Em 2013 foi lançado Injustice Gods Among Us, o jogo se tornou um grande sucesso na época por sua variedade de personagens e sua qualidade gráfica então vem conferir minhas impressões sobre o jogo
Olá amigos! Hoje eu vou falar do Injustice, um jogo incrível de luta baseado nas clássicas HQs Injustice Gods Among Us, a adaptação dos quadrinhos para o mundo dos games foi um grande sucesso e hoje eu vou compartilhar minhas impressões sobre esse jogo, então como sempre… BORA PRA ANÁLISE!!
Bom, podemos ver que a Warner usou bastante o Mortal Kombat pra fazer a base desse jogo mas claro que o gênero usado pro jogo encaixa bastante com a história, com a história a gente tem um contexto para lutarmos contra outros heróis, mesmo sendo um jogo de geração passada ele surpreende bastante em questão de gráficos.
O jogo disponibiliza um modo multiplayer onde você pode lutar com os personagens que quiser, então é ótimo você praticar ou somente se divertir lutando contra os personagens mais icônicos do universo DC, Depois do seu lançamento o jogo recebeu uma versão Ultimate para windows com +personagens e +skins sem contar nos gráficos melhorados, vale muito a pena comprar essa versão tanto pelo conteúdo a mais quanto pra melhora gráfica, então vai lá que essa versão já saiu para Xbox, PS4, PC
O jogo além de receber versões para Windows, Xbox 360, Wii U, Playstation Vita, Playstation 3, Playstation 4, ele também recebeu uma versão gratuita para IOS e Android, no geral ela não teve muitas mudanças mas como a Warner não não é burra, ela adicionou o sistema de lootbox no jogo e isso sinceramente estragou o jogo mas não muda o fato de ser um bom jogo então se você só tem seu celular em mãos corre lá!
Ele é um jogo até que rápido, eu durei +/- 5 horas pra terminar (não sou bom em jogos de luta) então se você é expert na área, sinta-se a vontade para zerar em poucas horas.
Primeramente eu gostaria de dar os parabéns para a NetherRealm por caprichar na iluminação do jogo, da pra perceber os detalhes do cenário e a interação do personagem com o cenário é perfeita, a iluminação é bem posicionada no cenário, mesmo em sua versão inicial no PS3 os gráficos já eram bem avançados pra época.
Os detalhes são simplesmente impressionantes e a variedade dos cenários é imensa, então não se preocupe se o multiplayer é repetitivo, tenha certeza que mapas diferentes é o que não vai faltar.
A recriação dos cenários dos quadrinhos estão bem fieis, se você leu os quadrinhos você vai perceber que estão bem iguais.
A gameplay do jogo é bem no estilo que conhecemos em jogos de lutas que são os combos, passivas e especiais, que mesmo sendo padrão de jogos de luta, aqui eles recebem vizuais novos para cada personagem, como por exemplo o especial do Batman que tem sua própria animação pra isso.
Cada personagem tem seu especial diferente então jogue com todos eles para descobrir! Todas as animações dos especiais são lindas e bem acabadas, todas tem relação com o personagem que está efetuando o especial, não é uma simples animação aleatória.
O jogo também possui mecanicas padrão como a esquiva e ataque a distância, e ataques no ar e rasteiras, golpes padrões de jogos de luta.
O Enrredo do Injustice no jogo é bem mais complexo se você associar os quadrinhos a ele, então a versão que eu vou passar não tem complemento com os quadrinhos.
Depois que o Coringa destrói Metrópolis com uma arma nuclear (enganando Superman, que acreditava estar lutando contra Apocalypse mas acaba matando Lois Lane e o seu filho não nascido), Superman assassina o Coringa diante de Batman e estabelece uma nova ordem mundial. Ao longo dos meses, a batalha entre as forças do Regime do Superman e os aliados da Rebelião de Batman tem continuidade e ai se inicia a jornada do game.
essa história me lembra de Superman reino do amanhã que apresenta um Superman Nazista no início da hq, que a propósito eu recomendo muito vocês darem uma olhada nessa hq que é ótima!
Injustice reúne o universo DC em um só mundo, trazendo vários personagens como:
-Aquaman -Arqueiro verde -Caçador de Marte
Além de vários personagens temos também varias skins para cada personagem, então o que não vai faltar é desafios para desbloquear skins!
HISTORIA (9,7/10) GAMEPLAY (6,9/10) LEVEL DESIGNER (8,9/10) PERSONAGENS (9,3/10)
Jogos Amados e Odiados do Sonic: Os Maiores Acertos e Erros da SEGA
A trajetória do Sonic sempre foi marcada por altos e baixos. Jogos como Sonic Mania, Sonic 3 & Knuckles, Sonic Adventure 2 e Sonic Frontiers mostram todo o potencial da franquia quando a SEGA acerta. Por outro lado, títulos como Sonic Forces, Sonic Blast, Sonic Genesis e Sonic Boom demonstram como decisões de desenvolvimento e planejamento podem impactar negativamente um lançamento.
A história do Sonic é marcada por sucessos inesquecíveis e fracassos que até hoje dividem opiniões. Ao longo de mais de três décadas, a SEGA lançou jogos que redefiniram a franquia e outros que ficaram conhecidos pelas decisões controversas. Neste artigo, vamos relembrar alguns dos títulos mais amados e também aqueles que mais decepcionaram os fãs do ouriço azul.
Sonic Mania: O retorno triunfal do Sonic clássico
Depois de anos sem um grande jogo em 2D, Sonic Mania apareceu como uma verdadeira homenagem à era Mega Drive. Desenvolvido por fãs que posteriormente foram contratados pela própria SEGA, o jogo mistura fases clássicas remodeladas com cenários inéditos, preservando a jogabilidade tradicional e adicionando novidades.
Além da campanha principal, a versão Sonic Mania Plus trouxe o Encore Mode, permitindo alternar entre diferentes personagens durante as fases, além do retorno de Mighty e Ray, personagens que estavam desaparecidos desde o SegaSonic Arcade.
Para muitos jogadores, Sonic Mania representa o melhor jogo moderno do Sonic em 2D e uma das experiências mais completas da franquia.
Sonic Forces: Muito hype, pouca entrega
Enquanto Sonic Mania conquistava elogios, Sonic Forces seguia o caminho oposto. A proposta parecia excelente: um mundo dominado por Eggman, Sonic derrotado e uma resistência tentando recuperar o planeta.
Na prática, o jogo acabou decepcionando. A campanha é extremamente curta, a dificuldade é muito baixa e diversos acontecimentos importantes da história não recebem o desenvolvimento esperado.
Apesar da ideia interessante de criar um personagem próprio utilizando Wispons, muitos fãs consideram que o Avatar pouco influencia na narrativa, tornando boa parte da campanha desnecessária. Até hoje, Sonic Forces continua sendo um dos jogos mais criticados da franquia.
Sonic 3 & Knuckles: O auge da era Mega Drive
Poucos jogos conseguiram fechar uma geração com tanta qualidade quanto Sonic 3 & Knuckles.
A união entre Sonic 3 e Sonic & Knuckles criou uma aventura gigantesca, com novas fases, história expandida, Knuckles como personagem jogável e algumas das batalhas mais memoráveis da franquia.
Para muitos fãs, este é o ponto máximo dos jogos clássicos do Sonic e um dos maiores exemplos de como encerrar uma geração de consoles em grande estilo.
Sonic Blast: Um experimento que não agradou
Lançado para Game Gear, Sonic Blast apostou em gráficos pré-renderizados para simular um visual tridimensional.
Embora fosse um projeto bastante ambicioso para um portátil da época, as limitações do hardware prejudicaram bastante o resultado. Os gráficos ficaram confusos, a visibilidade era limitada e a jogabilidade não agradou boa parte dos jogadores.
Hoje, Sonic Blast costuma aparecer nas listas dos jogos menos queridos da franquia, embora ainda tenha seus admiradores pela proposta diferenciada.
Sonic Adventure 2: Um clássico absoluto
Sonic Adventure 2 marcou uma geração inteira.
A campanha dividida entre Heróis e Vilões, a estreia de Shadow, as fases extremamente variadas e uma das histórias mais marcantes da série fizeram do jogo um verdadeiro clássico.
Com o lançamento do filme Sonic 3, muitos jogadores voltaram a conhecer Adventure 2, aumentando ainda mais sua popularidade anos após o lançamento original.
Sonic Genesis (Game Boy Advance): Um dos piores ports da série
Para comemorar os 15 anos do Sonic, a SEGA lançou Sonic Genesis no Game Boy Advance.
O problema é que o port ficou marcado por diversos problemas técnicos, como quedas de desempenho, física inconsistente, lentidão constante e diversos bugs.
Mesmo oferecendo o Spin Dash como novidade, a versão acabou sendo considerada uma das piores adaptações de um jogo clássico do Sonic.
Sonic Frontiers: Uma nova direção para a franquia
Sonic Frontiers representou uma mudança radical na fórmula da série.
O jogo introduziu mapas abertos, exploração, elementos de RPG, quebra-cabeças e uma narrativa mais madura, aprofundando diversos aspectos do universo do Sonic.
Apesar das críticas recebidas no lançamento, Frontiers conseguiu conquistar muitos jogadores e abriu caminho para uma nova fase da franquia, tornando-se um dos maiores sucessos recentes da SEGA.
Sonic Boom: O “reboot” que deu errado
A intenção da SEGA era transformar Sonic Boom em uma nova identidade para a franquia.
Com redesign dos personagens, foco em exploração e combate cooperativo, o projeto parecia promissor. Entretanto, mudanças constantes durante o desenvolvimento, limitações do Wii U e um lançamento apressado impediram que o jogo atingisse seu potencial.
O resultado foi um dos lançamentos mais problemáticos da história do Sonic, encerrando rapidamente qualquer plano de transformar Sonic Boom na nova linha principal da série.
A trajetória do Sonic sempre foi marcada por altos e baixos. Jogos como Sonic Mania, Sonic 3 & Knuckles, Sonic Adventure 2 e Sonic Frontiers mostram todo o potencial da franquia quando a SEGA acerta. Por outro lado, títulos como Sonic Forces, Sonic Blast, Sonic Genesis e Sonic Boom demonstram como decisões de desenvolvimento e planejamento podem impactar negativamente um lançamento.
Independentemente das opiniões, uma coisa é certa: poucos personagens dos videogames possuem uma história tão rica e cheia de momentos memoráveis quanto o ouriço azul.
Quem deve comprar a nova versão de Sonic Frontiers para Nintendo Switch 2?
A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?
A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?
A resposta depende de quem você é.
O mesmo jogo, mas muito melhor tecnicamente
Se você nunca jogou Sonic Frontiers, essa é facilmente uma das melhores formas de conhecer a aventura. O conteúdo continua exatamente o mesmo.
Você vai explorar enormes ilhas em mundo aberto, descobrir os mistérios de uma antiga civilização, reunir as Esmeraldas do Caos, resolver puzzles, enfrentar Titãs gigantescos e participar de atividades paralelas, incluindo a famosa pescaria que acabou se tornando um dos momentos mais divertidos do jogo.
A estrutura da aventura permanece idêntica. O grande destaque desta edição está na parte técnica.
A diferença gráfica é enorme
A versão de Switch 2 apresenta uma evolução visual muito clara.
Os ambientes contam com texturas de maior qualidade, a distância de visão foi ampliada e os cenários passam uma sensação muito maior de profundidade. O resultado é um mundo muito mais bonito e agradável de explorar.
Quem jogou no Switch original percebe a diferença logo nos primeiros minutos.
O modo desempenho é a melhor escolha
O Switch 2 oferece dois modos gráficos.
O primeiro é o Modo Desempenho, que roda o jogo a 60 FPS e transforma completamente a experiência. Sonic é um personagem que depende muito da sensação de velocidade, e a fluidez faz toda a diferença.
Já o Modo Qualidade prioriza os gráficos, mas mantém o jogo limitado a 30 FPS. Apesar da imagem um pouco mais bonita, a perda de fluidez acaba prejudicando a experiência, principalmente em um jogo tão rápido.
Na prática, o Modo Desempenho é a melhor opção.
Ainda não é perfeito
Mesmo com todas as melhorias, ainda existem algumas limitações.
O pop-in de vegetação continua aparecendo em alguns momentos, especialmente na primeira ilha. Conforme a aventura avança, esse problema diminui bastante, principalmente nas áreas desérticas e em cenários mais abertos.
Mesmo assim, o resultado final fica muito mais próximo das versões de PlayStation 5 e Xbox Series do que da antiga versão de Switch.
Quem já tem a versão de Switch 1 deve comprar de novo?
Aqui está a maior crítica.
Infelizmente, esta edição é exclusiva do Nintendo Switch 2 e não existe um upgrade pago para quem já comprou o jogo no Switch original.
Curiosamente, existe até a opção de importar o save da versão anterior, o que mostra que um sistema de upgrade faria bastante sentido.
É uma decisão difícil de entender e certamente poderia ter sido mais amigável para quem já apoiou o jogo na geração passada.
Vale a pena?
Se você acabou de comprar um Nintendo Switch 2 e está procurando jogos além dos grandes lançamentos da Nintendo, Sonic Frontiers é uma excelente escolha.
Muita gente acabou ignorando o jogo por causa do período em que o console foi lançado, mas ele continua sendo uma das aventuras mais diferentes da franquia.
Para quem nunca jogou, a recomendação é simples: vá direto na versão de Switch 2.
Por via de Interesse na compra, aqui esta diposnivel.
Ela entrega gráficos muito melhores, desempenho excelente em 60 FPS e oferece, sem dúvida, a melhor experiência possível para quem deseja jogar Sonic Frontiers em um console da Nintendo.
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