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Crash XS Huge Adventure é o famoso crash que deixou de ser do Playstation e virou um jogo pokect, para ser bem sincero foi estranho jogar isso na primeira vez, mas com o tempo notei o brilho que ele possui

CRASH XS HUGE ADVENTURE 😱| Jogo do Crash MINUSCULO

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PLAYLIST HISTORIA DO CRASH

Crash Bandicoot: The Huge Adventure (lançado como Crash Bandicoot XS na Europa) é um jogo de plataforma desenvolvido pela Vicarious Visions e publicado pela Universal Interactive (uma subsidiária da Vivendi Universal Interactive Publishing)para o Game Boy Advance. Foi lançado na América do Norte em 25 de fevereiro de 2002 e na Europa em 15 de março de 2002.

The Huge Adventure é a sétima parte da série de videogame Crash Bandicoot, o primeiro jogo crash bandicoot a não ser lançado em um console PlayStation, e o primeiro jogo Crash Bandicoot a ser lançado em um console portátil. O jogo atua como uma sequência alternativa para os quatro primeiros jogos de linha principal, e sua história centra-se em um enredo para encolher a Terra pelo antagonista principal, Doutor Neo Cortex, através do uso de uma arma gigantesca chamada “Minimizador Planetário”. O protagonista da história, Crash Bandicoot,deve reunir cristais para alimentar um dispositivo que devolverá a Terra ao seu tamanho adequado, derrotando o Doutor Cortex e seus servos ao longo do caminho.

O jogo surgiu de um acordo entre a Universal Interactive Studios e a Konami que lhes permitiu produzir e publicar (respectivamente) um jogo crash bandicoot para sistemas de jogos portáteis de última geração, acabando com a exclusividade da franquia para consoles produzidos pela Sony. Reações críticas a Crash Bandicoot: The Huge Adventure foram geralmente positivas; o jogo foi elogiado por seus gráficos e design geral, mas os críticos notaram a falta de inovação do jogo.

Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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Análise

Escape from rever After: o “Paper Mario moderno” que tá chamando atenção

Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

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Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

Visual que mistura 2D e 3D de forma inteligente

O primeiro destaque do jogo é o visual. Todo o cenário é construído em 3D, enquanto personagens e inimigos parecem recortes em 2D, criando aquele estilo clássico que lembra papel. Isso não só dá personalidade, como também faz tudo funcionar de forma muito fluida e charmosa.

Jogabilidade com estratégia e timing

Assim como os melhores RPGs do estilo, o jogo aposta em um sistema de batalha que vai além do básico. Você utiliza parceiros durante a jornada, interage com o cenário e ainda precisa dominar o timing dos comandos. Dá para se defender de ataques e executar golpes com mais eficiência apertando o botão no momento certo, o que deixa tudo mais dinâmico e envolvente.

Sistema de parceiros que muda a experiência

Um dos pontos mais interessantes é o sistema de parceiros. Eles não estão ali só para ajudar na luta, mas também participam da exploração e da resolução de desafios. Isso impacta diretamente na forma como você avança e deixa a experiência mais variada do começo ao fim.

Curto, mas marcante

Apesar de ser um RPG relativamente curto, Escape from Ever After compensa com uma experiência bem condensada e divertida. Ele pega a base consagrada de Paper Mario e adapta para algo mais moderno, com foco em ritmo e criatividade.

Vale a pena?

Se você curte RPGs com identidade forte, mecânicas criativas e aquele toque nostálgico, esse jogo é uma ótima surpresa. Ele mostra que ainda dá para reinventar fórmulas clássicas sem perder a essência.

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