A VOLTA de PIKACHU | Historia Pokémon Lets GO Pikachu
Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de pokemon que retorna a região de kanto pela 5 vez na franquia, sendo um remake SPin off ( ou não )
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A VOLTA de PIKACHU 🤔| Historia Pokémon Lets GO Pikachu
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Pokémon Let’s Go, Pikachu! e Let’s Go, Eevee! (ポケットモンスター Let’s GO! ピカチュウ・Let’s GO! イーブイ, Poketto Monsutā Let’s GO! Pikachū・Let’s GO! Ībui?, “Pocket Monsters Let’s GO Pikachu e Pocket Monsters Let’s GO Eevee”) são um par de jogos eletrônicos de RPG da série Pokémon desenvolvido pela Game Freak e distribuído pela Nintendo e pela The Pokémon Company para Nintendo Switch. Os jogos são o terceiro par de jogos da sétima geração da série principal de jogos de Pokémon e os primeiros jogos da série principal Pokémon no Nintendo Switch.Os jogos tem influências em Pokémon Yellow e Pokémon Go, incluindo um novo controle em formato de Pokébola, que permite que os Pokémon sejam transferidos para Pokémon Go e ofereçam integração com Pokémon Go.
Os jogos foram revelados em 29 de maio de 2018 e lançado em todo o mundo em 16 de novembro de 2018.
Até 31 de dezembro de 2018 o jogo já havia vendido 10 milhões de unidades, virando o 5º jogo mais vendido do Nintendo Switch
Créditos
Após ser tocada a versão melhorada da música dos créditos de Pokémon Red, Blue e Yellow, a música de abertura e encerramento do anime Pokémon: Liga Indigo é tocada, mas a diferença é o idioma da canção de acordo com cada versão dos dois jogos.
Desenvolvimento
Pokémon Let’s Go, Pikachu! e Let’s Go, Eevee! foram revelados durante uma conferência de imprensa no Japão em 30 de maio de 2018. Eles são voltados principalmente para o público mais jovem e para aqueles que são novos na franquia Pokémon. O diretor do jogo Junichi Masuda afirmou que os jogos poderiam ser considerados “remakes” de Pokémon Yellow, explicando que Yellow “ressoou” melhor com os jogadores mais jovens porque incorporou elementos da série de anime de Pokémon.
Apesar de serem os primeiros jogos de RPGs da franquia de Pokémon para a plataforma, Pokémon Let’s Go, Pikachu! e Let’s Go, Eevee! são um projeto separado dos jogos da “série principal” de Pokémon para o Nintendo Switch que foi anunciado durante a apresentação da Nintendo na E3 de 2017; foi anunciado simultaneamente que este jogo específico seria lançado no final de 2018
Jogabilidade
Os jogos se passam na região de Kanto, e contam com elementos comuns da franquia, como batalhar contra treinadores de personagens não jogáveis e líderes de ginásio com Pokémon capturados. O sistema de captura utiliza um mecanismo diferente baseado no jogo para plataformas móveis Pokémon Go em oposição ao tradicional sistema de batalha, onde os jogadores podem jogar Pokébolas em um Pokémon selvagem usando os controles de movimento do Joy-Con, mas não podem atacá-los.
O sistema de controle é projetado para exigir apenas um Joy-Con por jogador, e os jogos vão suportar jogo multiplayer cooperativo. Da mesma forma que Pokémon Yellow, o jogador começa com um Pikachu ou Eevee dependendo da versão, que seguirá o jogador pelo mapa e não ficará dentro de uma Pokébola.
Os jogos também contam com multiplayer cooperativo, bem como integração com Pokémon Go para trocar presentes e Pokémon entre os dois jogos
Pokeball Plus
Os jogos suportam um controle opcional em formato de Pokébola conhecido como Pokeball Plus, que sucede ao acessório Pokémon Go Plus. O controle possui um stick analógico, e conta com controle de movimento, HD Rumble e efeitos luminosos, e também pode ser usado para “armazenar” um Pokémon para transferir entre o jogo e Pokémon Go.
As Pokeballs Plus também contém um Mew, que é adicionado ao jogo do usuário e, após a primeira transferência entre o Pokemon GO e o jogo do Switch, um item especial é adicionado ao jogo do celular, que possibilita a captura do novo Pokémon mítico Meltan no game.
Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?
A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.
A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.
Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.
Só que a história não fica apenas nisso.
Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.
E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.
Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.
Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.
A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.
As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.
É realmente um RPG muito bem acabado.
Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.
Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.
Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.
Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.
E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.
Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.
O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.
Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.
Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?
Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?
Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?
Cara, vou te falar que vale pra caraca.
Onimusha: Way of the Sword representa o retorno da franquia com uma proposta moderna, mas sem abandonar aquilo que tornou a série tão marcante. O jogo coloca você novamente em uma versão do Japão feudal cheia de demônios, onde a principal ferramenta para sobreviver é uma boa espada.
E visualmente o negócio está impressionante.
Uma nova versão do Onimusha
Quem conhece os jogos antigos vai perceber rapidamente que Way of the Sword mudou bastante a estrutura da franquia.
Os primeiros Onimusha tinham uma estrutura mais próxima de Resident Evil clássico, com cenários mais fechados, câmera mais distante e uma progressão que lembrava bastante os jogos de terror da Capcom daquela época. Ao mesmo tempo, o combate já tinha uma pegada de hack and slash, embora fosse bem mais cadenciado do que algo como Devil May Cry.
Agora a situação é completamente diferente.
Way of the Sword parece ter buscado inspiração na câmera sobre o ombro dos Resident Evil modernos. Você fica muito mais próximo do personagem durante a exploração e, principalmente, durante os combates.
E aí entra a espada.
O combate é muito mais direto, com você enfrentando diversos inimigos e utilizando sua lâmina para literalmente ceifar uma quantidade absurda de demônios.
Combate, orbes e ataques especiais
Durante as batalhas, você também encontra diferentes orbes e esferas que podem ser absorvidos pelo personagem.
Esses elementos servem para carregar determinados tipos de ataques especiais e acrescentam uma camada interessante ao combate. É aquele tipo de mecânica que deixa as lutas mais dinâmicas e faz você prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor.
Também dá para perceber algumas influências dos jogos Soulslike em determinadas situações de combate.
Não estou dizendo que Onimusha virou um Soulslike, porque não é isso. É mais uma impressão causada pela maneira como algumas lutas são construídas, pela importância de observar os inimigos e pelo ritmo de determinados confrontos.
E o sensor de movimento do Switch 2?
No Nintendo Switch 2, o jogo também possui suporte ao sensor de movimento dos Joy-Con.
E vou ser bem sincero: para mim, é uma das partes menos interessantes da experiência.
Eu entendo completamente a ideia de utilizar os movimentos para controlar a espada. É um diferencial que pode ser divertido durante alguns minutos, principalmente para quem gosta de experimentar recursos diferentes do console.
Mas depois disso, eu prefiro voltar para o controle tradicional e simplesmente apertar os botões.
A jogabilidade tradicional é muito mais confortável e, na minha opinião, combina melhor com a proposta do jogo.
Onimusha continua sabendo fazer comédia
Uma das coisas que mais gostei é que Onimusha: Way of the Sword consegue equilibrar muito bem sua atmosfera.
O jogo tem um visual extremamente sério, uma ambientação pesada e uma história envolvendo samurais, demônios e violência. Só que, em determinados momentos, aparecem aquelas situações completamente inesperadas que quebram um pouco a tensão.
E isso é muito Capcom.
A empresa tem uma tradição muito forte de colocar momentos de humor em jogos que, aparentemente, deveriam ser extremamente sérios.
Onimusha consegue fazer isso sem destruir completamente a atmosfera.
Uma história cheia de reviravoltas
Sem entrar em spoilers, a história também consegue surpreender.
Way of the Sword possui algumas reviravoltas que realmente não parecem óbvias, principalmente quando começamos a descobrir mais sobre determinados personagens.
E tem um vilão que, sinceramente, mostra mais uma vez o nível de maldade que alguns personagens da Capcom conseguem alcançar.
É aquele tipo de situação em que você olha para a tela e pensa: “Caraca, não é possível que esse cara fez isso.”
Mas essa parte fica para um outro vídeo, porque aí já entramos no território dos spoilers.
Vale os R$ 200?
Para quem estava esperando o retorno de Onimusha com um jogo novo, eu diria que sim.
Onimusha: Way of the Sword não tenta simplesmente copiar os jogos antigos. Ele pega a essência da franquia e adapta sua estrutura para uma geração mais moderna.
A câmera mudou, o combate evoluiu, a apresentação gráfica está impressionante e algumas mecânicas parecem claramente influenciadas pelas tendências modernas dos jogos de ação.
No Nintendo Switch 2, ainda existe o diferencial do sensor de movimento, embora eu particularmente prefira jogar utilizando os controles tradicionais.
Por cerca de R$ 200, para quem gosta de jogos de ação, samurais e da própria franquia Onimusha, é uma experiência que vale bastante a pena conhecer.
Agora, se você esperava uma experiência praticamente idêntica aos Onimusha clássicos, é importante saber que Way of the Sword mudou bastante a fórmula.
E talvez justamente essa mudança seja uma das coisas mais interessantes desse retorno.
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