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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do mega drive ( sega genesis ) que é o Sonic Chaos Quest e tambem Sonic Chaos Quest Ultimate, que é uma fan game que reune, Shadow, Sonic, Metal Sonic, Tikal, Mighty, Espio para uma luta que traz até mesmo o Tails Doll como chefe

A VOLTA DE TAILS DOLL ?| HISTORIA SONIC CHAOS QUEST

Espero que gostem!


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Mais Sobre Sonic Chaos Quest Ultimate

Sonic Chaos Quest Ultimate é um hack Sonic 1 ROM completamente modificado. Ele contém 6 novos níveis e não 2 ou 3 personagens jogáveis, mas 6. É o hack que eu tentei até agora com mais personagens em um único jogo alv: v. Ao trazer novos níveis, também traz novas músicas e novos chefes para bater

⚜História⚜

Sonic
Metal Sonic
Tikal
Poderoso
Shadow
Espio

Explorando os mares de Mobius, Eggman encontrou uma ilha chamada Chaos Island em cujo lago as ruínas do Santuário do Caos foram afundadas. Vendo o incrível poder que essas ruínas possuíam, Eggman estabeleceu sua base nelas para dominar o mundo a partir daí. Os habitantes da ilha pedem ajuda a Sonic. Isso com a companhia de Mighty, Tikal, Espio, Shadow e surpreendentemente Metal Sonic, tentará pôr fim de uma vez por todas aos planos de Eggman.

Como mencionei anteriormente, o jogo contém 6 personagens, cada um com uma habilidade exclusiva. Aqui você tem a lista com seus movimentos

Cada personagem tem suas vantagens e desvantagens nos níveis que este jogo traz. Pelo menos para mim, o melhor desses seis é o Shadow graças ao seu Jump Dash, que é rápido e ofensivo. Perfeito se você quiser fazer um speedrun deste jogo.

O jogo traz 6 níveis completamente novos, modificados do zero no design. Eu sinto que as imagens são screenshots com os botões mas é o melhor que consegui obter v:

Zona Tropicana

Zona do Santuário do Caos

Zona da Necrópole

Zona Robotropolis

Dire Treetops Zone

Zona de Hidrostação

Zona central da estação
É aqui que comecei a ter problemas com este jogo. Em outras palavras, a paisagem de cada nível é original, mas qual é o problema?

O DESIGN É HORRÍVEL

Uma das primeiras coisas que noto em um jogo do Sonic é o level design. E vou dizer claramente, odeio o design dos níveis. Eu não posso desfrutar deste jogo se eu constantemente tenho que estar alerta do que pode vir a mim. Inimigos colocados em áreas injustas, muitas armadilhas. Sério, se o design dos níveis fosse melhorado, o hack seria MUUUUUUUCHO melhor.

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A trilha sonora é completamente modificada. Este Hack traz músicas de outros jogos do Sonic ou até mesmo de outros jogos além do Sonic como Mega Man ou Mario. Infelizmente a trilha sonora não é encontrada no YouTube, então se você quiser ouvi-la, você terá que jogar o jogo. Vale a pena porque é muito bom.

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O hack é … decente. Se o design do nível não te incomoda, você pode tentar. No meu caso, isso me incomodou muito. Tails Doll também aparece e menciona Sonic.Exe, algo que não parece muito bom, mas essa é apenas a minha opinião. Bem, tente por si mesmo para ver o que acontece.

E esta foi a ROM Review Hack! Eu espero que você tenha gostado. Se você quiser deixar sua opinião sobre este Hack nos comentários, você é livre para fazê-lo. Além disso, se você souber de outro ROM Hack que você quer dar uma olhada, você pode deixá-lo nos comentários também.

Análise

Resident Evil Requiem é uma mistura do NOVO e Velho de um bom jeito – REVIEW

Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

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Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

Uma experiência dividida em dois estilos

Logo no início, você assume o controle de Grace, uma protagonista que representa tudo aquilo que marcou os Resident Evil mais recentes pós Resident Evil 7: Biohazard. Terror em primeira pessoa, vulnerabilidade e uma sensação constante de perigo.

Essa primeira parte do jogo é focada no medo puro. Recursos escassos, inimigos imprevisíveis e um ritmo mais lento fazem você sentir cada passo como uma decisão importante. É aquela experiência clássica de sobrevivência que muitos fãs pediam de volta.

Mas tudo muda quando Leon S. Kennedy entra em cena.

A virada para ação

Quando Leon assume o protagonismo, o jogo muda completamente de tom. A gameplay passa a lembrar bastante Resident Evil 6, só que dessa vez funcionando melhor.

Aqui entram combates mais intensos, sistema de parry, uso criativo de itens e muito mais foco em ação e movimentação. É praticamente uma evolução do estilo mais action da franquia, só que melhor equilibrado.

Um conceito criativo e estranho

Um dos pontos mais interessantes do jogo é a forma como os inimigos são construídos.

Os zumbis não são apenas criaturas genéricas. Eles são reflexos de memórias e traumas. Antes de serem infectados, eles tinham vidas, hábitos e obsessões.

Isso gera inimigos bem únicos, como um açougueiro transformado em um monstro brutal, um zelador que continua limpando compulsivamente e criaturas que evitam luz por traumas anteriores.

É estranho, mas funciona e adiciona uma camada psicológica bem interessante ao terror.

Um dos Resident Evil mais longos

Outro destaque é a duração. Resident Evil Requiem é um dos títulos mais longos da franquia, o que pode ser um ponto positivo para quem quer conteúdo.

Mas essa duração vem com uma mudança clara de ritmo. O jogo começa com terror intenso, evolui para sobrevivência no meio e termina com ação total.

Essa progressão pode surpreender ou até incomodar dependendo do tipo de jogador que você é.

Vale a pena?

Sim, e muito.

Mesmo com essa mudança de identidade ao longo da campanha, o jogo consegue se manter divertido do início ao fim. Ele mistura o melhor de diferentes fases da franquia e entrega uma experiência única.

Se você curte terror psicológico, ação estilo Resident Evil moderno e narrativas criativas, então esse jogo é para você.

No fim das contas, pode até dividir opiniões, mas é um dos Resident Evil mais interessantes já feitos.

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Games

Mario Kart World: Vale a Pena? O Novo Mario Kart em Mundo Aberto Dividiu Opiniões

Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

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Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

A principal novidade está no mapa contínuo. Diferente dos jogos anteriores, onde cada corrida era isolada, aqui tudo é conectado. Ao terminar uma corrida, o jogador precisa dirigir até a próxima pista, o que cria uma sensação de mundo aberto. A ideia, no papel, é interessante e ambiciosa, mas na prática apresenta alguns problemas. Grande parte do tempo é gasta nesses trajetos de transição, o que reduz o aproveitamento das pistas principais e quebra um pouco o ritmo tradicional que consagrou a franquia.

Apesar disso, existe um modo que se destaca claramente acima dos outros. O modo eliminatória funciona como uma espécie de battle royale dentro do universo de Mario Kart. As corridas começam com muitos jogadores e, ao longo do percurso, vários são eliminados progressivamente até restarem apenas os melhores. Essa estrutura torna as partidas mais tensas, competitivas e imprevisíveis, sendo facilmente o ponto mais forte do jogo e o modo que melhor aproveita o conceito de mapa interligado.

Na jogabilidade, o jogo mantém alguns elementos clássicos, como a mecânica de planar, mas também faz mudanças importantes. A presença de até 24 jogadores simultâneos deixa as corridas mais caóticas, e a interação com o cenário ganha mais destaque, com veículos e obstáculos dinâmicos influenciando a corrida. Por outro lado, algumas decisões não agradaram tanto, como a remoção das corridas subaquáticas e, principalmente, a ausência de personalização de veículos, algo que era bastante valorizado nos títulos anteriores.

Outro ponto que chama atenção é o sistema de skins. O jogo introduz uma mecânica em que o jogador pode pegar alimentos durante a corrida e, ao consumi-los, o personagem muda de visual instantaneamente. Isso cria uma progressão diferente, incentiva a exploração e adiciona variedade, mas também contribui para uma experiência mais caótica e, em alguns momentos, até confusa.

Os itens continuam sendo uma parte essencial da experiência e mantêm o caos característico da franquia. Elementos clássicos retornam ao lado de novas adições, ampliando ainda mais as possibilidades durante as corridas. O resultado é um gameplay imprevisível, onde qualquer corrida pode mudar completamente em questão de segundos.

No quesito pistas, o jogo impressiona visualmente e em criatividade. Há cenários que vão de desertos com um estilo cinematográfico a cidades cheias de tráfego, além de áreas inspiradas em Donkey Kong e uma Rainbow Road que se passa no espaço. No entanto, as pistas retrô foram tão modificadas que, em muitos casos, perderam a identidade original, o que pode decepcionar quem esperava uma nostalgia mais fiel.

O mundo aberto também permite exploração livre, onde o jogador pode circular pelo mapa, coletar itens e interagir com o ambiente sem necessariamente estar em uma corrida. Ainda assim, esse elemento funciona mais como um complemento do que como um pilar central da experiência.

Nem tudo funciona perfeitamente. As transições longas entre pistas, a falta de personalização e a remoção de algumas mecânicas clássicas são pontos que pesam contra o jogo. Além disso, ainda existe uma dependência de atualizações futuras para expandir o conteúdo e corrigir algumas dessas questões.

O preço também chama atenção, chegando a cerca de 500 reais no Brasil. Mesmo assim, por ser um dos principais títulos do console e oferecer uma experiência multiplayer forte, acaba se tornando quase indispensável para quem possui a plataforma.

No geral, Mario Kart World é um jogo que assume riscos. Ele abandona parte da fórmula tradicional para tentar algo novo, e embora nem todas as mudanças funcionem, ainda entrega uma experiência divertida e marcante. O modo eliminatória, em especial, mostra que a franquia ainda tem espaço para evoluir de maneiras interessantes.

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