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Sonic hacks são versões alteradas dos jogos Sonic the Hedgehog que foram editados através do processo de ROM Hacking. Desde o surgimento do Sonic 1 Beta Hoax de Cyan Helkaraxe, em 1999, a produção de hacks tem sido uma parte vital da cena e da comunidade de pesquisa do Sonic. Começando com os primeiros documentos escritos por Cyan e saxman, para os guias Nemesis, o Guia de Hacking da Comunidade Sonic, e além, os pesquisadores usaram sua compreensão dos jogos do Sonic para alterá-los de várias maneiras. Enquanto os hacks anteriores eram simples, como mudanças de paleta menores, vários hacks hoje são muito complexos. Com o tempo, conforme a cena aprende mais sobre o código subjacente por trás da série Sonic the Hedgehog, a extensão dessas modificações se expandiu. As modificações agora incluem:
mudanças de paleta – alterações de sprite arte principal (tela de título, HUD, et al.) alterações de arte de nível e layouts de nível original mudanças de música e som importação de níveis de outros jogos mudanças em motores de movimento ou chefes conceitos originais e estilos de jogabilidade Hoje, com a ajuda de editores hexadecimais, desmontagens e utilitários específicos do Sonic Hacking, os fãs vêm criando modificações mais extensas.
Hacks na comunidade Sonic agora são geralmente distribuídos como ROMs completos. No passado, os patches IPS eram usados, uma vez que geralmente são muito menores que uma ROM completa e, portanto, eram mais fáceis de distribuir em um momento em que o dial-up era amplamente usado. Também se acreditava que, como os patches não contêm nenhum código protegido por direitos autorais, não era ilegal distribuí-lo. Este formato ficou fora de uso quando as desmontagens divididas ficaram disponíveis como uma maneira de editar os dados do jogo e quando a discagem estava sendo substituída por conexões de banda larga mais rápidas. As mudanças maciças na ROM que podem resultar da remontagem tornaram os patches IPS muito grandes e, com frequência, eles continham um bom volume de código, eliminando assim a alegada vantagem legal. Embora o formato de patch RXL do saxman fosse projetado para substituir o IPS, ele rapidamente desapareceu na obscuridade junto com seu antecessor. Outro formato, xdelta, leva os dados deslocados em conta, resultando em patches muito menores. (Observe que o xdelta-1.x usou o formato original conhecido como xdelta; o xdelta-3.x usa o formato VCDIFF padrão.)
Desenvolvedores e fãs não licenciados criaram mídias Sonic não oficiais, especialmente videogames, relacionadas à franquia Sonic the Hedgehog. Esses produtos incluem videogames, mods de videogame, hacks de ROM e animações. Devido à popularidade da franquia, alguns desses produtos não licenciados receberam atenção crítica.
A seguir estão todos os jogos originais baseados na série Sonic.
Green Hill Paradise Act 2 é um jogo 3D Sonic construído por Daniel “SuperSonic68” Coyle e outros colaboradores com o 3D Sonic Games Development Kit. Este jogo ganhou notabilidade por receber uma resposta positiva da Sega. [1] [2]
O Sonic Utopia é um jogo de 3D de mundo aberto no início do desenvolvimento com uma equipe de quatro pessoas até o final de 2016. [3]
Sonic: Before the Sequel é um jogo Sonic 2D ambientado entre os eventos de Sonic the Hedgehog e Sonic the Hedgehog 2. O jogo recebeu muitos elogios da crítica por sua fidelidade aos títulos anteriores, e duas continuações, Sonic: After the Sequel e Sonic Chrono Aventura, mais tarde foram desenvolvidos e lançados.
Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player
A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.
A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.
A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.
Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.
O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.
Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.
Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.
Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.
Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.
Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.
No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.
Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.
REVIEW | R-Type Dimensions 3 chega para resgatar um dos maiores clássicos dos jogos de navinha
No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.
Os jogos de nave podem não dominar mais o mercado como antigamente, mas houve uma época em que esse gênero era um dos mais populares dos videogames. Pensando justamente em resgatar essa nostalgia, R-Type Dimensions chega como uma versão remasterizada de um dos maiores clássicos da franquia.
O grande destaque do jogo é a possibilidade de alternar, a qualquer momento, entre os gráficos originais e uma versão totalmente refeita em 3D. Basta apertar um botão para comparar como era o visual clássico e como ele ficou com a nova apresentação, trazendo um efeito bem interessante para quem gosta de revisitar títulos antigos.
Mesmo sendo um remaster, R-Type Dimensions mantém toda a essência da série. O jogador controla uma nave que avança automaticamente pelos cenários enquanto enfrenta ondas de inimigos, coleta novos poderes e precisa desviar de uma enorme quantidade de projéteis e obstáculos.
A franquia R-Type é considerada uma das mais importantes da história dos shoot ’em ups, ajudando a popularizar o gênero durante décadas. Para quem já conhece esse estilo de jogo, a experiência continua extremamente competente e divertida.
Outro ponto positivo é a presença do modo multiplayer, um recurso cada vez mais raro em lançamentos atuais e que torna a experiência ainda mais interessante para quem deseja jogar com um amigo.
As fases continuam sendo um dos grandes atrativos. Em determinados momentos, o cenário inteiro trabalha contra o jogador. Há trechos em que gotas de ácido caem do teto, abrindo lentamente passagens que antes estavam bloqueadas, enquanto outras fases exigem atenção constante ao ambiente, já que o perigo não vem apenas dos inimigos, mas também dos próprios elementos do cenário.
Apesar de manter um nível de desafio elevado, R-Type Dimensions não chega a ser frustrante. Como um lançamento moderno, o jogo conta com continues e sistemas de salvamento, tornando a experiência muito mais acessível do que nos arcades da época.
No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.
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