Como vocês leram, o video é sobre rankeamento de todos os jogos do pacman, na verdade os que entraram no Pac-man Museum+
Rankeando TODOS os jogos do Pac Man – Pac-Man Museum+
Espero que gostem!
Arte de @artedocarneiro
Edição @gabrielbarge
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0:00 Inicio 2:03 Filme do Rk Play 2:18 Pac-Man Museun Plus 2:53 Pac-man ORIGINAL 4:16 Super Pac-man 5:06 Pac-Land 7:28 Pac-pal 8:13 Pac-mania 8:53 Pac-man Arrangement 9:43 Pac-man battle Royalle 10:33 Pac-in-Time 12:05 Pac-attack 12:34 pac-man championship edition 13:32 Pac-man Arrangement ( Console ) 13:54 Pac-Roll 15:12 Pac-Roll multiplayer 15:27 Pac-man 256
Pac-Man Museum + é uma compilação de 2022 desenvolvida pela Now Production e publicada pela Bandai Namco Entertainment. Sendo uma sequência do título de compilação de 2014 Pac-Man Museum, Pac-Man Museum + inclui 14 jogos da série Pac-Man, com recursos adicionais, como missões e tabelas de classificação online.
A compilação foi lançada mundialmente em 27 de maio de 2022 no Steam, Nintendo Switch, PlayStation 4 e Xbox One
Como a coleção anterior, Pac-Man Museum + apresenta quatorze jogos da franquia Pac-Man, que vão desde títulos de arcade até lançamentos de consoles/portáteis em casa. Esses jogos são apresentados como máquinas jogáveis em um fliperama virtual, onde o jogador pode controlar Pac-Man e explorar. Os jogos clássicos são jogáveis através de emulação modificada, enquanto alguns dos jogos modernos são portas de origem. Os jogos selecionados na coleção são bloqueados na primeira inicialização e exigem que o jogador complete duas sessões de jogo de jogos específicos. O jogo apresenta um sistema de moeda no jogo conhecido como moedas. As moedas são obtidas obtendo pontuações altas nos jogos, e podem ser gastas para jogar os jogos de arcade na coleção, bem como para comprar objetos de uma máquina de venda automática e cápsulas de gashapon em uma máquina de gashapon. Esses itens podem ser colocados em todo o fliperama para personalizá-los ao gosto do jogador. Recursos adicionais incluem um filtro CRT, pontos de salvamento para jogos clássicos selecionados e tabelas de classificação online.
Pac-Man Museum + foi originalmente anunciado nas plataformas de mídia social pela Bandai Namco Entertainment em 19 de novembro de 2021, previsto para um lançamento no início de 2022. [9] Em 25 de fevereiro de 2022, Famitsu anunciou um livestream mostrando as primeiras imagens “hands-on” do Pac-Man Museum +, que foi transmitido em 4 de março de 2022. Em 28 de fevereiro de 2022, o jogo recebeu uma data de lançamento em 27 de maio de 2022 através de anúncios nas redes sociais, ao lado do jogo programado para ser incluído no Xbox Game Pass no dia em que for lançado. No Japão, o jogo estava programado para ser lançado no Steam em 28 de maio de 2022; o lançamento mudou um dia antes, em 25 de maio de 2022.
As versões de Pac-Land, Pac-In-Time e Pac-Attack na coleção são modificadas para remover quaisquer referências da Srta. Pac-Man aparecendo no jogo, com o personagem Pac-Mom criado especificamente para o jogo tomando seu lugar em seu lugar; como visto anteriormente no Arcade Archives relançar pac-land, lançado um mês antes. Os desenhos de Pac-Baby (chamado Pac-Sis na coleção) e Jr. Pac-Man (chamado Pac-Boy na coleção) também foram alterados para remover a semelhança com a Sra. Pac-Man, bem como o nome de Chomp-Chomp sendo alterado para Pac-Buddy. Embora não tenha sido oficialmente esclarecido por que as mudanças foram feitas, presume-se que esteja ligado à disputa atual da Srta. Pac-Man nos AtGames.
Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.
O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.
Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.
Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.
O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.
Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.
Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.
E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.
Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.
O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.
O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.
Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.
No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.
Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.
O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.
E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.
Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.
My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.
Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.
Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.
Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.
Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.
O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.
É claro que não é perfeito.
Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.
Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.
E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.
Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.
A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.
Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.
E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.
Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.
Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.
Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.
Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.
Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.
Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.
E o principal problema é o cross-save.
Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.
Mas isso não acontece.
Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.
Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.
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