Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo indie chamado cuphead que faz referencia a toda era de ouro da animação, com muitas referencias de gameplay de jogos 2d e tambem chefes animados a mão
Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo indie chamado cuphead que faz referencia a toda era de ouro da animação, com muitas referencias de gameplay de jogos 2d e tambem chefes animados a mão
XICRINHO acabando com DIABO 😂 | HISTORIA de CUPHEAD
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Cuphead é um jogo eletrônico de run and gun e plataforma feito pelos irmãos canadenses Chad e Jared Moldenhauer com o nome de Studio MDHR, desenhado no estilo dos desenhos animados da década de 1930.[1] Como Cuphead, o jogador luta contra uma série de chefes para pagar uma dívida adquirida com o diabo. O jogo foi inspirado em animações década de 1930, como as do Fleischer Studios e procurou manter a obra em qualidades subversivas e surrealistas. Cuphead foi lançado em 29 de setembro de 2017 para Xbox One e Microsoft Windows.
História
Nas ilhas fictícias Inkwell, Cuphead e seu irmão Mugman são dois garotos amantes da diversão que vivem sob o olhar atento de seu avô Elder Kettle. Contra os avisos do ancião, os irmãos entram no Cassino do Diabo e começam a jogar dados . Quando eles vão em uma série de vitórias, o próprio diabo se oferece para aumentar as apostas. Se Cuphead e Mugman puderem ganhar mais uma rodada, eles receberão todo o dinheiro no cassino; se não, o diabo levará suas almas. Cuphead perde no jogo de dados e ele e Mugman imploram por misericórdia. O Diabo faz um acordo com eles: coletar os “contratos de alma” que significam sua posse das almas de seus devedores fugitivos até a meia-noite do dia seguinte, assim ele deixará que Cuphead e Mugman fiquem com suas almas. Eles visitam o Elder Kettle, que lhes dá uma poção que lhes permite disparar rajadas de seus dedos para ajudar em sua busca, mas também os adverte que os devedores podem mudar para coisas diferentes na tentativa de detê-los.
Os irmãos viajam pelas Ilhas Inkwell, lutando contra os moradores que perderam suas almas para o Diabo, a fim de obter seus contratos. Ao entrar na segunda ilha, o Elder Kettle informa sobre “fazer a coisa certa” quando eles se deparam com o Diabo novamente. Uma vez que eles tenham os contratos, eles retornam para o Casino, mas seu gerente, King Dice, bloqueia seu caminho. Ele perdeu uma aposta com o Diabo, presumivelmente sobre se Cuphead e Mugman seriam capazes de completar sua tarefa, e os forçaria a lutar contra seus próprios capangas antes de confrontá-los diretamente. Depois que os irmãos derrotam o Rei Dice, o Diabo exige que eles entreguem os contratos em troca de “se juntar a sua equipe”. O que acontece a seguir depende da escolha do jogador. Se o jogador decidir fazê-lo, o Diabo transforma Cuphead e Mugman em seus lacaios demoníacos e o jogo termina. Se o jogador declinar, o Diabo fica furioso com a recusa dos irmãos em honrar o acordo e os enfrenta ele mesmo. Cuphead e Mugman triunfam sobre ele, e queimam os contratos de alma, liberando e devolvendo a alma de todos os devedores, que por sua vez honram os irmãos pela bravura e nobreza de seus atos.
Jogabilidade
Além dos gráficos extremamente detalhistas e fiéis aos velhos cartoons, o jogo chama a atenção pela particularidade,[4] lembrando os jogos de plataforma dos anos 90 em 8 e 16 bit. É possível perceber referências a alguns desses jogos, como Contra, Mega Man X, Gunstar Heroes, Street Fighter III e Thunderforce (quando das fases aéreas).[5] As fases são repletas de inimigos, que atacam das mais diversas formas: saltando em direção ao jogador, caminhando ou atirando projéteis. O jogo também possui fases aéreas, com o personagem pilotando um avião, onde o objetivo é destruir os inimigos atirando projéteis e bombas. Outra referência a jogos vintage está no sistema de navegação entre fases através de um mapa ao estilo Super Mario World e Donkey Kong Country.
Crítica
Foi bastante elogiado pela sua criatividade,ser viciante,sua trilha sonora e sua dificuldade. No site Metacritic teve uma avaliação de 87% para a plataforma do Switch,86% na plataforma de Xbox One e 88% para PC.
e você sempre teve curiosidade sobre a série Tales Of, mas nunca soube por onde começar, eu tenho uma recomendação bem direta: Tales of Berseria pode ser o melhor RPG para um brasileiro iniciar nessa franquia.
Eu joguei esse título recentemente e dá para entender muito bem por que tanta gente gosta dele. Apesar de a série existir há muitos anos, ela muitas vezes ficou meio escondida na sombra de gigantes do gênero, como Final Fantasy e Dragon Quest. Mas Berseria mostra que a franquia tem identidade própria, principalmente no combate e na narrativa.
Um RPG que mistura ação com estratégia
Uma das coisas mais interessantes em Tales of Berseria é o sistema de combate.
Ele não é exatamente um RPG de turno tradicional. As batalhas acontecem em tempo real, com bastante ação, mas ainda mantêm uma estrutura estratégica típica de RPG.
Ou seja, você controla o personagem em arenas fechadas e pode atacar, usar habilidades e combinar golpes, o que deixa tudo muito mais dinâmico do que o clássico sistema de turnos parado.
Esse estilo torna o jogo muito mais acessível para quem não está acostumado com RPGs tradicionais.
Um jogo que sempre ficou na sombra de outras franquias
A série Tales Of sempre teve uma base de fãs muito fiel, mas nunca alcançou a mesma popularidade global de franquias gigantes do gênero.
Mesmo assim, ao longo dos anos a série foi evoluindo bastante. Cada novo jogo traz melhorias no combate, na narrativa e na forma de explorar o mundo.
Tales of Berseria é um dos exemplos mais interessantes dessa evolução.
Melhorias de qualidade de vida
Uma das coisas que mais ajuda novos jogadores é que o jogo traz várias melhorias de qualidade de vida.
Isso é perfeito para quem tem pouco tempo para jogar no dia a dia.
Entre os recursos que ajudam muito estão:
Mapas mais claros
Guias de objetivos
Sistema de log para acompanhar a história
Navegação facilitada
Tudo isso ajuda o jogador a não se perder nesse grande mundo de fantasia.
Visual de anime e mundo de fantasia
Outra característica marcante do jogo é o estilo visual inspirado em anime.
Os personagens são bem expressivos e o mundo mistura fantasia clássica com elementos mais sombrios na narrativa.
Muita gente comenta que Berseria é um jogo bem sombrio, mas eu diria que ele é mais intenso na história do que necessariamente pesado, especialmente considerando o visual estilizado.
Um ponto muito importante para brasileiros
Talvez o maior destaque para o público brasileiro seja que Tales of Berseria possui tradução para português.
Isso faz uma diferença enorme para quem quer mergulhar na história sem precisar depender de inglês ou japonês.
Entre os jogos remasterizados e relançados da série Tales Of, esse é um dos primeiros que eu vejo chegar com esse nível de acessibilidade para o público brasileiro.
E isso transforma o jogo em uma porta de entrada perfeita para a franquia.
Vale a pena jogar Tales of Berseria?
Se eu tivesse que recomendar um único RPG da série Tales Of para começar, provavelmente seria Tales of Berseria.
Ele tem:
Combate mais dinâmico
História longa e envolvente
Visual de anime muito carismático
Recursos que facilitam a experiência
Tradução para português
Tudo isso faz dele um excelente ponto de entrada para quem nunca jogou um RPG japonês ou quer conhecer a série Tales Of.
Pokemon Presets mostra a força da franquia e confirma novo jogo com localização pt BR
O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.
O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.
Entre os anúncios, tivemos novidades interessantes. O Pokémon Champions finalmente traz a ideia que muita gente esperava: usar os Pokémon guardados no Pokémon Home ao longo dos anos para batalhas competitivas, inclusive com suporte a celular. A proposta lembra bastante a vibe de Pokémon Stadium, mas agora integrada ao ecossistema moderno. Se funcionar bem, pode valorizar todo o legado que a gente construiu.
Também tivemos a confirmação de Pokémon XD no Switch Online em março, um RPG diferente da era GameCube, e o relançamento pago de Pokémon FireRed com conexão ao Home. Aqui entra a polêmica: R$ 120 é um preço salgado, especialmente para um remake que já existe há anos. Ainda assim, a conectividade salva o projeto. Sem isso, realmente não faria sentido.
Sobre Pokémon Unite e TCG, nada muito impactante. Já Pokémon Legends ZA recebeu atualização, mas não me empolgou tanto quanto a revelação principal da noite: Pokémon Winds and Waves, que será traduzido oficialmente para português. Só isso já é histórico. Visualmente é o Pokémon principal mais bonito até agora, mesmo não sendo o mais impressionante do Switch 2. Os iniciais parecem promissores e o mundo aberto parece mais ambicioso do que tudo que vimos antes.
O problema? Lançamento só em 2027. Vai ser uma longa espera.
No geral, saí feliz. Pokémon faz parte da nossa história. Mesmo com críticas e ressalvas, é uma franquia que continua tentando evoluir. E talvez esteja na hora de trazer mais Pokémon de volta pro canal. Afinal, 30 anos não se comemoram todo dia.
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