O Galaxy S10 é um telefone de 10 anos apropriado para a Samsung e sua série S. Ele oferece mudanças com uma tela Infinity-O inovadora, tão grande que desloca a câmera frontal, e uma câmera traseira de lente tripla que tira fotos muito grandes. Sua tecnologia de sensor de impressão digital na tela deve atendê-lo bem, enquanto seu Wireless PowerShare pode servir bem aos seus amigos. Isso é muita mudança – só sei que isso tem um preço alto.
Mi 9
O Xiaomi Mi 9 mantém a boa fama da linha e adiciona os recursos mais recentes disponíveis. Entre eles a câmera de 48 megapixels tripla, tela com maior precisão de cor, sensor digital embutido na tela e o chip Snapdragon 855.
A Xiaomi nunca lançou um smartphone à prova d’água e se você esperava que o Mi 9 tivesse uma classificação IP – temos que desapontá-lo. Os outros bits menos que ideais são a falta de uma porta de áudio de 3,5 mm e alto-falantes estéreo. Até mesmo o Pocophone F1 tinha dois alto-falantes, então por que o Mi 9 de ponta não é muito difícil de explicar.
A Xiaomi nunca foi grande em expansão de memória, então a falta de um slot para cartão microSD é mais ou menos esperada. Agora vamos começar esta revisão, vamos?
Depois de um rumor afirmar que o OnePlus 6T Thunder Purple em breve chegaria a novos países, a fabricante chinesa realizou nesta terça-feira (13/11) o lançamento da variante na Índia. Desta forma, esse se torna o primeiro país a receber a novidade fora da China.
Na terra onde as vacas são sagradas, a OnePlus está vendendo o 6T Thunder Purple apenas na versão com 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. De acordo com a empresa, o aparelho já se encontra disponível em sua loja oficial e nas diversas varejistas do país.
Já o preço cobrado pela nova variante do OnePlus 6T é de US$ 575, o que dá aproximadamente R$ 2.154 em conversão direta e sem considerar impostos brasileiros. A fabricante chinesa também garante que essa versão do aparelho está chegando em outros mercados como os Estados Unidos a partir do dia 15 de novembro.
Tela de 6,41 polegadas com painel AMOLED, Gorilla Glass 6 e notch em gota
Resolução Full HD+ (2280 x 1080 pixels), proporção 19,5:9, brilho de 600 nits e 402 ppi
Chipset Snapdragon 845 com processador de oito núcleos a 2,8 GHz
GPU Adreno 630
6 GB ou 8 GB de RAM
128 GB ou 256 GB de memória interna
Câmera frontal de 16 MP com abertura f/2.0
Câmera traseira dupla de 16 MP + 20 MP com abertura de f/1.7
Bateria de 3.700 mAh com suporte ao Fast Charge
OxygenOS 9.0 rodando sobre o Android 9.0 Pie
Depois de meses de vazamentos, eis que o OnePlus 6T vê a luz do dia. O modelo foi anunciado hoje, 29 de outubro, oficialmente pela empresa chinesa na cidade de Nova Iorque. Confira os destaques a seguir.
Assim como o Mi 8, o Mi 9 emprega o design de sanduíche de vidro duplo com uma estrutura de metal entre dois lençóis de Gorilla Glass. A tela AMOLED ficou mais alta, enquanto o entalhe e as molduras encolheram. E agora há um sensor de impressão digital sob a exibição em todas as versões, anteriormente disponível apenas no Mi 8 Pro
Provavelmente o bit mais interessante do Mi 9 é sua câmera principal – a primeira configuração tripla em um telefone Xiaomi de todos os tempos. É o tipo mais versátil também – um snapper regular, uma câmera ultra-larga e um zoom shooter de 2x.
O Mi 9 suporta carregamento com fio mais rápido do que o Mi 8, mas, mais empolgante, ele vem com o carregamento sem fio mais rápido de qualquer telefone até o momento, avaliado em até 20W. O pacote de software também é um carro-chefe – Torta Android com MIUI 10. Antes de continuarmos, vamos dar uma olhada de perto em todos os destaques do Mi 9.
O Mi 9 é o primeiro smartphone da empresa a equipar o mais recente chipset da Qualcomm – o Snapdragon 855. O novo processador e os gráficos são bem interessantes, mesmo que o 5G não faça parte do pacote.
Essa tecnologia carrega 100% da bateria de um smartphone em só 30 minutos
Com relação a câmera, a OnePlus quer entregar um resultado melhor para quem espera ter desempenho acima da média em condições de pouca luminosidade.
Vale a pena jogar o Scott Pilgrim com a DLC nova e um modo arcade incrível
Scott Pilgrim está de volta com uma nova DLC que adiciona alguns personagens e, principalmente, um modo completamente arcade que muda bastante a experiência do jogo.
Scott Pilgrim está de volta com uma nova DLC que adiciona alguns personagens e, principalmente, um modo completamente arcade que muda bastante a experiência do jogo.
Entre as novidades está a Knives, ex-namorada do Scott e uma ninja, que chega para aumentar ainda mais a variedade de personagens disponíveis. Mas, para mim, a grande novidade mesmo é o novo modo Arcade.
O legal desse modo é que ele pega aquela fórmula de briga de rua que a gente já conhece do modo principal e transforma tudo em uma experiência muito mais direta, no estilo clássico de passar de fase. Você vai avançando pelos eventos da história, enfrentando inimigos e chefes em uma sequência muito mais tradicional de beat ’em up.
E vou falar uma coisa: na minha opinião, esse modo Arcade é infinitamente melhor que o modo principal.
Scott Pilgrim continua sendo um jogo muito divertido justamente por causa das suas referências. Ele praticamente funciona como uma grande homenagem ao universo dos videogames, colocando referências escondidas por todos os lados. Enquanto você joga, vai encontrando elementos que lembram desde jogos clássicos até títulos mais modernos.
E o mais interessante é que o jogo não fica apenas nas referências visuais. A história brinca bastante com viagem dimensional e diferentes versões dos personagens, criando situações completamente absurdas e divertidas.
A trama coloca os filhos do ex-namorado número 7 da Ramona, vindos do futuro, em uma busca por vingança contra Scott e todo mundo envolvido nessa história. É uma espécie de continuação espiritual do universo de Scott Pilgrim, mas levando a ideia para um caminho completamente diferente.
O jogo também mantém aquela mistura de pancadaria com elementos de evolução de personagem, permitindo melhorar suas habilidades enquanto você avança. E o melhor é que dá para aproveitar essa experiência em praticamente qualquer console atual.
E claro, não dá para falar de Scott Pilgrim sem comentar as referências aos videogames. Tem tanta coisa escondida que você começa a jogar e fica tentando descobrir qual será a próxima referência.
Tem viagem dimensional, personagens e situações absurdas e homenagens que vão desde jogos antigos até clássicos contemporâneos.
Agora me explica uma coisa: vai falar que você não viu essa Triforce aí? E essa esmeralda do caos?
É justamente esse tipo de detalhe que faz Scott Pilgrim ser tão divertido para quem cresceu jogando videogame.
Se você curte beat ’em ups, referências a videogames e o universo de Scott Pilgrim, essa nova DLC merece bastante atenção. E, pelo menos para mim, o novo modo Arcade deixou a experiência ainda mais divertida e muito mais próxima daquela estrutura clássica de um bom jogo de briga de rua.
O novo remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time finalmente mostrou suas principais novidades, e a primeira impressão pode causar estranheza. Diferente do visual mais cartunesco que marcou vários jogos recentes da franquia, o novo projeto aposta em uma direção de arte muito mais realista e detalhada.
Mas depois de assistir à gameplay com mais atenção, fica difícil não se impressionar com o resultado.
Um Ocarina of Time completamente reimaginado
O jogo original de Nintendo 64 foi um dos maiores marcos da história dos videogames, mas suas limitações técnicas eram evidentes. Os cenários eram simples, as texturas extremamente limitadas e muitos elementos precisavam ser representados de maneira bastante básica.
Agora, a Nintendo está levando aquele mesmo mundo para uma escala completamente diferente.
Hyrule Field, por exemplo, ganhou muito mais profundidade visual. A iluminação, a névoa, os efeitos de brilho e a quantidade de detalhes fazem com que o mundo pareça muito mais próximo daqueles grandes filmes de fantasia e feitiçaria.
E talvez seja justamente esse o maior acerto do remake: ele não está apenas tentando deixar Ocarina of Time mais bonito. Ele está tentando mostrar como aquele jogo poderia ter sido na imaginação de quem jogou o original.
O gameplay também recebeu mudanças
Apesar de preservar diversas mecânicas clássicas, o remake não pretende ser uma cópia perfeita do jogo de Nintendo 64.
Uma das principais mudanças é a inclusão de um botão dedicado para pular. No original, Link realizava determinados saltos automaticamente. Agora, o jogador terá mais controle sobre seus movimentos.
Também existe um botão para correr, algo que deve deixar a exploração muito mais rápida.
O sistema de itens também foi modernizado, permitindo trocar equipamentos de maneira mais prática. A ideia parece claramente inspirada nos jogos mais recentes da franquia.
Mesmo com essas mudanças, elementos fundamentais permanecem, como o sistema de mira e combate, a exploração das dungeons e a estrutura clássica de progressão.
Dungeons podem ganhar novidades
Uma das possibilidades mais interessantes é que o remake possa expandir algumas áreas que eram pequenas ou pouco exploradas no jogo original.
Existem teorias envolvendo possíveis novos templos e áreas, incluindo conceitos relacionados a elementos que apareceram durante o desenvolvimento de Ocarina of Time, mas não chegaram à versão final.
Isso faria bastante sentido para um remake que parece estar tentando expandir a experiência em vez de simplesmente reconstruí-la com gráficos modernos.
O jogo também promete personagens com mais ações e diálogos, algo que pode ajudar a dar mais vida ao mundo.
Hyrule está muito mais viva
Uma das transformações mais impressionantes está nas cidades e nos ambientes.
A cidade de Hyrule, por exemplo, não parece mais apenas um espaço limitado com elementos de fundo. Agora temos um ambiente tridimensional muito mais detalhado, que transmite uma sensação maior de exploração.
A passagem do tempo também promete acontecer em diferentes locais, aumentando a sensação de que o mundo realmente está funcionando enquanto Link explora.
Outro elemento interessante é a tapeçaria apresentada anteriormente, que retorna como uma espécie de guia visual para os objetivos do jogador.
É praticamente uma representação da própria lenda de Zelda dentro do mundo do jogo.
A Ocarina vai ganhar uma função ainda mais interessante
A música sempre foi uma das partes mais importantes de Ocarina of Time, e o remake parece querer levar essa ideia ainda mais longe.
Além de tocar as músicas normalmente, o jogo poderá reconhecer comandos de voz relacionados às melodias.
Também existe a possibilidade de utilizar uma Ocarina real para interagir com o jogo.
A Nintendo parece estar aproveitando os recursos do Switch para transformar um dos elementos mais icônicos de Ocarina of Time em algo ainda mais interativo.
E isso combina bastante com a importância que o instrumento ganhou graças ao próprio jogo.
60 FPS e muito mais detalhes
Outro ponto que chama bastante atenção é a confirmação de que o jogo vai rodar a 60 quadros por segundo.
Isso faz uma diferença enorme para um jogo de ação e exploração, principalmente quando estamos falando de um remake que possui movimentação, combate e exploração muito mais fluidos.
Visualmente, a quantidade de detalhes também impressiona.
A Árvore Deku, Hyrule Field, os inimigos, as cidades e até pequenas áreas que eram extremamente simples no Nintendo 64 agora possuem uma quantidade enorme de elementos visuais.
A sensação é de estar vendo aquele mesmo jogo pela primeira vez.
O remake também terá dublagem em português
Para os jogadores brasileiros, existe outra novidade muito importante: o jogo terá dublagem em português.
O trailer já mostrou parte do trabalho de dublagem, e a localização parece fazer parte de uma nova estratégia da Nintendo para aproximar suas grandes franquias do público brasileiro.
Isso também significa que alguns nomes e termos tradicionais da franquia estão recebendo adaptações para português.
Pode parecer estranho no começo para quem está acostumado com os nomes antigos, mas essa pode ser uma excelente oportunidade para uma nova geração conhecer Zelda completamente localizada.
O filme de Zelda também apareceu
Durante a apresentação, também tivemos novidades relacionadas ao filme de The Legend of Zelda.
Apesar das expectativas por mais informações, a apresentação não revelou tantos detalhes quanto alguns fãs esperavam.
O projeto deverá utilizar diferentes elementos da franquia em uma história completamente nova, o que abre espaço para uma adaptação que não precisa simplesmente reproduzir a história de um único jogo.
Ainda existe muita curiosidade para descobrir como personagens como Link, Zelda e Ganon serão apresentados no cinema.
Ocarina of Time está pronto para uma nova geração
Depois de toda a apresentação, aquela primeira estranheza causada pelo visual mais realista começa a desaparecer.
O remake parece estar tentando fazer algo mais ambicioso do que simplesmente atualizar os gráficos de um clássico.
A Nintendo está reconstruindo Ocarina of Time com novas mecânicas, novos detalhes, mais interações, dublagem, melhorias de exploração e uma direção de arte completamente diferente.
E o mais interessante é que, mesmo com todas essas mudanças, a essência do jogo original continua presente.
Para quem jogou Ocarina of Time no Nintendo 64, pode ser uma oportunidade de reencontrar Hyrule de uma maneira completamente diferente.
Para quem nunca jogou, pode finalmente ser a melhor porta de entrada para conhecer um dos jogos mais importantes da história dos videogames.
Depois de ver tudo isso, a estranheza inicial passou.
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