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Queridos, eu sou Roberto e agora que temos o Samsung Galaxy A70 no Brasil venho comparar qual dos dois é O melhor?

Xiaomi MI 9 SE HUMILHA GALAXY A70 ou Não ? Qual é MELHOR?

Espero que gostem


Aonde Conseguir o Xiaomi MI 9 SE?

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Mais SObre Xiaomi MI 9 SE e Galaxy A 70

O Samsung Galaxy A70 é, sem dúvida, um dos smartphones Android mais avançados e abrangentes disponíveis no mercado, graças ao seu rico equipamento e recursos multimídia avançados. Tem um grande display de 6.7 polegadas com uma resolução de 2400×1080 pixel. As funcionalidades oferecidas pelo Samsung Galaxy A70 são muitas e inovadoras. Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet. Enfatizamos a excelente memória interna de 128 GB com a possibilidade de expansão.
O Samsung Galaxy A70 é um produto com poucos concorrentes em termos de multimídia graças à câmera de 32 megapixels que permite ao Samsung Galaxy A70 tirar fotos fantásticas com uma resolução de 6532×4899 pixels e gravar vídeos em 4K a espantosa resolução de 3840×2160 pixels. A espessura de 7.9mm torna o Samsung Galaxy A70 um dos telefones mais completos e finos.

A sul-coreana Samsung lançou a série de smartphones Galaxy A em 28 de fevereiro de 2019 com muitas características e características de alto nível, como câmera multi-lente, novo display infinito, novo software Samsung One UI, impressão digital em display scanner, baterias maiores com carga rápida, SoCs mais potentes e muita memória RAM e armazenamento. O recurso de estabilização de vídeo retornou depois que foi removido do Galaxy A (série 2017) [6]. A série compreende dez smartphones – Galaxy A10, Galaxy A20, Galaxy A20e, Galaxy A30, Galaxy A40, Galaxy A40, Galaxy A50, Galaxy A60, Galaxy A70 e Galaxy A80.

Samsung Galaxy A70 [13]

6,7 “Monitor Infinity-U FHD + Super AMOLED (1080 x 2400 pixels)
Android 9.0 (torta); Uma interface do usuário
Qualcomm Snapdragon 675
128 GB ROM / 6 ou 8 GB de RAM
Câmaras traseiras de 32 MP, 8 MP, 5 MP
Câmera frontal de 32 MP
Bateria de 4.500 mAh
Scanner de impressão digital (na tela), 25W Super Fast Charging

O Xiaomi Mi 9 SE é, sem dúvida, um dos smartphones Android mais avançados e abrangentes disponíveis no mercado, graças ao seu rico equipamento e recursos multimídia avançados. Tem um grande display de 5.97 polegadas com uma resolução de 2340×1080 pixel. As funcionalidades oferecidas pelo Xiaomi Mi 9 SE são muitas e inovadoras. Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet. Enfatizamos a excelente memória interna de 64 GB mas sem a possibilidade de expansão.
O Xiaomi Mi 9 SE é um produto com poucos concorrentes em termos de multimídia graças à câmera de 48 megapixels que permite ao Xiaomi Mi 9 SE tirar fotos fantásticas com uma resolução de 8000×6000 pixels e gravar vídeos em 4K a espantosa resolução de 3840×2160 pixels. A espessura de 7.5mm torna o Xiaomi Mi 9 SE um dos telefones mais completos e finos.

O Xiaomi Mi 9 é equipado com o processador Qualcomm Snapdragon 855, com RAM de LPDDR4X de 6 GB ou 8 GB e o GPU Adreno 640. Ele tem um display FHD + AMOLED de 6,39 polegadas (162 mm). As opções de armazenamento incluem 64 GB ou 128 GB. O aparelho possui um scanner de impressão digital sob o visor. Ele possui uma bateria de 3300 mAh com um conector reversível USB-C que suporta Quick Charge 4.0+. Externamente, tem um entalhe menor e novas cores gradientes, com Gorilla Glass 6 na frente, Gorilla Glass 5 na parte traseira e uma estrutura de alumínio da série 7000. Ele não possui um conector de fone de ouvido de 3,5 mm e vem com um adaptador de fone de ouvido USB-C a 3,5 mm fornecido na caixa.
O Mi 9 inclui uma configuração de câmera tripla com uma lente grande angular de 48 MP, uma lente ultra grande angular de 16 MP e uma lente telefoto de 12 MP. A câmera frontal possui um sensor de 20 MP com uma abertura de f / 2.0. A variante Explorer possui opções de armazenamento e RAM maiores, uma parte traseira transparente, uma lente de câmera 7P e uma abertura f / 1.5 (mais larga) para a lente principal em modelos com 12 GB de RAM

Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Games

Isso que o achei de Fading Echo

Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

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Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

Fading Echo é um jogo de ação, exploração e plataforma que coloca você no controle de uma personagem capaz de alternar entre sua forma humana e uma esfera de água. Essa mecânica é a grande estrela da experiência, já que muda completamente a maneira como você explora os cenários, resolve puzzles e enfrenta inimigos.

A proposta mistura elementos de plataforma com combate hack and slash, criando uma jogabilidade dinâmica e cheia de possibilidades. Durante a demonstração que testei, pude utilizar diferentes fluidos, como água, lava, ácido e outros elementos especiais. Cada um deles influencia a exploração e abre novas formas de interagir com o ambiente.

Grande parte da aventura gira em torno dessas transformações e da manipulação dos fluidos. Você precisa entender como cada elemento funciona para alcançar áreas secretas, superar obstáculos e descobrir novos caminhos pelo mapa.

Outro aspecto que me chamou bastante atenção foi o visual. O jogo utiliza uma direção artística que lembra o estilo cel shading, aquele visual mais cartunesco que deixa tudo muito bonito e cheio de personalidade. Foi justamente esse estilo gráfico que despertou minha curiosidade logo de cara.

A versão que joguei durante a Gamescom ainda estava em desenvolvimento. A demo disponível na época era apenas em inglês e apresentava algumas pequenas falhas gráficas, algo totalmente compreensível considerando que certas cenas ainda nem estavam finalizadas. Mesmo assim, já era possível enxergar todo o potencial do projeto.

Agora o jogo continua evoluindo e tudo indica que contará com dublagem. Além disso, uma demonstração já pode ser testada em algumas plataformas, incluindo a Steam.

Fading Echo ainda não é um dos jogos mais conhecidos do mercado, mas acredito que vale a pena ficar de olho nele. Como alguém que adora jogos de plataforma, exploração e mecânicas criativas, encontrei aqui várias ideias interessantes. Somado a isso, o combate hack and slash ajuda a manter o ritmo da aventura sempre ativo, tornando a experiência muito mais envolvente.

Se você gosta de jogos que misturam movimentação fluida, exploração, puzzles inteligentes e combate dinâmico, Fading Echo certamente merece entrar no seu radar.

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