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Cara, vou ser bem direto: depende, mas provavelmente não.

Code Vein 2 é aquele tipo de jogo que já deixa claro quem ele quer agradar. Ele pega a base do Soulslike, suaviza bastante a dificuldade, joga tudo dentro de um visual anime bem adolescente e te coloca em um mundo aberto que, ironicamente, já começa tropeçando no próprio ritmo.

Um mundo aberto que se perde logo no começo

A ideia do mundo aberto parece boa no papel, mas na prática o jogo não sabe muito bem para onde vai quando você começa a explorar. O ritmo cai rápido, a sensação de descoberta não empolga tanto e dá aquela impressão de que o jogo ainda está tentando se encontrar.

Por outro lado, ele faz questão de não te deixar perdido. Tudo é extremamente guiado, com mapa claro, objetivos óbvios e uma narrativa explicada de forma tão simples, quase boba, que você dificilmente vai se sentir confuso. Isso reforça bastante a sensação de que é um jogo pensado para quem está começando agora no gênero.

Soulslike, mas sem o peso de um Souls

Mesmo sendo inspirado em Dark Souls, Code Vein 2 suaviza quase tudo que tornava o gênero mais punitivo. Aqui você pode invocar personagens parceiros para te ajudar nas lutas, o que muda completamente a dinâmica do combate.

Quem já jogou Dark Souls sabe como isso fazia falta, principalmente no lançamento, quando você ficava refém de invasões e de um multiplayer nem sempre amigável. Em Code Vein 2, isso simplesmente não é um problema. O jogo te protege o tempo todo.

Dificuldade acessível, até demais

Na primeira hora, o jogo até pode parecer desafiador. Mas a verdade é que ele é bem simples dentro do gênero Soulslike. Depois que você entende as mecânicas, fica claro que não tem nada ali que realmente pressione o jogador mais experiente.

Isso não é necessariamente ruim, só deixa claro o público-alvo.

Então, vale a pena?

  • Nunca jogou Dark Souls?
    Pode valer a pena. Code Vein 2 funciona quase como uma porta de entrada para o gênero, sem frustração excessiva e com um visual mais chamativo.
  • Já é veterano de Soulslike?
    A chance de você se decepcionar é grande. Voltar para algo assim pode dar a sensação de que você está saindo do gênero, não explorando algo novo.

Pra resumir de um jeito bem claro:
👉 Se Dark Souls fosse um Sonic, Code Vein 2 seria um Super Mario dentro do gênero Soulslike.
Mais acessível, mais colorido, menos punitivo e também menos profundo.

Por R$ 200, a recomendação é esperar uma promoção. Se aparecer por um preço mais baixo, aí sim ele pode virar uma experiência válida, principalmente pra quem está começando agora.

Games

Splatoon Raiders pode ser a maior evolução da franquia e finalmente conquistar quem não gosta do competitivo

A Nintendo revelou muitos detalhes de Splatoon Raiders durante o seu Direct, e a impressão que ficou é que estamos diante de um dos projetos mais ambiciosos da história da franquia.

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A Nintendo revelou muitos detalhes de Splatoon Raiders durante o seu Direct, e a impressão que ficou é que estamos diante de um dos projetos mais ambiciosos da história da franquia.

Diferente da série principal, que sempre teve o multiplayer competitivo como foco, Splatoon Raiders aposta em uma grande campanha single player, mas com um importante diferencial: ela poderá ser jogada também no modo cooperativo.

O jogo coloca os jogadores para explorar uma ilha inédita, utilizando todas as mecânicas clássicas de tinta da série. Além de enfrentar criaturas selvagens, será possível explorar o cenário, coletar recursos, fabricar equipamentos através de sistemas de crafting e evoluir o personagem com elementos de RPG muito mais profundos do que muitos imaginavam.

Uma das maiores surpresas da apresentação foi justamente a confirmação de que a campanha contará com um modo multiplayer cooperativo. Inicialmente, muita gente acreditava que a aventura seria totalmente focada na experiência solo, mas a Nintendo decidiu expandir a proposta permitindo que amigos explorem a ilha juntos.

O modo cooperativo também promete trazer missões específicas, como caçadas a tesouros e desafios contra inimigos especiais espalhados por diferentes áreas do mapa. Isso aumenta bastante a variedade de atividades e dá ainda mais motivos para continuar explorando o mundo do jogo.

Essa abordagem lembra o melhor dos jogos cooperativos não competitivos, permitindo que os jogadores utilizem seus personagens evoluídos para enfrentar os desafios da campanha ao lado de amigos, sem depender exclusivamente das disputas online tradicionais.

Para quem sempre teve curiosidade sobre a franquia, mas nunca se interessou pelo lado competitivo de Splatoon, Raiders pode ser a porta de entrada perfeita. A combinação entre exploração, sobrevivência, progressão de personagem, crafting e cooperação tem potencial para atrair um público completamente novo.

Se a Nintendo entregar tudo o que mostrou durante o Direct, Splatoon Raiders tem tudo para representar uma verdadeira revolução para a série e se tornar um dos lançamentos mais interessantes do Nintendo Switch 2.

E você?

Você pretende jogar Splatoon Raiders pela campanha solo, pelo cooperativo ou ainda prefere o multiplayer competitivo tradicional da franquia? Deixe sua opinião nos comentários!

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Games

Isso que o achei de Fading Echo

Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

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Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

Fading Echo é um jogo de ação, exploração e plataforma que coloca você no controle de uma personagem capaz de alternar entre sua forma humana e uma esfera de água. Essa mecânica é a grande estrela da experiência, já que muda completamente a maneira como você explora os cenários, resolve puzzles e enfrenta inimigos.

A proposta mistura elementos de plataforma com combate hack and slash, criando uma jogabilidade dinâmica e cheia de possibilidades. Durante a demonstração que testei, pude utilizar diferentes fluidos, como água, lava, ácido e outros elementos especiais. Cada um deles influencia a exploração e abre novas formas de interagir com o ambiente.

Grande parte da aventura gira em torno dessas transformações e da manipulação dos fluidos. Você precisa entender como cada elemento funciona para alcançar áreas secretas, superar obstáculos e descobrir novos caminhos pelo mapa.

Outro aspecto que me chamou bastante atenção foi o visual. O jogo utiliza uma direção artística que lembra o estilo cel shading, aquele visual mais cartunesco que deixa tudo muito bonito e cheio de personalidade. Foi justamente esse estilo gráfico que despertou minha curiosidade logo de cara.

A versão que joguei durante a Gamescom ainda estava em desenvolvimento. A demo disponível na época era apenas em inglês e apresentava algumas pequenas falhas gráficas, algo totalmente compreensível considerando que certas cenas ainda nem estavam finalizadas. Mesmo assim, já era possível enxergar todo o potencial do projeto.

Agora o jogo continua evoluindo e tudo indica que contará com dublagem. Além disso, uma demonstração já pode ser testada em algumas plataformas, incluindo a Steam.

Fading Echo ainda não é um dos jogos mais conhecidos do mercado, mas acredito que vale a pena ficar de olho nele. Como alguém que adora jogos de plataforma, exploração e mecânicas criativas, encontrei aqui várias ideias interessantes. Somado a isso, o combate hack and slash ajuda a manter o ritmo da aventura sempre ativo, tornando a experiência muito mais envolvente.

Se você gosta de jogos que misturam movimentação fluida, exploração, puzzles inteligentes e combate dinâmico, Fading Echo certamente merece entrar no seu radar.

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