Connect with us

Published

on

Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de Sonic que é uma das primeiras fan games que foi criadas no Mundo, que surgiu no inicio dos anos 2000 , o desconhecido Sonic Time Attacked

SONIC vai DESAPARECER ?| HISTORIA Sonic Time Attacked

Espero que gostem!


? Seja Membro do canal https://www.youtube.com/channel/UCVmxV-_ds-UJeVC7w7AYQTQ/join

Me siga nas redes sociais: ?
? Twitter: /robertocarlosfj
? Insta: /robertocarlosfj
? Page do Face: /rkplayss
? Grupo do Face: /gamers brasil
? Lives na Twitch e Facebook: /rkplay

✉️ Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com

? #rkplay #historiasonic #sonic

Fan games do SONIC

Fang in SONIC CLASSIC https://youtu.be/bfjh9vv0Hc4

HISTORIA DE SONIC

Playlist

SONIC ARCADE https://youtu.be/5_9srbsFLXI
SONIC R https://youtu.be/GRY156WPJ5E
Sonic 3d Blast https://youtu.be/2MjgwZmMENI
SONIC HEROES https://youtu.be/cDrlSPx2kkQ
Sonic Riders https://youtu.be/qhicC3Tj_3s

Sobre Sonic Time Attacked

Sonic Time Attacked (muito vulgarmente chamado de Sonic: The Fast Revelation) é um fangame que tinha tudo para ser um jogo original do azulão, mas que só não se tornou porque foi criado por um fã do rato de gel e não pela Sega. É considerado o fangame onde Sonic mais usou a sua famosa arte de correr pra caralho (haja vista o nome Time Attacked).

Por incrível que pareça, diferente de muitos outros fangames que você vê jogados em tudo quanto é de site piratão por ai onde só tem ação, aventura e porradaria sem nem sequer contar com algum enredo, esse é um daqueles raríssimos que contem uma história muito bem plagiada da série clássica do azulão.

Tudo começa no tempo presente (exatamente na data de hoje) dentro de uma das bases do Dr. Eggman numa meia-noite tempestuosa de sexta-feira 13. O cientista estava revendo uns flashbacks de suas primeira tretas contra o rato de gel, até chegar na fita mais recente vendo Sonic na cidade de São Francisco Station Square. Dai ele resolve usar sua mais nova invenção para liquidar com Sonic e finalmente dominar o mundo: a Máquina do Tempo, voltando umas 24h desse mesmo dia para exterminar o azulão ainda pela manhã. Fazendo um novo flashback durante a manhã, Sonic e Tails voavam céu a fora no seu tornado turbinado exibindo sua marca registrada quando Eggman aparece de surpresa com o aviãozinho de Tails, por sorte Sonic consegue escapar dos disparos e ele vai procurar pela cidade onde diabos caiu o seu jatinho particular (só nessa procura se vai a primeira fase do jogo todinha).

Finalmente depois de tanta procura, Sonic chega até o local onde o Tornado X havia caído, só que chegando lá encontra Eggman em sua estúpida mini-nave mais ou menos fazendo o mesmo esquema da primeira vez que se encontrou com o ouriço (só que no lugar da bola gigante estava Tails preso na ponta da corrente com um escudo elétrico pra fuder com o azulão). No final da briga, como sempre, Sonic vence a luta, só que nisso a corrente da nave se rompe, Tails cai de uma altura, não consegue voar e morre.

Como a maioria dos jogo feitos por um nerd num programinha de meia pataca, a plataforma dessa joça é totalmente 2D (em homenagem ao único tempo em que Sonic prestava… ou não); contudo ele possui muitos elementos toscos dos jogos 3D. É o único fangame do Sonic até hoje registrado que possui figurantes de jogos, que no fim das contas 95% desses figurantes são fanchars da própria série apenas coloridos artificialmente que nem sequer saem do lugar e só estão aqui para PN; entre essa celebridades aparecem Knuckles, Amy, Tikal, Metal Sonic, Buddyred, Sininho, Jacke Chan, Lara Croft, Raposão e até o Mário tomando um Chopin (plagiando o Conker)

Em respeito a própria história do jogo, as fases possuem total ligação cronológica com o enredo, diferente dos joguinhos originais do azulão que você nem sequer sabe como saiu de uma fase na neve e foi parar dentro de um vulcão.

Veja a seguir:
Slide City
Lightspeed Park
Undisturbed Paradise
Crystal Cavern
Metal Hell
Time Base
O Final Boss

Finalizando a historinha do jogo, depois que Sonic derrota o chefão final, Eggman bota uma outra máquina lá pra sair fudendo com o planeta todo, e o azulão vai tentando sair da base antes que a contagem termine e tudo venha a apodrecer no quinto dos infernos. Nessa saidera, ele encontra a tal máquina do tempo e usa a danada para voltar até o início da história bem na hora que Eggman ainda estava assistindo o seus vídeos caseiros; com isso Sonic mete um Dash Spin no sistema da base toda e dai é só ação, explosão e destruição com fogos de artifício pra todo o lado. Depois disso o mundo volta ao normal, Sonic sai em cima do jatinho de Tails (como de costume)

Continue Reading
Advertisement

Games

Rhythm Heaven Groove é a despedida perfeita do Nintendo Switch? REVIEW

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

Published

on

By

A Nintendo sempre surpreendeu quando resolveu apostar em ideias diferentes. Quando o Nintendo Switch foi anunciado, muita gente duvidou que um videogame híbrido pudesse fazer sucesso. O resultado foi exatamente o contrário. O console se tornou um fenômeno mundial, recebeu apoio massivo de estúdios terceiros e marcou uma das gerações mais bem-sucedidas da empresa. Agora, com o Nintendo Switch 2 já no mercado, chega a hora de dar adeus ao primeiro Switch, e Rhythm Heaven Groove assume esse papel de forma inesperada.

Um jogo de ritmo diferente de tudo

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

A maior parte dos minigames utiliza apenas um ou dois botões, normalmente o botão A e o direcional para baixo. O objetivo é acompanhar perfeitamente o ritmo da música enquanto executa pequenas ações, como pular, acelerar, frear ou interagir com personagens. Parece fácil, mas o jogo constantemente muda o ritmo, cria distrações na tela e surpreende o jogador com animações inesperadas.

Minigames criativos e muito carisma

O grande destaque de Rhythm Heaven Groove está na enorme variedade de desafios.

Cada fase apresenta uma situação completamente diferente. Há sapos gigantes observando seus movimentos, carros que exigem precisão absoluta, gatos atrapalhando a coleta de frutas, alienígenas sendo abduzidos, personagens treinando musculação e diversos outros cenários extremamente criativos.

Essa diversidade faz com que o jogo permaneça divertido do começo ao fim, sempre apresentando uma nova mecânica antes que a anterior fique repetitiva.

Os remixes são o verdadeiro desafio

Depois de completar uma sequência de minigames, o jogador desbloqueia um Remix.

Essas fases misturam diversos desafios anteriores em uma única música inédita. O jogador precisa alternar rapidamente entre mecânicas completamente diferentes enquanto mantém o ritmo perfeito.

É justamente aqui que a memória muscular entra em ação. Saber exatamente quando trocar de comando e lembrar de cada minigame transforma os Remixes nos momentos mais difíceis e também mais recompensadores da aventura.

Muito conteúdo além da campanha

Apesar da campanha principal já oferecer dezenas de desafios, Rhythm Heaven Groove ainda apresenta modos extras bastante interessantes.

O multiplayer adiciona novos minigames cooperativos, enquanto um curioso modo RPG coloca o jogador no controle de uma personagem maga que lança feitiços seguindo o ritmo da música. A ideia é bastante criativa e mostra um potencial enorme que poderia até render um jogo próprio futuramente.

Vale a pena?

Rhythm Heaven Groove talvez não seja a grande superprodução que muitos esperavam para encerrar a vida do Nintendo Switch. Não é um novo Zelda nem um novo Mario.

Mesmo assim, ele representa perfeitamente aquilo que a Nintendo faz de melhor: transformar uma ideia extremamente simples em uma experiência divertida, criativa e viciante.

Para quem gosta de jogos de ritmo, desafios de precisão e minigames cheios de personalidade, esta é uma excelente despedida para o Nintendo Switch e um título que certamente merece entrar na coleção antes da transição definitiva para o Switch 2.

Continue Reading

Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

Published

on

By

Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending