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Se você está lendo este post, é provável que esteja considerando adquirir um Nintendo 3DS neste ano. Com mais de 10 anos desde seu lançamento e não sendo mais fabricado, muitos se perguntam: ainda vale a pena investir em um 3DS? Vamos explorar essa questão.

O Que é o Nintendo 3DS? O Nintendo 3DS é um console portátil com duas telas, lançado pela Nintendo com uma tecnologia inovadora. Além da tela de toque, ele possui uma tela que permite visualizar em 3D sem o uso de óculos. Alguns jogos aproveitaram bem essa tecnologia, mas a maioria acabou deixando de lado, inclusive a própria Nintendo.

Modelos do Nintendo 3DS:

  1. Nintendo 3DS: O modelo mais básico e, na minha opinião, o mais bonito. Embora inicialmente caro, teve seu preço reduzido pela Nintendo.
  2. Nintendo 3DS XL: Similar ao 3DS, mas com um tamanho maior, popular no Brasil devido ao custo-benefício na época.
  3. Nintendo 2DS: Uma versão mais acessível do 3DS, sem a funcionalidade 3D e com um design que não abre e fecha.
  4. New Nintendo 3DS e New Nintendo 3DS XL: Com melhorias significativas, incluindo um botão extra e um segundo analógico, além de rodar alguns jogos exclusivos.
  5. New Nintendo 2DS XL: Sem o efeito 3D, mas com melhorias como bateria mais durável e facilidade na troca do cartão de memória.

Jogos e Desempenho: O Nintendo 3DS roda uma vasta gama de jogos, desde clássicos como Pokémon XY e Zelda até exclusivos como Kid Icarus e o remake de Metroid 2. Os modelos New 3DS e New 3DS XL têm um desempenho melhor em alguns jogos devido ao processador mais potente.

Compatibilidade e Virtual Console: O 3DS é compatível com jogos de DS e, com o uso de um cartucho R4, também pode rodar emuladores. Além disso, a Nintendo lançou o Virtual Console, um emulador oficial que oferece jogos de Nintendinho e Super Nintendo.

Servidores Online e Pretendo: Embora a Nintendo tenha encerrado o serviço online do 3DS, fãs criaram servidores alternativos, como o Pretendo, permitindo jogar online jogos como Mario Kart 7.

Preço e Considerações Finais: Atualmente, o preço do 3DS pode ser bastante elevado, muitas vezes superando o do Nintendo Switch. Portanto, se você já possui um Switch ou está considerando adquirir um, pode ser mais vantajoso investir nele. No entanto, se encontrar um 3DS em boas condições e por um preço justo, ele ainda vale a pena.

Conclusão: O 3DS é um console retrô com muitos jogos excelentes e funcionalidades interessantes. Se o preço estiver acessível e você for um fã de jogos portáteis, pode ser uma ótima adição à sua coleção. Para mais detalhes sobre o Nintendo Switch, confira nossos outros posts clicando nos cards abaixo.

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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