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Muitas pessoas que jogaram mario world usavam o yoshi como um pulo a mais para passar de fase mas isso pode esconder uma sinistra historia

YOSHI tem Final Secreto e PERTURBADOR no Super Mario World

Espero que gostem!


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PLAYLIST HISTORIA de Mario

Yoshi (ヨッシー Yosshī?, também romanizado Yossy em alguns materiais em língua japonesa) é um personagem fictício, um dinossauro antropomórfico, que aparece na série de videogames Mario, produzida pela Nintendo. Sua primeira aparição foi em Super Mario Bros 3, quando um dos reis é transformado na figura de Yoshi e no modo jogável em Super Mario World, para Super Nintendo, e posteriormente ele passou a estrelar sua própria série de video-games de plataforma e puzzle. Ele também aparece em vários jogos spin-offs da série Mario, como nas séries Mario Kart, Mario Party, vários jogos de esporte, e também na série Super Smash Bros.

Aparições
A primeira aparição de Yoshi foi no jogo Super Mario World,[4] para SNES, no qual Yoshi aparece como um típico dinossauro nativo em que Mario ou Luigi podem montar em cima, como em um cavalo, com o objetivo de Yoshi comer inimigos e de aumentar as habilidades dos heróis do jogo, permitindo-os ser atingidos por inimigos sem sofrer danos, quando montados no Yoshi. Este jogo ganhou uma prequela intitulada Super Mario World 2: Yoshi’s Island, para SNES, em que o jogador controla Yoshi, que desta vez é o personagem principal do jogo,[5] com o objetivo de proteger o Bebê Mario (versão infantil do Mario) ao mesmo tempo em que avançam pelo jogo à procura do Bebê Luigi (versão infantil do Luigi). Isto levou ao surgimento de uma série spin-off de jogos de plataforma estrelando Yoshi: Yoshi’s Story para Nintendo 64,[6] Yoshi Topsy Turvy para Game Boy Advance,[6] e também Yoshi Touch & Go e Yoshi’s Island DS, para Nintendo DS.[6]

A primeira aparição de Yoshi em um jogo em 3D foi em Super Mario 64, para Nintendo 64, como um personagem não-jogável. Neste jogo, Yoshi aparece no alto do castelo da Princesa Peach. O telhado do castelo pode ser acessado de várias formas, mas a maneira mais usada é quando o jogador consegue coletar todas as 120 estrelas, e um canhão do lado de fora do castelo será aberto, permitindo que Mario seja lançado para o alto do castelo, e ao chegar lá, ele se encontra com Yoshi [1][ligação inativa]. Além de Super Mario 64, Yoshi aprece em mais 2 jogos em 3D de plataforma: em Super Mario 64 DS, para Nintendo DS, desta vez como um personagem jogável,[7] e em Super Mario Sunshine, para Game Cube, onde ele pode ser montado por Mario, da mesma forma como em Super Mario World,[8] mas neste jogo, Yoshi não pode entrar na água e só pode atacar inimigos cuspindo o suco de frutas que ele engole.[9]

Além dos jogos de plataforma, Yoshi estrelou 3 jogos de puzzle: Yoshi para NES e Game Boy, Yoshi’s Cookie para NES, SNES e Game Boy, e Tetris Attack para SNES e Game Boy.[6] Yoshi também aparece em quase todos os jogos spin-offs da série Mario.

Yoshi aparece em todos os jogos da série Mario Kart como um personagem jogável, onde ele dirige seus karts que são geralmente de cor verde. Em Mario Kart: Double Dash!!, o formato de seu kart é muito semelhante a um Yoshi, e o formato uma das pistas, chamada “Circuito Yoshi”, é muito semelhante ao formato do corpo do personagem, quando vista de cima. Além disso, Yoshi também aparece em todos os jogos da série Mario Party como um personagem jogável, e também em todos os jogos da série Mario Golf, exceto na versão para Game Boy Color. Yoshi também é jogável em todos jogos da série Mario Tennis, exceto no jogo Mario Tennis: Power Tour, para Game Boy Advance. Além destes jogos, Yoshi é jogável em todos os outros jogos de esporte do Mario.

Yoshi é um personagem jogável em Super Smash Bros para Nintendo 64,[10] e também nas seqüencias Super Smash Bros Melee para Game Cube,[11] e Super Smash Bros Brawl para Wii.[12] Yoshi, juntamente com outros personagens da séries de video-games Mario e Sonic the Hedgehog, aparecem no jogo Mario & Sonic at the Olympic Games, para Wii e Nintendo DS.[13]

Yoshi também aparece em destaque no jogo Mario Is Missing!.[14]

Análise

Orbitals é muito mais que o Co-op SLOP

A proposta de Orbitals foi pensada para dois jogadores, fazendo com que a cooperação seja essencial durante a aventura. Por isso, se você pretende jogar sozinho, é importante saber que essa não é a experiência principal oferecida pelo jogo.

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Vale a pena pagar R$ 100 para jogar o novo Orbitals? Meu amigo, eu vou falar para você: vale pra caraca!

Orbitals é uma experiência cooperativa que chama bastante atenção logo de cara pelo seu estilo visual inspirado nos animes dos anos 80 e 90. O jogo aposta em uma temática completamente espacial e coloca os jogadores para trabalharem juntos durante a aventura.

Orbitals é cooperativo?

Sim. E aqui está um dos pontos mais importantes do jogo: você precisa jogar em dupla.

A proposta de Orbitals foi pensada para dois jogadores, fazendo com que a cooperação seja essencial durante a aventura. Por isso, se você pretende jogar sozinho, é importante saber que essa não é a experiência principal oferecida pelo jogo.

Por outro lado, existe uma vantagem muito interessante para quem pretende jogar com um amigo.

É preciso comprar o jogo duas vezes?

Não!

Esse é um dos grandes diferenciais de Orbitals. Você não precisa necessariamente comprar duas cópias do jogo para jogar com outra pessoa.

O título oferece modo de tela dividida, permitindo que dois jogadores aproveitem a aventura utilizando uma única compra.

E isso já torna o preço de R$ 100 bem mais interessante, principalmente para quem tem alguém para jogar junto.

Dá para jogar com um amigo sem ele comprar o jogo?

Sim. No Nintendo Switch 2, existe uma alternativa ainda mais interessante.

Depois de comprar o jogo, seu amigo pode baixar o cliente necessário para entrar na partida e jogar com você. Dessa forma, os dois conseguem aproveitar a experiência cooperativa sem que seja necessário realizar duas compras.

Na prática, isso significa que uma única compra pode ser suficiente para colocar duas pessoas dentro da aventura, o que é uma baita vantagem para um jogo que foi desenvolvido pensando no multiplayer cooperativo.

O estilo de Orbitals é um dos seus destaques

Outro ponto que merece destaque é a identidade visual.

Orbitals aposta em uma estética que lembra bastante os animes clássicos dos anos 80 e 90, combinando essa inspiração com uma ambientação espacial. É uma mistura que dá ao jogo uma personalidade própria e ajuda bastante a diferenciá-lo de outros títulos cooperativos disponíveis atualmente.

Afinal, Orbitals vale R$ 100?

Na minha opinião, sim.

Se você tem um amigo para jogar junto, Orbitals fica ainda mais interessante. O fato de não ser necessário comprar o jogo duas vezes é uma vantagem enorme, principalmente considerando o preço de R$ 100.

A combinação de cooperação para dois jogadores, tela dividida, possibilidade de jogar com apenas uma compra e uma estética inspirada nos animes clássicos faz de Orbitals uma opção que merece atenção.

Se você procura um jogo cooperativo para jogar com um amigo no Nintendo Switch 2, Orbitals definitivamente vale a pena dar uma chance.

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Games

Captain Tsubasa 2: World Fighters é o futebol de anime que eu não esperava gostar

Se você acha que jogos de futebol precisam ser realistas, táticos e cheios de regras, Capitão Tsubasa 2: Road Fighters provavelmente vai mudar completamente essa ideia.

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Se você acha que jogos de futebol precisam ser realistas, táticos e cheios de regras, Captain Tsubasa 2: World Fighters provavelmente vai mudar completamente essa ideia.

Aqui, futebol é praticamente tratado como um jogo de luta. Os jogadores possuem barra de vida, ataques especiais, defesas especiais, dribles, passes absurdos e chutes capazes de transformar uma partida comum em uma verdadeira batalha de anime.

E o mais curioso é que, mesmo não sendo um grande fã de futebol, eu realmente me diverti jogando.

Um futebol completamente diferente

Captain Tsubasa 2: World Fighters adapta o universo de Super Campeões para um jogo extremamente exagerado e cheio de ação.

Você não está simplesmente correndo pelo campo tentando fazer um gol. Cada jogador possui sua própria barra de stamina e recursos especiais que podem ser utilizados durante a partida.

Os personagens conseguem executar movimentos especiais para roubar a bola, realizar passes, driblar adversários, bloquear ataques e, claro, tentar marcar gols com aqueles chutes completamente absurdos que são uma das marcas registradas da franquia.

O goleiro também entra nessa loucura.

Quando um adversário dispara um chute especial, você precisa reagir corretamente para tentar defender. O goleiro pode receber dano e perder sua barra de vida. Quando ela está muito baixa, praticamente qualquer chute pode resultar em gol.

Isso transforma cada ataque em uma espécie de batalha.

O Brasil dentro de Captain Tsubasa

Uma das coisas mais curiosas do jogo é o arco que se passa no Brasil.

Você encontra referências a equipes e regiões brasileiras, incluindo times representados por nomes como Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Obviamente, por questões de licenciamento, o jogo não pode simplesmente utilizar todos os nomes e marcas dos clubes brasileiros reais.

Mesmo assim, fica muito fácil olhar para algumas dessas referências e pensar: “Esse aqui é o Flamengo, não é?”

A ideia de colocar Captain Tsubasa jogando contra equipes brasileiras é muito interessante e poderia ter sido ainda melhor aproveitada.

E aqui aparece uma das maiores oportunidades perdidas do jogo: a localização.

Apesar de grande parte da história passar pelo Brasil, Captain Tsubasa 2: World Fighters não possui tradução para português brasileiro.

Para um jogo baseado em uma franquia tão conhecida entre o público brasileiro e que ainda possui um arco relacionado ao nosso país, uma localização completa faria bastante sentido.

A jogabilidade é praticamente um jogo de luta

A melhor maneira de explicar World Fighters é dizer que ele parece um jogo de futebol misturado com um jogo de luta de anime.

Você possui diferentes comandos para executar ações durante a partida e precisa administrar a stamina dos personagens para conseguir utilizar seus movimentos especiais.

Quanto mais próximo do gol, por exemplo, mais fácil pode ser carregar determinados ataques.

Os jogadores também podem utilizar carrinhos para tentar roubar a bola e realizar dribles que exigem bastante atenção ao momento correto para escapar do adversário.

Se você errar, pode simplesmente tomar uma pancada e perder a disputa.

É justamente essa mistura que deixa as partidas tão diferentes de um jogo de futebol convencional.

Aqui, não existe aquela preocupação em reproduzir perfeitamente uma partida real.

O objetivo é ser divertido.

E nisso o jogo funciona muito bem.

Chutes especiais e goleiros

Uma das mecânicas mais interessantes é o sistema de chute a gol.

Os jogadores acumulam energia para utilizar seus movimentos especiais e, quando conseguem ativá-los, o chute ganha toda aquela apresentação exagerada característica dos animes.

Cada personagem possui movimentos diferentes, o que deixa os ataques visualmente muito mais interessantes.

Na defesa, o goleiro também precisa reagir ao ataque.

Dependendo da direção escolhida, é possível realizar uma defesa melhor e diminuir o dano recebido.

Isso cria situações completamente absurdas durante as partidas.

Você pode estar dominando o jogo e, de repente, o adversário consegue carregar um especial e virar completamente a situação.

É futebol, mas parece uma batalha.

Um modo história que pode confundir quem não conhece o anime

O modo história é um dos pontos que mais podem dividir os jogadores.

Para quem conhece Captain Tsubasa, provavelmente existe muito mais contexto para aproveitar todos os acontecimentos, personagens e rivalidades.

Para quem não conhece, como foi o meu caso, algumas situações podem parecer completamente desconectadas.

Existem muitos diálogos e acontecimentos relacionados aos personagens e às rivalidades do universo original.

O jogo adapta elementos do mangá e do anime, então ele claramente espera que você já tenha algum conhecimento da franquia.

Isso acaba sendo um problema para quem está chegando agora.

Eu particularmente achei algumas dessas cenas exageradamente longas e elas acabam quebrando um pouco o ritmo das partidas.

Por outro lado, para quem já é fã de Captain Tsubasa, provavelmente esse mesmo conteúdo pode ser justamente um dos grandes atrativos.

Personalização e criação de personagens

O jogo também permite personalizar seu personagem e montar sua equipe.

Você pode escolher diferentes formações e habilidades, além de definir movimentos especiais para o seu protagonista.

É possível escolher diferentes tipos de passes, dribles, chutes e outras habilidades que alteram os atributos do personagem.

Também existem opções para personalizar os uniformes dos times.

O problema é que eu senti que o jogo poderia ter ido muito mais longe nessa parte.

Seria muito interessante ter um verdadeiro modo carreira, onde pudéssemos criar nosso próprio jogador, montar uma equipe do zero e disputar espaço dentro do universo de Captain Tsubasa.

Essa possibilidade praticamente abriria um novo jogo dentro do próprio jogo.

Multiplayer e partidas rápidas

Fora do modo história, World Fighters fica ainda mais interessante.

O jogo possui modos para jogar offline com amigos e também partidas online.

As partidas são relativamente rápidas e muito mais dinâmicas do que eu esperava.

Você pode trocar passes, correr pelo campo, utilizar especiais, bloquear ataques e tentar encontrar uma oportunidade para finalizar.

Depois de algumas partidas, os comandos ficam bem mais fáceis de entender.

E essa simplicidade ajuda bastante.

Você não precisa ser especialista em futebol para começar a jogar.

Visual e animações

Visualmente, o jogo consegue entregar muito bem a sensação de estar assistindo a um anime interativo.

Os golpes especiais possuem efeitos exagerados e cada personagem possui animações características.

Os chutes são provavelmente uma das partes mais legais de assistir.

O problema é que algumas animações acabam se repetindo bastante, principalmente depois de várias partidas.

Mesmo assim, elas continuam funcionando porque fazem parte da identidade do jogo.

No meu caso, jogando a versão de Nintendo Switch no Switch 2, a experiência funcionou muito bem.

Um dos jogos de futebol mais divertidos que joguei

Eu sinceramente não esperava gostar tanto de Captain Tsubasa 2: World Fighters.

Não sou uma pessoa extremamente ligada a futebol e, justamente por isso, achei interessante perceber que o jogo conseguiu me divertir mesmo estando completamente fora da proposta de um simulador tradicional.

Ele não quer ser um novo jogo realista de futebol.

Ele quer ser um anime de futebol jogável.

E essa diferença é justamente o que faz o jogo funcionar.

Você tem stamina, barra de vida, golpes especiais, chutes absurdos, goleiros tomando dano e partidas capazes de virar completamente de uma hora para outra.

É exagerado.

É estranho.

É completamente maluco.

Mas é muito divertido.

Vale a pena jogar Captain Tsubasa 2: World Fighters?

Sim, principalmente se você gosta de jogos de anime ou quer experimentar uma experiência de futebol diferente.

Quem já conhece Captain Tsubasa provavelmente vai aproveitar ainda mais o jogo por entender as referências, personagens e acontecimentos da história.

Mas mesmo quem nunca acompanhou o anime ou o mangá pode encontrar diversão nas partidas.

Para mim, o maior problema está justamente na história e na falta de localização em português brasileiro.

O jogo tinha uma oportunidade enorme de conquistar ainda mais o público brasileiro, principalmente por possuir um arco ambientado no Brasil.

Mesmo assim, quando você deixa a história um pouco de lado e começa a disputar as partidas, World Fighters mostra sua melhor versão.

É um jogo de futebol que não parece exatamente um jogo de futebol.

É praticamente um jogo de luta de anime usando o futebol como tema.

E talvez seja justamente por isso que eu gostei tanto.

Captain Tsubasa 2: World Fighters me fez sorrir com um gênero que não conseguia fazer isso comigo há muito tempo.

Se você gosta de futebol, anime ou simplesmente quer jogar algo diferente, vale a pena dar uma chance.

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