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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game da sega, no antigo Dreamcast com o jogo do Sonic que é o Sonic Adventure 2 , aonde conhecemos o Shadow the hedgehog

Espero que gostem!


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EPISODIOS SONIC EXE

Sonic.exe O inicio https://youtu.be/9zhpLnHeWUY
Sonic.exe 2 , o retorno https://youtu.be/IMQCsSsMt4Y

Sonic Fear https://youtu.be/UzaucXiLJOk
Sonic Fear 2 https://youtu.be/ZbDhbl0BHKg

Sunky the game https://youtu.be/vOd4W5m_4Bc
SUnky 2 a volta do ouriço zueiro https://youtu.be/Vs69PW7gfeo

HISTORIA DE SONIC

SONIC ARCADE https://youtu.be/5_9srbsFLXI
SONIC R https://youtu.be/GRY156WPJ5E
Sonic 3d Blast https://youtu.be/2MjgwZmMENI
SONIC HEROES https://youtu.be/cDrlSPx2kkQ
Sonic Riders https://youtu.be/qhicC3Tj_3s

Sonic Advance https://youtu.be/IP-jL0Bkk
Sonic Pokect Adventure https://youtu.be/qvrNybZhVfw
Sonic Rush https://youtu.be/Gj9kzlYUQGA
Sonic 4 episode 1 e Episode 2 https://youtu.be/KAvTxAo3b98

Sonic COLORS https://youtu.be/BqPqrhNcL3Y
SONIC GENERATIONS 3ds https://youtu.be/25fivCNADXg
Sonic Lost world https://youtu.be/jnjiWVZm-RU

SONIC MANIA https://youtu.be/JmMit0GGAo0

Sobre Sonic Adventure 2

Sonic Adventure 2 (ソニックアドベンチャー2., Sonikku Adobenchā 2?) é um jogo eletrônico da série Sonic the Hedgehog, criado pela Sega no décimo aniversário de Sonic (23 de Junho de 2001) para o Sega Dreamcast. O jogo marcou a estréia do rival Shadow.

No fim do mesmo ano, a Sega lançou um remake do jogo para o Nintendo GameCube no japão, intitulado Sonic Adventure 2: Battle, e depois lançado no exterior no ano seguinte.

Em 2012, o jogo foi relançado para download digital em várias plataformas, com gráficos remasterizados para alta definição. Uma versão para PlayStation 3 chegou na PlayStation Network em 2 de Outubro, seguido pela Xbox Live do Xbox 360 em 5 de outubro, e finalmente para computadores no Steam em 19 de novembro. A versão Battle foi vendida separadamente como Conteúdo para download (DLC)

Sonic Adventure 2 é um jogo plataforma com os mesmos princípios básicos dos antecessores. Ao longo dos estágios há anéis, que previnem a derrota caso seja atacado (excetuando nas fases com Tails e Eggman, em que o jogador tem uma barra de energia que os anéis ajudam a recarregar). Há bolhas variadas espalhadas, com anéis, dois tipos de escudo (um regular e um magnético que atrai anéis), invencibilidade temporária, vidas extras, aceleração temporária e uma especial que destrói inimigos próximos.

As fases de Sonic e Shadow são plataformas tradicionais, com direito a trilhos para deslizar e barras para girar e se impulsionar para o alto. As habilidades de ambos incluem “acelerar” parados no mesmo lugar (spin dash), correr por cima de uma fileira de anéis (light dash), e pular consecutivamente em inimigos. Sonic também pode quicar no chão para pular mais alto.

As fases com Tails e Eggman tem ambos dentro de mechas, e são mais baseadas em atirar. Pode-se travar a mira em até 15 alvos por curto espaço de tempo, dar murros em inimigos próximos, e os mechas podem ser equipados com planadores para cair suavemente.

As fases com Knuckles e Rouge são baseadas em caça, em busca de pedaços da Master Emerald, Chaos Emeralds, ou chaves. Um radar apita e muda de cor dependendo da proximidade do item procurado (de verde para amarelo para vermelho). Ambos tem a capacidade de planar, escalar paredes, escavar e nadar (Knuckles pode pegar um respirador artificial para poder nadar o quanto quiser), e podem pegar um aperfeiçoamento que permite ver itens invísiveis.

Após ser confundido com Shadow, que roubou uma Chaos Emerald no banco de Central City, Sonic é capturado pela GUN. Sonic escapa do helicóptero da GUN enquanto sobrevoa a cidade, e foge usando um pedaço de metal como snowboard. Após fugir da polícia e dos militares, Sonic enfrenta um robô, e conhece Shadow, que foge usando Chaos Control. Sonic é recapturado e levado para Prison Island.

Ao mesmo tempo, Knuckles é acossado por uma ladra, Rouge, que quer roubar a Master Emerald. Enquanto ambos brigam, Eggman pega a esmeralda, mas percebendo que ela está sendo levada, Knuckles a esmurra, quebrando-a em pedaços. Knuckles passa então a caçar os fragmentos da Esmeralda.

Em Prison Island, Tails decide salvar Sonic sabendo da inocência do amigo. Montado no seu robô Cyclone, salva Amy Rose de Eggman.

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Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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