontos que pesam contra o jogo. Além disso, ainda existe uma dependência de atualizações futuras para expandir o conteúdo e corrigir algumas dessas questões.

O preço também chama atenção, chegando a cerca de 500 reais no Brasil. Mesmo assim, por ser um dos principais títulos do console e oferecer uma experiência multiplayer forte, acaba se tornando quase indispensável para quem possui a plataforma.

No geral, Mario Kart World é um jogo que assume riscos. Ele abandona parte da fórmula tradicional para tentar algo novo, e embora nem todas as mudanças funcionem, ainda entrega uma experiência divertida e marcante. O modo eliminatória, em especial, mostra que a franquia ainda tem espaço para evoluir de maneiras interessantes.

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