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Olá amigos! Depois de um tempo fora eu decidi voltar com as análises mas gostaria de avisar que como meu tempo tá curto eu estarei fazendo análises bem resumidas para postar, mas agora vamos avaliar essa maravilha de jogo.

Bom… Como todo mundo sabe né, a Lego não brinca na hora de fazer jogo pra suas franquias exclusivas que no caso é LEGO Ninjago que conta a história de um grupo de ninjas com poderes elementais e um mestre bem simpático, essa franquia iniciou com uns conjuntos de Lego e depois de sua fama ele recebeu uma série que aumentou ainda mais a fama da franquia.

Logo após, a franquia entra para o mundo dos games, foram vários e vários jogos mas tem um que ta guardado dentro do meu coração que é LEGO Ninjago Shadow of Ronin

Esse jogo foi o meu primeiro jogo Lego 3D que joguei e foi uma ótima experiência, são várias mecânicas interativas e uma história espetacular, me divertir bastante com esse jogo mesmo sendo um jogo consideravelmente facil, os personagens estão com a mesma personalidade da série, por exemplo o jay é sempre medroso e covarde e o kay sempre no estilo mais maneiro, as falas dos personagens estão muito boas e bem feitas, o jogo é bem divertido e dinâmico tendo conquistas e personagens colecionáveis para desbloquear novas áreas da fase.

O jogo mostra uma história dinâmica onde o vilão conhecido como Ronin utiliza um artefato que suga as memórias dos ninjas e depois eles partem em uma jornada para encontrar as armas de obsidiana para recuperar suas memórias e impedir os planos do Ronin, não é uma história tão complexa como a história contada na série mas é razoável para um jogo.

No jogo os cenários são bastante diferentes um dos outros, os puzzles não são enjoativos pois a cada cenário temos um novo puzzle que utiliza outra mecânica então o que mais tem nesse jogo é puzzle diferente (coisa comum em um jogo Lego)

Além de tudo isso ainda temos a trilha sonora que é bem agradável e relaxante, cada música foi encaixada no momento certo e isso ajudou bastante o jogo a ter uma temática frenética mesmo quando estamos resolvendo puzzles, então se você gosta de escutar a trilha sonora dos jogos apenas pare e escute.

Bom essa análise realmente foi um resumo, eu realmente tô sem tempo mas na medida do possível eu vou postar análises aqui pra vocês, e agora fiquem com minha nota sobre o jogo.


GAMEPLAY (9,7/10)

LEVEL DESIGNER (9,9/10)

PERSONAGENS (8,5/10)


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Análise

Escape from rever After: o “Paper Mario moderno” que tá chamando atenção

Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

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Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

Visual que mistura 2D e 3D de forma inteligente

O primeiro destaque do jogo é o visual. Todo o cenário é construído em 3D, enquanto personagens e inimigos parecem recortes em 2D, criando aquele estilo clássico que lembra papel. Isso não só dá personalidade, como também faz tudo funcionar de forma muito fluida e charmosa.

Jogabilidade com estratégia e timing

Assim como os melhores RPGs do estilo, o jogo aposta em um sistema de batalha que vai além do básico. Você utiliza parceiros durante a jornada, interage com o cenário e ainda precisa dominar o timing dos comandos. Dá para se defender de ataques e executar golpes com mais eficiência apertando o botão no momento certo, o que deixa tudo mais dinâmico e envolvente.

Sistema de parceiros que muda a experiência

Um dos pontos mais interessantes é o sistema de parceiros. Eles não estão ali só para ajudar na luta, mas também participam da exploração e da resolução de desafios. Isso impacta diretamente na forma como você avança e deixa a experiência mais variada do começo ao fim.

Curto, mas marcante

Apesar de ser um RPG relativamente curto, Escape from Ever After compensa com uma experiência bem condensada e divertida. Ele pega a base consagrada de Paper Mario e adapta para algo mais moderno, com foco em ritmo e criatividade.

Vale a pena?

Se você curte RPGs com identidade forte, mecânicas criativas e aquele toque nostálgico, esse jogo é uma ótima surpresa. Ele mostra que ainda dá para reinventar fórmulas clássicas sem perder a essência.

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Análise

Resident Evil Requiem é uma mistura do NOVO e Velho de um bom jeito – REVIEW

Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

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Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

Uma experiência dividida em dois estilos

Logo no início, você assume o controle de Grace, uma protagonista que representa tudo aquilo que marcou os Resident Evil mais recentes pós Resident Evil 7: Biohazard. Terror em primeira pessoa, vulnerabilidade e uma sensação constante de perigo.

Essa primeira parte do jogo é focada no medo puro. Recursos escassos, inimigos imprevisíveis e um ritmo mais lento fazem você sentir cada passo como uma decisão importante. É aquela experiência clássica de sobrevivência que muitos fãs pediam de volta.

Mas tudo muda quando Leon S. Kennedy entra em cena.

A virada para ação

Quando Leon assume o protagonismo, o jogo muda completamente de tom. A gameplay passa a lembrar bastante Resident Evil 6, só que dessa vez funcionando melhor.

Aqui entram combates mais intensos, sistema de parry, uso criativo de itens e muito mais foco em ação e movimentação. É praticamente uma evolução do estilo mais action da franquia, só que melhor equilibrado.

Um conceito criativo e estranho

Um dos pontos mais interessantes do jogo é a forma como os inimigos são construídos.

Os zumbis não são apenas criaturas genéricas. Eles são reflexos de memórias e traumas. Antes de serem infectados, eles tinham vidas, hábitos e obsessões.

Isso gera inimigos bem únicos, como um açougueiro transformado em um monstro brutal, um zelador que continua limpando compulsivamente e criaturas que evitam luz por traumas anteriores.

É estranho, mas funciona e adiciona uma camada psicológica bem interessante ao terror.

Um dos Resident Evil mais longos

Outro destaque é a duração. Resident Evil Requiem é um dos títulos mais longos da franquia, o que pode ser um ponto positivo para quem quer conteúdo.

Mas essa duração vem com uma mudança clara de ritmo. O jogo começa com terror intenso, evolui para sobrevivência no meio e termina com ação total.

Essa progressão pode surpreender ou até incomodar dependendo do tipo de jogador que você é.

Vale a pena?

Sim, e muito.

Mesmo com essa mudança de identidade ao longo da campanha, o jogo consegue se manter divertido do início ao fim. Ele mistura o melhor de diferentes fases da franquia e entrega uma experiência única.

Se você curte terror psicológico, ação estilo Resident Evil moderno e narrativas criativas, então esse jogo é para você.

No fim das contas, pode até dividir opiniões, mas é um dos Resident Evil mais interessantes já feitos.

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