Queridos, eu sou Roberto e quero comprar o Xiaomi Mi 9 de 2019 com o Huawei P20 e P20 Pro de 2018 para tentar encontrar entre os dois , o melhor celular custo beneficio
O Xiaomi Mi 9 atingiu a marca de 1 milhão de unidades enviadas após um mês do lançamento. As informações foram confirmadas pelo diretor de produtos da Xiaomi, Donovan Sung, via Twitter. Segundo o executivo, o número corresponde à quantidade de celulares distribuídos pelo mundo, e não apenas na China, principal mercado da marca.
Com ficha técnica avançada e câmera tripla de 48 megapixels, o smartphone ocupa a posição de celular Android com melhor desempenho, de acordo com o ranking do AnTuTu. O modelo está disponível no mercado internacional a preços a partir de 449 euros (cerca de R$ 1.938 em conversão direta, sem impostos). Ainda não há previsão de disponibilidade do telefone no Brasil.
Xiaomi Mi 9 bate a marca de um milhão de unidades pelo mundo em um mês — Foto: Divulgação/Xiaomi
O Xiaomi Mi 9 chama a atenção por oferecer um bom conjunto fotográfico e ficha técnica avançada a preços competitivos. Além do trio de câmeras, com um sensor de 48 megapixels, o smartphone conta com o processador Snapdragon 855 e diversas opções de memória RAM, a partir de 6 GB. A versão Transparent Edition com 12 GB de RAM foi eleita o celular Android com melhor desempenho pelo benchmark AnTuTu, seguido pelo modelo tradicional Xiaomi Mi 9, com 8 GB.
Um dos principais celulares do segmento premium, o Xiaomi Mi 9 chegou ao mercado chinês em fevereiro com preços a partir de 2.999 yuans (cerca de R$ 1.719 em conversão direta). O smartphone foi apresentado ao público global durante a MWC 2019, e desembarcou com valores a partir de 449 euros (aproximadamente R$ 1.938).
Por enquanto, não há previsão de lançamento do smartphone no Brasil, visto que a marca não atua por aqui de forma oficial. Recentemente, o Redmi Note 6 Pro e o Pocophone F1, celulares da Xiaomi, chegaram ao mercado nacional importados pela DL Eletrônicos. Os preços começam em R$ 1.999.
É importante observar que Donovan Sung escreveu que a Xiaomi “forneceu mais de 1 milhão de unidades mundo a fora”. Isso mostra que as contas da fabricante chinesa consideram o total de smartphones que saíram das fábricas e chegaram aos pontos de venda, e não necessariamente o total efetivo de celulares vendidos ao consumidor final. Apesar disso, durante as primeiras 24 horas após o lançamento, a Xiaomi chegou a receber mais de um milhão de reservas do Mi 9 apenas na China. Então, é possível que o número de smartphones que já foram comercializados esteja bem perto dessa quantidade.
Ficha técnica do Xiaomi Mi 9
Lançamento: fevereiro de 2019
Tela: 6,39 polegadas
Resolução de tela: Full HD+
Câmera principal: tripla, 48, 16 e 12 megapixels
Câmera frontal: 20 megapixels
Processador: Snapdragon 855
Memória RAM: 6 GB, 8 GB ou 12 GB
Armazenamento: 128 GB ou 256 GB
Bateria: 3.300 mAh
Sistema: Android 9 (Pie)
Cores disponíveis: violeta, azul e preto
Ficha técnica do Xiaomi Mi 9
Lançamento: fevereiro de 2019
Tela: 6,39 polegadas
Resolução de tela: Full HD+
Câmera principal: tripla, 48, 16 e 12 megapixels
Câmera frontal: 20 megapixels
Processador: Snapdragon 855
Memória RAM: 6 GB, 8 GB ou 12 GB
Armazenamento: 128 GB ou 256 GB
Bateria: 3.300 mAh
Sistema: Android 9 (Pie)
Cores disponíveis: violeta, azul e preto
O Huawei P20 Pro é, sem dúvida, um dos smartphones Android mais avançados e abrangentes disponíveis no mercado, graças ao seu rico equipamento e recursos multimídia avançados. Tem um grande display de 6.1 polegadas com uma resolução de 2240×1080 pixel. As funcionalidades oferecidas pelo Huawei P20 Pro são muitas e inovadoras. Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet. Enfatizamos a excelente memória interna de 128 GB mas sem a possibilidade de expansão.
O Huawei P20 Pro é um produto com poucos concorrentes em termos de multimídia graças à câmera de 40 megapixels que permite ao Huawei P20 Pro tirar fotos fantásticas com uma resolução de 7303×5477 pixels e gravar vídeos em 4K a espantosa resolução de 3840×2160 pixels. A espessura de 7.8mm torna o Huawei P20 Pro um dos telefones mais completos e finos.
Vale a pena jogar o Scott Pilgrim com a DLC nova e um modo arcade incrível
Scott Pilgrim está de volta com uma nova DLC que adiciona alguns personagens e, principalmente, um modo completamente arcade que muda bastante a experiência do jogo.
Scott Pilgrim está de volta com uma nova DLC que adiciona alguns personagens e, principalmente, um modo completamente arcade que muda bastante a experiência do jogo.
Entre as novidades está a Knives, ex-namorada do Scott e uma ninja, que chega para aumentar ainda mais a variedade de personagens disponíveis. Mas, para mim, a grande novidade mesmo é o novo modo Arcade.
O legal desse modo é que ele pega aquela fórmula de briga de rua que a gente já conhece do modo principal e transforma tudo em uma experiência muito mais direta, no estilo clássico de passar de fase. Você vai avançando pelos eventos da história, enfrentando inimigos e chefes em uma sequência muito mais tradicional de beat ’em up.
E vou falar uma coisa: na minha opinião, esse modo Arcade é infinitamente melhor que o modo principal.
Scott Pilgrim continua sendo um jogo muito divertido justamente por causa das suas referências. Ele praticamente funciona como uma grande homenagem ao universo dos videogames, colocando referências escondidas por todos os lados. Enquanto você joga, vai encontrando elementos que lembram desde jogos clássicos até títulos mais modernos.
E o mais interessante é que o jogo não fica apenas nas referências visuais. A história brinca bastante com viagem dimensional e diferentes versões dos personagens, criando situações completamente absurdas e divertidas.
A trama coloca os filhos do ex-namorado número 7 da Ramona, vindos do futuro, em uma busca por vingança contra Scott e todo mundo envolvido nessa história. É uma espécie de continuação espiritual do universo de Scott Pilgrim, mas levando a ideia para um caminho completamente diferente.
O jogo também mantém aquela mistura de pancadaria com elementos de evolução de personagem, permitindo melhorar suas habilidades enquanto você avança. E o melhor é que dá para aproveitar essa experiência em praticamente qualquer console atual.
E claro, não dá para falar de Scott Pilgrim sem comentar as referências aos videogames. Tem tanta coisa escondida que você começa a jogar e fica tentando descobrir qual será a próxima referência.
Tem viagem dimensional, personagens e situações absurdas e homenagens que vão desde jogos antigos até clássicos contemporâneos.
Agora me explica uma coisa: vai falar que você não viu essa Triforce aí? E essa esmeralda do caos?
É justamente esse tipo de detalhe que faz Scott Pilgrim ser tão divertido para quem cresceu jogando videogame.
Se você curte beat ’em ups, referências a videogames e o universo de Scott Pilgrim, essa nova DLC merece bastante atenção. E, pelo menos para mim, o novo modo Arcade deixou a experiência ainda mais divertida e muito mais próxima daquela estrutura clássica de um bom jogo de briga de rua.
O novo remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time finalmente mostrou suas principais novidades, e a primeira impressão pode causar estranheza. Diferente do visual mais cartunesco que marcou vários jogos recentes da franquia, o novo projeto aposta em uma direção de arte muito mais realista e detalhada.
Mas depois de assistir à gameplay com mais atenção, fica difícil não se impressionar com o resultado.
Um Ocarina of Time completamente reimaginado
O jogo original de Nintendo 64 foi um dos maiores marcos da história dos videogames, mas suas limitações técnicas eram evidentes. Os cenários eram simples, as texturas extremamente limitadas e muitos elementos precisavam ser representados de maneira bastante básica.
Agora, a Nintendo está levando aquele mesmo mundo para uma escala completamente diferente.
Hyrule Field, por exemplo, ganhou muito mais profundidade visual. A iluminação, a névoa, os efeitos de brilho e a quantidade de detalhes fazem com que o mundo pareça muito mais próximo daqueles grandes filmes de fantasia e feitiçaria.
E talvez seja justamente esse o maior acerto do remake: ele não está apenas tentando deixar Ocarina of Time mais bonito. Ele está tentando mostrar como aquele jogo poderia ter sido na imaginação de quem jogou o original.
O gameplay também recebeu mudanças
Apesar de preservar diversas mecânicas clássicas, o remake não pretende ser uma cópia perfeita do jogo de Nintendo 64.
Uma das principais mudanças é a inclusão de um botão dedicado para pular. No original, Link realizava determinados saltos automaticamente. Agora, o jogador terá mais controle sobre seus movimentos.
Também existe um botão para correr, algo que deve deixar a exploração muito mais rápida.
O sistema de itens também foi modernizado, permitindo trocar equipamentos de maneira mais prática. A ideia parece claramente inspirada nos jogos mais recentes da franquia.
Mesmo com essas mudanças, elementos fundamentais permanecem, como o sistema de mira e combate, a exploração das dungeons e a estrutura clássica de progressão.
Dungeons podem ganhar novidades
Uma das possibilidades mais interessantes é que o remake possa expandir algumas áreas que eram pequenas ou pouco exploradas no jogo original.
Existem teorias envolvendo possíveis novos templos e áreas, incluindo conceitos relacionados a elementos que apareceram durante o desenvolvimento de Ocarina of Time, mas não chegaram à versão final.
Isso faria bastante sentido para um remake que parece estar tentando expandir a experiência em vez de simplesmente reconstruí-la com gráficos modernos.
O jogo também promete personagens com mais ações e diálogos, algo que pode ajudar a dar mais vida ao mundo.
Hyrule está muito mais viva
Uma das transformações mais impressionantes está nas cidades e nos ambientes.
A cidade de Hyrule, por exemplo, não parece mais apenas um espaço limitado com elementos de fundo. Agora temos um ambiente tridimensional muito mais detalhado, que transmite uma sensação maior de exploração.
A passagem do tempo também promete acontecer em diferentes locais, aumentando a sensação de que o mundo realmente está funcionando enquanto Link explora.
Outro elemento interessante é a tapeçaria apresentada anteriormente, que retorna como uma espécie de guia visual para os objetivos do jogador.
É praticamente uma representação da própria lenda de Zelda dentro do mundo do jogo.
A Ocarina vai ganhar uma função ainda mais interessante
A música sempre foi uma das partes mais importantes de Ocarina of Time, e o remake parece querer levar essa ideia ainda mais longe.
Além de tocar as músicas normalmente, o jogo poderá reconhecer comandos de voz relacionados às melodias.
Também existe a possibilidade de utilizar uma Ocarina real para interagir com o jogo.
A Nintendo parece estar aproveitando os recursos do Switch para transformar um dos elementos mais icônicos de Ocarina of Time em algo ainda mais interativo.
E isso combina bastante com a importância que o instrumento ganhou graças ao próprio jogo.
60 FPS e muito mais detalhes
Outro ponto que chama bastante atenção é a confirmação de que o jogo vai rodar a 60 quadros por segundo.
Isso faz uma diferença enorme para um jogo de ação e exploração, principalmente quando estamos falando de um remake que possui movimentação, combate e exploração muito mais fluidos.
Visualmente, a quantidade de detalhes também impressiona.
A Árvore Deku, Hyrule Field, os inimigos, as cidades e até pequenas áreas que eram extremamente simples no Nintendo 64 agora possuem uma quantidade enorme de elementos visuais.
A sensação é de estar vendo aquele mesmo jogo pela primeira vez.
O remake também terá dublagem em português
Para os jogadores brasileiros, existe outra novidade muito importante: o jogo terá dublagem em português.
O trailer já mostrou parte do trabalho de dublagem, e a localização parece fazer parte de uma nova estratégia da Nintendo para aproximar suas grandes franquias do público brasileiro.
Isso também significa que alguns nomes e termos tradicionais da franquia estão recebendo adaptações para português.
Pode parecer estranho no começo para quem está acostumado com os nomes antigos, mas essa pode ser uma excelente oportunidade para uma nova geração conhecer Zelda completamente localizada.
O filme de Zelda também apareceu
Durante a apresentação, também tivemos novidades relacionadas ao filme de The Legend of Zelda.
Apesar das expectativas por mais informações, a apresentação não revelou tantos detalhes quanto alguns fãs esperavam.
O projeto deverá utilizar diferentes elementos da franquia em uma história completamente nova, o que abre espaço para uma adaptação que não precisa simplesmente reproduzir a história de um único jogo.
Ainda existe muita curiosidade para descobrir como personagens como Link, Zelda e Ganon serão apresentados no cinema.
Ocarina of Time está pronto para uma nova geração
Depois de toda a apresentação, aquela primeira estranheza causada pelo visual mais realista começa a desaparecer.
O remake parece estar tentando fazer algo mais ambicioso do que simplesmente atualizar os gráficos de um clássico.
A Nintendo está reconstruindo Ocarina of Time com novas mecânicas, novos detalhes, mais interações, dublagem, melhorias de exploração e uma direção de arte completamente diferente.
E o mais interessante é que, mesmo com todas essas mudanças, a essência do jogo original continua presente.
Para quem jogou Ocarina of Time no Nintendo 64, pode ser uma oportunidade de reencontrar Hyrule de uma maneira completamente diferente.
Para quem nunca jogou, pode finalmente ser a melhor porta de entrada para conhecer um dos jogos mais importantes da história dos videogames.
Depois de ver tudo isso, a estranheza inicial passou.
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