A VOLTA de PIKACHU | Historia Pokémon Lets GO Pikachu
Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de pokemon que retorna a região de kanto pela 5 vez na franquia, sendo um remake SPin off ( ou não )
Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de pokemon que retorna a região de kanto pela 5 vez na franquia, sendo um remake SPin off ( ou não )
A VOLTA de PIKACHU 🤔| Historia Pokémon Lets GO Pikachu
Me siga nas redes sociais: 👇
🐦 Twitter: /robertocarlosfj
📷 Insta: /robertocarlosfj
🔵 Page do Face: /rkplayss
🔥 Grupo do Face: /gamers brasil
🔴 Lives na Twitch e Facebook: /rkplay
Pokémon Let’s Go, Pikachu! e Let’s Go, Eevee! (ポケットモンスター Let’s GO! ピカチュウ・Let’s GO! イーブイ, Poketto Monsutā Let’s GO! Pikachū・Let’s GO! Ībui?, “Pocket Monsters Let’s GO Pikachu e Pocket Monsters Let’s GO Eevee”) são um par de jogos eletrônicos de RPG da série Pokémon desenvolvido pela Game Freak e distribuído pela Nintendo e pela The Pokémon Company para Nintendo Switch. Os jogos são o terceiro par de jogos da sétima geração da série principal de jogos de Pokémon e os primeiros jogos da série principal Pokémon no Nintendo Switch.Os jogos tem influências em Pokémon Yellow e Pokémon Go, incluindo um novo controle em formato de Pokébola, que permite que os Pokémon sejam transferidos para Pokémon Go e ofereçam integração com Pokémon Go.
Os jogos foram revelados em 29 de maio de 2018 e lançado em todo o mundo em 16 de novembro de 2018.
Até 31 de dezembro de 2018 o jogo já havia vendido 10 milhões de unidades, virando o 5º jogo mais vendido do Nintendo Switch
Créditos
Após ser tocada a versão melhorada da música dos créditos de Pokémon Red, Blue e Yellow, a música de abertura e encerramento do anime Pokémon: Liga Indigo é tocada, mas a diferença é o idioma da canção de acordo com cada versão dos dois jogos.
Desenvolvimento
Pokémon Let’s Go, Pikachu! e Let’s Go, Eevee! foram revelados durante uma conferência de imprensa no Japão em 30 de maio de 2018. Eles são voltados principalmente para o público mais jovem e para aqueles que são novos na franquia Pokémon. O diretor do jogo Junichi Masuda afirmou que os jogos poderiam ser considerados “remakes” de Pokémon Yellow, explicando que Yellow “ressoou” melhor com os jogadores mais jovens porque incorporou elementos da série de anime de Pokémon.
Apesar de serem os primeiros jogos de RPGs da franquia de Pokémon para a plataforma, Pokémon Let’s Go, Pikachu! e Let’s Go, Eevee! são um projeto separado dos jogos da “série principal” de Pokémon para o Nintendo Switch que foi anunciado durante a apresentação da Nintendo na E3 de 2017; foi anunciado simultaneamente que este jogo específico seria lançado no final de 2018
Jogabilidade
Os jogos se passam na região de Kanto, e contam com elementos comuns da franquia, como batalhar contra treinadores de personagens não jogáveis e líderes de ginásio com Pokémon capturados. O sistema de captura utiliza um mecanismo diferente baseado no jogo para plataformas móveis Pokémon Go em oposição ao tradicional sistema de batalha, onde os jogadores podem jogar Pokébolas em um Pokémon selvagem usando os controles de movimento do Joy-Con, mas não podem atacá-los.
O sistema de controle é projetado para exigir apenas um Joy-Con por jogador, e os jogos vão suportar jogo multiplayer cooperativo. Da mesma forma que Pokémon Yellow, o jogador começa com um Pikachu ou Eevee dependendo da versão, que seguirá o jogador pelo mapa e não ficará dentro de uma Pokébola.
Os jogos também contam com multiplayer cooperativo, bem como integração com Pokémon Go para trocar presentes e Pokémon entre os dois jogos
Pokeball Plus
Os jogos suportam um controle opcional em formato de Pokébola conhecido como Pokeball Plus, que sucede ao acessório Pokémon Go Plus. O controle possui um stick analógico, e conta com controle de movimento, HD Rumble e efeitos luminosos, e também pode ser usado para “armazenar” um Pokémon para transferir entre o jogo e Pokémon Go.
As Pokeballs Plus também contém um Mew, que é adicionado ao jogo do usuário e, após a primeira transferência entre o Pokemon GO e o jogo do Switch, um item especial é adicionado ao jogo do celular, que possibilita a captura do novo Pokémon mítico Meltan no game.
Shinobi Art of Vengeance o crossover mais inesperado (e incrível) da SEGA
Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.
Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.
Estamos falando de um ninja lendário enfrentando vilões icônicos de universos completamente diferentes, incluindo ninguém menos que o próprio Dr. Eggman.
Os vilões que invadiram Shinobi
Essa DLC não economiza no fan service. Você enfrenta três figuras clássicas:
Death Adder, o tirano brutal de Golden Axe, trazendo toda a vibe medieval inspirada em Conan. E sim, ele continua extremamente difícil.
Um personagem da franquia Yakuza Goro Majima, com aquele estilo caótico que quem conhece a saga reconhece na hora.
E claro, o destaque absoluto: Dr. Eggman, direto do universo de Sonic the Hedgehog.
Eggman na Green Hill em 2D
Aqui é onde a DLC realmente se destaca.
A batalha contra Eggman acontece numa Green Hill em estilo 2D, extremamente bem trabalhada e carregada de nostalgia. Mas o ponto principal é outro: é uma das raras vezes em que vemos o Robotnik enfrentando um humano de igual para igual.
E a luta evolui:
Começa no clássico: robôs, armadilhas e ataques mecânicos
Quando começa a perder, Eggman muda a estratégia
A Egg Mobile se transforma em um robô gigante com temática samurai
A batalha escala e leva o jogador para uma versão estilizada da Chemical Plant, aumentando ainda mais o impacto visual e mecânico do confronto.
Por que essa DLC funciona tão bem
Mistura universos diferentes da SEGA com coerência
Mantém a identidade de cada franquia
Apresenta chefes variados e memoráveis
Equilibra nostalgia com novidade
É o tipo de conteúdo que parece improvável, mas foi executado com muito cuidado.
Vale a pena?
Sim, vale muito.
Se você gosta de jogos clássicos da SEGA, crossovers criativos ou quer ver o Eggman em um contexto completamente diferente, essa DLC é uma recomendação fácil.
Aproveitando o hype de Super Mario Galaxy, a Nintendo fez uma atualização de nova geração a para o jogo Super mario wonder, dando alguns chefes novos e uma grande expanção do no modo multiplayer, que pode ser divertido no começo mas pouco se sustenta a longo prazo.
Com uma DLC que está dividindo opiniões, e hoje eu vou te explicar exatamente se ela vale a pena.
Baseado no conteúdo do vídeo , aqui vai um guia completo com tudo que essa expansão oferece.
O que muda nessa versão
A nova versão de Mario Wonder no Switch 2 chega com melhorias importantes. O jogo está mais otimizado, conta com dublagem e recebeu mais funcionalidades online voltadas para o multiplayer. Além disso, há uma expansão inédita que adiciona novos conteúdos, embora não seja tão extensa quanto muitos jogadores esperavam. Isso acaba sendo um dos pontos que mais dividem opiniões.
Nova história: Rosalina, Luma e o caos no Reino das Flores
A DLC apresenta uma nova abordagem na história, trazendo Rosalina e os Lumas para dentro da aventura. Durante a jornada, os Koopalings, agora chamados de cupinchas, roubam flores especiais que possuem habilidades mágicas, criando um grande caos no Reino das Flores.
O destaque desse conteúdo é o Parque Belabel, uma nova área diretamente afetada por esse conflito. A missão gira em torno de recuperar essas flores e restaurar o equilíbrio do local, enquanto você enfrenta versões modificadas dos inimigos clássicos.
Nova transformação e gameplay
Uma das maiores novidades da DLC é a transformação de planta, que traz uma vantagem enorme durante a gameplay. Com ela, é possível atacar inimigos de baixo para cima, alcançar áreas mais altas com facilidade e ainda controlar melhor os movimentos no ar.
Essa habilidade acaba deixando o jogo mais acessível em alguns momentos, principalmente durante batalhas contra chefes, o que pode ser positivo para jogadores casuais, mas também reduz um pouco o desafio em certas situações.
Rosalina e Luma: jogabilidade diferente
A presença de Rosalina funciona mais como uma variação estética, mas a Luma traz uma proposta bem diferente. Jogar com ela praticamente transforma a experiência em um modo mais fácil, já que ela ajuda automaticamente no combate e interage com o ambiente.
Esse estilo de gameplay é ideal para quem quer jogar de forma mais tranquila ou até mesmo para quem está começando, funcionando muito bem no multiplayer cooperativo.
Chefes e desafios da expansão
A expansão aposta bastante em batalhas contra chefes, cada um com mecânicas próprias inspiradas nos Koopalings. As lutas envolvem cenários diferentes, como fases com neve, cristais, fantasmas e até tempestades.
Apesar da criatividade, a dificuldade varia bastante. Algumas batalhas são bem simples por conta dos novos poderes, enquanto outras exigem mais atenção, principalmente nas fases finais.
Parque Belabel: o grande destaque
O Parque Belabel é, sem dúvida, o elemento mais interessante da DLC. Ele funciona como um hub com várias atividades, incluindo minigames e modos multiplayer que lembram uma mistura de party game com plataforma 2D.
As partidas podem ser competitivas ou cooperativas, com regras variadas e situações caóticas que mudam a cada rodada. Isso aumenta bastante a rejogabilidade, especialmente quando você está jogando com amigos.
Multiplayer e conteúdo extra
O foco dessa expansão está claramente no multiplayer. Existem diversos modos que incentivam tanto a cooperação quanto a competição, além de desafios extras que recompensam o jogador com novos emblemas e melhorias.
Esses elementos ajudam a prolongar a vida útil do jogo, mesmo que a campanha adicional seja relativamente curta.
Vale a pena
No fim das contas, essa DLC é uma experiência que depende muito do tipo de jogador. Para quem já possui o jogo original, pode parecer um conteúdo interessante, mas não essencial. Já para quem nunca jogou Mario Wonder, essa versão mais completa no Switch 2 pode ser uma ótima porta de entrada.
Mesmo com limitações, a expansão mostra que a Nintendo ainda sabe inovar quando o assunto é Mario 2D. Pode não ser revolucionária, mas continua sendo divertida e cheia de ideias criativas.
Para fornecer as melhores experiências, usamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou acessar informações do dispositivo. O consentimento para essas tecnologias nos permitirá processar dados como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. Não consentir ou retirar o consentimento pode afetar negativamente certos recursos e funções.
Funcional
Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos.O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.