A Versão Sombria do Super Mario Onde Luigi Sofre nas Mãos do Seu Irmão
No mundo de Super Mario, ele é sempre o herói, mas o que aconteceria se ele fosse corrompido? Bom, é exatamente isso que acontece em Mario 85, uma nova versão com novas fases onde o Luigi sofre nas mãos do seu irmão. E é sobre essa versão que vou falar agora. Lembrando que este vídeo faz parte daquela playlist de história dos jogos do Mario. Então já manda um salve e ativa o sino, porque é sobre essa história que vou falar agora.
No mundo de Super Mario, ele é sempre o herói, mas o que aconteceria se ele fosse corrompido? Bom, é exatamente isso que acontece em Mario 85, uma nova versão com novas fases onde o Luigi sofre nas mãos do seu irmão. E é sobre essa versão que vou falar agora. Lembrando que este vídeo faz parte daquela playlist de história dos jogos do Mario. Então já manda um salve e ativa o sino, porque é sobre essa história que vou falar agora.
Antes que vocês perguntem, isso aqui não é um Mario PCP. Na verdade, vai além. Parece que foi criada por outra pessoa que deu continuidade àquela história do Mario 85, que só tinha uma única fase, e ele conseguiu ser muito mais sombrio do que a versão original. Aqui tem a história de duas pessoas, o Lucas e o MX. Nessa versão de Super Mario, onde você pode jogar com o Mario, ele na verdade estaria bloqueado e, quando você tentar jogar, só vai poder escolher o Luigi, o irmão do Mario.
A Experiência de Lucas
Lucas é um jovem que acabou comprando uma fita usada de Super Mario para poder jogar no Nintendo e lembrar da sua nostalgia de infância, depois de passar um tempo fora do país. Isso aqui se tornou o seu maior erro. Quando ele começa a jogar, Lucas percebe que os sons do jogo estão completamente estranhos e que o Mario não está jogável. Então ele decide testar e coloca o modo para dois jogadores, mesmo sabendo que está jogando sozinho. Ele começa a jogar com Luigi, mesmo não gostando muito dele. A primeira fase parece normal, mas não há cogumelos ou estrelas ouvidas. Quando Lucas entra no cano para pegar um caminho com moedas, ele leva um susto e morre no jogo.
Sugado Para Dentro do Jogo
A tela inicial reinicia e ele resolve tentar algo novo, seguindo pelo caminho convencional. Do nada, o jogo pisca e assim ele é sugado para dentro do jogo. O seu nome aparece no lugar do nome do Luigi, indicando que ele agora está dentro do jogo no corpo do Luigi. A música alegre desaparece, o dia vira noite e o reino dos cogumelos agora fica sombrio. Mesmo acreditando que o jogo poderia estar completo, ele está com mudanças: algumas passagens sumiram e buracos no chão foram tampados. Mas Lucas segue em frente. Quando está prestes a chegar ao final da fase, ele acaba ouvindo palavras bastante sombrias: “Sua inocência não te leva longe.” O céu muda, as nuvens ficam macabras, os arbustos também, e no mastro e no castelo final da fase vemos um Toad que aparentemente está em pânico, pois o Mario, que deveria ser o Mario, é na verdade o MX. Ele aparece, cresce e sorri de forma assustadora, jogando o Toad para longe e dividindo o cogumelo em dois. Lucas corre desesperado. A fase parece maior por culpa do MX, que o fez entrar no jogo e assumir o corpo do Luigi.
O Terror de MX
Isso é culpa do MX. Ele tem poderes e fez o Lucas entrar no jogo e assumir o corpo do Luigi. Ele o persegue de forma implacável e, mesmo saindo quebrando tudo, ele pode pegar o Lucas. E quando isso acontece, o jogo reinicia para onde o MX aparece, porque é isso que ele mais gosta: ele ama esse loop de terror onde todos os jogadores clamam por uma chance de escapar, mas nenhum jogador, nem mesmo Lucas, pode fugir. Ele sabe que agora tem vidas bugadas e está infinito, então todas as vezes que tenta morrer para poder pegar um game over, o MX volta e reinicia tudo do jeito que ele quer.
Tentativas de Fuga
Depois de escapar várias vezes, o MX cai em um buraco e Lucas acredita que está tudo bem, mas é um alívio momentâneo, pois ele acaba voltando, gritando “Yahoo!” como se fosse um Mario clássico. Mas na verdade, Lucas precisa correr por um único caminho, voltando pela fase inteira para tentar se salvar, já que essa pode ser a sua única saída. Quando Lucas volta ao início, ele acaba entrando em um cano que surgiu no começo do jogo, e lá acaba sendo a sua salvação.
A Segunda Fase Sombria
O jogo continua e uma segunda fase imita direitinho a caverna do jogo original, mas agora vemos mudanças: os Goombas viraram esqueletos, crânios, para falar a verdade, e isso acaba assustando muito. É bizarro. E ainda por cima, Lucas tenta fugir por essa fase que, de forma proposital, está maior. Graças a Deus, as plantas carnívoras sumiram, mas os Goombas ainda dão medo. A fase aqui tem algumas plataformas quebradas que às vezes induzem Lucas a cair no chão, mas se ele perde uma vida, o jogo manda ele de volta ao início da fase para sofrer mais uma vez. Seguindo em frente, Lucas acaba encontrando um rio e resolve pular nas plataformas que tem lá. Quando menos espera, descobre a mão do MX, que está esperando para pegá-lo. O jogo fica lento, mostrando que Lucas está com medo, e se ele não passar por essa ponte o mais rápido possível, ele sofrerá. E é isso que acontece. Mas a fase reinicia, Lucas continua sendo perseguido e a fase recomeça sempre. Depois que Lucas passa por tudo isso de novo, ele se depara com a mão do MX, mas passa por cima da ponte, pois esse é o caminho mais seguro. Lá, ele não será alcançado e assim irá sobreviver.
O Pior Está Por Vir
Agora vem a pior parte. Lucas pode tentar encontrar saídas secretas pelo alto, que poderiam ter sido um atalho. Mostra que ele ganhou pontos infinitos, mas não serve de nada. Depois de chegar, ele acaba trocando de lugar, achando que passou de fase, e o Mario original não aparece. Só que o jogo buga com o Mario andando em loop, preso no mesmo lugar. Não tem como esperar o fim do tempo, porque o tempo aqui está bugado, e o jogo reinicia para o início. Assim, voltamos com Lucas no começo do jogo, não podendo escolher o Mario, jogando de Luigi, encontrando o MX no final da fase e, claro, começando a fugir dele para poder entrar no cano e voltar para a fase dois. Ainda chega na área cheia de plataformas que acaba induzindo ele a cair, inclinando para a direita às vezes, para a esquerda outras vezes, mas nunca tendo um final decente. Quando Lucas pula, ele acha alguns canos bem no final que podem salvá-lo, e ele espertamente vai para o final e lá acaba entrando. Aqui é o início do fim. A terceira fase parece que ele subiu nas montanhas, mas Lucas está com sede. Ele precisa pegar água, mas só pode pegar isso pelos canos. Os Goombas aparecem nos montes, mas não podem fazer nada. Então Lucas acaba pulando neles. Essa fase parece ser muito mais tranquila e de boa, mas tem que lembrar de beber bastante líquido. E adivinha só? Lucas acaba entrando pelo cano, mas com um leve aviso de que a história irá continuar em uma caverna de carne.
Ace Combat 8 vale R$ 400 no PlayStation 5? O novo jogo de combate aéreo promete uma experiência frenetica!
Ace Combat 8 chega com a promessa de elevar a experiência de combate aéreo a um novo patamar, apostando em missões cinematográficas, narrativa mais elaborada e toda a intensidade das batalhas entre caças de guerra. Mas será que vale investir cerca de R$ 400 em um jogo desse gênero no PlayStation 5?
Meu amigo, se você gosta de aviação militar, batalhas aéreas e daquela sensação de estar no meio de um filme como Top Gun, esse é o tipo de jogo que merece sua atenção. A franquia Ace Combat construiu uma identidade muito própria ao longo dos anos, misturando combates intensos, missões variadas e uma narrativa que coloca o jogador no centro de conflitos militares de grandes proporções.
Mas existe uma questão importante: apesar de ser uma experiência bastante interessante para quem gosta de jogos de combate aéreo, Ace Combat não é necessariamente uma franquia que vai conquistar qualquer jogador logo de cara. Sua proposta exige paciência, adaptação e, principalmente, interesse pelo gênero.
Uma experiência de combate aéreo digna de Top Gun
O grande destaque de Ace Combat está na maneira como transforma o combate aéreo em uma experiência cinematográfica. Em vez de simplesmente colocar você em um avião e pedir que destrua tudo o que aparece pela frente, o jogo aposta em missões com objetivos específicos, cenários de guerra e situações que exigem atenção constante.
Durante a campanha, o jogador participa de diferentes operações militares, envolvendo confrontos contra aeronaves inimigas, missões de infiltração, proteção de aliados e transporte, conforme os objetivos apresentados em cada operação. Essa variedade ajuda a manter a experiência interessante, evitando que todas as missões pareçam exatamente iguais.
As batalhas aéreas são o coração da experiência. Você precisa acompanhar os movimentos dos adversários, posicionar sua aeronave corretamente, administrar seus ataques e aproveitar as oportunidades para derrubar os inimigos. Em determinados momentos, o campo de batalha pode ficar bastante movimentado, exigindo que você mantenha a concentração enquanto acompanha diferentes ameaças.
É justamente essa combinação de ação, estratégia e espetáculo visual que faz a série se destacar. Existe uma satisfação particular em perseguir uma aeronave adversária, conseguir uma boa posição de ataque e finalmente concluir o objetivo da missão.
Uma campanha com mais atenção à história
Outro aspecto interessante é o investimento na narrativa. Ace Combat tradicionalmente não se limita a apresentar uma sequência de combates sem contexto. A franquia costuma desenvolver conflitos militares fictícios, disputas políticas e personagens envolvidos em situações que vão muito além de simplesmente pilotar um caça.
A presença de protagonistas humanos e de diálogos durante a campanha ajuda a construir esse universo. As conversas entre os personagens, as informações transmitidas durante as operações e os acontecimentos que se desenrolam ao longo da história contribuem para dar mais significado às missões.
Para quem gosta de produções militares cinematográficas, é fácil perceber a conexão com o estilo de filmes como Top Gun. A tensão antes dos confrontos, a comunicação entre os pilotos e a sensação de participar de operações de alto risco são elementos que combinam muito bem com a proposta da franquia.
É importante lembrar, porém, que Ace Combat possui identidade própria. Seu universo fictício e a maneira como apresenta seus conflitos fazem parte da personalidade da série, que há décadas conquista um público interessado em combates aéreos.
É um simulador de voo ou um jogo de ação?
Essa é uma das questões mais importantes para quem está pensando em comprar Ace Combat pela primeira vez.
Apesar de utilizar aeronaves militares e apresentar combates aéreos, a série não deve ser confundida com um simulador de voo extremamente realista. Sua proposta é mais voltada para a ação, oferecendo uma experiência acessível o suficiente para permitir combates cinematográficos, mas com profundidade para quem deseja aprender a dominar os controles.
Você não precisa ser um especialista em aviação para aproveitar a experiência. Entretanto, isso não significa que o jogo seja simples ou que qualquer pessoa consiga dominar todas as suas mecânicas imediatamente.
Aprender a controlar a aeronave, entender a movimentação dos inimigos e escolher o momento certo para atacar faz parte da progressão. Quanto mais você compreende o funcionamento dos combates, maior é a possibilidade de aproveitar as missões mais exigentes.
Essa característica também explica por que a franquia possui uma comunidade fiel. Existe espaço para quem quer apenas aproveitar a ação, mas também para jogadores que gostam de aperfeiçoar suas habilidades e enfrentar desafios mais complexos.
O maior problema pode ser a paciência do jogador
Aqui está o ponto que considero mais importante na hora de avaliar Ace Combat 8.
Por mais interessante que seja sua proposta, esse não é necessariamente o tipo de jogo que vai conquistar todos os jogadores acostumados com experiências de ação mais imediatas. Existe uma curva de aprendizado, e parte da diversão depende da disposição de compreender os controles e as particularidades do combate aéreo.
Quem está acostumado a jogos de tiro em primeira pessoa, aventuras de mundo aberto ou títulos nos quais basta avançar e eliminar os inimigos pode estranhar o ritmo das batalhas.
Em Ace Combat, não basta mirar e disparar. A movimentação da aeronave influencia diretamente o combate, e compreender o posicionamento dos adversários pode ser tão importante quanto acertar os ataques.
Para quem já acompanha a franquia há anos, essa característica provavelmente faz parte do charme da experiência. São justamente esses elementos que ajudam a preservar a identidade da série, em vez de transformar tudo em um jogo de ação genérico.
Por outro lado, jogadores que nunca tiveram contato com a franquia podem precisar de algumas missões para entender o funcionamento das batalhas. É uma experiência que recompensa a prática, mas exige um pouco de dedicação.
Ace Combat 8 é uma boa porta de entrada para a franquia?
Na minha opinião, esse é um dos aspectos mais interessantes da proposta.
Mesmo que a série já tenha uma longa história, não significa que você precise jogar todos os títulos anteriores para entender a experiência. Os jogos de Ace Combat costumam apresentar conflitos e narrativas próprias, permitindo que novos jogadores conheçam a franquia sem necessariamente acompanhar toda a cronologia.
Para quem está chegando agora, o oitavo capítulo pode representar uma oportunidade de conhecer a fórmula moderna da série, especialmente se a intenção for experimentar combates aéreos com uma apresentação cinematográfica.
Entretanto, é importante separar duas coisas: ser um bom ponto de entrada não significa que o jogo seja indicado para qualquer público. Se você não gosta de controlar aeronaves, não tem interesse por conflitos militares ou prefere jogos com uma progressão mais imediata, talvez seja necessário avaliar melhor a compra.
Agora, se você gosta de aviação militar, aprecia campanhas com uma narrativa elaborada e procura algo diferente dos jogos de ação tradicionais, Ace Combat pode oferecer uma experiência bastante diferenciada.
Vale pagar R$ 400 em Ace Combat 8 no PS5?
O preço é uma questão importante, principalmente porque estamos falando de um jogo de nicho. Embora o combate aéreo tenha seu público, ele não possui a mesma abrangência comercial de gêneros como ação em terceira pessoa, RPG ou jogos de tiro competitivos.
Por isso, pagar aproximadamente R$ 400 exige uma avaliação cuidadosa do seu interesse pelo gênero e da quantidade de conteúdo que você espera encontrar.
Para quem acompanha Ace Combat há muito tempo, gosta de combates aéreos e está ansioso para experimentar uma nova campanha, o investimento pode fazer sentido. A proposta de reunir missões variadas, batalhas cinematográficas e uma narrativa militar é justamente o que torna a franquia especial.
Já para quem nunca jogou um título da série, eu teria um pouco mais de cautela. Não porque Ace Combat seja necessariamente uma experiência ruim para iniciantes, mas porque o preço elevado torna mais importante ter certeza de que você realmente gosta desse estilo de jogo.
Também vale acompanhar eventuais promoções na PlayStation Store e comparar as edições disponíveis antes de comprar. O valor final pode mudar conforme a edição, a região e as ofertas vigentes.
É importante destacar que o preço de R$ 400 mencionado aqui serve como referência para a avaliação, e não como confirmação de um valor oficial atualizado da PlayStation Store.
Veredito: Ace Combat 8 merece sua atenção?
Ace Combat 8 tem uma proposta que pode agradar bastante aos fãs de aviação militar e de jogos com combates aéreos cinematográficos. A combinação de missões variadas, narrativa, personagens e confrontos intensos ajuda a diferenciar a experiência de outros jogos de ação.
O maior mérito da franquia é manter sua identidade. Em vez de abandonar aquilo que conquistou seus fãs ao longo dos anos, Ace Combat continua apostando em uma fórmula própria, que mistura ação, estratégia e espetáculo.
Ao mesmo tempo, essa identidade pode ser uma barreira para parte do público. Quem não tem paciência para aprender os controles ou não se interessa por combates aéreos talvez não encontre aqui a experiência que procura.
Minha recomendação é simples: se você já gosta de Ace Combat ou sempre quis experimentar um jogo que entregue batalhas aéreas com clima de filme militar, vale ficar de olho nesse lançamento. Se estiver chegando agora à franquia, procure conhecer melhor a jogabilidade antes de investir um valor tão alto.
E aí, meu amigo, você pagaria cerca de R$ 400 em Ace Combat 8 no PlayStation 5 ou prefere esperar uma promoção? Conta nos comentários!
Tales of Eternia Remastered: vale a pena jogar hoje em dia?
Agora, o jogo retorna em uma versão remasterizada pela Bandai Namco, trazendo melhorias visuais, recursos de qualidade de vida e uma oportunidade de conhecer essa aventura em plataformas modernas, incluindo o PlayStation 5.
Quando a gente fala de RPGs clássicos, é impossível não lembrar daqueles jogos que marcaram época com suas histórias envolventes, personagens carismáticos e sistemas de combate que fugiam do tradicional. E é justamente nesse cenário que entra Tales of Eternia Remastered, uma versão atualizada de um dos títulos mais queridos da franquia Tales, originalmente lançado em 2000 no Japão e em 2001 no Ocidente.
Agora, o jogo retorna em uma versão remasterizada pela Bandai Namco, trazendo melhorias visuais, recursos de qualidade de vida e uma oportunidade de conhecer essa aventura em plataformas modernas, incluindo o PlayStation 5.
Mas será que esse RPG ainda consegue conquistar os jogadores de hoje? Depois de conhecer suas principais características, dá para entender por que ele merece a atenção de quem gosta de aventuras em 2D.
Uma aventura clássica que atravessa dois mundos
A história de Tales of Eternia acompanha Reid Hershel, um jovem aventureiro que acaba envolvido em uma jornada muito maior do que poderia imaginar. Ao lado de sua amiga de infância Farah Oersted, ele conhece Meredy, uma garota misteriosa que fala uma língua desconhecida.
A partir desse encontro, o grupo descobre que dois mundos, Inferia e Celestia, estão ameaçados por uma catástrofe conhecida como Grande Queda. Para impedir que os dois mundos entrem em colisão, os protagonistas precisam descobrir a verdade por trás desse acontecimento e buscar o poder necessário para salvar seus habitantes.
É uma premissa que mistura fantasia, mistério e aventura, com espaço para desenvolver os personagens e explorar as relações entre eles. Como acontece em bons JRPGs, a jornada não se resume apenas a derrotar inimigos. Existe todo um universo para conhecer, com culturas diferentes, segredos e conflitos que dão sentido à aventura.
Para quem gosta de histórias de RPGs japoneses, esse é um dos elementos que tornam Tales of Eternia interessante mesmo tantos anos depois de seu lançamento original.
Combate em 2D que lembra um beat ’em up
Um dos maiores diferenciais de Tales of Eternia está no seu sistema de batalha. Em vez de apostar exclusivamente em combates por turnos, o jogo utiliza o Aggressive Linear Motion Battle System, um sistema de combate em tempo real que coloca os personagens em um campo de batalha bidimensional.
Na prática, isso significa que você pode movimentar seu personagem, atacar os adversários, executar técnicas especiais e encadear golpes para criar sequências de ataques. Dependendo da situação, os confrontos podem lembrar um beat ’em up, principalmente pela movimentação lateral e pela necessidade de reagir rapidamente às ações dos inimigos.
Só que existe muito mais estratégia envolvida do que simplesmente apertar os botões de ataque. É necessário compreender as habilidades disponíveis, administrar os recursos do grupo e aproveitar as oportunidades para causar mais dano. Os companheiros também participam das batalhas, tornando importante entender como cada integrante contribui para o combate.
Essa mistura entre ação e elementos tradicionais de RPG faz com que as lutas tenham um ritmo próprio. Para quem está acostumado com jogos de RPG mais recentes, pode ser uma experiência diferente, principalmente por colocar boa parte da ação diretamente nas mãos do jogador.
Pixel art e melhorias visuais que valorizam o clássico
Visualmente, Tales of Eternia Remastered mantém a identidade de um RPG clássico em 2D. Os cenários, os personagens e as animações preservam o charme da pixel art, algo que combina muito bem com a proposta do jogo.
A remasterização procura melhorar a apresentação dessa aventura para os equipamentos atuais, sem abandonar completamente o estilo artístico que tornou o original especial. É justamente essa combinação que pode agradar tanto aos jogadores que conheceram o título no passado quanto àqueles que estão entrando em contato com ele pela primeira vez.
Outro destaque são as cenas em anime, que ajudam a dar mais personalidade à narrativa e reforçam a sensação de estar acompanhando uma aventura de RPG japonês daquela época.
O jogo também permite alternar entre os modos gráficos e os efeitos sonoros remasterizados e originais. Isso é interessante porque oferece duas maneiras de experimentar a aventura: aproveitar as melhorias da nova versão ou recuperar parte da apresentação clássica.
Não estamos falando de uma reformulação completa do jogo, mas de uma atualização que procura respeitar sua identidade enquanto oferece mais opções para os jogadores atuais.
Um RPG dos anos 2000 que não precisa ser complicado
Aqui está um dos pontos mais interessantes dessa versão: a acessibilidade.
Quem já jogou RPGs antigos sabe que muitos títulos daquela época não faziam questão de explicar tudo. Às vezes, era necessário conversar repetidamente com personagens, explorar mapas inteiros ou descobrir sozinho para onde seguir. Embora isso fizesse parte da experiência para muita gente, também podia transformar algumas etapas em momentos frustrantes.
Tales of Eternia Remastered procura tornar essa jornada mais confortável com recursos que ajudam o jogador a entender seus objetivos. Os marcadores de destino podem indicar para onde ir, enquanto as opções de qualidade de vida ajudam a reduzir interrupções desnecessárias durante a exploração.
Isso é especialmente importante para quem nunca teve contato com a franquia Tales ou está começando agora a explorar os JRPGs clássicos.
O jogo preserva sua estrutura tradicional, mas oferece ferramentas para que o jogador não precise perder tanto tempo tentando descobrir o próximo passo. Dessa maneira, fica mais fácil aproveitar a história, conhecer os personagens e se concentrar nas batalhas.
E o melhor é que algumas dessas opções podem ser ajustadas de acordo com a preferência de cada pessoa. Quem gosta de uma experiência mais tradicional pode manter uma abordagem próxima à original, enquanto quem prefere avançar com mais agilidade tem alternativas para facilitar a progressão.
Recursos extras que fazem diferença na jogabilidade
As melhorias não ficam restritas aos gráficos. A remasterização também inclui recursos que modificam a maneira como a aventura pode ser aproveitada.
Entre eles está a possibilidade de ajustar a experiência recebida e a frequência dos encontros com inimigos por meio do recurso Boost. Também é possível desativar os encontros, o que pode ser útil para explorar determinadas áreas sem precisar interromper o caminho constantemente para enfrentar adversários.
Outro recurso interessante é a opção de acelerar as batalhas durante o modo automático, facilitando a passagem por confrontos nos quais o jogador não deseja dedicar tanto tempo.
A versão remasterizada ainda conta com opções como Battle Retry e Quick Recovery, além de níveis de dificuldade adicionais. A dificuldade Extreme pode ser selecionada desde o início, enquanto o modo Unknown é desbloqueado após concluir o jogo.
Esses recursos ajudam a tornar a experiência mais flexível. Quem quer aproveitar cada detalhe da aventura pode jogar com mais calma, enquanto quem prefere uma progressão mais rápida tem ferramentas para reduzir o tempo gasto em encontros e deslocamentos.
É um conjunto de melhorias que demonstra como um RPG antigo pode ser adaptado para os hábitos atuais sem necessariamente abandonar suas características originais.
Vale a pena jogar Tales of Eternia Remastered no PS5?
Na minha opinião, Tales of Eternia Remastered é uma opção que merece a atenção de quem gosta de RPGs em 2D, principalmente pela combinação de pixel art, história de fantasia e batalhas em tempo real.
O sistema de combate é um dos principais motivos para conhecer o jogo, já que oferece uma alternativa aos RPGs tradicionais por turnos. A ambientação também tem seu charme, e a possibilidade de alternar entre a apresentação clássica e a remasterizada ajuda a preservar a identidade do título.
Mas o aspecto que mais chama a atenção é a preocupação em tornar essa aventura mais acessível. Os recursos de orientação, os ajustes nos encontros com inimigos e as opções de velocidade ajudam a reduzir algumas das barreiras que poderiam afastar jogadores menos acostumados com RPGs antigos.
É importante lembrar, porém, que a remasterização mantém a estrutura de um jogo clássico. Quem procura gráficos tridimensionais modernos, combates semelhantes aos RPGs de ação atuais ou uma reformulação completa da jogabilidade precisa ter isso em mente antes de comprar.
Para quem gosta de jogos como Tales of Phantasia, outros títulos clássicos da franquia Tales ou RPGs com uma pegada mais tradicional, essa aventura pode ser uma ótima oportunidade de conhecer uma parte importante da história da série.
Tales of Eternia Remastered vale a pena para quem procura um JRPG clássico, com combate dinâmico em 2D, uma aventura de fantasia e melhorias que tornam a experiência mais confortável nos consoles atuais.
Se você ficou interessado em conhecer esse clássico no PlayStation 5, confira o link de compra que aparece no vídeo.
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