Vazou uma coletânea de New Super Mario Bros para o Switch 2 – Eu não sei se fico feliz ou triste
E aí, será que a Nintendo vai mesmo lançar uma coletânea com os jogos da série New Super Mario Bros como o grande título do fim de ano do Nintendo Switch 2? Vazou na internet uma suposta imagem de capa dessa coletânea, e a comunidade está dividida. Eu mesmo não sei se fico animado ou decepcionado, e é sobre isso que quero conversar com vocês agora.
E aí, será que a Nintendo vai mesmo lançar uma coletânea com os jogos da série New Super Mario Bros como o grande título do fim de ano do Nintendo Switch 2? Vazou na internet uma suposta imagem de capa dessa coletânea, e a comunidade está dividida. Eu mesmo não sei se fico animado ou decepcionado, e é sobre isso que quero conversar com vocês agora.
Quero saber sua opinião: você gosta da série New Super Mario? Comenta aí embaixo, porque o chat aqui já está fervendo com gente dizendo que não curte muito. E olha, não julgo. Esses jogos sempre foram vistos como “mais do mesmo”, especialmente após tantos lançamentos parecidos. O Super Mario Wonder veio justamente para mostrar que os jogos 2D do Mario ainda têm potencial criativo, coisa que a série New Super Mario parecia ter perdido.
Apesar disso, eu tenho um carinho pelo primeiro New Super Mario Bros de DS. E essa possível coletânea incluiria justamente ele, o de Wii e o de 3DS. Ou seja, seria algo nos moldes do que foi o Mario 3D All Stars, que trouxe Mario 64, Sunshine e Galaxy. Inclusive, tem rumores de que a Nintendo deve relançar o 3D All Stars para o Switch 2, com uma possível adição: Mario Galaxy 2. E aí, tudo faz sentido – recentemente o 3D All Stars recebeu uma atualização misteriosa para rodar melhor no Switch 2, mesmo não estando mais à venda oficialmente. Muito suspeito, né?
Voltando à coletânea do New Super Mario Bros, ela pode dividir opiniões, mas tem seu valor nostálgico. Especialmente o New Super Mario Bros 2, que traz de volta o famoso “Raccoon Mario” (ou Hakun Mario, como alguns dizem). Já o New Super Mario Bros Wii e o 2 de 3DS tinham os mesmos chefes repetidos, os Koopalings, o que deixava tudo meio sem graça.
O ponto principal é: a coletânea pode ser real. Alguns dizem que o post com a imagem vazada já foi deletado, o que levanta ainda mais suspeitas. E, se for lançada exclusivamente para o Switch 2, muitos fãs vão reclamar, já que são jogos antigos e que poderiam sair também no Switch 1 ou no Switch Online.
A questão do preço também pesa. Sabemos que jogos da Nintendo chegam ao Brasil por até R$ 500, e se relançarem o 3D All Stars com Galaxy 2, pode esperar esse valor salgado. Mas, por outro lado, quem compra geralmente não se decepciona com a qualidade.
Enfim, prefiro que a coletânea exista do que não exista. Mesmo não sendo os melhores jogos do Mario, ela pode trazer bons momentos e abrir caminho para que outros jogos clássicos do DS e Wii sejam relançados ou cheguem ao Switch Online no futuro.
E você, o que acha disso tudo? Compraria essa coletânea? Curte a série New Super Mario Bros ou acha que ela já deu o que tinha que dar?
Resident Evil Requiem é uma mistura do NOVO e Velho de um bom jeito – REVIEW
Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.
Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.
Uma experiência dividida em dois estilos
Logo no início, você assume o controle de Grace, uma protagonista que representa tudo aquilo que marcou os Resident Evil mais recentes pós Resident Evil 7: Biohazard. Terror em primeira pessoa, vulnerabilidade e uma sensação constante de perigo.
Essa primeira parte do jogo é focada no medo puro. Recursos escassos, inimigos imprevisíveis e um ritmo mais lento fazem você sentir cada passo como uma decisão importante. É aquela experiência clássica de sobrevivência que muitos fãs pediam de volta.
Mas tudo muda quando Leon S. Kennedy entra em cena.
A virada para ação
Quando Leon assume o protagonismo, o jogo muda completamente de tom. A gameplay passa a lembrar bastante Resident Evil 6, só que dessa vez funcionando melhor.
Aqui entram combates mais intensos, sistema de parry, uso criativo de itens e muito mais foco em ação e movimentação. É praticamente uma evolução do estilo mais action da franquia, só que melhor equilibrado.
Um conceito criativo e estranho
Um dos pontos mais interessantes do jogo é a forma como os inimigos são construídos.
Os zumbis não são apenas criaturas genéricas. Eles são reflexos de memórias e traumas. Antes de serem infectados, eles tinham vidas, hábitos e obsessões.
Isso gera inimigos bem únicos, como um açougueiro transformado em um monstro brutal, um zelador que continua limpando compulsivamente e criaturas que evitam luz por traumas anteriores.
É estranho, mas funciona e adiciona uma camada psicológica bem interessante ao terror.
Um dos Resident Evil mais longos
Outro destaque é a duração. Resident Evil Requiem é um dos títulos mais longos da franquia, o que pode ser um ponto positivo para quem quer conteúdo.
Mas essa duração vem com uma mudança clara de ritmo. O jogo começa com terror intenso, evolui para sobrevivência no meio e termina com ação total.
Essa progressão pode surpreender ou até incomodar dependendo do tipo de jogador que você é.
Vale a pena?
Sim, e muito.
Mesmo com essa mudança de identidade ao longo da campanha, o jogo consegue se manter divertido do início ao fim. Ele mistura o melhor de diferentes fases da franquia e entrega uma experiência única.
Se você curte terror psicológico, ação estilo Resident Evil moderno e narrativas criativas, então esse jogo é para você.
No fim das contas, pode até dividir opiniões, mas é um dos Resident Evil mais interessantes já feitos.
Mario Kart World: Vale a Pena? O Novo Mario Kart em Mundo Aberto Dividiu Opiniões
Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.
Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.
A principal novidade está no mapa contínuo. Diferente dos jogos anteriores, onde cada corrida era isolada, aqui tudo é conectado. Ao terminar uma corrida, o jogador precisa dirigir até a próxima pista, o que cria uma sensação de mundo aberto. A ideia, no papel, é interessante e ambiciosa, mas na prática apresenta alguns problemas. Grande parte do tempo é gasta nesses trajetos de transição, o que reduz o aproveitamento das pistas principais e quebra um pouco o ritmo tradicional que consagrou a franquia.
Apesar disso, existe um modo que se destaca claramente acima dos outros. O modo eliminatória funciona como uma espécie de battle royale dentro do universo de Mario Kart. As corridas começam com muitos jogadores e, ao longo do percurso, vários são eliminados progressivamente até restarem apenas os melhores. Essa estrutura torna as partidas mais tensas, competitivas e imprevisíveis, sendo facilmente o ponto mais forte do jogo e o modo que melhor aproveita o conceito de mapa interligado.
Na jogabilidade, o jogo mantém alguns elementos clássicos, como a mecânica de planar, mas também faz mudanças importantes. A presença de até 24 jogadores simultâneos deixa as corridas mais caóticas, e a interação com o cenário ganha mais destaque, com veículos e obstáculos dinâmicos influenciando a corrida. Por outro lado, algumas decisões não agradaram tanto, como a remoção das corridas subaquáticas e, principalmente, a ausência de personalização de veículos, algo que era bastante valorizado nos títulos anteriores.
Outro ponto que chama atenção é o sistema de skins. O jogo introduz uma mecânica em que o jogador pode pegar alimentos durante a corrida e, ao consumi-los, o personagem muda de visual instantaneamente. Isso cria uma progressão diferente, incentiva a exploração e adiciona variedade, mas também contribui para uma experiência mais caótica e, em alguns momentos, até confusa.
Os itens continuam sendo uma parte essencial da experiência e mantêm o caos característico da franquia. Elementos clássicos retornam ao lado de novas adições, ampliando ainda mais as possibilidades durante as corridas. O resultado é um gameplay imprevisível, onde qualquer corrida pode mudar completamente em questão de segundos.
No quesito pistas, o jogo impressiona visualmente e em criatividade. Há cenários que vão de desertos com um estilo cinematográfico a cidades cheias de tráfego, além de áreas inspiradas em Donkey Kong e uma Rainbow Road que se passa no espaço. No entanto, as pistas retrô foram tão modificadas que, em muitos casos, perderam a identidade original, o que pode decepcionar quem esperava uma nostalgia mais fiel.
O mundo aberto também permite exploração livre, onde o jogador pode circular pelo mapa, coletar itens e interagir com o ambiente sem necessariamente estar em uma corrida. Ainda assim, esse elemento funciona mais como um complemento do que como um pilar central da experiência.
Nem tudo funciona perfeitamente. As transições longas entre pistas, a falta de personalização e a remoção de algumas mecânicas clássicas são pontos que pesam contra o jogo. Além disso, ainda existe uma dependência de atualizações futuras para expandir o conteúdo e corrigir algumas dessas questões.
O preço também chama atenção, chegando a cerca de 500 reais no Brasil. Mesmo assim, por ser um dos principais títulos do console e oferecer uma experiência multiplayer forte, acaba se tornando quase indispensável para quem possui a plataforma.
No geral, Mario Kart World é um jogo que assume riscos. Ele abandona parte da fórmula tradicional para tentar algo novo, e embora nem todas as mudanças funcionem, ainda entrega uma experiência divertida e marcante. O modo eliminatória, em especial, mostra que a franquia ainda tem espaço para evoluir de maneiras interessantes.
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